/ maio, 2008

O faturamento das lojas virtuais no período pode chegar a R$ 295 milhões

As compras pela internet no País crescem a passos largos, e isso não é mais novidade para ninguém. Segundo levantamento da e-bit, só no primeiro trimestre de 2008, de janeiro a março, o comércio eletrônico obteve um faturamento de R$ 1,84 milhão, o que significou um crescimento de 49% nas vendas em relação ao ano passado.

Só que o avanço do e-commerce nacional não pára por aí. Uma vez terminadas as campanhas e vendas de maio focadas principalmente no Dia das Mães, as lojas tanto virtuais como tradicionais começam a se preparar para conquistar os apaixonados.

De acordo com o acompanhamento anual do varejo, o Dia dos Namorados não é a data mais aquecida, porém, há uma movimentação importante nas vendas para garantir o faturamento no mês de junho.

O período de vendas para o Dia dos Namorados (de 29/05/08 a 12/06/08) deve garantir ao comércio eletrônico nacional um faturamento próximo aos R$ 295 milhões. Isto significa um crescimento de 30% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o faturamento foi de R$ 227 milhões.

Em relação ao valor médio das compras, é esperado que os casais gastem com presentes cerca de R$ 320, um aumento de aproximadamente 12% em relação ao tíquete médio atingido em 2007, quando gastaram R$ 287.

Em relação aos produtos mais vendidos, a disputa pelo ranking promete ser acirrada em 2008. A categoria “Livros” ficou em primeiro lugar no ano passado, com 15% de participação.

No entanto, o que surpreendeu foram as categorias “Informática”, que ficou em segundo lugar, com 12% de participação, e “Eletrônicos” em terceiro lugar, com 9%, tirando dos primeiros lugares do ranking a categoria de “Títulos de DVD e Vídeo”, que costumava ser a preferida em datas comemorativas.

“Isso se explica porque a escolha por produtos de maior valor agregado como Eletrônicos, Informática e Telefonia Celular, tem aumentado significativamente em detrimento da antiga preferência, elevando o valor do tíquete médio”, explica Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit.

Produtos mais Vendidos no Dia dos Namorados pela internet em 2007
(em volume de pedidos)

Livros 15%
Informática 12%
Eletrônicos 9%
Telefonia Celular 9%
Títulos de DVD e VHS 6%
Eletrodomésticos 5%

Fonte e-bit

Publicado por: Micheli Consani
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A relação entre a demanda por um produto ou serviço e sua disponibilidade no mercado é fator preponderante para o estabelecimento de seus preços. Nos períodos em que a oferta excede muito a procura, o preço tende a cair. Já em períodos nos quais a demanda supera a oferta, a tendência é de alta. Assim é definido um dos princípios básicos da economia moderna: a chamada Lei da oferta e procura, que pode ser perfeitamente aplicada ao mercado de trabalho.

Quando se fala no setor de Tecnologia da Informação (TI), seja globalmente ou em nível nacional, a busca por mão-de-obra especializada supera em muito o número de profissionais especializados disponíveis. Nos próximos quatro anos, o Brasil acumulará um déficit de 150 mil profissionais de TI, segundo Benjamin Quadros, presidente da prestadora de serviços BRQ. De acordo com os números apresentados pelo executivo, o País tem hoje 47% dos trabalhadores em TI da América Latina (900 mil pessoas), seguido pelo México (23%) e Argentina (9%). Apesar do domínio, o País precisará, entre este ano e 2011, de 320 mil novos profissionais de TI – 100 mil para o mercado de offshore e 220 mil para demanda interna. “O problema é que os números do INEP indicam que as faculdades de tecnologia formarão apenas 170 mil profissionais neste período, o que nos deixa com um déficit de 150 mil”, constatou Quadros, lembrando que as perspectivas de que as vagas sejam preenchidas não são boas. “Nos últimos três anos, apenas 50% das vagas oferecidas pelas universidades foram preenchidas”.

