SÃO PAULO (Reuters) - As empresas no Brasil devem investir quase 12 por cento mais em tecnologia em 2008 em relação ao ano passado, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira e que inclui dados de serviços, equipamentos e software.
Levantamento da E-Consulting aponta que as empresas do país devem investir este ano 46,2 bilhões de reais ante 41,3 bilhões de reais desembolsados em tecnologia em 2007. O setor financeiro deve ser responsável por 8,8 bilhões de reais, enquanto a área governamental deverá responder por 15,6 bilhões de reais do total a ser aplicado.
De acordo com o levantamento, a maior parte dos investimentos em tecnologia (42,7 por cento do total) se dará em serviços, com a implementação de produtos e projetos comprados em anos anteriores.
Publicado por: Micheli Consani
Houve um aumento de 25% sobre os 16,9 bilhões de dólares obtidos em 2006. De acordo com o Interactive Advertising Bureau (IAB) e com o PricewaterhouseCoopers (PwC), que divulgaram a notícia, o crescimento foi bastante significativo: no último trimestre do ano passado, o valor aplicado alcançou 5,9 bilhões de dólares - 24% a mais que o mesmo período do ano anterior.
No Brasil, o presidente do IAB Paulo Castro vai se pronunciar sobre o assunto na próxima semana. Ele abordará o aumento dos investimentos e da audiência na mídia digital, além de projeções para o mercado online em 2008.
Além disso, o IAB vai divulgar, também na próxima semana, em um evento que marca os dez anos da entidade no país, novos dados sobre a internet brasileira.
Fonte iMasters
Publicado por: Micheli Consani
Um número crescente de brasileiros utiliza a internet para realização de compras, mas a incidência cresce entre as pessoas com maior poder aquisitivo. De acordo com dados do Ibope Mídia - Target Group Index, 36% dos consumidores com renda acima de R$ 4,5 mil fizeram compras on-line nos últimos 30 dias antes da pesquisa, ante 6% daqueles com ganhos entre R$ 600 e R$ 1.199, informou o site InfoMoney.
A pesquisa revela que, embora nem todos os internautas residenciais brasileiros - que já somam mais de 21,1 milhões - façam compras na web, boa parte deles utiliza a rede para comparar preços e produtos, influenciando a decisão de compra de uma série de categorias.
A pesquisa conclui que o aumento considerável no número de internautas também provoca maior tráfego nas lojas, o que indica que a conversão de novos internautas em usuários do comércio eletrônico tem sido mais rápida. “Provavelmente, esse movimento deve-se ao perfil dos novos usuários de internet residencial, que já deviam ser usuários de internet em outros ambientes, como em escolas e lan houses”.
Por Globo.com
Publicado por: Micheli Consani
São Paulo - Dados do Ibope//NetRatings apontam para um crescimento de 50% sobre janeiro de 2007, com 7,1 milhões de novos internautas.
O número de brasileiros navegando de suas residências chegou a 21,1 milhões em janeiro, 1,4% a menos que o mês anterior, mas 50% acima da média de janeiro de 2007, segundo dados do Ibope//NetRatings.
Ao longo dos últimos 12 meses, 7,1 milhões de novos internautas passaram a se conectar de suas casas, a maior média entre os países medidos pela Nielsen//NetRatings.
O número de internautas residenciais evoluiu de 10,7 milhões em janeiro de 2005 para 12 milhões em janeiro de 2006, passando a 14 milhões em janeiro de 2007 e finalmente chegando a mais de 21 milhões em janeiro de 2008.
Publicado por: Micheli Consani
Os varejistas on-line demonstram melhor serviço ao cliente do que as lojas tradicionais, de acordo com um estudo da Universidade de Michigan. Segundo o American Customer Satisfaction Index, a satisfação dos consumidores norte-americanos com o varejo on-line permaneceu igual à do ano passado (83 pontos numa escala que vai até 100), mas ultrapassou em 12% o desempenho das lojas físicas.
“Contra um pano-de-fundo de gastos em baixa e conversas sobre recessão, o comércio eletrônico vai continuar a ser um ponto de destaque para companhias multicanal”, afirma Larry Freed, presidente e CEO da ForeSee Results in Ann Arbor, que foi parceira da Ross School of Business da universidade no estudo.
O índice avalia mais de 200 companhias em 40 setores e se baseia em milhares de entrevistas trimestrais com consumidores que compraram e utilizaram produtos e serviços específicos em períodos definidos.
A satisfação com o mercado online cresceu 8,5% desde 2000, e agora tem desempenho superior ao de todos os outros setores de serviços medidos pelo índice. “O comércio on-line oferece uma conveniência que não tem paralelos no mundo offline”, diz Freed. “A consistência e qualidade do serviço são melhores porque não há o fator desconhecido de um representante de vendas”.
