Acompanhe os resultados, sempre! Todo meio de comunicação digital é capaz de produzir resultados mensuráveis, então planeje!
Sua estratégia para atuar nas mídias sociais alimenta o seu funil de marketing e fornece informações úteis envolvendo perspectivas, clientes e do público em questão.
Separei alguns pontos onde a estratégia de atuação em mídias sociais do seu negócio/cliente pode estar enfraquecida e você nem tenha notado!
Vamos começar com um ponto básico: monitoramento! Se não há monitoramento isso significa que você simplesmente está deixando de prestar atenção ao que está sendo dito. Isso pode refletir em sua comunicação nas redes, tornando o conteúdo contextualmente irrelevante e fora de sintonia com o público que você quer atingir.
Ainda pior, você pode ter um problema e, nem ao menos saber disso. O ideal é usar uma plataforma de monitoramento. No mínimo, estabelecer uma presença e ter tempo para aprender e ouvir sobre o seu mercado. Além disso, uma forma que pode ajudar, é a criação de alertas do Google apropriados. Já é um começo!
Como em qualquer atividade na empresa, você deve definir objetivos e metas específicas. Nas mídias sociais não é diferente! Eles devem estar alinhados com seus objetivos de marketing e de negócios.
Os clientes usam as mídias sociais para uma variedade de razões, além de não utilizar só uma plataforma. A criação de uma persona pode ajudar a garantir que a sua estratégia de mídia social esteja alinhada com a atividade do seu mercado-alvo.
Falta de conteúdo e excesso de postagens comerciais, anúncios e publicidade também são um erro. As mídias sociais não são como site de anúncios ou classificado. A solução está na curadoria de conteúdo. Como já relatei em outro post aqui no Ideia sobre sua importância, a curadoria de conteúdo é uma necessidade! Mantenha as informações sobre a sua organização bem alinhadas e filtradas para que chegue ao público desejado da melhor forma possível, sempre de forma gradual e contínua.
Além, disso, a falta de uma formatação especial ou direcionamento no conteúdo dificulta que seu público consuma o conteúdo de forma adequada. Tenha em mente que você deve tornar seu conteúdo acessível para clientes em potencial, independentemente do dispositivo que está usando.
Ausência e falhas no branding é falta grave! Os comentários e conteúdo que você postar em seus canais de mídias sociais devem incorporar a sua marca para que o público possa identificá-lo como seu. Já comentei anteriormente sobre a importância do Branding e como a identidade de marca proporciona sentido, finalidade e significado, ajudando a estabelecer um relacionamento entre marca e o cliente por meio de uma proposta de valor envolvendo benefícios funcionais, emocionais ou de auto-expressão.
Isso interfere no posicionamento da marca! O comportamento do consumidor deve ser entendido, já que a experiência da marca afeta a satisfação deste.
Um dos pontos fortes de incorporar sua marca ou organização nas mídias sociais em seu mix de marketing é melhorar os resultados de pesquisa nos rankings dos buscadores, visto que as mídias sociais e outros formatos de conteúdo aparecem em SERPs (páginas de resultados de pesquisas). Certifique-se de seus meios de comunicação estão focado em suas principais palavras-chave. Além disso, adicione texto ao seu conteúdo não textual.
Sua estratégia nas mídias sociais podem se beneficiar do uso de publicidade direcionada, que é altamente segmentado e pode produzir resultados surpreendentes. Avalie essa possibilidade!
Outro mito que assombra as empresas e organizações é o fato de que muitos executivos seniores evitam as mídias sociais. Criar oportunidades direcionados para a interação entre o CEO (e afins) e o público pode ser uma ótima aposta, além de criar um relacionamento e humanização na aproximação com o público-alvo.
Enquanto muitas plataformas de mídia social são livres para estabelecer uma presença, outras exigem um fluxo contínuo de novos conteúdos. Tenha um budget. Crie conteúdo personalizado em cada um desses canais, proporcionando estilo e diferenciação.
Social media não pode ser uma tática de marketing independente. Ela requer o apoio de outros aspectos do seu mix de marketing e ajuda a prolongar o seu marketing convencional. Estabeleça uma lista de elementos, verificando onde seus canais de mídias sociais requer suporte do resto de seu marketing, bem como onde estes podem ajudar a expandir seu alcance de marketing.