Os dados do Instituto Brasil para a Convergência Digital (IBCD) são ainda mais desanimadores: apontam que 210 mil vagas de trabalho não serão preenchidas até 2010 por falta de qualificação em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Na mesma pesquisa, o IBCD verificou que 84% dos profissionais formados na área não dominam a língua inglesa, o que é uma exigência da maior parte das empresas desse setor. Quadros também destaca esta questão. “Outro ponto de atenção é a fluência em inglês. Hoje, 80% da informação eletrônica existente no mundo está em inglês e o Brasil tem apenas 1,3 milhão de pessoas fluentes no idioma, com somente 10% deste contingente trabalhando no setor de TI”, afirma.

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Publicado por: Micheli Consani
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Segundo um levantamento realizado pelo IBOPE com 16,8 mil pessoas (Target Group Index, que tem por alvo a população de 12 a 64 anos que mora nas regiões metropolitanas do país e no interior dos Estados do Sul e Sudeste), uma em cada cinco pessoas (20,4%) com renda de R$ 3.000 a R$ 4.499 mensais realizou compras pela internet nos 30 dias anteriores à realização da pesquisa. Na faixa de renda superior a R$ 4.500 a relação sobe para 27% (cerca de 1 em cada 4 pessoas).

Ambas as faixas de renda citadas acima se caracterizam por serem cidadãos de “classe mundial”, isto é, estão no mundo através de viagens, comunicações e, em grande medida, via Internet. Neste sentido, MercadoLivre.com, a maior plataforma de compras e vendas da Internet da América Latina acompanha e identifica as tendências de compra do segmento de alto luxo na internet. Objetos de cunho exclusivo ou de edição limitada, de modo geral, são os parâmetros que regem o consumo de luxo dos usuários do MercadoLivre.com. Nota-se também que tais itens crescem a cada vez mais dentre os anúncios do site.

Assim, no MercadoLivre.com, podem ser encontrados: - Relógios de luxo de R$15 a R$20 mil | - Carros esportivos de luxo por até R$220 mil | - Motos esportivas na faixa dos R$30 mil | - Câmeras fotográficas de última geração de R$20 mil | - Jogos de tacos de golfe que ultrapassam os R$1500 | - Pianos variando de R$30 mil a R$60 mil | - Antiguidades e raridades das mais diversas, como um espelho palaciano a R$9 mil | - Filhotes de pôneis a R$5 mil e de cães de raça na faixa de R$3 mil.

“A Internet é uma janela para o mundo e abriga todo tipo de usuário, até mesmo o mais exigente”, conta Stelleo Tolda, Diretor-Presidente do MercadoLivre.com. “A tendência de anunciar itens únicos e exclusivos está muito em voga na Internet. O segmento de gama alta atende a um consumidor que procura conforto e privacidade, características inerentes ao comércio eletrônico e ao MercadoLivre.com”, completa.

“Um outro ponto de destaque é que produtos de nicho têm espaço na internet, tanto para anunciar quanto para quem os procura. A teoria da cauda longa funciona na rede e abrange o mercado de luxo”, finaliza o executivo.

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No ano passado, foram registrados 2.156 casos envolvendo esse tipo de conflito.
Problema geralmente acontece quando endereço usa nome de outra pessoa ou empresa.

Nunca a internet gerou tantas disputas legais como agora. Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) mostram que, no ano passado, 2.156 casos foram levados aos tribunais internacionais por causa de conflitos entre proprietários de endereços na web. Em 1999, apenas um caso desses havia chegado aos tribunais. Desde então, o Brasil, por exemplo, já entrou na Justiça com 102 casos, o que torna o País o 15º maior entre as vítimas de abusos de endereços na internet.

