/ maio, 2008

São Paulo - Deflação foi influenciada pelo aumento de vendas e ofertas no período do Dia das Mães, segundo o Provar.

Os preços de produtos na internet brasileira caíram 0,60% no mês de maio, segundo medição do e-Flation, índice medido pelo Programa de Administração do Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA), em parceria com a Felisoni & Associados.

Em algumas categorias, foi registrado aumento de preços, entre elas eletroportáteis (0,47%), CDs (0,66%), cine e fotos (1,57%) e perfumes e cosméticos (1,83%).

Porém o índice foi puxado para baixo com a queda de preços em categorias como telefonia e celulares (-2,53%), brinquedos (-1,98%), informática (-0,88%), linha branca (-0,87%), livros (-0,29%) e eletroeletrônicos (-0,17%).

Na avaliação do Provar, a deflação foi influenciada pelo período do Dia das Mães, no qual há aumento de vendas e ofertas no comércio eletrônico.

Por IDG NOW

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Economia
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O valor transacionado no Comércio Eletrônico (CE) de negócio-a-negócio representa 55,33% do mercado total, e 19,18% para negócio-a-consumidor. Em outras palavras, as empresas já estão utilizando o canal internet, com foco mais abrangente nos processos de negócio, referentes ao relacionamento externo com clientes e fornecedores. Os dados são da pesquisa Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro, divulgada nesta segunda-feira (12/05) pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Eaesp).

A avaliação aponta que, em 2007, os gastos e investimentos em CE, assim como em TI, tiveram crescimento pequeno. As empresas passaram utilizar de forma mais efetiva as aplicações de CE já desenvolvidas visando processos de negócio. Entre mais utilizadas, estão as que podem ser consideradas como “assimiladas” no ambiente, incluindo Home Page, e-mail e troca eletrônica de dados. Já as mais inovadoras começam a ser utilizadas, mesmo que a sua intensidade ainda seja pequena.

Os níveis de gastos e investimentos no setor não tiveram crescimento expressivo, atingindo a média geral de 1,21% da receita líquida, de 0,37% no setor de indústria, 1,15% no de comércio e 1,69% no de serviços.

A utilização das aplicações de CE para a integração das empresas com seus fornecedores supera os 70% no setor de Comércio, sendo que a integração inclui a troca eletrônica de dados com plataforma proprietária. Por outro lado, mais de 78% das companhias, também considerando o setor de comércio, já utilizam estas aplicações na integração com clientes.

Balanço geral

Para as empresas, as principais contribuições estão relacionadas com a melhoria do relacionamento com clientes, novas oportunidades de negócio, a utilização como estratégias competitiva efetiva, e o também nos fornecedores. As companhias, já entendem que precisam competir tanto no ambiente empresarial tradicional como no de CE.

Por B2B Magazine

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce
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A penetração de microcomputadores no Brasil deve dobrar nos próximos três anos, de acordo com uma estimativa divulgada nesta quinta-feira pela Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Até 2011, um em cada dois brasileiros terá um computador, segundo o estudo.
Com uma média de crescimento nas vendas de PCs de 16 por cento ao ano, índice considerado “conservador” pelos organizadores da pesquisa, a base instalada de microcomputadores deve dobrar dos atuais 50 milhões de equipamentos para 100 milhões.

“Como a população cresce algo como 2 por cento ao ano, teremos 200 milhões de brasileiros, o que equivale dizer que a penetração será de 50 por cento”, explicou o professor Fernando Meirelles, em entrevista à Reuters.

Hoje, a penetração dos PCs é de 26 por cento dos brasileiros, índice que este ano superou a média mundial, de 21 por cento. No ano passado, quando as vendas de microcomputadores no país saltaram 42 por cento, o Brasil ficou praticamente empatado com a média mundial, mas neste ano avançou cinco pontos percentuais.

Veja o restante da notícia.

