Valor representa um aumento de 29% em relação ao mesmo período do ano passado.
As lojas online brasileiras movimentaram R$ 5,74 bilhões no 1º trimestre de 2008, um aumento de 29% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da E-Consulting e da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico.
O resultado leva em conta a soma dos volumes de transações de automóveis, turismo e bens de consumo por meio de lojas virtuais e leilões para pessoa física na web brasileira, observa o IDG Now.
A venda de automóveis foi responsável por quase metade da receita online no período, movimentando R$ 2,43 bilhões, alta de 31,35%.
Os bens de consumo movimentaram R$ 2,14 bilhões no trimestre, crescendo 29,7%. Já as vendas virtuais na área de turismo cresceram 28,57%, totalizando R$ 1,17 bilhão.
Publicado por: Micheli Consani
Rob Atkinson, presidente de think tank, afirma que varejo online cresce de quatro a cinco vezes mais do que o modelo tradicional.
Mesmo com diversos setores da economia dos EUA reduzindo a sua produtividade, não há indicação de que isso vai afetar as vendas online. De acordo com Rob Atkinson, presidente do think tank Information Technology and Innovation Foundation, o varejo online cresce de quatro a cinco vezes mais rapidamente do que o varejo tradicional.
O especialista, discursando em evento sobre a web patrocinado pelo Google, disse que o setor inteiro de TI, internet incluída, é o maior driver de crescimento econômico nos EUA.
Mesmo com comentários sobre a explosão da segunda bolha da internet, Atkinson sugeriu que a primeira bolha – em 2000 e 2001 – foi superestimada. Muitas das companhias que foram apontadas como fracassadas durante aquela época ou estão operacionais ainda hoje ou os seus modelos de negócios tornaram-se bem sucedidos ao serem adotados por outras companhias.
“A Internet não é uma bolha. Diversas companhias tolas, ruins, saíram dos negócios, mas a indústria continuou crescendo”, disse Atkinson.
O estado geral da economia na internet é forte, mesmo que a porcentagem de pesquisas no Google sobre temas como imóveis ou bens de consumo de luxo tenham despencado nos últimos meses, disse Hal Varian, chief economist do Google.
O comércio eletrônico continuou crescendo nos últimos meses, acrescentou Varian. “Sim, estamos vendo a economia diminuir o ritmo. Mas não, não estamos vendo a internet diminuir o ritmo”, completou.
O varejo online, sem incluir viagens, atingiu 175 bilhões de dólares em 2007, alta de 21% ante 2006, de acordo com o Forrester Research. O instituto estima que as vendas do varejo online passem os 200 bilhões de dólares em 2008 e passem 300 bilhões de dólares em 2011.
Varian afirma que, ainda que certos tipos de publicidade estejam sofrendo com a economia lenta, a publicidade via internet pode melhorar. O executivo justifica dizendo que é possível medir a efetividade da publicidade via internet e que os anúncios online são direcionados para sites em que é possível comprar os produtos anunciados.
Ainda que o tom do evento tenha sido de otimismo, o representante de fundo de Venture Capital Michael Avon, da Columbia Capital, expressou cautela.
Ele disse que o capital de risco investido nos EUA foi 10% menor no primeiro tri de 2008 do que no último tri de 2007. O especialista afirmou para que as empresas diversifiquem seus planos de negócios e que não dependam de uma única fonte de receita. “Seja inacreditavelmente cuidadoso com dinheiro”, disse.
Por ComputerWorld
Publicado por: Micheli Consani
De acordo com o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, o número de brasileiros com acesso regular à internet deve quase triplicar até 2010, passando dos atuais 60 milhões para pelo menos 150 milhões. O ministro, em conversa com jornalistas de todo o país, afirmou que o governo espera que 80% dos brasileiros estejam acessando a internet de forma regular até 2010.
Rezende expôs algumas iniciativas governamentais para promover a inclusão digital, como a ampliação do número de laboratórios de informática com redes de internet nas escolas públicas, considerada uma das prioridades dos Ministérios da Ciência e Tecnologia e da Educação. Em relação ao Programa Banda Larga nas Escolas, lançado no início do mês, o ministro afirmou que a conexão dos computadores à grande rede está sendo feita através das empresas de telefonia em um programa articulado como governo.
