/ junho, 2008

O Brasil lidera o ranking de transações realizadas na América Latina, no ano passado, por meio do comércio eletrônico, com uma fatia de US$ 4,89 bilhões, de um total de negócios da ordem de US$ 10,9 bilhões, de acordo com estudo elaborado pela America Economia Intelligence e apresentado pela administradora de cartões de crédito Visa.

Segundo o estudo, o aumento das transações comerciais na internet, da ordem de 40%, em 2007, decorre do crescimento econômico dos países da região, avanços da tecnologia e mudanças de comportamento dos consumidores.

O levantamento, que engloba 17 países, concluiu, ainda, que os cartões de crédito desempenharam um papel importante para a expansão dessa modalidade de comércio; mais de 70% dos consumidores pesquisados preferem pagar suas compras on-line com cartão crédito.

“Benefícios como conveniência e segurança são altamente valorizados pelos consumidores e têm sido fundamentais para o crescimento do comércio eletrônico”, comenta José Maria Ayuso, vice-presidente de produtos da Visa América Latina e Caribe.

O comércio eletrônico cresceu 121% durante os últimos anos. Os países que lideram esse crescimento incluem Venezuela, que cresceu a uma taxa de 224%, seguido pelo Chile com 183%, México com 143%, e o Brasil aparece na quarta colocação, com 116%. No entanto, no que diz respeito a transações, o Brasil é o maior e mais robusto mercado de comércio eletrônico da região, acumulando 45% do total de transações da América latina em 2007. Essa liderança é fruto do aumento da renda per capita do brasileiro, forte infra-estrutura e aumento da bancarização, e também se dá graças a um aumento de alianças entre varejistas, provedores de tecnologia, bancos e órgãos governamentais.

Fonte: TI Inside

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce
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PARIS (AFP) - O Icann (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), o órgão gestor americano da internet, quer abrir, a partir de 2009, a possibilidade de que os internautas criem por escolha própria a extensão de um endereço na web, assim como a utilizar nomes em chinês ou árabe, uma uma liberalização que levanta inúmeras questões.

O Icann fez esse anúncio durante sua 32a reunião internacional, que começou nesta segunda-feira em Paris, na presença de 1.500 participantes de mais de 70 países.

“Além das extensões .com, .net ou .org, a partir do primeiro trimestre de 2009, os 1,3 bilhão de internautas poderão adquirir endereços genéricos, utilizando palavras como .amor, ou ainda nomes próprios”, declarou o presidente do Icann, Paul Twomey, em uma entrevista ao jornal econômico francês Les Echos.

Atualmente, estão contabilizados 162 milhões de nomes, dos quais mais da metade utilizando .net e .com, num total de cerca de 250 extensões.

Membros do setor se mostraram surpresos por essa liberalização total. “No início, apenas algumas novas extensões estavam previstas, e nos surpreendemos que se tenha levado ainda mais à frente”, disse à AFP Stéphane Van Gelder, diretor-geral do Indom, sociedade especializada no registro e gestão de nomes de domínio.

Isso fará com que os grandes grupos e as cidades possam ter sua própria extensão, como .google ou .berlim. Até agora, alguns contornavam o sistema: numerosas empresas baseadas em Los Angeles assinaram um acordo com as autoridades do Laos para utilizar o .la, por exemplo.

Outra novidade: a possibilidade de autorizar os endereços em caracteres não latinos, por exemplo, em chinês, ou em árabe. “Testamos 15 línguas para que funcionem com os navegadores da Mozilla, da Microsoft e da Apple”, disse Twomey.

Fonte: Yahoo Brasil

Publicado por: Micheli Consani
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O gasto mundial com anúncios online será de 106,6 bilhões de dólares em 2011, totalizando quase 14% do mercado global de marketing, revelou a IDC nesta quarta-feira (25/06).

Segundo a consultoria, o crescimento entre 15% e 20% da publicidade online, previsto para os próximos anos, é ‘fenomenal’. Este ano, os gastos chegarão a 65,2 bilhões de dólares - cerca de 10% do mercado de marketing.