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Fique por Dentro
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Meio virtual aposta em prosperidade, especialmente para empresários que optarem pelos anúncios virtuais
 
A Internet começou o ano de 2008 representando 2,8% do bolo publicitário brasileiro, de acordo com o Projeto Inter-Meios. Mesmo com uma participação ainda pequena em relação ao tamanho do público, empresários têm confiado e investido pesado nesse segmento. Em 2007, a publicidade online cresceu 45,7%, o maior percentual entre todas as mídias. Profissionais do meio virtual apostam que os próximos anos serão ainda melhores, especialmente para os empresários que optarem pelos anúncios online.

“Se o empresário é pouco tolerante a risco, pode investir uma quantia baixa e medir os resultados. Daqui para frente, quem experimentar vai se surpreender”, afirma o country manager da multinacional de publicidade online DQ&A, Dominic de Souza. A companhia holandesa opera a conta mundial do “MSN” e há cerca de quatro anos mantém um escritório em São Paulo. “O empresário só quer o retorno, mas tem outro aspecto que é a exposição: através do endereço IP [dos internautas] é possível medir em quem o anúncio está chegando”, completa.

O mercado publicitário online brasileiro, segundo Souza, tem um potencial de crescimento “gigante”. Atualmente, o tamanho é de algo em torno de US$ 500 mil, enquanto a Europa atinge US$ 10 milhões e os Estados Unidos, US$ 20 milhões. O detalhe, afirma, é que no Brasil apenas 10% da população é de usuários efetivos. Ou seja, com o aquecimento da venda de computadores, o crescimento poderá ser exponencial nos próximos anos.

Por IT Web

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Midia On-line
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As empresas do setor de serviços são as que tiveram participação mais ativa no comércio eletrônico, no ano passado, de acordo com 10ª Pesquisa de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro, da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Com 39% de participação, o setor está à frente do comércio tradicional, com 33% e indústria, 28%.

Apesar da forte participação no comércio virtual, os maiores investimentos em TI, em relação à receita líquida, também em 2007, foram do setor de indústria, com 3,51%. O setor de comércio investiu 3,22% e serviços 8,89%. Segundo dados da pesquisa, esta situação é explicada pela participação de bancos na indústria.

Das 419 empresas que participaram do estudo, as consideradas de grande porte apresentaram 41% do total da participação das companhias do País no comércio eletrônico, as de médio porte totalizaram 35% e de pequeno, 24%.

A FGV afirma que, no ano passado, o comércio eletrônico no mercado brasileiro demonstrou avanço em sua consolidação, principalmente em relação a sua aplicação no relacionamento com clientes e fornecedores, e seu crescimento se ajustou às expectativas para 2007.

Por emarket

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Economia
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São Paulo - Sony, Dell, Motorola, HP e Nokia estão entre as marcas mais lembradas nas categorias ligadas a tecnologia, segundo UOL e Datafolha.

O UOL e o Datafolha divulgaram nesta terça-feira (06/05) quais são as marcas mais lembradas pelos internautas em diferentes categorias de produtos e serviços.

Os dados fazem parte do segundo Prêmio Top of Mind Internet, baseado em uma pesquisa realizada entre os dias 19 e 22 de fevereiro de 2008, com usuários de internet das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Brasília.

Pelo segundo ano, a Sony liderou em câmeras digitais, com 32% das lembranças. Na categoria computadores, a marca mais lembrada foi a Dell, seguida por LG e Positivo.

Na categoria operadora de celular, a Vivo foi a mais citada, seguida por Claro, Tim e Oi. Já no quesito aparelhos, Motorola e Nokia dividiram a liderança. Em seguida, aparecem LG, Samsung e Sony Ericsson.

A LG foi a marca de TV mais lembrada, seguida por Philips, Sony, Toshiba e Samsung. A recém-inaugurada categoria de acessórios de informática teve como destaques HP e LG, em primeiro e segundo lugar, respectivamente

Entre os fornecedores de comércio eletrônico, a Americanas assumiu a primeira posição, tirando a liderança do Submarino, que caiu para o segundo lugar. O Mercado Livre é o terceiro mais lembrado.

