A data mais aguardada pelo mercado varejo no primeiro semestre, deve ter um aumento siginificativo nas vendas on-line, segundo dados de pesquisas realizadas por empresas especializadas no setor. A expectativas é que as vendas batam recordes e que a data se firme como de grande movimento comercial, ficando atrás somente do natal. O primeiro trimestre deste ano as vendas pela intenet chegou a R$ 1,2 bilhões, 53% a mais do que no mesmo período do ano passado.
Na data há um aumento nas vendas de produtos característicos como cestas de café da manhã, perfumes e cosméticos, flores, eletrodomésticos e eletrônicos como televisores e aparelhos de som, além de Cds e livros, campeões nas vendas on-line.
Esse é o período ideal para as empresas lançarem novos produtos no mercado, como celulares, maquiagens, roupas, eletrodomésticos entre outros, direcionados ao público feminino.
Depois de uma década o comércio online começa a atingir a sua maturidade e os e-comsumidores estão mais confiantes, quebrando o tabu de comprar pela internet.
Um estudo realizado pela empresa britânica TNS, líder mundial no segmento de pesquisas customizadas, detectou nos últimos anos um crescimento expressivo no poder de compra das crianças latino-americanas. Realizado em cinco países – Brasil, Argentina, Chile, Guatemala e México – com mães e filhos de até nove anos, o levantamento qualitativo constatou que esse movimento está diretamente relacionado às mudanças estruturais das famílias.
As crianças de hoje, segundo a pesquisa, têm um perfil bem diferente das que nasceram na década de 90. Elas começam a ter noções de conceitos como pobreza, riqueza e dinheiro e revelam preocupação com o aquecimento global e as ações predatórias da natureza, indícios de que serão consumidores mais conscientes no futuro.
A grande vantagem do comércio virtual é a autonomia que os filhos passam a ter para comprar o presente para sua mãe, pesquisando preços e produtos, além de poder comprar via boleto bancário, que é um grande aliado nas compras virtuais.
Por emarket
Publicado por: Micheli Consani
Desde o ano passado, a lei Cidade Limpa impõe o fim de outdoors e demais placas de tamanhos que excedem os padrões descritos nela. Com isso, executivos e agências de São Paulo tiveram que redirecionar seus investimentos voltados a esse tipo de mídia. Quando a lei foi aprovada, uma das alternativas surgidas foi a migração para as mídias online, numa tentativa de substituir, de forma barata e abrangente, as propagandas de rua.
A migração, entretanto, ocorre aos poucos, principalmente porque poucos executivos acreditavam na consolidação da lei. Mas conforme a internet se firma como a mídia que mais impacta as pessoas no ambiente de trabalho - local em que as pessoas passam a maior parte do dia - o investimento na publicidade online cresce. De acordo com o instituto Kelsey Group, a internet terá um crescimento anual de 2,7%, até 2012.
Publicado por: Micheli Consani
Com a correria do dia a dia, torna-se cada vez mais comum, as pessoas adquirirem bens de consumo pela internet devido à praticidade, agilidade, comodidade e conveniência que esse canal de compras oferece ao consumidor.
“Mas, apesar do comércio eletrônico estar presente na vida de milhares de pessoas independentemente do sexo, classe social ou nível de escolaridade, existem algumas diferenças que podem ser verificadas quando comparamos os produtos adquiridos por dois tipos de consumidores: o “heavy user” e o “light user”.
Em uma pesquisa realizada pela e-bit no período de Natal de 2007 (de 15/11 a 23/12), foi possível constatar que nos carrinhos de compras das pessoas que efetuaram mais de 4 compras na internet nos últimos 6 meses (“heavy user”) a categoria de Livros, Assinaturas de Revistas e Jornais ficou em 1° lugar com participação de 16%, seguido de Saúde e Beleza (cosméticos, perfumes, cremes e maquiagens) com 14%, Informática com 11%, Títulos de CD, DVD e Vídeo com 9%, Eletrônicos com 7% e Eletrodomésticos com 4%.
Já, no ranking dos produtos mais consumidos pelas pessoas que fizeram até 3 compras nos últimos 6 meses pela internet, consideradas “light user”, o ranking dos produtos mais vendidos ficou um pouco diferente.
Em 1° lugar ficaram Livros, Assinaturas de Revistas e Jornais com 13% de participação, seguido de Informática com 10%, Saúde e Beleza e Eletrônicos com 9%, Telefonia Celular e Títulos de CD, DVD e Vídeo, ambos com 7%.