Acompanhe os resultados, sempre! Todo meio de comunicação digital é capaz de produzir resultados mensuráveis, então planeje! Determine métricas e como mensurá-las e mais que isso, APLIQUE os resultados que obter para otimizar sempre seus canais e inovar sua comunicação nas mídias sociais.
Fonte: ideiademarketing
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Tray
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Toda estrutura de negócios que se preze e que deseje se desenvolver e alcançar bons resultados, gerar crescimento, se solidificar, necessita, obrigatoriamente de metas.
Por isso, ainda que seja bastante óbvio em alguns casos, é sempre importante recorrermos à origem de determinadas palavras, a fim de termos uma compreensão mais assertiva sobre as mesmas. Pois bem. A palavra meta, tem origem no latim e significa, basicamente, cone, apontando, simbolicamente, para alvo, ponto final a ser alcançado.
Agora, pensemos, se na nossa vida pessoal precisamos estabelecer objetivos, metas, tantos mais o necessitamos quando estamos falando de negócios, o que nos leva a compreender que um negócio, um empreendimento, uma pequena empresa que não tem metas está condenada a não chegar a lugar algum ou a se satisfazer com qualquer resultado.
Por isso, é fundamental observarmos que nos dias atuais, quando a tecnologia e as soluções digitais nos rodeiam e fazem parte do nosso dia-a-dia, tornando-se componente fundamental de todo o nosso processo de comunicação e de negócios, atuar em mídia social já é uma obrigação à grande maioria dos negócios, nos mais diversos ramos e assim, uma excelente oportunidade para as pequenas empresas e negócios e profissionais autônomos e liberais de uma forma geral.
Agora, para que essas ações possam, de fato, gerar bons resultados, levando estes pequenos empreendedores a alcançar aquilo de que necessitam, é necessário que metas sejam estabelecidas. Michael Jordan, no livro ‘Nunca Deixe de Tentar’, diz que não conseguia desenvolver ou alcançar aquilo a que se havia proposto se não desse um passo de cada vez, por essa razão, então ele estabelecia metas (de longo, médio e curto prazo).
Assim, olhando para o a meta final, no caso de Jordan, tornar-se um grande jogador de basquete, ele trabalhava focado em dar um passo de cada vez.
Então, atenção, no mundo dinâmico e em polvorosa das redes sociais, o que mais podemos observar é o desejo e a ansiedade das pessoas que querem alcançar resultados a qualquer custo e assim, começam a se lançar de maneira afobada em todas as plataformas que conhecem e das quais ouve falar e desprezam a fase de planejamento, etapa na qual as metas são estabelecidas.
Dessa forma, considere que o primeiro passo, base, alicerce no desafio de construir a sua presença nas redes sociais é meta. Ou seja, você precisa responda de forma clara:
- Qual é a sua sua meta?
- O que você deseja com a sua página no Facebook ou perfis em outras plataformas digitais? É vender? O que deseja vender? Quanto deseja vender? É o reconhecimento da sua marca? É aumentar o nível de satisfação do seu cliente, quanto aos pontos de atendimento? Em quanto tempo?
Ter uma meta vai dar foco a sua presença e comunicação digital e auxiliá-lo no processo de otimização de esforços para o alcance dos seus objetivos. Assim, estude o seu negócio, mercado, concorrentes, público e sobre esse estudo e análise, estabeleça metas que você deseja e necessita alcançar.
Metas factíveis para que você possa dar um passo de cada vez, isso em constante processo de avaliação para dar o passo seguinte, aperfeiçoando os processos anteriores e não perdendo de vista o alvo final.
Boa Desafio para você e até a próxima.
Por Ádila Lopes
Fonte: sociali.me
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Tray
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Aonde você quer chegar? Esta é uma das primeiras perguntas feitas por quem começa um novo negócio e costuma acompanhar o empreendedor ao longo de sua caminhada de desenvolvimento.
Faz todo o sentido ter seu objetivo claro e revisitá-lo eventualmente fazendo os ajustes necessários, afinal, quem não sabe aonde quer chegar não consegue escolher o caminho a seguir.
Mas existe outra pergunta que também deve ser feita ao longo do desenvolvimento. Onde eu estou? Qual o meu momento hoje?