No mesmo período, o varejo online se tornou um setor de US$ 136,4 bilhões, contra US$ 32,6 bilhões em 2001.
Do outro lado, a satisfação dos consumidores americanos com o varejo offline caiu 0,3%, chegando a 74,2. A satisfação com lojas de departamentos despencou para o menor nível desde 2001, com um índice de 73.
Por Consumidor Moderno
Publicado por: Micheli Consani
São Paulo - Índice revelou deflação em 8 de 11 categorias. Deflação de 5,78% em CDs e DVDs, contudo, se reverteu a inflação de 6,85%.
Em fevereiro, a internet registrou deflação de 2,19%, revelou o índice e-Flation, do Programa de Administração do Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA) nesta terça-feira (19/02).
O índice, que mede o preço de produtos na internet, registrou deflação em 8 das 11 categorias apuradas - “Viagem e Turismo” apresentou a maior queda (3,41%).
Em seguida, vieram as categorias de Telefonia (-2,5%), Informática (-2,3%) e Eletroeletrônicos (-2,1%).
Por outro lado foi registrada inflação de 6,85% na categoria de CDs e DVDs, revertendo a deflação revelada em janeiro (-5,78%).
Na avaliação do Provar, os índices negativos na maioria das categorias refletem as liquidações do varejo online no período de férias.
Segundo a Nielsen, mais de 85% dos internautas mundiais compram online.
Por IDGNOW
Publicado por: Micheli Consani
Prezados Amigos,
Nesse Domingo, 17/02/08, foi ao ar o programa do SBT - Visão de Mercado, com uma Matéria Especial sobre a parceria entre a Pagamento Digital da Tray Sistemas com o site de comparação de preços Buscapé.
Publicado por: Micheli Consani
A Toshiba planeja abandonar seu formato HD DVD para DVDs de alta definição, admitindo a derrota para o padrão Blu-ray, da Sony, disse neste fim de semana uma fonte da empresa.
A medida provavelmente colocará fim à batalha que se arrasta há anos entre consórcios liderados pela Toshiba e Sony, com o objetivo de estabelecer o padrão para o DVD da próxima geração e o equipamento de vídeo compatível com ele
A guerra de formatos, freqüentemente comparada à batalha Betamax-VHS dos anos 1980, confundiu os consumidores inseguros sobre qual DVD ou player comprar, reduzindo o ritmo do desenvolvimento de uma indústria de imagem de alta definição que, segundo se prevê, será multibilionária.
Publicado por: Micheli Consani
De acordo com o economista americano Joseph Schumpeter, o empreendedorismo é o que, de fato, move a economia de um país. Se ele estivesse vivo para ver a nova onda de empreendedores que surge em todo o mundo, ficaria orgulhoso de ver que suas observações, bem ou mal, foram seguidas. Empreendedores, seja por necessidade ou por oportunidade, surgem em todos os lugares - no Brasil, como sabemos, surgem mais do primeiro caso do que do segundo. Em outros países onde, por sinal, há muito menos oportunidades do que para nós brasileiros, o pensamento empreendedor está em toda parte.
Em 2007, jornais do mundo inteiro alardearam que um garoto prodígio na Índia, Suhas Gopinath, dirige uma das mais renomadas empresas de software. Diz-se “garoto prodígio” porque Suhas montou sua empresa com apenas 14 anos! Isso aconteceu na Índia - um país que até poucas décadas era uma das economias mais atrasadas do mundo, e hoje dá lições de crescimento.
Publicado por: Micheli Consani
Segundo a entidade, as dívidas com bancos lideraram o ranking. Em segundo lugar, aparecem as dívidas com cartões de crédito e financeiras.
A inadimplência dos consumidores no país apresentou em janeiro redução de 1,4% em relação a dezembro, com destaque para as dívidas junto a instituições financeiras.
Já na comparação com o mesmo mês de 2007, o Indicador Serasa de Inadimplência Pessoa Física apurou um aumento de 6,9%.
Segundo a entidade, as dívidas com bancos lideraram o ranking de representatividade da inadimplência, com uma participação de 42,6% no indicador. Em segundo lugar, aparecem as dívidas com cartões de crédito e financeiras, que tiveram participação de 31%.
Na seqüencia estão os cheques devolvidos por insuficiência de fundos, com representatividade de 24% em janeiro. Em último lugar na classificação, vêm os títulos protestados, que apresentaram 2,4% de participação no mês.
Fonte G1
Publicado por: Micheli Consani