São Paulo - Consolidação em business intelligence e compras em publicidade online marcaram o ano.
O ano de 2007 foi de consolidação na área de software de business intelligence - com Oracle, SAP e IBM indo às compras.
O mercado de mídia online também esteve aquecido, com Microsoft e Google disputando aquisições de agências de publicidade digital.
Confira quais foram os principais negócios de 2007:
10. Vivo e Telemig
Após um longo período à venda, as operadoras Telemig Celular e Amazônia Celular finalmente foram arrematas em agosto pela Vivo, que venceu as concorrentes Claro e Oi na disputa.
O valor estimado da transação na época era de até 2,8 bilhões de reais, segundo o presidente da Vivo, Roberto Lima.
Com o negócio, a Vivo, que até então não atuava em Minas Gerais, passou a ser líder daquele mercado com mais de 30% de participação.
9. Yahoo e Right Media + BlueLithium
Na onda das aquisições de empresas de publicidade na internet que varreu o ano de 2007, o Yahoo adquiriu não uma, mas duas operações ligadas a publicidade online: a Right Media por 680 milhões de dólares, em abril, e a BlueLithium, por outros 300 milhões de dólares, em setembro.
Em meio a rumores de que poderia se fundir com a Microsoft, a companhia desembolsou quase 1 bilhão de dólares para disputar o mercado com a empresa de Bill Gates e com o rival mais temido deste mercado, o Google.
Por IDG Now
Publicado por: Micheli Consani
Com a chegada da rede 3G (terceira geração), celulares começam a receber serviços como videoconferência e download de vídeos cada vez maiores. Isso por que ela possui velocidade de transmissão banda larga, como a da internet do seu computador.
Desde o mês passado, as operadoras GSM Claro e Telemig Celular começaram a oferecer aparelhos compatíveis com essa rede e, no próximo dia 18, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) irá leiloar freqüências para redes 3G GSM, para que outras empresas também ofereçam o serviço.
Na GSM Américas, conferência realizada na semana passada no Rio de Janeiro, empresas mostraram serviços para as operadoras de telefonia.
Entre eles está um que permite que outras pessoas encontrem você por meio de um único número. Você pode programar o sistema para as ligações serem direcionadas para o telefone comercial durante o expediente, para a sua casa durante os finais de semana e para o celular em períodos de viagem.
O serviço permite ainda que mensagens de texto de celular (SMS) sejam convertidas em voz e direcionadas para caixas postais de telefones fixos e vice-versa. O sistema também é compatível com fax.
O executivo Nelson Kobayashi, da Acision, empresa que apresentou tal sistema no evento, arrisca que operadoras fixas e móveis de um mesmo grupo empresarial deverão se unir para oferecer o serviço e cobrá-lo em uma única conta.
Outro recurso demonstrado foi o de videoconferência compatível com celulares. É possível participar de conferência e, durante o encontro virtual, compartilhar arquivos e assistir a um canal de televisão que passe por rede IP (de internet).
O programa, oferecido pela espanhola Dialcom, permite que pessoas que estejam diante do computador, na própria sala de conferência ou que tenham a mãos somente um telefone, participem da mesma reunião.
“Cada dispositivo receberá a informação conforme a sua capacidade, mas ninguém terá desculpas para deixar de participar”, explica o diretor de vendas para América Latina, Paulo Fittipaldi.
Para quem não suporta atendimento das operadoras de telefonia, uma esperança: havia, no mínimo, três empresas exibindo sistemas para fazer a cobrança de forma correta e melhorar o relacionamento com clientes.
Por Folha de S.Paulo
Publicado por: Micheli Consani
São Paulo - Índice de usuários residenciais ativos é 1% menor do que setembro, enquanto banda larga mantém estabilidade de 15,4 milhões.
No terceiro trimestre deste ano, o total de brasileiros com acesso à internet chegou a 39 milhões de usuários - considerando residências, trabalho e lan houses. Este número é 21% maior que no mesmo período de 2006. Já o total de usuários residenciais ativos, com idade superior a 15 anos, caiu 1% em relação a setembro, revelou relatório do Ibope/NetRatings nesta terça-feira (04/12).
O índice de usuários de banda larga se manteve estável em outubro, somando 15,4 milhões de usuários, ou 77% da base de acesso residencial, informou José Calazans, analista de internet do Ibope Inteligência.
O total pessoas com acesso residencial saltou para 30,1 milhões - 43,7% de crescimento em relação a 2006.