Existe ampla gama de serviços e fornecedores para as mais diversas situações e necessidades de seu site de comércio eletrônico.
As soluções ofertadas para uma mesma necessidade costumam variar em função dos seguintes aspectos: flexibilidade para se ajustar ao seu negócio, confiabilidade e estabilidade da solução, escalabilidade e por fim preço que é, em grande parte, consequência dos itens anteriores.
Tendo isto em mente deve-se recorrentemente questionar se as soluções atuais, com seu nível de serviço, atendem as suas necessidades de momento e, ainda mais importante, se elas são adequadas para o seu próximo passo no crescimento do negócio.
Para responder adequadamente a estes questionamentos é necessário se planejar, ter o pensamento à frente para antecipar futuras demandas e não ser surpreendido, tendo seu crescimento travado e perda de qualidade no atendimento ao cliente.
Alterações nas soluções de Ecommerce não são realizadas do dia para a noite, embora possa ser essa a percepção do consumidor que possui conhecimento apenas de uma pequena parcela de todo o processo e notará a mudança no momento da “virada”.
Ao contrário, por se tratar de um processo de mudança com o negócio em operação, toda a escolha e a implantação devem estar muito bem alinhadas dentro da empresa e também com os parceiros e fornecedores envolvidos que terão que rever processos, migrar dados, realizar integrações e testes de qualidade e, principalmente, capacitar pessoas para o uso correto da nova solução.
Além do conhecimento do seu negócio, participe de congressos, fóruns de discussão, presenciais ou não, leia conteúdo relevantes, troque experiências, busque o suporte de especialistas, ou seja, se informe sobre o ambiente em que está inserido – o Ecommerce. Conheça as soluções, novidades e tendências e com estas informações responda a pergunta “Qual o meu momento?” Mas lembre-se, não existe uma única resposta certa, deve-se buscar a que melhor se adequa a sua realidade.
por Rodrigo Fadel
Fonte: enext.
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Tray
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Por mais que se estude o Facebook, é sempre bom lembrar estratégias básicas sobre como administrar bem uma fan page.
Atualmente são mais de 40 milhões de páginas nessa mídia social. A revista INFO de junho conversou com especialistas e listou sete “leis” que ajudam a pensar estrategicamente a gestão de um espaço no Facebook.
1) a primeira dica diz respeito ao conteúdo compartilhado com os fãs. É preciso atentar para o “capital social” que será oferecido ao usuário que acompanha sua página. Ele deve encontrar conteúdo que o faça se sentir pertencente a um grupo especial;
2) não dependa de intermediários. Usar blogueiros para intermediar a conversa com seu público é bom, mas o contato da marca (via fan page) com sua audiência é fundamental;
3) conheça as plataformas. Sempre que compartilhar um conteúdo, pense que ele será – muitas vezes – visto de um smartphone. Logo, não será bacana publicar um vídeo de 15 minutos, certo?;
4) compartilhe conteúdo que seja útil ao usuário, com dicas e serviços que agreguem à news feed dele;
5) esqueça a formalidade! tratar o usuário como amigo pode ser uma boa forma de manter o relacionamento;
6) nunca compre fãs! uma das maiores “roubadas” é acreditar que há fórmulas mágicas de se ganhar usuários engajados facilmente;
7) saiba ouvir o usuário! cada comentário ajuda a balizar a comunicação e os posts.
Fonte: midiaria
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Tray
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Pela definição do Council of Logistics Management, “Logística é a parte do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semi-acabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes” (Carvalho, 2002, p. 31).
Ok, muito bonito. Mas será que todas as lojas virtuais conhecem e praticam com excelência este conceito? Levante a mão quem nunca comprou um produto 15 ou 20 dias antes da data planejada e pior: para presentear, e só recebeu um mês depois? No natal, então, nem se fala…
E este tipo de coisa ocorre apenas com lojas pequenas e inexperientes? NÃO!!! A logística é um calo na maioria das lojas virtuais, seja ela pequena, média ou grande. Detalhe: deixar de entregar o pedido, enviar o produto errado ou fora do prazo é acabar o relacionamento com o cliente internauta.
