No dia 11/09, às 23h, estréia “A Internetâ€. Um documentário mostrado pelo canal Discovery Channel que conta toda a história da internet, com seus gênios, grandes personagens e conflitos. Com depoimentos dos principais fundadores Google, eBay, Yahoo, Amazon, entre outros…

Já está disponível no site o primeiro episódio, publicado quarta-feira (03/09), a abertura da série é: “Dowload: The True Story oh the Internet”.

A TV on-line tem ganhado cada vez mais popularidade nos Estados Unidos. Atualmente, quase um quinto dos lares americanos usam a internet para assistir programas de TV, o dobro do número de “telespectadores” on-line registrado em 2006, de acordo com um estudo realizado pelo The Conference Board e a TNS.

Entre outras conclusões, o estudo aponta as maiores audiências são as homepages dos canais de TV aberta, acessado em 65% dos telespectadores, e YouTube.com, acessado por 41% dos internautas. Aproximadamente 72% dos telespectadores on-line acessam esses sites diariamente em busca de entretenimento – atividade, aliás, citada por um em cada dez pessoas como a mais importante da internet.

O levantamento detectou que a maioria dos usuários on-line não gosta de definir um calendário – poder de assistir aos programas ou vídeos de acordo com sua própria disponibilidade de tempo e conveniência são as principais razões citadas por eles para “sintonizarem” uma TV. Outros motivos são a possibilidade de evitar os comerciais publicitários e a portabilidade. “A maioria dos usuários de internet são pressionados pelo tempo e exigem flexibilidade nos horários diários para seus hábitos televisivos”, disse Lynn Franco, diretor do TCB.

A TCB e a TNS constataram através da pesquisa que os cinco tipos de programas mais assistidos são as transmissões de vídeo digital, utilizada por 68% dos telespectadores on-line, e download gratuito, usado por 38%. Entre esses programas estão notícias, ficção, sitcom (comédia de situação ao estilo americano), reality shows e esportes. Em primeiro lugar vêm notícias on-line, com 43%, filmes dramáticos, com 39%, séries de sitcom, 34%, reality shows, 23%, esportes, 16%, e conteúdo gerado pelos próprios usuários, com 15%. Outras categorias incluem pré-estréias previews, conteúdo adicional de shows favoritos, telenovelas e anúncios.

Entre os telespectadores on-line, quase nove em cada dez assistem transmissões on-line em casa. Cerca de 15% disseram assistir transmissões pela internet no escritório, e 6% que assistem TV on-line em outros locais, como bibliotecas ou na casa de um amigo.

A pesquisa, denominada Barômetro do Consumidor de Internet, é feita trimestralmente com de 10 mil famílias nos EUA. Uma única amostra é conferida a cada trimestre, com uma taxa média de retorno de 70%, o que, segundo as empresas, garante dados altamente representativos.

Fonte: TI Inside

As vendas através da internet prometem muito para o último semestre desse ano. Os números crescentes dos trimestres anteriores aguçaram as expectativas.

As lojas virtuais já estão se preparando com produtos e ofertas para o Dia das Crianças, que começará a impulsionar as vendas que tendem a permanecer em uma crescente até o final do ano.

Alguns fatores responsáveis pelo aquecimento nas vendas são a deflação no varejo on-line registrado no último trimestre, o aumento no investimento em publicidade on-line, a chegada de novos consumidores digitais e o 13º salário que deixará as pessoas com maior poder de compra.

A Loja da Tray preparou um combo especial para você divulgar as suas ofertas para o Dia das Crianças em sua Loja Virtual.

Combo Especial Dia das Crianças

São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, 1 de Setembro de 2008 - O anúncio de que a maior rede varejista do mundo, o grupo Wal-Mart, vai lançar no fim deste mês seu portal no Brasil, numa época em que outras duas gigantes, Carrefour e Casas Bahia, preparam seu portal de vendas na internet, vem movimentando as redes de varejo regionais.