Também se destacaram na pesquisa marcas como Nike (artigos esportivos), Itaú (banco), Visa (cartão de crédito), Skol (cerveja), Coca-Cola (refrigerante) Gol (companhia aérea) e Brastemp (refrigerador).

Por IDG NOW

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Fique por Dentro
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O volume de transações realizadas pela internet entre empresas (B2B) e entre empresas e consumidores no ano passado atingiu aproximadamente US$ 170 bilhões, segundo a 10ª edição da pesquisa de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (EAESP-FGV). A cifra representa um crescimento de quase 50% sobre a média de 2006, que foi de US$ 114 bilhões transacionados.

Deste total, US$ 130 bilhões foram de transações B2B, o que representa um índice de 55,33%, e US$ 40 bilhões de comércio B2C, o equivalente a 19,18% das transações, segundo o estudo.

De acordo com o estudo, o setor de serviços foi o que mais investiu em soluções de comércio eletrônico, à frente da indústria e do comércio, aplicando 1,69% da sua receita líquida. Essa situação é explicada pela participação dos bancos no setor. De todo modo, os três setores apresentaram crescimento em relação aos gastos e investimentos em comércio eletrônico na comparação com os últimos anos.

Apesar de ter investido menos, o setor de indústria foi que registrou o maior crescimento na utilização do comércio eletrônico no relacionamento com fornecedores. Entre os produtos mais comercializados estão materiais para manutenção, reparo e operação, materiais de escritório, suprimentos, equipamentos de informática e matérias-primas.

Outro dado interessante da pesquisa é que o cartão de crédito é o sistema de pagamento mais utilizado no comércio eletrônico, devido principalmente ao setor de comércio. As bandeiras mais citadas foram Visa e Mastercard.

A pesquisa considerou 419 empresas dos mais variados setores econômicos, ramos de atividade e portes. As empresas, tanto nacionais quanto multinacionais, operam o mercado brasileiro e atuam em diversos níveis no ambiente digital.

Por TI Inside

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce, Economia
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E-Negócios

8 maio 2008

A venda de itens de vestuário pela Internet já foi considerada inviável devido a uma suposta necessidade do consumidor em tocar e sentir o material que está sendo adquirido, mas a realidade já sepultou esse mito. Por sua vez, a questão do sizing, padronização de medidas, deverá ser trabalhada pelo setor tendo em vista não somente as vendas on-line, mas também o comércio internacional.  O fato concreto é que o setor de vestuário é um dos primeiros em quantidade de vendas pela Internet nos EUA e vem crescendo também no Brasil. Nota-se um esforço do comércio tradicional em utilizar o novo canal, embora, como ocorre em vários outros setores, sem utilizar plenamente todo o potencial da Web. Essa realidade deve mudar com a evolução do setor, tornando-o muito competitivo. É um nicho com grande potencial de sucesso.

eCommerce.Org

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce
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Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Tray & Novidades
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Em entrevista em Tóquio, Gates comentou sobre negociação frustrada com Yahoo. Para ele, rivalidade com o Google é importante para que haja ‘opções de escolha’

O presidente e fundador da Microsoft, Bill Gates, disse nesta quarta (7), em Tóquio, que sua empresa retirou a oferta de compra pelo Yahoo após chegar à conclusão de que “deve se concentrar em seu próprio caminho”.

“Após muito esforço e muita pesquisa na questão do Yahoo, chegamos à conclusão de que queremos seguir nosso próprio caminho independente”, disse Gates, durante uma entrevista coletiva na capital japonesa.

Gates, que não deu muitos detalhes sobre a decisão da Microsoft, reforçou o que foi dito pelo executivo-chefe da empresa, Steve Ballmer, na semana passada.

Veja o restante da notícia.

Publicado por: Micheli Consani
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