/ agosto, 2008

O número de mulheres que compram pela internet ultrapassou ligeiramente o de homens, diz pesquisa realizada pelo e-bit. De acordo com o instituto de pesquisa de mercado de e-commerce, o consumidor que compra pela internet no Brasil tem, geralmente, de 25 a 49 anos. Além disso, 86% deles se dizem satisfeitos.

Neste primeiro semestre de 2008, o comércio eletrônico faturou R$ 3,8 bilhões no Brasil e cresceu 45% em comparação com o resultado no mesmo período no ano passado. Estima-se que esse mercado fature R$ 8,5 bilhões até o fim do ano e que o número de adeptos do e-commerce chegue a 12 milhões de consumidores.

Fonte: Mundo do Marketing

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce, É Importante Saber
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Nos últimos três anos, o número de brasileiros com acesso à internet dobrou, segundo levantamento do Ibope//NetRatings. Para o país, isso significa que os programas de inclusão digital realmente fizeram efeito. Em relação aos empresários, esse aumento representa maior visibilidade do conteúdo disponibilizado por suas empresas na Web e, conseqüentemente, mais pessoas com acesso a essas informações nos sites de pesquisa da internet. É nesse contexto que surge uma dúvida: até que ponto é possível ter controle da imagem pessoal e corporativa na internet perante milhões de usuários?

Imagem negativa

O primeiro passo para se ter um nome “limpo” na Web está relacionado ao corpo de funcionários. Muitos líderes afirmam que cada membro da equipe representa para o mercado um pedaço da empresa e toda vez que a reputação de alguém é comprometida, a organização também sofre com as conseqüências. Na internet isso não é diferente, ou seja, é preciso ficar atento ao comportamento de cada membro da companhia. Dentre os principais casos que comprometem o nome da empresa, a criação, por parte dos funcionários de comunidades ou blogs relacionados à organização é a pior circunstância, mas também existem casos de profissionais que postam fotos comprometedoras junto à marca da empresa em sites de relacionamento.

Clientes insatisfeitos

Os clientes insatisfeitos com os produtos ou serviços prestados pela empresa também podem trazer resultados catastróficos. Ao assistir uma palestra sobre imagem corporativa, um dos cases que foram apresentados foi o de um empresário americano que não deu o devido valor a um blog criado especialmente para publicar reclamações sobre a sua empresa e seus produtos. Esse homem imaginou que, por se tratar de um espaço para reclamações, todos os usuários que acessavam esse site tinham como intenção reclamar de algum serviço. O que ele não pensou é que clientes em potencial poderiam procurar nos sites de busca pelo nome da empresa e encontrar, entre os resultados, o blog de reclamações. Não durou muito tempo e esse infeliz empreendedor teve suas portas fechadas.

Mecanismos de busca

Os mecanismos de busca de sites como Windows Live Search, Google e Yahoo evoluíram muito nos últimos cinco anos. Hoje, esses portais relacionam os resultados por nome, relevância e até mesmo por semelhança. Essa associação facilita as buscas, mas, para quem é procurado nos sites, esses recursos apresentam uma abrangência muito grande, tornando muito comum encontrarmos a nossa marca associada com páginas de internet direcionados a outros setores ou até mesmo conteúdo pornográfico, o que seria desastroso para o empreendimento.

Boa reputação

Para escapar dessas e outras situações de risco na internet é preciso seguir algumas etapas básicas. Em primeiro lugar, da mesma forma que ocorre dentro da empresa, exija dos seus funcionários maior atenção em relação à imagem que passam de suas vidas particulares, sobretudo quando se trata de ações relacionadas a comunidades virtuais ou websites. O segundo passo é você mesmo desenvolver um blog ou um local voltado às reclamações dos clientes, para que eles possam se dirigir diretamente à empresa e não para todos na internet.

Por fim, localize nos mecanismos de busca em quais lugares sua empresa é citada, para que assim você possa adotar medidas com a intenção de remover essa colocação indesejada. Uma boa opção é entrar em cada local onde ocorre a citação e solicitar a remoção do nome. Mas, para quem não possui todo esse tempo disponível, já existem empresas especializadas no serviço de gestão da imagem na internet, ou seja, pagando um pouco mais, é possível ter uma imagem “limpa” na rede.