Empresas até então pouco conhecidas no eixo Rio-São Paulo, mas consolidadas em suas regiões de origem, preparam-se para utilizar a internet como trampolim de uma expansão nacional. É o caso da Insinuante, maior varejista de móveis e eletros da Bahia, e da Lojas Maia, maior varejista da Paraíba. As duas redes somam uma força de vendas de 400 lojas, que servem de apoio para o comércio eletrônico. Essas empresas estão de olho no potencial de mais de 40 milhões de brasileiros que têm acesso à internet e poder de compra. Neste ano, o comércio eletrônico brasileiro deve faturar R$ 8,5 bilhões - aumento de 35% sobre as vendas do ano passado.

Fonte: Gazeta Mercantil

Com projeção de chegar a 98% das residências em poucos anos, a energia elétrica vai se tornar o meio de acesso com maior capilaridade para a oferta de banda larga. Com preços competitivos - por não requerer implantação de novas redes - a banda larga por cabos de energia, ou PLC (Powerline Communication), pode assumir papel importante na universalização da internet no país, disse na última quinta-feira o gerente de Engenharia de Espectro da Anatel, Marcos de Souza Oliveira.

As velocidades nos testes do PLC da agência variaram de 1Mbps a 16 Mbps e se adequam ao conceito de banda larga da União Internacional de Telecomunicações (UIT), braço da Organização das Nações Unidas (ONU). O piso é de 2 Mbps.

O regulamento que estabelece as condições de uso da rede elétrica foi aprovado e está sob consulta pública na Anatel desde terça-feira, por 30 dias. Após o prazo, as contribuições serão analisadas pela área técnica e o texto final será submetido à aprovação do Conselho Diretor da agência. Estima-se que ainda este ano a regulamentação permitirá a oferta, de forma direta (pela concessionária de energia) ou por compartilhamento da última milha com as prestadoras de telecomunicações.

Oliveira explicou que não há risco de o usuário ser surpreendido com uma descarga elétrica e levar “choque” ao acessar o serviço pela tomada de luz. “Os equipamentos do PLC separam o sinal elétrico, transmitido pelo cabo de energia na freqüência de 60 hertz, do sinal de telecomunicações, cuja transmissão será nas faixas de 1,7 megahertz a 50 megahrtz”.

Apenas o sinal do serviço de dados que viabiliza a internet chega ao computador por meio de um modem. Todos os equipamentos para venda do serviço ao público terão de ser certificados pela Anatel.

Embora a agência desconheça os planos das concessionárias de energia, já se sabe que algumas, como a Eletropaulo, têm interesse em se tornar prestadora direta de PLC. Outras, como Cemig (Minas Gerais), Celg (Goiás), Copel e CEEE (Rio Grande do Sul), realizaram testes.

Fonte: iMasters

Mulheres são maioria no e-commerce

O número de mulheres que compram pela internet ultrapassou ligeiramente o de homens, diz pesquisa realizada pelo e-bit. De acordo com o instituto de pesquisa de mercado de e-commerce, o consumidor que compra pela internet no Brasil tem, geralmente, de 25 a 49 anos. Além disso, 86% deles se dizem satisfeitos.

Neste primeiro semestre de 2008, o comércio eletrônico faturou R$ 3,8 bilhões no Brasil e cresceu 45% em comparação com o resultado no mesmo período no ano passado. Estima-se que esse mercado fature R$ 8,5 bilhões até o fim do ano e que o número de adeptos do e-commerce chegue a 12 milhões de consumidores.

Fonte: Mundo do Marketing

Como cuidar da imagem corporativa na Internet

Nos últimos três anos, o número de brasileiros com acesso à internet dobrou, segundo levantamento do Ibope//NetRatings. Para o país, isso significa que os programas de inclusão digital realmente fizeram efeito. Em relação aos empresários, esse aumento representa maior visibilidade do conteúdo disponibilizado por suas empresas na Web e, conseqüentemente, mais pessoas com acesso a essas informações nos sites de pesquisa da internet. É nesse contexto que surge uma dúvida: até que ponto é possível ter controle da imagem pessoal e corporativa na internet perante milhões de usuários?