O funcionamento da logística no comércio eletrônico
Toda a operação de comércio virtual deve funcionar de forma eficiente, da estocagem à entrega, no dia e horário combinados, passando por embalagens apropriadas e muita, mas muita atenção aos detalhes. Na internet, os consumidores não perdoam.
Qualquer falha, até um e-mail não respondido de forma imediata é motivo para ficarem insatisfeitos, correrem para o concorrente num click ou reclamarem num blog. Dali para chegar a uma porção de gente falando mal do seu e-commerce é um pulo. E falar mal é o que o ser humano mais adora fazer, não? Portanto o melhor caminho é não dar motivo. Seguem algumas dicas que colecionei estes anos:
Organização
Organize a empresa antes de começar a vender pela internet. É fundamental que TODAS as informações estejam interligadas e para isso nada melhor que um ERP (do inglês Enterprise Resource Planning = Sistemas Integrados de Gestão Empresarial). Ah! Atente-se para os que possuem sua plataforma toda online e oferecem tudo em módulos de acordo com a necessidade de cada empresa.
Trabalhe com o estoque do seu fornecedor
Sempre que o estoque da loja estiver precisando de mercadorias, o sistema envia um e-mail para o fornecedor. Isso é essencial ao controle do fluxo de caixa e para deixar o cliente satisfeito com os prazos.
Embalagem correta
Nenhum cliente admite receber um produto com a embalagem aberta ou rasgada. Vale testar a embalagem em condições extremas para evitar perdas com avaria.
Prazo de entrega
Passe ao cliente a data de entrega com uma margem de segurança, pois isso é melhor do que prometer uma data impossível de ser cumprida. “Ah, mas meu concorrente oferece 2 dias úteis no site dele”. Ótimo para ele. Lute para organizar sua empresa de forma que você consiga superar este prazo, mas enquanto isso não é possível, seja honesto com o cliente: apenas ofereça o que você consegue cumprir.
Talvez num primeiro momento, tendo um prazo maior, perca algumas vendas, mas com o tempo vai ganhar os clientes daquele concorrente apressadinho porque os seus clientes sabem que podem contar com você.
Rastreamento das compras
Vale lembrar que é interessante oferecer sistemas que permitam ao consumidor acompanhar, de casa, em que fase está o atendimento de seu pedido. Isso tem nome e até tese de mestrado: administração de filas. Cliente bem informado, perdoa um atraso porque sente que a empresa se preocupa com a ansiedade dele de receber o produto.
Escolha um serviço de entrega de qualidade
Escolha muito bem as empresas responsáveis pela entrega. Os correios tomam conta de 70% deste mercado, mas existem outras alternativas como a Total Express, por exemplo. Repare nos preços, pois como é o cliente que paga o frete, um preço bacana torna-se um diferencial. Procure disponibilizar todas as opções possíveis: transportadora, motoboy, sedex, e-sedex, pac, entrega na loja física (se tiver)…
Política de troca eficiente
O e-commerce é campeão nos processos de troca, afinal o cliente não viu o produto antes de comprar. Natural. Por isso use e abuse da logística reversa. Busque a mercadoria na casa do cliente, não deixe que ele tenha trabalho algum, para que não se arrependa de comprar pela internet.
Como cortesia, independente do motivo, não cobre o 1º frete da troca. No site crie uma página explicando tim-tim por tim-tim como funcionam as trocas e devoluções.
Pronto, cumprindo cada um destes itens, acredito que você já está um pouco mais preparado para encarar um e-commerce de forma profissional com uma abordagem eficiente da logística.
Fonte: blogdoecommerce
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Apesar de serem palavras com significados muito parecidos no dicionário, consumidores e clientes possuem comportamentos diferentes dentro de uma loja virtual e não podem ser analisados da mesma forma pelo empreendedor.
O consumidor compra, mas não cria vinculo com a loja
Vamos entender inicialmente quem é o consumidor, os consumidores procuram não criar vínculos com as lojas que estão fazendo compras, acessam o maior número de lojas possíveis com a finalidade de obter o melhor preço fazendo com que ele dificilmente selecione a loja para fazer uma futura compra novamente, evita o cadastro em newslettlers e se fosse possível não chegaria nem a fazer cadastro para concluir a compra.
