/ março, 2008

Quando os internautas fazem compras na internet e ficam satisfeitos, fatores relacionados ao dinheiro são citados como motivos que fizeram a experiência de comprar virtualmente ter sido agradável.

De acordo com a pesquisa Observador Brasil 2008, realizada pela financeira Cetelem, para 86% dos clientes satisfeitos, foi a possibilidade de crédito que fez a compra ser bem sucedida, enquanto que, para 83%, foi a segurança na realização do pagamento que garantiu o bem-estar.

Os números, apesar de altos, estão atrás da variedade, qualidade e eficiência da entrega, entre outros itens. “O medo de pagar compras na internet diminuiu bastante, mas ainda é grande entre os brasileiros.

Veja o restante da notícia.

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce
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São Paulo - Participação da internet no bolo publicitário atingiu 2,8%. Números revelam que ritmo de crescimento no País é superior ao mundial.

A participação da internet no bolo publicitário brasileiro atingiu 2,8% em 2007, segundo dados do projeto Inter-Meios divulgados pelo IAB (Interactive Advertising Bureau) Brasil nesta terça-feira (04/03).

De acordo com os dados do projeto Inter-Meios, do jornal Meio & Mensagem, os gastos com publicidade na internet no Brasil totalizaram 507 milhões de reais no último ano, crescendo 45,7% sobre 2006.

A previsão do IAB, com base nos dados do projeto Inter-Meios, é que a publicidade online fature 712 milhões de reais em 2008, representando 3,5% dos investimentos publicitários.

Os números revelam que a publicidade online está crescendo em ritmo mais acelerado no Brasil que no restante do mundo. A média de crescimento da publicidade online no mundo foi de 25% em 2007, segundo dados do próprio IAB.

A internet, segundo o estudo, foi a mídia que mais cresceu em 2007, ficando à frente de TV por assinatura (crescimento de 20,6%), jornais (15,2%) e TV aberta (8,7%).

Fonte IdgNow

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Midia On-line
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Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Tray & Novidades
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A próxima etapa da Internet, ou a 3.0, será capaz de interligar não só informações e palavras, como hoje, mas atribuir sentidos a essas informações, interligando significados e conteúdos. Durante o World Web Expo Fórum, promovido pelas revistas TI INSIDE, TELETIME e TELAVIVA, em São Paulo, o diretor de conteúdo do IG, Caíque Severo, destacou que a próxima onda trazida com a chamada Web semântica, onde formatos comuns combinam dados de diversas fontes, juntando informações estruturadas e não estruturadas. E o usuário continua tendo um papel ativo na produção de conteúdo.

A Web 2.0 teve como foco as relações entre pessoas e informações, redes sociais, etc. A Web 3.0 vai utilizar buscas semânticas de bases de dados com atribuição de valor a esses dados. Já na Web 4.0 pessoas poderão, por exemplo, marcar uma consulta médica, onde haverá a interligação de dados da sua agenda pessoal com o plano de saúde e a agenda dos médicos disponíveis. “As redes sociais da Web 2.0 são estanques. Na Web semântica elas vão se combinar e fazer relações entre si e entre as pessoas”, explica o executivo.

A Web semântica é uma nova camada na Internet e alguns de seus níveis já estão presentes hoje. O mercado utiliza essa forma de interligar os dados, por exemplo, para rankear páginas da internet por valor de conteúdo. Um site de viagem como o Real Travel, por exemplo, combina resenhas de turismo, blogs de quem visitou os lugares, mapas com as localizações e separa perfis de viagens e viajantes. O internauta pode escolher seu perfil, acompanhar o conteúdo e inserir suas informações sobre os destinos. “Isso é um exemplo do cruzamento da Web semântica com a Web 2.0, em que há informações estruturadas com colaborações de outras fontes juntando-se em um mesmo framework”, diz Severo.

Segundo ele é fundamental a participação do usuário enriquecendo o site com seus dados, mas é necessário também disponibilizar interfaces fáceis de usar e postar informações. “Dá muito trabalho criar relações semânticas sem colaboração por isso é necessário oferecer uma forma simples de inserir os dados para obter sucesso”, conclui Severo.