O registro de endereços na internet foi criado como uma espécie de registro de todos os sites do mundo. Mas, com a web se transformando em um gigantesco veículo de comunicações, personalidades, empresas, países e até times de futebol se deram conta de que seus nomes estavam sendo registrados sem sua autorização. Quando uma dessas pessoas ou entidade tentava criar um site, se deparava com seu nome já registrado, sendo obrigado a comprá-lo.

Em Genebra, porém, um tribunal foi estabelecido em 1999 para lidar com esses casos de abusos. Em menos de dez anos, as disputas pela marca na Internet explodiram. O tribunal, que foi instalado na Organização Mundial de Propriedade Intelectual, teve uma alta nos casos de 18% entre 2006 e 2007. Em relação a 2005, a alta foi de 48%.

Por O Estado de S. Paulo.

Publicado por: Micheli Consani
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Estudo também apresenta indicadores sobre comércio eletrônico, governo eletrônico, segurança na rede e habilidades no uso das TICs.

O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR - NIC.br (http://www.nic.br), entidade sem fins lucrativos, criada para implementar as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI.br, divulgou os resultados da 3ª Pesquisa Sobre Uso da Tecnologia da Informação e da Comunicação no Brasil - TIC EMPRESAS, realizada entre os meses de outubro e novembro de 2007, em todo o território nacional. Os destaques desse ano ficaram por conta do aumento da sofisticação tecnológica nas empresas e da maior facilidade na contratação de indivíduos que saibam manejar o computador em seus aspectos básicos, para funções diversas nas empresas.

De acordo com a pesquisa, os computadores estão presentes em 95% das empresas, sendo que a informatização aumenta de acordo com o porte. Entre as que utilizam computadores, o acesso à Internet é quase integral: 97%. O estudo aponta que 64% das empresas utilizam modem digital via linha telefônica “xDSL”. Em seguida, vem o acesso por modem via cabo (18%), e a conexão via rádio (15%). O acesso discado “conexão dial up” abrange apenas 8% das empresas. A pesquisa detectou crescimento no percentual de empresas que têm rede sem fio, de 17% em 2006 para 28% em 2007, ao passo que o percentual daquelas que têm rede com fio diminuiu de 87% para 77%.

“Os dados mostram uma evolução no uso de tecnologias mais sofisticadas como redes locais sem fio e sistemas de gestão como ERP, e no uso de ferramentas de governo eletrônico e de comércio eletrônico”, explica Mariana Balboni, gerente do CETIC.br. “Consolidada a fase de adoção inicial, o ‘estar na Web’, surge agora o momento de aproveitar o potencial das ferramentas online para otimizar os processo de gestão e da cadeia de valor”.

Entre as empresas que acessam a Internet, 44% têm redes com velocidade de download entre 301 Kbps e 2 Mbps, e 26% com velocidade de até 300 Kbps. Somente 4% das empresas possuem conexões acima de 2 Mbps, e 26% não souberam responder qual a velocidade. As regiões Norte e Nordeste são as que apresentam maiores percentuais de empresas com velocidades mais baixas de download: 33% e 35%, respectivamente, têm redes com velocidades de até 300 Kbps.

Considerando as áreas de atuação, o uso de computador é praticamente absoluto entre as empresas dos setores de atividades imobiliárias, aluguéis e serviços prestados a empresas; e transporte, armazenagem e comunicação. É muito elevado (96%) no setor de comércio, reparação de veículos automotores, objetos pessoais e domésticos. Na indústria de transformação, o uso do computador atinge 94% das empresas, e nos outros setores da economia, 84%.

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Publicado por: Micheli Consani
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Receita de anúncios online sobe 36% para R$ 134,2 milhões e corresponde a 3,25% do bolo total, mas se afasta de previsão da IAB Brasil.

A receita da publicidade online atingiu 134,2 milhões de reais nos três primeiros meses de 2008, aumento de 36% em relação ao mesmo período de 2007, segundo dados do instituto Inter-Meios publicados pelo jornal Meio & Mensagem.