Já o cliente possui um perfil mais conservador, a primeira loja que ele pensa quando vai fazer uma compra é a que ele já se simpatiza ou possui algum tipo de vinculo, vinculo que normalmente é criado através de um bom atendimento ou indicações de pessoas muito próximas. O cliente, ele já conhece a loja virtual, ele sabe que está em um ambiente seguro e não está preocupado com valores e sim com um bom atendimento.
Os clientes participam e querem que a loja cresça
Seu relacionamento com a loja permite até que este recebe novidades por e-mail e faz questão de participar e interagir nas mídias sociais da loja, dando sua opinião no que é bom e o que precisa ser melhorado dentro da loja ou de seus produtos.
Clientes e consumidores são talvez os níveis mais importantes de usuários que uma loja virtual poderá ter, mas para se tornar qualquer um deles primeiramente ele será um visitante e não podemos esquecer de analisar este perfil.
Sem os visitantes a loja não terá nem consumidores, nem clientes
Os visitantes normalmente estão passando pela loja apenas para conhecê-la ou conhecer um produto que em um momento futuro ela até poderá vir a ter interesse em comprar.
No final para uma loja virtual os três são importantes e devem ser tratados de acordo com suas características, mas sem distinção de comportamento ou qualidade, afinal tanto os visitantes como os consumidores um dia podem se transformar em um cliente a partir de um bom atendimento, como também o cliente com um péssimo atendimento pode voltar ao estágio de apenas visitante.
Boas Vendas!
Fonte: promoveecommerce
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Tray
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Não é mais novidade que o comércio eletrônico é um meio adotado por todas as empresas que querem expandir seu mercado de atuação.
Por meio dele é possível alcançar públicos até então inimagináveis, especialmente para os pequenos e médios comerciantes, que viam suas operações restritas, tendo sua localização como um fator limitante para as vendas. Hoje, por meio da internet, eles conseguem atingir clientes em outras cidades, estados e até mesmo países. Surgiu também outra categoria de vendedores: os que não contam com lojas físicas, mas que utilizam a tecnologia a seu favor e apresentam aos clientes outros meios de venda. Esses vendedores são considerados multicanais, pois integram diferentes canais como sites, mídias sociais e móveis.
O varejo virtual brasileiro vive atualmente um momento inédito e disputado, em que todo tipo de produto pode e é negociado através dele. Uma prova disso é a variedade de produtos que podemos encontrar nos marketplaces existentes no país.
Esses são capazes de reunir uma gama grande de varejistas virtuais, que atuam em todos os segmentos em um único local. Ou seja, pode-se dizer que esse shopping center virtual reúne as lojas e marcas desejadas pelos seus clientes.
O perfil dos consumidores nacionais também mudou e amadureceu. Apesar dos artigos tecnológicos continuarem liderando os rankings de venda de produtos no Brasil, os consumidores não buscam mais somente por smartphones, telefones celulares e informática, eles passaram a procurar artigos relacionados à lifestyle como produtos de cuidados pessoais e decoração.
Em 2012, por exemplo, a categoria de saúde e beleza foi a que mais cresceu em vendas dentro da plataforma do MercadoLivre. Ela subiu seis colocações, passando do 12º para o sexto lugar. Outros segmentos como casa, móveis e decoração também tiveram um aumento nas vendas e subiram cinco lugares, passando a ocupar a nona posição na lista dos produtos mais consumidos no ano de 2012. Calçados, roupas e bolsas foi outro segmento que conseguiu um destaque no ranking, passando do sétimo para o quinto lugar. Já esporte e fitness subiu da 10ª para a 8ª colocação. Das 10 categorias com mais vendas realizadas no site, quatro são diretamente ligadas a produtos de estilo de vida.
O mercado brasileiro já entendeu que seu futuro está nessa variedade apresentada e pela facilidade que os clientes encontraram em comprar na comodidade de seus computadores e ninguém quer ficar de fora dessa fatia bilionária do e-commerce. Produtos relacionados a etilo de vida vêm ganhando relevância em mercados maduros e essa categorização já está sendo refletida no Brasil também.
Dados apresentados pela consultoria americana Forrester Research apontam que o mercado de comércio eletrônico deve dobrar de tamanho até 2015, alcançando um faturamento anual de R$ 40 bilhões. Com isso, o Brasil deixaria a sétima posição, que ocupa hoje, e passaria a ser o quarto maior mercado atrás somente da China, EUA e Japão.