Entre os exemplos de sites com esse conceito ele apontou o Geni.com, um portal em que os internautas montam sua árvore genealógica com a colaboração de toda a família. “A interface é amigável e convida as pessoas a inserirem seus dados, além de fornecer a segurança necessária para a operação”, completa. Ana Luiza Mahlmeister

Fonte tiinside

Publicado por: Micheli Consani
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Um dos grandes responsáveis pelo crescimento de 45,7% dos investimentos na internet em 2007 foi o modelo de links patrocinados - anúncios que aparecem em destaque nas principais ferramentas de busca como Google, Yahoo! e Live Search, em portais regionais e em sites de notícias ou informações.

Para Eduardo Favaretto, especialista em internet e fundador do iBUSCAS, essa é uma das formas mais eficientes para atingir o consumidor no exato momento em que ele está buscando informações sobre uma marca, produto ou serviço. Favaretto acrescenta que a vantagem do link patrocinado é que se trata de um tipo de publicidade acessível para qualquer tipo de empresa - micro, pequena, média ou grande -, pois os anúncios são pagos por clique, ou seja, “a pessoa paga somente pela quantidade de vezes que o seu site foi acessado por meio desse recurso. Não importa quantas vezes o anúncio será exibido”. Esse é o grande diferencial entre o link patrocinado e a mídia tradicional.

Fonte iMasters

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Midia On-line
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SÃO PAULO - O número de lojas virtuais no país aumentou significativamente no ano. Apenas junto à consultoria e-Bit, que mantém cadastro de empresas com operação totalmente online, o aumento “líquido” foi de 16%, significando 500 novas companhias no setor.

“Falamos em crescimento ´líquido´ por conta do alto número de empresas - principalmente pequenas - que acabam falindo por um entre vários fatores como falta de recursos e má gestão”, disse o diretor-geral do e-Bit, Pedro Guasti.

Segundo ele, a consultoria começou 2007 com uma base de 3 mil associados e, ao fim de dezembro, contava com 3,5 mil. Como explicou, porém, o aumento no número de cadastros foi maior que a diferença de 500 empresas, pois muitas que existiam no início do ano deixaram de operar.

“A dificuldade é a falta de preparação dos empreendedores na hora de decidir abrir sua operação online”, explica o presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), Manuel Mattos. “Sem conhecimento e capacitação, acabamos por engrossar a estatística de mortalidade dessas empresas pequenas online”, acrescenta.

Segundo ele, a camara-e.net está finalizando um projeto que será lançado nos próximos meses para capacitar e preparar melhor as empresas online em 19 cidades do país. “Nossa idéia não é apenas formar novos empresários para o setor, mas também ajudar a melhorar a atuação das empresas que já participam do mercado”, diz.

Para este ano, Guasti aposta que o crescimento será tão grande quanto em 2007. Além disso, espera que o comércio eletrônico receba novo impulso junto às grandes varejistas, com a perspectiva de lançamento das operações de algumas redes hoje fora do setor no país. Uma delas é o Wal-Mart. Embora tenha vendas online fora do país, hoje ela não atua nessa área no Brasil. Ela, ainda assim, contratou pessoas especializadas nessa área nos últimos meses, possivelmente se preparando para inaugurar sua loja virtual.

Por Uol Economia

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce
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A estratégia vitoriosa que consagrou a Gol no mercado de companhias áreas parece que finalmente conseguiu ser replicada para os demais setores de comércio eletrônico no País. Preços mais em conta, facilidades no pagamento, segurança e uma logística confiável foram alguns dos principais fatores que atraíram o consumidor para a rede.

O varejo on-line está em festa. Foram R$ 6,3 bilhões transacionados em 2007, segundo aponta a pesquisa Web Shoppers, divulgada hoje pela e-bit, em parceria com a Câmara.e-net. O número representa um crescimento de 43% em relação ao ano anterior, que ainda conta a seu favor com o aumento de e-consumidores, de 7 para 9,5 milhões de 2006 para cá.