Além disso, Rezende citou a construção de telecentros com o objetivo de difundir o uso da web entre as comunidades de baixa renda. O plano nacional de inclusão social e digital encabeçado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia prevê investimentos de mais de R$ 40 bilhões até o fim do atual governo.
Por Adnews
Publicado por: Micheli Consani
Nunca é demais falar sobre métricas. Afinal, se o grande diferencial dos meios digitais é a comprovação da efetividade de todas as atenções através da análise das métricas, informações que possam aperfeiçoar a coleta e análise dos dados são bem vindas.
Dar importância exagerada às métricas mais “gerais”.
Muitos profissionais acreditam que métricas “gerais”, como o número de visitas no site, possam representar algum dado altamente relevante para seus negócios. Se este dado realmente impactar, por exemplo, no número de vendas realizadas online ou na geração de leads, é lógico que devem ser consideradas. No entanto, é preciso conjugar a análise com as características do site e do negócio. Será que vale a pena querer aumentar a audiência do seu site, em termos de números de visitações, se a taxa de conversão de vendas é baixa? Não seria o caso de se investir mais tempo na melhoria das métricas de conversão, ou prestando mais atenção no desempenho das páginas de fechamento de vendas?
Não identificar de forma clara o impacto de ações de marketing.
Será que você consegue apurar através das métricas o resultado efetivo de ações, por exemplo, de e-mail marketing? Será que você tem condições de analisar se determinada ação foi realmente efetiva ou se apenas representou gastos desnecessários? De nada adianta, por exemplo, achar que uma ação foi bem sucedida se ela gerou mais visitações mas não rendeu nenhuma venda ou ao menos um lead. De novo: número de visitas é um dado importante, mas não é o único!
Não mensurar de forma diferenciada cada ação.
As ferramentas de métricas disponíveis hoje em dia permitem que se faça a análise apurada de cada ação, de forma separada. Como saber se, por exemplo, a campanha de e-mail marketing trouxe mais leads do que os banners que foram publicados no portal de conteúdo com os espaços mais caros? Para isso, é necessário desenvolver parâmetros de análise diferenciados para cada ação, e não colocá-los num mesmo “pacote”. Afinal, uma das premissas básicas das métricas é estabelecer precisamente a origem de determinada visita em seu site, e assim poder analisar o que é mais efetivo em seu negócio.
Não focar nos objetivos do negócio.
De novo: muita gente ainda acredita que números de visitas são os principais números a considerar numa análise de métricas. Mas será que isso é especialmente relevante se você, por exemplo, vende artigos de luxo - que não são exatamente campeões de vendas em quantidade, mas em “ticket” de vendas? Será que não seria mais interessante, neste caso específico, verificar se a média do ticket está dentro daquilo que você espera? Caso não esteja, ao invés de tentar incrementar o número de visitas, que tal investir em campanhas de links patrocinados em comunidades e fóruns que reúnam o seu público-alvo? Esta decisão será respaldada com uma análise correta das métricas - e assim garantir o foco do negócio.
Achar que os números são inquestionáveis.
Claro que contra fatos não há argumentos; mas será que privilegiar apenas os números apresentados, em detrimento a outros fatores, basta? Os números em si podem traduzir diversas informações relevantes para o desenvolvimento dos negócios, mas eles não são o fim da análise. Ao contrário; eles são apenas a matéria-prima para a geração de idéias, decisões e correções de rumo necessárias para a continuidade das ações. É preciso, portanto, acrescentar a estes números a experiência e o conhecimento que você tem sobre seu negócio. Afinal, tomar uma decisão correta respaldada por números, e ainda por cima mostrar que seu conhecimento foi imprescindível na melhoria deles, é o melhor dos mundos.