A imagem na internet é hoje um pilar muito importante para o crescimento das empresas. Por ela ser tão fundamental, é indispensável que os empresários sempre a explorem a seu favor. Isso significa que, se é para ter um nome na mídia digital, que ele esteja relacionado à qualidade, bons serviços e tecnologia, já que pequenos detalhes podem fazer muita diferença para os executivos e, de uma hora para outra, prejudicar muito a imagem organizacional.

Fonte: iMasters

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: É Importante Saber
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SãO PAULO (Reuters) - O número de brasileiros que acessaram a Internet a partir de suas casas cresceu 28 por cento em julho, passando de 18,5 milhões de usuários em julho de 2007 para 23,7 milhões de usuário no mês passado, segundo levantamento do Ibope//NetRatings divulgado nesta quarta-feira.

Em relação a junho deste ano, o aumento foi de 3,5 por cento.

A pesquisa mostrou ainda que os usuários residenciais também passaram mais tempo na Internet, com uma média de 24 horas e 54 minutos por pessoa por mês. No mês anterior, a média foi de 23 horas e 12 minutos.

Tanto o número de internautas quanto o tempo de navegação foram os maiores registrados desde o começo da realização da pesquisa, em setembro de 2000.

“Tradicionalmente, o mês de julho, por ser férias escolares e por ser a Internet a principal atividade para parte dos jovens estudantes, mostra crescimento no tempo de consumo desta mídia”, disse em nota Alexandre Magalhães, gerente de análise do Ibope//NetRatings.

O total de brasileiros com acesso à Internet em seus lares continua sendo de 35,5 milhões de pessoas, de acordo com a pesquisa. Em julho de 2004, 19,3 milhões de brasileiros tinham acesso à rede mundial de computadores em casa.

A avaliação coloca que o internauta brasileiro continua sendo o que mais navegou na Internet de casa no mês, em comparação com nove países acompanhados pelo Ibope//NetRatings, seguido por Alemanha (com 21 horas e 06 minutos) e pelos Estados Unidos (com 20 horas e 50 minutos).

De acordo com dados relativos ao primeiro trimestre de 2008 do Global Internet Trends-GNetN, pouco mais de 41 milhões de brasileiros com 16 anos ou mais declaram ter acesso à Internet em qualquer ambiente (casa, trabalho, escola, cybercafés, bibliotecas e outros locais).

(Reportagem de Filipe Pacheco; Edição de Vanessa Stelzer)

 Fonte: Reuters

Publicado por: Reinaldo Martins
Categorias: Fique por Dentro
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Estudo da empresa de pesquisa de internet eMarketer revela que Google, Yahoo e MSN continuarão a apresentar resultados positivos nos Estados Unidos neste ano, apesar das turbulências econômicas naquele país. O Google projeta crescer 27,4%, enquanto Yahoo, MSN e AOL, juntos, deve registrar expansão de 25,7% com propaganda na web

Os fortes resultados financeiros do Google no segundo trimestre, em que registrou 27% de crescimento em receitas líquidas com propaganda on-line nos Estados Unidos, são um sinal vigoroso para a indústria de publicidade na web, segundo estudo da empresa de pesquisa de internet eMarketer. De acordo com a empresa, o aumento das receitas valida as recentes projeções de que o Google, Yahoo e MSN continuarão a apresentar resultados positivos no mercado americano, apesar das turbulências econômicas, em especial o Google, cuja previsão é encerrar o ano com 27,4% de taxa de crescimento.

“Apesar de o Google ter hoje como principal fonte de expansão o mercado fora dos EUA, cujas receitas publicitárias na web devem registrar um aumento de 51,2% neste ano, a taxa de crescimento naquele país está longe de sofrer uma desaceleração”, observa o analista sênior da eMarketer, David Hallerman. “O poder da busca paga continuou a alavancar a publicidade on-line.”

Assim como o Google, seus principais concorrentes Yahoo, AOL e MSN, também devem ficar com uma fatia expressiva do mercado de publicidade na internet nos EUA, abocanhando, juntos, 25,7% de todos os investimentos em propaganda na web naquele país. Entre os três, o Yahoo e o MSN devem ter crescimento menor. O Yahoo deve registrar 8,2% de crescimento, ante 12% obtidos no ano passado, enquanto o MSN projeta uma queda de 14,3% no seu lucro líquido nos EUA, contra 22,6% em 2007.