Imagem negativa

O primeiro passo para se ter um nome “limpo” na Web está relacionado ao corpo de funcionários. Muitos líderes afirmam que cada membro da equipe representa para o mercado um pedaço da empresa e toda vez que a reputação de alguém é comprometida, a organização também sofre com as conseqüências. Na internet isso não é diferente, ou seja, é preciso ficar atento ao comportamento de cada membro da companhia. Dentre os principais casos que comprometem o nome da empresa, a criação, por parte dos funcionários de comunidades ou blogs relacionados à organização é a pior circunstância, mas também existem casos de profissionais que postam fotos comprometedoras junto à marca da empresa em sites de relacionamento.

Clientes insatisfeitos

Os clientes insatisfeitos com os produtos ou serviços prestados pela empresa também podem trazer resultados catastróficos. Ao assistir uma palestra sobre imagem corporativa, um dos cases que foram apresentados foi o de um empresário americano que não deu o devido valor a um blog criado especialmente para publicar reclamações sobre a sua empresa e seus produtos. Esse homem imaginou que, por se tratar de um espaço para reclamações, todos os usuários que acessavam esse site tinham como intenção reclamar de algum serviço. O que ele não pensou é que clientes em potencial poderiam procurar nos sites de busca pelo nome da empresa e encontrar, entre os resultados, o blog de reclamações. Não durou muito tempo e esse infeliz empreendedor teve suas portas fechadas.

Mecanismos de busca

Os mecanismos de busca de sites como Windows Live Search, Google e Yahoo evoluíram muito nos últimos cinco anos. Hoje, esses portais relacionam os resultados por nome, relevância e até mesmo por semelhança. Essa associação facilita as buscas, mas, para quem é procurado nos sites, esses recursos apresentam uma abrangência muito grande, tornando muito comum encontrarmos a nossa marca associada com páginas de internet direcionados a outros setores ou até mesmo conteúdo pornográfico, o que seria desastroso para o empreendimento.

Boa reputação

Para escapar dessas e outras situações de risco na internet é preciso seguir algumas etapas básicas. Em primeiro lugar, da mesma forma que ocorre dentro da empresa, exija dos seus funcionários maior atenção em relação à imagem que passam de suas vidas particulares, sobretudo quando se trata de ações relacionadas a comunidades virtuais ou websites. O segundo passo é você mesmo desenvolver um blog ou um local voltado às reclamações dos clientes, para que eles possam se dirigir diretamente à empresa e não para todos na internet.

Por fim, localize nos mecanismos de busca em quais lugares sua empresa é citada, para que assim você possa adotar medidas com a intenção de remover essa colocação indesejada. Uma boa opção é entrar em cada local onde ocorre a citação e solicitar a remoção do nome. Mas, para quem não possui todo esse tempo disponível, já existem empresas especializadas no serviço de gestão da imagem na internet, ou seja, pagando um pouco mais, é possível ter uma imagem “limpa” na rede.

A imagem na internet é hoje um pilar muito importante para o crescimento das empresas. Por ela ser tão fundamental, é indispensável que os empresários sempre a explorem a seu favor. Isso significa que, se é para ter um nome na mídia digital, que ele esteja relacionado à qualidade, bons serviços e tecnologia, já que pequenos detalhes podem fazer muita diferença para os executivos e, de uma hora para outra, prejudicar muito a imagem organizacional.

Fonte: iMasters

SãO PAULO (Reuters) - O número de brasileiros que acessaram a Internet a partir de suas casas cresceu 28 por cento em julho, passando de 18,5 milhões de usuários em julho de 2007 para 23,7 milhões de usuário no mês passado, segundo levantamento do Ibope//NetRatings divulgado nesta quarta-feira.

Em relação a junho deste ano, o aumento foi de 3,5 por cento.

A pesquisa mostrou ainda que os usuários residenciais também passaram mais tempo na Internet, com uma média de 24 horas e 54 minutos por pessoa por mês. No mês anterior, a média foi de 23 horas e 12 minutos.