Um estudo da AdAge revelou que os principais anunciantes dos Estados Unidos transferiram 1 bilhão de dólares de campanhas na TV e nos jornais para divulgação na internet.

Em 2011, os anúncios em mecanismos de busca, por palavras-chave, serão os mais populares, responsáveis por mais de um terço do investimento online.

Em seguida, virão os anúncios no formato display - banners, por exemplo -, com mais de 20%, e os classificados, com quase 19% do total.

Fonte: IDG NOW

Publicado por: Micheli Consani
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SEATTLE (Reuters) - A aposentadoria de Bill Gates, que deixará a Microsoft no final desta semana, marca o final de uma era na gigante do software, e coloca o presidente-executivo Steve Ballmer claramente no comando durante um dos mais desafiadores períodos na história da companhia.

A saída de Gates, que continuará como presidente não executivo do conselho do grupo, coincide com a escalada da rivalidade com o Google e outros concorrentes que estão utilizando a Internet para reduzir o domínio da Microsoft no software.

Com o recuo de Gates, o peso do futuro da Microsoft agora repousa inequivocamente sobre os ombros de Ballmer.

“A Microsoft precisa pensar sobre algumas mudanças radicais no interior de sua organização, para não só resolver os problemas de sua divisão online mas começar a inovar em algumas das outras”, disse Sid Parakh, analista da McAdams Wright Ragen.

Reconhecendo a ameaça dos novos rivais na Internet, Ballmer, que substituiu Gates como presidente-executivo em 2000, deu um dos mais audaciosos passos na história da Microsoft, com uma oferta de 47,5 bilhões de dólares pela aquisição do pioneiro da Web Yahoo .

O fato de que o negócio não tenha sido concretizado colocou em destaque as deficiências da empresa em suas operações online e a urgência com que precisa agir se deseja evitar o risco de ficar ainda mais para trás na disputa com o Google pelo crescente e lucrativo mercado da publicidade online.

Os analistas dizem que a Microsoft, que cresceu dos 30 funcionários que tinha em 1980, quando Ballmer foi contratado, para 90 mil hoje, não é ágil o bastante para acompanhar os rivais, e que sua imensa burocracia sufocou a inovação.

Veja o restante da notícia.

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Economia
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A obrigatoriedade do uso do pregão eletrônico nas licitações estaduais provocou uma verdadeira revolução no processo de compras do governo paulista e em um ano representou uma economia de R$ 159,2 milhões aos cofres do Estado. A tendência começou a se firmar tão logo a medida foi regulamentada, em abril de 2007, e se consolidou como modalidade ideal exatamente um ano depois, quando pela primeira vez o número de pregões eletrônicos superou os presenciais.

Em abril deste ano foram encerrados 1.649 pregões, sendo 889 eletrônicos e 760 presenciais. Em termos percentuais, a modalidade virtual correspondeu a 54% de todas as operações, representando um recorde histórico. Os indicadores são igualmente expressivos ao se comparar os números com o mês anterior. Em março foram 743 pregões eletrônicos, 146 a menos do que em abril. Ou seja, se um mês para o outro verificou-se um salto de 19,65%.

Na prática, porém, o impacto da obrigatoriedade do uso do pregão eletrônico é muito mais significativo: o percentual de economia proporcionado por essa modalidade de pregão em relação ao preço de referência no período de um ano foi de 25,2%.

Modalidade eletrônica

A obrigatoriedade da adoção da modalidade “Pregão Eletrônico” para toda a administração pública paulista foi determinada pelo Decreto 51.469, de 2 de janeiro de 2007.

Qualquer cidadão pode acompanhar todo o processo de realização de um pregão eletrônico, bastando acessar o site www.bec.sp.gov.br,  espaço virtual onde se realizam exclusivamente as compras eletrônicas do Governo do Estado. Lá, além dos pregões, podem ser consultadas outras duas modalidades licitatórias: o convite eletrônico e a dispensa de licitação.