Em relação ao valor médio das compras desses dois tipos de consumidores, os produtos da categoria Eletrodomésticos foram os responsáveis pelo maior tíquete médio na cesta de produtos tanto dos “heavy user” (R$ 742,00) quanto dos “light user” (R$ 671,00).
Os itens da categoria Telefonia Celular, sempre presentes nas cestas dos “light user” foram responsáveis por um tíquete médio que chegou até R$ 253,00 enquanto que para os “heavy user” o tíquete médio para essa categoria chegou bem próximo com R$ 249,00.
Outra categoria que apresentou diferença na comparação entre os tíquetes médios desses dois públicos foi Informática, que para os “heavy user” contabilizou R$ 491,00.
Já, os “light user” gastaram com esse tipo de produto cerca de R$ 560,00, o 2° maior tíquete médio no ranking dos produtos mais vendidos deste tipo de consumidor, ficando atrás apenas do que é gasto com Eletrodomésticos.
Por e-bit
Publicado por: Micheli Consani
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Publicado por: Micheli Consani
O Brasil caiu seis posições em um ranking global de condições e uso da internet, divulgado nesta quarta-feira pelo Fórum Econômico Mundial. Na edição 2007-2008 do Global Information Technology Report , o Brasil encontra-se na 59ª posição de um índice chamado Networked Readiness Index. Ano passado, o Brasil ocupava a 53ª posição. A queda se justifica, num primeiro momento, pelo fato de a mais recente edição do estudo incluir mais países - 127 contra 122 investigados anteriormente.
O índice busca refletir o estágio de desenvolvimento e uso de tecnologias da informação em cada país, levando em conta fatores como condições do mercado, regulamentação e infra-estrutura, além da possibilidade de uso e utilização real da internet por parte de indivíduos, empresas e governos.
De acordo com o relatório, a queda de posição do Brasil não reflete necessariamente uma piora acentuada no desempenho do país, mas sim o fato de que outros países progrediram mais rapidamente, além de problemas como excesso de regulamentação, baixa qualidade no sistema de ensino e baixos níveis de investimento em pesquisa.
Os países melhores colocados foram, respectivamente, Dinamarca, Suécia, Suíça, Estados Unidos e Cingapura. A Dinamarca ficou na primeira posição pelo segundo ano consecutivo. Cinco dos dez primeiros lugares foram ocupados por países nórdicos (Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia e Islândia). A Coréia do Sul apresentou uma das melhoras mais significantes, subindo dez posições, o que lhe conferiu o 9º lugar. A China subiu cinco posições e passou a ocupar o 57º lugar.
Fonte: AdNews
Publicado por: Micheli Consani
O e-commerce é uma tendência de solidificação mundial e o Brasil não poderia ficar de fora quanto a sua participação nos crescentes números de faturamento representados pelo setor. Ocupando a 6ª posição em número de internautas, nosso país conta hoje com 39 milhões de pessoas conectadas [1], um dado um tanto quanto considerável para a continuidade da aposta nos investimentos de varejo online pelo mercado nacional.
Em 2007, o faturamento representado pelo varejo online no Brasil ocupou a casa dos R$ 6,4 bilhões. O número de e-consumidores apresentou uma evolução de 36%, representado hoje por cerca de 9,5 milhões. Em 2001, a taxa média de usuários do e-commerce era de 1,1 milhão [2].
O atual cenário deve-se a expansão da Internet, as políticas de segurança da informação, a disseminação da confiabilidade da rede e a uma nova cultura, inserida nesse contexto, devido ao posicionamento do mercado na utilização da Web.
Publicado por: Micheli Consani
No dia oito de abril, o governo federal deve oficializar modificações nos contratos das concessionárias de telefonia fixa junto à Anatel e ao Ministério das Comunicações, tornando possível o acesso à internet banda larga a todas as escolas públicas urbanas do Brasil.
De acordo com o programa, fica a cargo das empresas de telefonia fixa levar redes de internet a praticamente todos os municípios brasileiros. Ao governo caberá acabar com a obrigação que existe hoje de instalar PSTs (Postos de Serviço Telefônico), que incluem orelhões e acesso à internet. O decreto que prevê obrigações de universalização das empresas de telefonia fixa passa por alteração.
Os investimentos ultrapassarão R$ 1 bilhão.
Publicado por: Micheli Consani