Por iMasters
Publicado por: Micheli Consani
A Proposta de Emenda à Constituição 227/08, do deputado Luiz Carreira (DEM-BA), modifica o regime de tributação nas operações interestaduais decorrentes de vendas para o consumidor não contribuinte do ICMS, inclusive por meio eletrônico. A PEC estabelece que, nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final em outro estado, será adotada a alíquota interestadual desse tributo. Além disso, caberá ao estado do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual.
O autor da proposta ressalta que, à época da promulgação da Constituição de 1988, foi desenhado um modelo de tributação adequado à sistemática econômica então vigente. Foi atribuído à unidade federada remetente, então, todo o imposto correspondente às operações de saídas interestaduais com destino ao consumidor final não contribuinte do ICMS.
Entretanto, o mercado desenvolveu novas práticas de comercialização, como o comércio eletrônico. O parlamentar chama a atenção para os seguintes números: em 2006, as vendas de comércio eletrônico no Brasil atingiram R$ 4,4 bilhões, um crescimento de 76% em relação ao ano anterior. Essas vendas foram feitas por meio de 14,8 milhões de pedidos, um acréscimo de 6 milhões em relação a 2005; e 7 milhões de consumidores, ou 2,2 milhões de novos compradores em relação ao ano anterior.
“Previsões da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico indicam que, mantida a taxa de crescimento dos últimos anos, ao final da década, o faturamento anual nas vendas on-line no País chegarão a atingir R$ 12 bilhões, em um mercado consumidor de 19,2 milhões de pessoas”, afirma.
Publicado por: Micheli Consani
São Paulo – Provar registra 10ª queda de preços seguida, puxada por CDs, DVDs e produtos de informática. Deflação no ano atinge 11,87%.
O índice e-Flation, elaborado pelo Programa de Administração do Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA), relativo ao mês de abril apontou que os produtos comercializados pela internet tiveram queda de 1,7% em seus preços.
É a primeira queda de preços após o aumento registrado em março pelo Provar, que quebrou uma seqüência de nove meses de deflação entre produtos vendidos por serviços de e-commerce. Antes de março, o último aumento de preços registrado (1,91%) tinha sido agosto de 2007. Nos últimos 12 meses, o índice acumula deflação de 11,87%.
No período, apenas a categoria “Eletroportáteis” apresentou inflação, com o índice de 0,53%.
A deflação de abril foi puxada pelas categorias “CDs e DVDs” e “Informática”, cujos preços de produtos vendidos online caíram, em média, 3,78% e 2,52% respectivamente.
As categorias “Telefonia e Celulares” (queda de 2,2%), “Livros” (1,70%), “Linha Branca” (1,63%) e “Cine e foto”, (1,53%) também ajudaram o mercado a ter sua décima queda consecutiva de preços.
Na contramão, a categoria “Eletroportáteis” foi a única a registrar inflação, com acréscimo médio de 0,53% nos preços de seus produtos.
O coordenador geral do Provar, Cláudio Felisoni de Angelo, relaciona a constante queda de preços na crescente competitividade que ferramentas de buscas de preços proporcionam na internet brasileira.
“As variações de preços apuradas no e-Flation refletem um ambiente mais competitivo, onde o consumidor pode pesquisar, rapidamente, as ofertas oferecidas por diferentes empresas”, afirma.
Por IDGNOW
Publicado por: Micheli Consani
O comércio eletrônico no Brasil é um universo distinto do varejo tradicional, mas há um ponto em que ambos são muito parecidos. Da mesma forma que a Casas Bahia tornou-se líder absoluta na venda de móveis, eletrodomésticos e eletrônicos no país, a B2W, empresa que concentra os sites Submarino e Americanas.com, domina o varejo online, com 54% de todo o faturamento do setor. Em ambos os cenários, o posto de número 1, de tão distante, já nem é mais tão relevante para os concorrentes, que se engalfinham em torno do segundo lugar. Na internet, a vice-liderança do mercado é ocupada pelo MagazineLuiza.com, seguido de perto por Comprafacil.com, PontoFrio.com e Extra.com. É uma competição dura, que neste ano deve se acirrar com a chegada de novos concorrentes, como Wal-Mart e Carrefour - isso sem contar a própria Casas Bahia, que desde o ano passado vem ensaiando sua estréia na internet. Todas essas empresas querem garantir seu quinhão em um setor que cresceu 43% em faturamento em 2007, registrou vendas de 6,3 bilhões de reais e deve praticamente dobrar de tamanho até 2010, segundo pesquisas da consultoria e-bit.