Por Leandro Soares
Fonte: ecommercenews
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Um dos passos mais importantes nesse projeto de comércio eletrônico é escolher o que você irá vender na sua loja online.
Encontrar o produto perfeito para vender muitas vezes é o que irá determinar se uma empresa irá dar certo.
Vejamos aqui algumas dicas para você ter em mente ao escolher um produto para vender:
Quem é o público alvo?
Não é preciso uma pesquisa muita aprofundada, mas é preciso que você saiba qual seria o mas você deve estar ciente do tipo de cliente que você quer e qual é a sua capacidades de compra online. Se você tem um produto voltado para adolescentes, por exemplo, você deve ter em mente que a maioria não tem um cartão de crédito para compras online.
Qual o tamanho do mercado?
O segredo é escolher um produto para vender que sirva para uma nicho específico, mas de tamanho suficiente para garantir o sucesso da loja. Usando recursos como a Ferramenta de Palavras-chaves do Google você consegue saber o que as pessoas estão procurando e qual o tamanho do interesse delas.
Vender um produto que sirva para mulheres grávidas entre 25-40 anos de idade é provavelmente bom. Mas um produto que atende às mulheres grávidas entre 25-40 anos de idade e que também gostam de música rap provavelmente vai ser muito específico, não? Será difícil de encontrar clientes, mais caro para adquiri-los e o pequeno tamanho do mercado irá limitar o seu potencial de crescimento.
Qual a sua competição?
Analise o cenário competitivo do seu produto. Será que não existem concorrentes, existem alguns concorrentes ou existem muitos concorrentes e o mercado está saturado?
Caso exista muita competição, você vai ter que fazer algo diferente para atrair a atenção do cliente e construir participação de mercado. Mais uma vez, a Ferramenta de Palavras-chaves do Google será de grande valia, lhe dizendo os volumes aproximados de busca para as palavras-chaves escolhidas e também qual a competição para tais palavras.
O interesse no produto está na moda ou em crescimento?
É importante que você saiba onde o seu produto está em termos de localização no mercado. Ele está fazendo sucesso (isso é, existe procura por ele) porque ele apareceu na novela das 8 ou existe uma procura por ele constante e em crescimento?
Usando outra ferramenta online, o Google Trends, você consegue saber sobre o que as pessoas estão procurando num certo período de tempo. Dessa forma, você saberá se o interesse do seu produto é passageiro, algo corriqueiro ou está em crescimento.
Você pode comprar o produto localmente?
Se o produto está disponível em uma loja local, significa que as pessoas terão um motivo a menos para procurar o seu produto online. Se o seu produto pode ser comprado localmente, como é que você irá diferenciar-se e convencer as pessoas a comprar de você online? Você oferece uma melhor seleção? Qualidade superior? Melhor preço? Frete grátis?
Na segunda parte deste artigo iremos falar sobre alguns outros pontos importante na escolha de um produto para a sua loja virtual…não perca!
Fonte: pt.wix
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Na primeira parte deste artigo nós vimos como escolher um produto para vender online.
Vamos ver agora outras dicas importantes para você ter em mente se quiser ter sucesso com a loja virtual:
O seu produto é sazonal?
As empresas com produtos sazonais podem sofrer com um fluxo de caixa inconsistente. Idealmente, você quer encontrar um produto que terá procura o ano inteiro. Caso isso não seja possível, use as ferramentas como o Google Trends para estar ciente das flutuações que ocorrem em determinadas épocas do ano, para que você possas planejar-se adequadamente.
Qual o valor do produto?
É extremamente importante saber a margem de lucro de um produto antes de começar a vendê-lo, pois existem muitas outras pequenas taxas associadas à venda do produto, o que irá corroer suas margens.
O preço de venda deve ser fixado para venda ao consumidor final levando em conta, além do custo de aquisição do produto, todos os outros custos que você irá ter, tais como: impostos, fretes, encargos financeiros, etc. Levando isso em conta você poderá definir se vale à pena vender um determinado produto – mesmo que exista mercado para ele, não significa que você irá conseguir vendê-lo e ainda ter lucro.