O Brasil continua a ser o país com maior tempo médio de navegação residencial por internauta, com 23 horas e 12 minutos. Este número representa aumento de uma hora e 12 minutos em comparação a setembro deste ano, e 2 horas e 42 minutos acima do tempo gasto em outubro de 2006.
Entre os países avaliados pela Nielsen/NetRatings, em segundo lugar ficou a França, com 19 horas e 27 minutos de navegação em outubro e, em terceiro, os Estados Unidos, com total de 19 horas e 19 minutos.
A categoria que mais obteve crescimento percentual no mês de outubro foi “Ocasiões Especiais”, com 17,3% a mais de visitantes únicos. Em seguida vieram “Viagens e Turismo”, que cresceu 5%, e “Governo e empresas sem fins lucrativos”, com aumento de 4,2%.
Por IDG Now!
Publicado por: Micheli Consani
Especialistas estimam que empresas-fantasma levaram R$ 300 milhões de clientes.
Consumidor deve evitar ofertas mirabolantes e compras pagas com boleto bancário.
O consumidor que faz compra pela internet para fugir do movimento nas ruas e conseguir preços mais baixos deve tomar cuidado com os golpes virtuais. Muitos sites que parecem legítimos podem ser verdadeiras arapucas. Cerca de 9 milhões de pessoas fazem compras no Brasil pela internet. Vão movimentar mais de R$ 6 bilhões neste ano. Desse total, cerca de um R$ 1 bilhão só agora, na época de natal. Os golpes se sofisticaram. A estimativa é que R$ 300 milhões tenham sido perdidos em falsas lojas virtuais.
Publicado por: Micheli Consani
Este Natal será o mais generoso de todos os tempos para o comércio eletrônico brasileiro. O aumento da renda disponível e o maior acesso à internet devem ajudar as lojas virtuais a faturar R$ 1 bilhão neste Natal, de acordo com a E-bit, consultoria especializada em varejo on-line. A estimativa considera as transações a serem realizadas de 15 de novembro a 23 de dezembro e aponta um crescimento de 45% sobre o mesmo período de 2006, quando as empresas faturaram R$ 693 milhões.
Publicado por: Micheli Consani
Por: Ministério das Comunicações
Empresa se prepara para enfrentar o aumento da concorrência interna e externa
Brasília – A modernização dos Correios ganhou força com a nova Frente Parlamentar em Defesa da ECT. A proposta de reestruturação da empresa foi apresentada aos deputados pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa. Investimento em logística e tecnologia, explorar melhor o comércio eletrônico, e melhorar as condições de trabalho dos empregados são as principais metas.
Essas propostas foram debatidas no Seminário sobre a Reestruturação dos Correios, realizado na terça-feira (11/12), na Câmara dos Deputados, mesma data do lançamento da Frente Parlamentar. “Estamos no período de nos preparar para o novo ambiente tecnológico que tem como destaque a expansão do comércio eletrônico. No ano passado, este mercado atingiu um crescimento de 100% e já é esperado para 2007 que este percentual atinja 180%”, informou o ministro.
Outro ponto da proposta é transformar os gastos com transporte em investimentos. “É inadmissível que os contratos com as quatro empresas aéreas consumam R$ 400 milhões anuais, enquanto um avião cargueiro fabricado pela Embraer custa R$ 27 milhões. Além de conter as despesas, a nova empresa de logística vai tornar a empresa mais ágil, pronta para enfrentar a forte concorrência do setor de encomendas”.
A estratégia de valorização dos funcionários foi apresentada como parte do plano de reestruturação da empresa que foi iniciado, como o acordo para o pagamento do adicional de insalubridade aos carteiros. Também serão incentivados os usos dos serviços “Exporta Fácil” e “Importa Fácil”, que hoje são modelos de eficiência mundiais.
Publicado por: Micheli Consani
Aumento do volume de compras pela internet nesta época do ano facilita ocorrência de fraudes
Enfim chegou a época de Natal. E, com ela, as lojas lotadas de pessoas atrás de presentes para amigos e familiares, filas nos caixas, falta de produtos etc.
Uma forma de evitar problemas é comprar pela internet. Porém, são necessários alguns cuidados para evitar que o uso do computador na comparação de preços e negociações online não terminem em dor de cabeça.
Confira dicas incluídas na cartilha “E-Consumidor”, elaborada pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), para fazer as compras com tranqüilidade.