Fonte: Gov. do Estado de São Paulo

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Economia, Fique por Dentro
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Programa de estágio desenvolvido pela empresa abre vagas para o segundo semestre

No último dia 17, membros da empresa mariliense Tray Sistemas ministraram uma palestra para aproximadamente 100 alunos do curso de Informática da Escola Técnica Estadual (Etec) “Antônio Devisate”.  A apresentação, que integrou a I Semana de Informática, apresentou a evolução e as tendências do promissor mercado de comércio eletrônico (e-commerce), além das ferramentas desenvolvidas por esta que já é uma das maiores empresas do Brasil quando o assunto é solução em sistemas para internet.
De acordo com Reinaldo Martins, um dos palestrantes e responsável pelas áreas de comunicação e marketing da Tray Sistemas, o e-commerce é hoje o setor mais próspero do comércio. “O sistema de comércio eletrônico é relativamente novo, mas tem mostrado muito vigor, apresentado um crescimento semestral da ordem de 50%, algo muito superior ao saldo de outros setores do comércio. No Brasil esta é uma área relativamente ainda pouco explorada, mas certamente será impulsionada pelo cenário que se apresenta na Europa e Estados Unidos, onde esta modalidade de comércio movimenta quantias gigantescas anualmente”, observa.
Para Martins, o evento serviu também para mostrar aos alunos da Etec que com boas idéias é possível atingir grandes metas.  “A Tray começou assim, explorando as necessidades do mercado e dos clientes e desenvolvendo soluções para agilizar e dar maior segurança ao comércio via internet. Procuramos incentivar os estudantes a investirem em suas carreiras, já que a área é muito promissora”, conta.

Programa de Estágio 2008

Ao longo da exposição, foi apresentado aos alunos o programa de estágio desenvolvido pela empresa. Iniciado em janeiro, o programa, que tem duração de nove meses, já efetivou cinco dos dez estagiários antes mesmo de ser concluído. Para o segundo semestre a Tray está aceitando currículos para o processo que irá selecionar mais dez estagiários.
Outro palestrante, Alex Zompero Bezerra, coordenador administrativo da Tray, explica que atualmente um dos principais problemas enfrentados pelo setor é a escassez de mão-de-obra qualificada. “Um bom profissional está sendo muito valorizado hoje em dia. Por isso acreditamos na importância de investir nesses estudantes e despertá-los para esta área profissional em ascensão”, diz.
Dividido em três módulos de três meses, o programa de estágio, por sua própria estruturação, motiva o participante a se aplicar nos trabalhos. “Passando do primeiro para o segundo módulo o valor do auxílio pago aumenta e a possibilidade de efetivação também. Estamos tendo boas surpresas no programa do primeiro semestre e metade dos que entraram foram efetivados já no sexto mês, ou seja, bem antes do término do ciclo”, ressalta.

Fonte: Jornal - Correio Mariliense

Publicado por: Micheli Consani
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O setor de varejo é um dos mais dinâmicos do mercado, tanto por seu tamanho quanto pela quantidade de variáveis que enfrenta em seu dia-a-dia. Certamente isso representa um desafio para as empresas, mas um desafio que, até aqui, vem sendo encarado com sucesso.

Não por acaso, o setor fechou o ano de 2007 com crescimento de quase 10% – o mais significativo desde 2001 – e bastante acima dos 6,2% registrados em 2006. Foram mais de R$ 500 bilhões movimentados em todo o país, dos quais R$ 75,3 bilhões somente na cidade de São Paulo. Para se ter uma idéia, isso significa que, no ano passado, foram gastos R$ 2,4 mil por segundo em cada uma das 98.978 empresas varejistas da capital paulista.

