São Paulo - Impulsionado por estabilidade econômica, país aparece na 42ª posição do 9º ranking de e-readiness da The Economist e da IBM.
O Brasil subiu uma posição no 9º ranking anual de e-readiness, elabora pela parceria entre a IBM e a The Economist Intelligence Unit, passando para a 42ª posição entre 70 nações avaliadas.
No médio prazo, porém, o Brasil ainda continua em débito - em 2004, o país ocupava a 35ª posição do ranking. Em abril de 2006, escorregou três posições e ficou no 41º lugar. No ano seguinte, foram mais dois lugares no ranking perdidos.
O ranking avalia, por meio de um índice calculado a partir de um conjunto de fatores, as condições que 70 economias nacionais têm para atrair investimentos e oportunidades de negócios baseados na internet.
O índice brasileiro chegou a 5,65 pontos, contra 5,45 pontos na edição anterior, puxado por melhorias nas categorias “conectividade e infra-estrutura de tecnologia”, que, mesmo potencializado pelo sucesso do programa Computador para Todos, ainda é fraco comparado a outros países, e “desenvolvimento cultural e social”, dada a estabilidade econômica do mercado nacional.
Publicado por: Micheli Consani
Expectativa é de que o varejo on-line alcance um total de R$ 445 milhões. Livros, revistas e jornais devem ser os líderes nas preferências dos filhos.
O faturamento do comércio eletrônico neste Dia das Mães deve ser 55% maior que o obtido em 2007, segundo estimativa divulgada nesta segunda-feira (5) pela e-bit, empresa especializada em comércio eletrônico.
A expectativa é de que o varejo on-line alcance um total de R$ 445 milhões em vendas relacionadas à data. Produtos com alto valor agregado devem ser o carro-chefe da data para as empresas de vendas pela internet.
De acordo com a e-bit, a previsão é de que os adeptos ao comércio virtual gastem em suas compras pela internet uma média de R$ 315,00, contra R$ 304 do ano passado.
Livros, revistas e jornais devem ser os líderes nas preferências dos filhos, com 18% das intenções de compras; itens de informática (12%) e eletrônicos (9%), aparecem em seguida; CDs, DVDs e vídeos são a melhor opção para 9% dos consultados; telefonia celular (7%) e eletrodomésticos (5%) também devem aparecer entre os presentes das mães.
Por G1
Publicado por: Micheli Consani
Milhares de pessoas têm cada vez mais “acesso a tecnologia”. Ter um computador em casa e, conseqüentemente, internet se tornou mais fácil. Seja pela facilidade em adquirir, com formas de pagamento e preços acessíveis, seja pela rapidez com que os produtos são lançados. No Brasil somente em 2007 foram vendidos mais de 10,7 milhões de computadores.
Com isso, os adeptos ao comércio eletrônico crescem a cada dia. A renda média desses compradores vem caindo ano a ano, o que indica que mais pessoas da classe C estão sendo conquistadas pelas facilidades das lojas virtuais, território antes utilizado somente pelas classes A e B.
No entanto, ainda podemos perceber algumas diferenças nos carrinhos de compras dessas pessoas. Em uma pesquisa da e-bit realizada no período de Natal de 2007 (de 15/11 a 23/12), quando comparamos a porcentagem de Títulos de CD, DVD e Vídeo que são consumidos pelas classes A e B e pela classe C temos um número de 8% e 7% respectivamente (empate técnico).
Já quando comparamos itens de Informática, geralmente artigos mais caros como computadores, impressoras, notebooks, softwares e acessórios há um consumo de apenas 9% na classe C, enquanto que nas classes A e B esse número passa para 12%. Esses números são iguais também se compararmos compras da categoria de Saúde e Beleza, como perfumes e cosméticos.
No entanto, a maior distância ainda se encontra no consumo de Livros: enquanto as classes A e B têm porcentagem de 17%, a classe C fica apenas com 12%.
Outro fator interessante da pesquisa é que apesar da renda dos e-consumidores ter caído, ainda percebemos uma grande diferença entre as pessoas de classes A e B e C, o que pode ser justificado pelo nível de escolaridade.
Enquanto 34% do público com renda familiar de até R$ 3 mil possuem ensino superior completo ou pós-graduação, 79% das pessoas com renda familiar superior a R$ 5 mil, possuem esse nível de escolaridade.
Por e-bit
Publicado por: Micheli Consani