Em termos de receita com publicidade on-line naquele mercado, o Google prevê encerrar o ano com US$ 7,63 bilhões, o Yahoo com US$ 3,62 bilhões, o MSN com US$ 1,59 bilhão e a AOL com US$ 1,16 bilhão, o que totalizará US$ 14 bilhões.

Fonte: TI Inside

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Midia On-line
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A visibilidade de seu negócio ou website em ferramentas como o Google pode trazer um efeito nas vendas. Saiba como melhorá-la.

Seria muito fácil, mas não funciona assim. Você não pode simplesmente criar um site, sentar e esperar que apareçam visitantes em sua loja virtual. É preciso promover seu espaço na internet.
Estratégias como o uso de SEO (Search Engine Optimization – otimização do mecanismo de buscas) e anúncios pagos em ferramentas de busca, se feitos corretamente, podem fortalecer seu negócio online e o real.

Leia o restante da matéria na PC WORLD.

Publicado por: Reinaldo Martins
Categorias: Midia On-line
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Este estudo é baseado nas informações do site www.e-commerce.org.br, editado por Dailton Felipini.

Nos Estados Unidos, o e-commerce teve início em 1995, com o surgimento da Amazon.com e outras empresas. Já no Brasil, o setor começou a se desenvolver cinco anos depois. Desde então, as vendas através do comércio eletrônico não pararam de crescer no país.

Vamos aos dados: em 2001, o setor faturava um montante em torno de R$ 0,5 bilhão. Em 2007, o faturamento do comércio eletrônico no Brasil foi de R$ 6,3 bilhões, o que representou um crescimento de 43% em relação a 2006. As informações foram divulgadas pelo estudo exclusivo da 17ª edição do Relatório “WebShoppers” realizado pela e-bit.

Se for tomado o período 2001-2007, o crescimento total foi de mais de 1.000% - número extremamente expressivo dado o curto espaço de tempo.

O relatório também constatou que foram realizados 20,4 milhões de pedidos (acréscimo de 5,4 milhões) por 9,5 milhões de e-consumidores, com a chegada de 2,5 milhões de novos compradores.

Alguns fatores contribuíram para isso: variedade dos produtos, comodidade e facilidade na comparação de preços em diversas lojas em curto período de tempo, possibilidade de parcelamento sem juros e condições de pagamento facilitadas, além do aumento do número de internautas consumidores.

Esse último fator é essencial para se entender a contínua expansão do mercado de comércio online. Como dito anteriormente, 2,5 milhões de pessoas ingressaram no setor em 2007, o que significa que a cada dia, 6.849 pessoas aderiram às compras pelo computador.

O grupo desses novos consumidores é formado por pessoas de variadas faixas etárias, com destaque para os adultos que nasceram antes da internet e que optaram por adquirir o hábito de comprar via web, além dos jovens da geração digital, que praticamente não têm outra alternativa a não ser aderir à prática. Há ainda a consolidação da internet nas camadas de baixa renda, o que também é um fator impulsionador do consumo.

São essencialmente dois os possíveis fatores que motivam as pessoas da “geração pré-internet” a mudar de comportamento: a conveniência da compra online, principalmente nas grandes cidades e localidades mais afastadas dos centros distribuidores e a economia de recursos, pois geralmente o preço dos produtos na internet é menor do que o preço praticado nas lojas físicas.

Pelo fato de a internet estar em franca expansão no Brasil, esse mercado tende a ser cada vez mais competitivo. Afinal, o país já atingiu a marca de 42 milhões usuários de internet; destes, 34,1 milhões utilizam o acesso residencial, ratificando a primeira posição do país no setor em nível mundial.

Dicas de diferencial

Diante desse cenário, como se destacar na multidão e não ser apenas um? Não há fórmula mágica, e sim trabalho e pesquisa.

O primeiro passo é um bom planejamento. Colocar no papel, através de um plano de negócios, as principais variáveis do empreendimento. Entre elas, destacam-se: o empreendimento em si, o produto, o mercado, o marketing, as finanças e o cronograma. Não é um trabalho fácil, mas o empreendedor sairá, no mínimo, com um importante saldo: o conhecimento proporcionado pelo processo.

Em seguida, escolher o domínio, que será a marca da empresa na internet. Simplicidade é o segredo. O domínio deve ser curto e simples, de fácil compreensão, visualização e digitação (evitar problemas com acentuação) e possuir relação com o produto a ser comercializado.