No restante do país, o resultado se repete. O volume de vendas de móveis e eletrodomésticos subiu 15,4% em 2007 e representa o segundo maior impacto no resultado geral. Em primeiro lugar tivemos a atividade de hipermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que – apesar de ter crescido bem menos (6,4%) no ano passado – representa um terço do total das vendas.

A origem primária desses resultados é o bom momento vivido pela economia brasileira. A impactar diretamente os resultados do varejo, tivemos um crescimento de 27,3% no crédito, redução do desemprego e um aumento real de 30% na massa salarial entre os anos de 2005 e 2007.

Se de um lado esses resultados animam os varejistas, de outro impõem a eles a necessidade de repensar seus negócios e prepararem-se para manter o ritmo, com foco principalmente no cliente. Com o aumento do poder de compra, é natural que o mercado se torne mais seletivo e, por conseqüência, mais exigente.

O já tão falado conceito “vender localmente e competir globalmente” ganha um novo sentido, agora com um viés mais prático. O grande desafio que se coloca hoje às redes varejistas é a transformação de seus pontos-de-venda em pontos de relacionamento com o cliente, e ele não é pequeno. Isso porque praticamente não há diferencial nos produtos, encontrados em qualquer concorrente. A diferença estará no atendimento e no profundo conhecimento do cliente, e aqui o uso da tecnologia da informação é fundamental.

Para que o cliente seja inspirado a voltar a uma loja, em primeiro lugar, ele tem que se sentir compreendido. Para ajudar nessa “experiência”, o mercado conta hoje com soluções que entendem o que o consumidor quer e fornecem algoritmos mais sofisticados para previsões de vendas, provendo assim o produto certo, na hora certa, na quantidade desejada e no preço esperado. Ou seja, de um lado aprofundar informações sobre o cliente e, de outro, utilizá-las para aumentar a eficiência operacional e reduzir gastos.

Um exemplo? Num futuro não muito distante, o uso de etiquetas de identificação por radiofreqüência (RFID) vai permitir que as compras sejam totalizadas pelo ponto-de- venda sem a necessidade de os produtos serem validados um a um. Uma antena vai identificar as etiquetas nos produtos e já apresentar o total, o que é bom para o cliente. E o mesmo sistema identificará a baixa daquele produto no estoque e permitir o seu reabastecimento assim que ele sair da gôndola, o que é bom para a empresa.

Por trás de tudo isso, um sistema de gestão que automatize processos de compra, faturamento, emissão de notas fiscais, controle de estoque etc. E também um sistema de gerenciamento de relacionamento com o cliente que registre suas preferências e hábitos de consumo, fazendo sua identificação assim que ele entre na loja, ou no depósito, e possa baixar sua lista de compras e, por exemplo, com um sistema de posicionamento por satélite (GPS) instalado no carrinho, encontre na loja os produtos que ele procura.

Fonte: TI Inside

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Tecnologia
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O IBOPE//NetRatings lançou ontem, em evento realizado na sede do IBOPE em São Paulo, seu mais novo produto: o “Redes Sociais”. O estudo faz parte da área Analytcs do IBOPE//NetRatings - uma nova divisão da empresa responsável pela análise qualitativa dos dados coletados - e trará análises aprofundadas sobre o impacto das redes sociais brasileiras na construção, sustentação e até mesmo destruição de marca e reputação das organizações.

Segundo dados do IBOPE//NetRatings, só em maio de 2008, 18,5 milhões de pessoas navegaram em sites relacionados a comunidades. Se forem acrescidos a este número os fotologs, videologs e os mensageiros instantâneos, o valor salta para 20,6 milhões de brasileiros por mês acessando as chamadas “redes sociais”. Esse número representa cerca de 90% do total de usuários que acessam a internet mensalmente.

“Este crescimento acentuado das redes sociais no Brasil e a influência que elas exercem sobre os usuários que são também consumidores, ainda não são amplamente conhecidos pelas corporações. Pelo que temos observado ao longo dos últimos meses, conhecer bem essas redes sociais e aprender como fazer parte delas não apenas previne eventuais crises ou problemas de imagem das empresas, como também as aproxima de seus públicos, funcionando como uma valiosa ferramenta estratégica”, afirma Alexandre Magalhães, gerente de análise do IBOPE//NetRatings e responsável pelo novo produto.