Quanto custa o frete do produto?
Tal questão é importante, porque cada vez mais as pessoas esperam receber o frete grátis nas compras online – o que é uma excelente promoção, diga-se de passagem.
O tamanho e o peso do produto podem ter um grande impacto nas suas vendas. Se o seu produto é de grandes dimensões e/ou pesado, o valor do frete irá assustar potenciais compradores – tanto que a causa principal do abandono de uma compra online são os custos de envio!
O produto é de qualidade?
Quão frágil é o seu produto? Produtos frágeis podem ser problemáticos, pois eles irão ser mais caros para manusear, embalar e transportar – e isso significa que você terá mais retornos e trocas. E tenha em mente que todos os eventuais problemas na entrega – mesmo que de responsabilidade dos correios – irão afetar o relacionamento com os clientes, pois você é o responsável pela experiência da compra.
Portanto, faça alguns testes de envio com os seus produtos. Não se preocupe com o valor de algumas amostras. Nesse momento, é mais importante que você saiba exatamente a qualidade do seu produto.
Conclusão
O produto e a área que você escolher são a própria essência do seu negócio e uma das decisões mais importantes que você terá que fazer. Embora o produto perfeito possa ou não existir, há definitivamente maneiras de minimizar o risco de escolher um produto de nicho que tenha vantagens ao seu favor.
Usando os critérios acima como um guia poderá ajudar você a entender melhor o produto que você está planejando vender e irá aumentar suas chances de sucesso. Boa sorte!
Fonte: pt.wix
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Todo bom planejamento de marketing digital exige um período de reflexão para que algumas conclusões sejam alcançadas.
Existem duas que quebram a cabeça de muita gente por aí: devo investir em marketing de busca (search) ou em social media?
Não se preocupe, não é só você que queima neurônios com este assunto. A verdade é que a melhor opção sempre será trabalhar com as duas. Antes de mais nada, vamos ser bem francos: o resultado obtido com as mídias sociais não impacta em nada o seu ranking em resultados de busca. Portanto, se você ouviu algo do tipo em algum outro lugar, comece a duvidar da credibilidade das informações!
Trabalhar táticas de SEO (Search Engine Optimization) é essencial para qualquer negócio, assim como criar laços diretos com o consumidor em redes sociais também é igualmente importante. Ainda assim, existem algumas dúvidas sobre as duas metodologias.
Estratégias de marketing digital complementares
SEO e mídias sociais são complementares por um motivo muito simples: cada uma delas atua em uma etapa diferente do processo de compra e convencimento do consumidor, e por isso proporcionam experiências diferentes.
As estratégias de conteúdos distribuídos em mídias sociais geralmente servem para criar maior conhecimento sobre a sua marca, ou seja, brand awareness. Estes canais estão mais propensos a causar a descoberta. Por isso, não se espante ao ver que a maioria das suas novas visitas vêm de redes sociais.
O potencial de compartilhamento entre os influenciadores é bastante alto e com isso crescem as suas chances de atingir novas pessoas que podem ser potenciais consumidores do que você tem a oferecer. Por isso, capriche no que você vai comunicar!
Já o marketing de busca (SEO e PPC) costuma atingir pessoas que já tiveram contato com um determinado assunto e querem saber mais. Podem ser buscas diretas pela sua marca ou então sobre o assunto que você está tratando nos seus conteúdos.
O Google Think Insights traz toda a jornada do consumidor até que ele efetue a compra do serviço ou produto em questão. No Brasil, o processo de influência dos canais fica distribuído conforme a imagem acima.
Em primeiro lugar está o e-mail e, logo em seguida, vêm os meios pagos (Facebook Ads) e mídias sociais. Depois vêm os links de outros lugares (referral), os Links Patrocinados do Google (PPC) e por fim, o tráfego orgânico.
Este mapa dá ao profissional de marketing o conhecimento necessário para abordar o consumidor nos momentos e meios mais oportunos para que ele conclua o ciclo de compra. Porém, não se deve tomar o gráfico como uma referência fixa, já que este é um mercado que está sujeito a várias mudanças!
Conte para a gente como você utiliza essas duas estratégias!
Por LUISA BARWINSKI
Fonte: ideiademarketing
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