Tanto o número de internautas quanto o tempo de navegação foram os maiores registrados desde o começo da realização da pesquisa, em setembro de 2000.

“Tradicionalmente, o mês de julho, por ser férias escolares e por ser a Internet a principal atividade para parte dos jovens estudantes, mostra crescimento no tempo de consumo desta mídia”, disse em nota Alexandre Magalhães, gerente de análise do Ibope//NetRatings.

O total de brasileiros com acesso à Internet em seus lares continua sendo de 35,5 milhões de pessoas, de acordo com a pesquisa. Em julho de 2004, 19,3 milhões de brasileiros tinham acesso à rede mundial de computadores em casa.

A avaliação coloca que o internauta brasileiro continua sendo o que mais navegou na Internet de casa no mês, em comparação com nove países acompanhados pelo Ibope//NetRatings, seguido por Alemanha (com 21 horas e 06 minutos) e pelos Estados Unidos (com 20 horas e 50 minutos).

De acordo com dados relativos ao primeiro trimestre de 2008 do Global Internet Trends-GNetN, pouco mais de 41 milhões de brasileiros com 16 anos ou mais declaram ter acesso à Internet em qualquer ambiente (casa, trabalho, escola, cybercafés, bibliotecas e outros locais).

(Reportagem de Filipe Pacheco; Edição de Vanessa Stelzer)

 Fonte: Reuters

Estudo da empresa de pesquisa de internet eMarketer revela que Google, Yahoo e MSN continuarão a apresentar resultados positivos nos Estados Unidos neste ano, apesar das turbulências econômicas naquele país. O Google projeta crescer 27,4%, enquanto Yahoo, MSN e AOL, juntos, deve registrar expansão de 25,7% com propaganda na web

Os fortes resultados financeiros do Google no segundo trimestre, em que registrou 27% de crescimento em receitas líquidas com propaganda on-line nos Estados Unidos, são um sinal vigoroso para a indústria de publicidade na web, segundo estudo da empresa de pesquisa de internet eMarketer. De acordo com a empresa, o aumento das receitas valida as recentes projeções de que o Google, Yahoo e MSN continuarão a apresentar resultados positivos no mercado americano, apesar das turbulências econômicas, em especial o Google, cuja previsão é encerrar o ano com 27,4% de taxa de crescimento.

“Apesar de o Google ter hoje como principal fonte de expansão o mercado fora dos EUA, cujas receitas publicitárias na web devem registrar um aumento de 51,2% neste ano, a taxa de crescimento naquele país está longe de sofrer uma desaceleração”, observa o analista sênior da eMarketer, David Hallerman. “O poder da busca paga continuou a alavancar a publicidade on-line.”

Assim como o Google, seus principais concorrentes Yahoo, AOL e MSN, também devem ficar com uma fatia expressiva do mercado de publicidade na internet nos EUA, abocanhando, juntos, 25,7% de todos os investimentos em propaganda na web naquele país. Entre os três, o Yahoo e o MSN devem ter crescimento menor. O Yahoo deve registrar 8,2% de crescimento, ante 12% obtidos no ano passado, enquanto o MSN projeta uma queda de 14,3% no seu lucro líquido nos EUA, contra 22,6% em 2007.

Em termos de receita com publicidade on-line naquele mercado, o Google prevê encerrar o ano com US$ 7,63 bilhões, o Yahoo com US$ 3,62 bilhões, o MSN com US$ 1,59 bilhão e a AOL com US$ 1,16 bilhão, o que totalizará US$ 14 bilhões.

Fonte: TI Inside

A visibilidade de seu negócio ou website em ferramentas como o Google pode trazer um efeito nas vendas. Saiba como melhorá-la.

Seria muito fácil, mas não funciona assim. Você não pode simplesmente criar um site, sentar e esperar que apareçam visitantes em sua loja virtual. É preciso promover seu espaço na internet.
Estratégias como o uso de SEO (Search Engine Optimization – otimização do mecanismo de buscas) e anúncios pagos em ferramentas de busca, se feitos corretamente, podem fortalecer seu negócio online e o real.

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