Veja o restante da notícia.

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Fique por Dentro, É Importante Saber
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Cada casal gastou em média R$ 320 nas compras pela internet. Livros foram os presentes favoritos dos namorados internautas.

O faturamento do comércio eletrônico com as vendas para o Dia dos Namorados totalizou R$ 324 milhões, 10% a mais que no mesmo período do ano passado, informou nesta quarta-feira (18) a consultoria e-bit, que mediu o movimento das vendas entre os dias 29 de maio e 12 de junho de 2008.

O valor, segundo a e-bit, é conseqüência direta do maior volume de vendas, 43% em relação ao ano passado.

Ainda de acordo com a consultoria, cada casal gastou em média R$ 320 nas compras pela internet, 12% a mais que em 2007.

Os livros foram os presentes favoritos dos namorados internautas e representaram 22% das vendas, contra 15% no ano passado. Em seguida ficaram os produtos de saúde e beleza, que aparecem pela primeira vez entre os produtos mais vendidos (12%). No ano passado, a segunda posição foi dos produtos de informática.

Em 2008, informática (11%), e telefonia celular (7%) foram o terceiro e quarto produtos mais presenteados entre os namorados, respectivamente.

Fonte: G1

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce, É Importante Saber
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LONDRES – A internet ultrapassará a televisão como o maior meio de propaganda este ano na Inglaterra, com 19% do total gastos em publicidade, conforme previsão do Enders Analysis.

O principal mecanismo de crescimento continua sendo a busca patrocinada em sites como o Google, mas Enders disse que já vê sinais de popularidade do vídeo online, que está dando uma pequena contribuição para a mudança da publicidade da televisão para a internet.

Analistas disseram anteriormente que as verbas de publicidade mudaram para a internet à custa dos jornais ingleses – o mais desenvolvido mercado de publicidade online no mundo.

O aumentando do uso de internet e a explosão do comércio eletrônico continuam guiando o forte crescimento da publicidade online, particularmente a busca patrocinada, apesar da desaceleração econômica.

“Nossa previsão para 2008 é que o gasto com propaganda online crescerá 26,4%, em termos nominais para 3,5 bilhões de libras, ultrapassando os gastos com publicidade na TV, que esperamos caia 2,5%, ou seja, 3,39 bilhões de libras.”

O boletim informa que o Google continuaria sendo o maior beneficiário do crescimento na busca patrocinada e prevê que a empresa poderia abocanhar 80% dos gastos neste segmento no Reino Unido, partindo dos 78% em 2007.

A previsão de crescimento dos classificados online, que aumentaram em 54% em 2007, poderia diminuir em 2008 por causa da queda dos anúncios de emprego e imóveis.
Uma fonte de crescimento é o vídeo online, embora seja difícil se desenvolver porque muitos dos mais populares vídeos são de curta duração, produzidos pelos usuários e postados em sites como o YouTube.

O informe diz que emissoras e portais de internet estão alcançando um alto CPM (Cost Per Thousand - medidor de audiência utilizado pela indústria, que representa o custo por mil visitantes) para propaganda em vídeo streaming, em média 20 libras, comparado às 6 libras para spots na televisão.

Houve o alerta de que os preços altos seriam resultado da oferta limitada, e que cairiam conforme o volume crescesse.
Ao todo, estimamos que a propaganda de vídeo online somará em torno de 35 milhões de libras, ou 1% dos gastos com publicidade na TV em 2008, com muitos anunciantes reutilizando peças já produzidas, segundo o informe.

“Nem todo este dinheiro virá da verba da televisão, mas há sinais de migração dos gastos da TV para a internet, e acima de tudo uma grande mudança para o meio online.”

Fonte: Reuters

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Midia On-line
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