As vendas pela internet no Brasil seguem uma lógica peculiar. Para o consumidor online, o tamanho da empresa no varejo físico tem pouca relevância no momento da escolha da loja virtual em que fará suas compras. Grandes redes, como Ponto Frio e Extra, estão longe de refletir na internet o peso que têm no varejo tradicional.
Publicado por: Micheli Consani
O crescimento da publicidade online é um fenômeno mundial. Os crescentes investimentos em mídia online seguem uma tendência observada em todos os cantos deste mundo, e também já é possível notar um amadurecimento do mercado e novos direcionamentos da verba online, inclusive no Brasil.
Desde o surgimento da internet comercial, as campanhas publicitárias sempre estiveram concentradas nos grandes portais, mas isso tem mudando. A internet, definitivamente, não é apenas uma mídia de massa. Já é claro o amadurecimento dos clientes e agências no que se refere à utilização da Internet para campanhas publicitárias, buscando seu público correto e segmentação precisa. Os anunciantes migravam suas verbas para internet. Agora migram dentro da própria internet.
Os sites de conteúdo vertical e os grandes blogs exercem uma grande representatividade no mercado, já faturaram boa parte das verbas e, algumas vezes, são mais valorizados que os próprios portais. A descentralização das campanhas online já é um fato.
Sites de conteúdo vertical são aqueles destinados para um público específico, que abordam de forma detalhada e direta um tema restrito, atraindo um público extremamente segmentado e com maior facilidade para fidelização.
Atualmente não basta produzir um plano de mídia on-line que abrange apenas os grandes portais, ou você estaria desperdiçando a verba do cliente. É necessário conhecer bem a oferta de sites de conteúdo verticial e target definido, sejam eles segmentados em termos demográficos, como também por afinidade de interesse e que sejam capazes de gerar vendas e relacionamento de uma forma efetiva e fiel. Não se pode resumir a exposição de uma campanha num plano de massa. A segmentação é imprescindível e a Internet é uma ferramenta sem igual para tal.
Registro comercial no Brasil só aceitava cadastro de pessoas jurídicas. Medida do Comitê Gestor da Internet passa a valer a partir de 1º de maio.
O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI) anunciou nesta quarta (16) que o domínio “.com.br” poderá ser registrado por usuários com CPF a partir de 1º de maio. Até então, o registro exigia que o internauta se cadastrasse como pessoa jurídica, utilizando o número do CNPJ.
Segundo o CGI, a mudança atende a um “grande número de solicitações de usuários”, além de reconhecer “a informalidade da economia brasileira”. O Comitê calcula que os domínios “.br” somam 1,2 milhão no país.
O usuário que registrar um endereço como pessoa física estará sujeito às mesmas regras de transparência a que estão sujeitas as pessoas jurídicas, para as quais o registro “.com.br” continua valendo.
Por Registro.br
Publicado por: Micheli Consani
Eles estão chegando e invadindo o varejo virtual, espaço até então dominado pelos consumidores endinheirados. A entrada da classe C, na avaliação de varejistas e indústrias de consumo, irá mudar a cara da internet, a começar pelo mix de produtos e de valor gasto nas compras virtuais.
De acordo com pesquisa realizada pela e-bit, a classe C, cuja renda familiar é de R$ 1 mil a R$ 3 mil, foi responsável por 35% das aquisições no varejo on-line em dezembro.
Esse consumidor está desembolsando em média R$ 205 em cada compra - um tíquete 57% inferior ao valor que os clientes das classes A e B costumam gastar nos sites, em torno de R$ 322. Mas esse movimento está sendo compensado pelo maior volume de vendas. No ano passado, o e-commerce no Brasil cresceu 43%, atingindo um faturamento de R$ 6,3 bilhões.
Por e-bit
Publicado por: Micheli Consani