Sem os custos operacionais de uma estrutura física, o comércio eletrônico tem agregado preços mais baixos que impactaram bastante na migração de novos compradores pela internet. Internautas com rendas nas faixas de até R$ 1 mil e de R$ 1 mil a R$ 3 mil já representam 39% das vendas na web.

“O parcelamento em 12 vezes sem juros e o frete gratuito se tornaram praticamente um padrão na web o que facilitou a entrada de consumidores que buscavam barganha no varejo convencional. A diferença de preço facilita para quem administra orçamento”, afirma Manuel Matos, presidente da Câmara-e.net.

Com cada vez mais pessoas navegando no Brasil (39 milhões segundo pesquisa do Ibope/NetRatings até o final de 2007), outro fator que contribuiu bastante para essa evolução foi o uso de sites de comparação de preços como Buscapé e Bondfaro e o fenômeno da interação da Web 2.0, buzz do momento.

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Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce
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Comércio na Internet

7 março 2008

Há muitos benefícios em levar-se um negócio para internet. Um website pode oferecer personalização, serviço de alta qualidade ao cliente e um melhor gerenciamento de informações entre empresas, consumidores e fornecedores, mas ainda existe uma barreira para que algumas empresas invistam em projetos on-line e digitais, devido a falta de informação, pelo medo de não saber se o investimento terá retorno, levando a uma pergunta: A Internet vende? E a resposta é “não”, a Internet não vende, mas as pessoas compram cada vez mais por meio dela.

Devido às facilidades que a internet traz às pessoas que tiram proveito das utilidades que ela oferece, com uma série de facilidades e opções de se conseguir aquilo que se busca com menos esforço, mais agilidade, menos tempo e mais informação.

As empresas que optam por expandir seus negócios através do meio virtual, ou on-line, conseguem atingir um mercado maior, prospectanto clientes de regiões mais distantes da sua área de atuação, conseguem interagir e mostrar seus produtos e serviços, bem como a imagem da empresa para clientes e fornecedores com maior facilidade.

No Brasil já temos uma demografia onde se constata que os usuários da Internet são os mais difíceis de se atingir através de outras mídias e que clientes de outros países buscam novas opções de fornecedores de outras regiões nacionais e do mundo via internet. O que torna a grande rede um meio de alavancar novos negócios.

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Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce
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País teve crescimento de 50% em usuários de internet entre 2007 e 2008, maior índice entre os pesquisados

SÃO PAULO - O número de internautas residenciais ativos no País - aqueles que acessaram a rede de computadores pelo menos uma vez no mês - em janeiro de 2008 ficou em 21,1 milhões de indivíduos. Na comparação com janeiro do ano passado, quando o universo de internautas atingiu a marca de 14 milhões, o incremento alcança os 50%. Já em relação a dezembro de 2007, o número é 1,4% inferior.

De acordo com a pesquisa mensal Ibope/NetRatings, no período de um ano, o Brasil ganhou 7,1 milhões de novos usuários ativos mensais de internet em domicílios, o maior crescimento entre os dez países analisados pelo estudo. Com esse resultado, o País ficou à frente, em crescimento, dos Estados Unidos, que ganharam 4 milhões de novos internautas, e da França (3,2 milhões).

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Publicado por: Micheli Consani
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Atualmente, a Internet já é considerada tão fundamental quanto as mídias tradicionais, como a televisão. Há pessoas, como Marc Andreessen, um dos criadores do Netscape, que consideram que a web está no caminho certo para ser o meio mais importante do mundo. Para ele, “a internet está se tornando real agora de uma forma que nunca foi antes. Está se transformando na mídia principal na qual os consumidores se conectam para obterem informações e se comunicarem”.

Falando ao jornal “O Estado de São Paulo”, Andreessen alertou para a migração de grande parte da publicidade do meio offline para o on-line, prevista para os próximos anos, o que beneficiará empresas do porte de Google, Microsoft e Yahoo. Entretanto, ele não descarta uma outra camada de iniciantes que também vai se aproveitar desse investimento que está por vir.

Por iMasters

Publicado por: Micheli Consani
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