Mesmo com o aumento, o montante está abaixo da previsão traçada pelo IAB (Interactive Advertising Bureau) Brasil ao divulgar os dados relativos ao ano passado, quando afirmou esperar que o setor faturasse 712 milhões de reais em 2008.

O aumento na receita fez com que os investimentos em publicidade online representassem 3,25% do bolo publicitário total, aumento frente aos 2,8% registrados no final de 2007.

A cifra também fez com que a internet ultrapassasse a mídia exterior em valor de receita, com 3,2%, afetada em São Paulo pelo projeto “Cidade Limpa”, que proibiu outdoors em São Paulo a partir de setembro de 2006.

A televisão continua concentrando grande parte do investimento publicitário no país, com receita de 2,1 bilhões de reais no período, aumento de 12,5%.

Por Inter-Meios

Publicado por: Micheli Consani
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Jakob Nielsen diz que maioria dos usuários ignora táticas dos web designers.

Os usuários da internet estão ficando mais cruéis e egoístas, afirma o especialista em usabilidade Jakob Nielsen. 

O diretor da Nielsen Norman Group, especializada em consultoria sobre usabilidade, comentou os resultados do relatório anual da empresa sobre os hábitos dos usuários da internet e afirmou que as pessoas estão menos pacientes na hora de navegar.

Segundo Nielsen, a mudança no comportamento dos usuários pode ser confirmada com base em vários dados levantados pelo relatório.

O primeiro deles está relacionado com o sucesso dos usuários em conseguir atingir suas metas quando estão online. Os dados de 2008 indicam que este o sucesso foi de 75%, comparados com 60% em 1999.

Isso indicaria que os usuários estão indo “diretamente ao ponto”, ao invés de ficar navegando “à deriva” pelos sites.

Nielsen afirma ainda que outro indicativo do “egoísmo” dos usuários estaria relacionado aos sistemas de busca.

Segundo o documento, em 2004, 40% das pessoas visitavam primeiro a homepage de um site e depois navegavam até onde estava a informação que procuravam. Atualmente, 60% dos usuários usam um link que os leva diretamente para a página que procuram dentro de um site.

O relatório de 2008 aponta que apenas 25% das pessoas navegam via a homepage de um site, o restante usa mecanismos de busca e chega diretamente ao destino de interesse.

Veja o restante da notícia.

Publicado por: Micheli Consani
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São Francisco - Pesquisador responsável pelo Surface apresenta tecnologia baseada em câmera e lasers que pode ser usada sobre qualquer tela plana.

Um pesquisador da Microsoft criou uma tecnologia que permite que qualquer monitor plano se transforme em uma tela sensível ao toque.

Andy Wilson, um dos responsáveis pelo design do Microsoft Surface - computador de mesa multi-touch -, é o responsável pela novidade, que se chama LaserTouch. Veja fotos da novidade.

A idéia é acoplar uma câmera que monitora uma camada de luz laser infra-vermelha e percebe o que acontece na superfície. Posicionando o laser e a câmera sobre uma tela plana, é possível obter o mesmo efeito de uma tela touchscreen.

Assim como o Surface, o LaserTouch responde a gestos e múltiplos toques - é possível arrastar objetos ou aumentá-los e diminuí-los fazendo um movimento de pinça com os dedos.

Como o LaserTouch pode ser usado com telas de maior resolução que a do Surface, Wilson acredita que ele possa ser usado no ambiente de escritório, se vier a ser comercializado.

Usando o software experimental de apresentações criado pelo Microsoft’s Office Labs, chamado Plex, Wilson fez uma demonstração navegando por slides em um painel de 30 polegadas.

O pesquisador da Microsoft demonstrou a tecnologia à imprensa na sede da Microsoft, mas o LaserTouch já havia feito sua primeira aparição pelas mãos de Bill Gates.A tecnologia é a mesa usada no Touch Wall, que o fundador da Microsoft apresentou recentemente em um encontro com CIOs.