Dados do fornecedor
O aconselhável é que, antes de realizar a compra, o consumidor verifique a razão social, CNPJ, endereço e outras formas de contato, além do e-mail.
Verifique a segurança
O próximo passo é verificar se o endereço eletrônico começa com “https”, o que indica conexão com algum tipo de criptografia.
Existem outros certificados de segurança, como Certisign e Verisign e do projeto Internet Segura, que indicam a proteção.
Conheça os golpes
Ao receber e-mails com promoções e links, sempre desconfie e nunca os abra.
Uma dica é que esses e-mails normalmente têm erros de digitação e remetentes diferentes dos usados pelas lojas verdadeiras.
Escolha senhas seguras
Ao fazer seu cadastro, escolha uma senha segura. Evite palavras ou seqüências “óbvias”, como “dinheiro” ou “12345”. Combine números, letras maiúsculas e minúsculas e caracteres especiais para a senha.
Tire todas as dúvidas
Procure tirar todas as dúvidas antes de comprar. Avalie as características do produto, verifique a garantia e as políticas de assistência técnica e trocas do fabricante.
Forma de pagamento
Sempre verifique as formas de pagamentos e parcelas e se não há desconto para pagamentos à vista. Outro descuido, bastante comum, é não prestar atenção no valor do frete.
Registros das compras
Procure documentar toda a compra. Guarde todos os e-mails e imprima ou faça um “print screen” de todas telas.
Outras dicas de segurança
• Andamento
Se o site tiver um sistema de acompanhamento do pedido, não custa verificar o andamento do processo até a chegada do produto
• Prazo de entrega
Nas datas especiais, como o Natal, algumas lojas oferecem entrega garantida, o que significa que o seu produto deve chegar até o dia D - véspera de Natal; por isso, é sempre melhor fazer o pedido com a maior antecedência possível para evitar decepções e ter tempo para reclamar
Fonte: E-Consumidor/Idec
Publicado por: Micheli Consani
O comércio eletrônico já tem mais consumidores nas classes C, D e E do que nas classes A e B em São Paulo.
Segundo pesquisa do Data Popular/McCann Erickson divulgada pela Folha de São Paulo, a combinação de crédito com a popularização dos PCs fizeram com que o público potencial do e-commerce entre os consumidores com renda familiar mensal de menos de R$ 2.836 em São Paulo seja de 3,185 milhões. Juntas, as classes A e B têm 1,885 milhão de pessoas aptas para comprar pela internet.
O estudo identificou 1,096 milhão de consumidores das classes C, D e E que já fizeram algum tipo de compra pela internet. Nas classes A e B, os que já compraram pela web somam hoje 1,066 milhão de pessoas. A pesquisa ouviu 900 pessoas em São Paulo.
Publicado por: Micheli Consani
Agência Senado
Projetos polêmicos deverão ser analisados pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) nesta quarta-feira (12), em reunião que terá início às 8h45. Entre as matérias da pauta, está substitutivo do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) a projetos que tramitam em conjunto, todos referentes a crimes cometidos com o uso de computadores.
O substitutivo de Azeredo refere-se a três projetos. Um deles, de autoria do senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO), aumenta em até três vezes as penas previstas para os crimes contra a pessoa, o patrimônio, a propriedade imaterial ou intelectual, os costumes, a criança e o adolescente caso tais crimes sejam cometidos com uso de tecnologia da informação ou telecomunicações.
Publicado por: Micheli Consani
KAREN CAMACHO
Editora-assistente de Dinheiro da Folha Online
Desde que o mercado de comércio eletrônico passou a movimentar maior volume no Brasil, em 2002, os títulos de CDs, DVDs e vídeos sempre lideraram as compras de Natal. Neste ano, no entanto, os eletrônicos devem tomar à frente em volume vendido pela primeira vez.
De acordo com Pedro Guasti, da e-bit, que acompanham o desempenho do mercado, os eletrônicos devem representar 15% das vendas, principalmente puxados por câmeras digitais, televisores, aparelhos de DVD, games e, claro, o MP3, vedete deste Natal.
Os CDs e DVDs, antes preferidos pelos e-consumidores, devem ficar em terceiro ou quarto lugar, entre participação entre 7% e 8%. Em segundo, no ranking de volume, estão os livros e revistas (13%) e, em terceiro, os celulares (9%)…
Publicado por: Micheli Consani