Segundo Wilson, os laseres e a câmera usados na demonstração custam poucas centenas de dólares. “O mais caro é a tela”, disse ele.

Por IDG NOW

Publicado por: Micheli Consani
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Um terço das lojas encerra atividades antes de dois anos de atividade

As mesmas dificuldades que o micro e pequeno empresário encontra no seu dia-a-dia, para a manutenção de suas empresas, existem no meio virtual. Levantamentos da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), revelam que 33,3% das lojas e empresas on-line encerram suas atividades antes de completarem o segundo ano de operação.

O índice de mortalidade virtual é 8.3 ponto percentual acima da taxa calculada pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) para o comércio físico no país, que é de 25%.

Em ambos os casos, o elevado grau de mortalidade se deve à baixa informação e profissionalismo, bem como a uma superficial pesquisa de mercado antes do lançamento do negócio. A câmara ainda associa o resultado à deficiência de know how tecnológico ou conhecimento das especificidades do comércio eletrônico.

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Publicado por: Micheli Consani
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O Saxo Bank, banco de investimentos e fornecedor de câmbio eletrônico, planeja atuar no Brasil a partir de parcerias com instituições financeiras brasileiras. Uma equipe do banco, liderada pelo executivo Pedro Brigham, esteve em São Paulo no início do mês para uma rodada de encontros com potenciais clientes e parceiros de negócio brasileiros.

Uma boa parte do modelo de negócios do Saxo Bank consiste na chamada parceria white label – acordos institucionais de marca branca, no qual uma empresa produz uma plataforma de negócios virtuais, por exemplo, para que outra possa oferecê-la dentro de sua base de serviços ou produtos. Em novembro do ano passado, o CitiBank estabeleceu um acordo com o Saxo Bank e tornou-se um dos mais de cem parceiros white label a usar a plataforma online de transações do banco, a SaxoTrader.

O Saxo Bank vê boas oportunidades para assinar novos contratos de parceria na América Latina, com foco especial no Brasil, que, de acordo com a instituição, tem potencial econômico. “A economia brasileira vêm crescendo a taxas sólidas há bastante tempo, ao contrário de várias outras economias que passam atualmente por dificuldades financeiras”, afirma Pedro Brigham, que é responsável pela região ibero-latina no Saxo Bank. Ele atribui o bom desempenho do país principalmente ao aumento dos preços de commodities e ao real forte. Como um grande exportador de cobre, ferro e alumínio, o Brasil lucra com a explosão de crescimento de economias como a China e a Índia, que dependem de metais para suas indústrias. A demanda por metais está em um pico histórico e países como o Brasil que têm o poder de estabelecer preços.

No ano passado, o mercado de ações no Brasil deu um salto de 44% e a quantidade de empresas com ações negociadas na bolsa aumentou significativamente. “O interesse crescente no mercado de ações do país é uma grande oportunidade para o Saxo Bank fazer negócios no Brasil. A perspectiva econômica é muito positiva. Os altos preços das commodities aumentaram o superávit comercial, o que fortaleceu o real. Ao mesmo tempo, o aumento do interesse no mercado de ações fez do Brasil um mercado muito interessante para nós. Esperamos expandir nossos negócios na região latina por meio de novas parcerias”, afirma o executivo.

Criado como uma corretora de valores em 1992, o Saxo Bank conquistou a licença para operar como banco em 2001. Desde então, vem expandindo sua atuação de maneira global. Especializado em operações online no mercado de capitais, possui clientes em 177 países e seu quadro de funcionários conta com aproximadamente 1,3 mil profissionais, distribuídos na sua sede na Dinamarca e em escritórios na Suíça, Inglaterra, Singapura, Austrália e Espanha.

Recentemente, o Saxo Bank adquiriu 35% da corretora Tricom, sediada em Sydney. A transação dá prosseguimento à aquisição feita pelo Saxo Bank em setembro de 2007 do Synthesis Bank, baseado em Genebra.

Por TI Inside

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Economia
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