Boa usabilidade é fundamental. A funcionalidade de um site de comércio eletrônico é determinante para a volta de um cliente a ele. Quanto mais fácil de usar, melhor. Afinal, como mencionado antes, boa parte dos e-consumidores não tem tanta familiaridade com tecnologia. Se um site for de fácil usabilidade, o potencial cliente vai se sentir mais seguro (uma das resistências às compras online é justamente a segurança) para voltar.

Além disso, investir em links patrocinados. Com esse sistema, o anunciante só paga quando o usuário efetivamente clica no anúncio e visita o site e maximiza o retorno do investimento em publicidade. Links patrocinados têm a cara do e-commerce: são ágeis, flexíveis e interativos.

O próximo passo

É claro que fazer um negócio dar certo é tarefa das mais difíceis. É preciso ter sorte, mas esta só vem quando aliada à competência.

Até o final de 2008, o e-commerce deve abocanhar 12 milhões de consumidores. Esse número representa mais do que a metade de todo o mercado da América Latina.

Pois é, a oportunidade está aí. Campo de atuação é o que não falta. Que tal arregaçar as mangas?

Fonte: iMasters

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce, É Importante Saber
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No período, preços subiram 1,29% segundo índice e-Flation; acumulado do ano, no entanto, apresenta retração de 5,92%

Depois de quatro meses de queda, o e-Flation registrou índice positivo, atingindo 1,29% no mês de agosto.

O grupo de produtos com a maior alta nos preços foi “Perfumes e Cosméticos”, com 2,82%. Na seqüência aparecem as categorias de “Eletroeletrônicos”, 2,62%; “Brinquedos”, 2,53%; “CDs e DVDs”, 2,21%; “Linha Branca”, 2,09%; “Eletroportáteis, 1,43%; “Informática”, 0,95%; Telefonia e Celulares”, 0,13%.

“As variações dos valores praticados no comércio on-line foram impulsionadas pela recomposição de preços após as promoções de julho, seguidas do período de compras do Dia dos Pais e da elevação da taxa básica de juros”…

Veja o restante da notícia.

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce, Economia
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São Paulo, 19 de agosto de 2008 – As mulheres já representam 50% dos compradores online da internet brasileira. Em alguns meses, a participação delas sobe para 51%. A constatação é da 18ª edição do estudo “Relatório WebShoppers, realizada pela e-bit em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), divulgado nesta terça-feira, em São Paulo.

Em 2001, as mulheres representavam 37% dos consumidores online. O “Raio-X do e-consumidor brasileiro”, aponta que o aumento da presença do publico feminino nas lojas virtuais é para ganhar tempo. Geralmente, essas e-consumidoras trabalham fora e têm a agenda atribulada. Elas recorrem à web para fugir do trânsito e das filas dos estabelecimentos tradicionais.

Mas, apesar da fama de gastar mais, o público feminino ainda tem tíquete médio, ou seja, valor gasto em cada compra na internet, inferior ao dos homens. Nos seis primeiros meses desse ano, as mulheres gastaram em suas compras online uma média de R$ 272, enquanto os homens desembolsaram R$ 375, ou seja, 38% a mais.

Isso ocorre porque o público feminino compra produtos mais baratos, como livros, artigos de saúde e beleza (perfumes, chapinhas, medicamentos, etc), moda e acessórios, cama, mesa e banco. Já os homens compram produtos de maior valor agregado como informática e eletrônicos.

Fonte: wnews

Publicado por: Reinaldo Martins
Categorias: E-commerce

SÃO PAULO (Reuters) - O comércio pela Internet gerou um faturamento de 3,8 bilhões de reais nos seis primeiros meses de 2008, cifra 45 por cento superior a igual período do ano passado.

O relatório WebShoppers, realizado pela e-bit com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, credita o bom desempenho do varejo eletrônico ao aumento do número de usuários conectados à Internet no Brasil e às facilidades encontradas nos meios de pagamento digital, segundo comunicado distribuído nesta terça-feira.

O comércio eletrônico mostrou, desta forma, que continua com desempenho bem mais acelerado que o varejo tradicional. A Fecomercio estima que o comércio varejista da região metropolitana de São Paulo, por exemplo, feche o semestre com 5 por cento de crescimento na receita sobre o mesmo período de 2007. Os dados finais serão apresentados no dia 1o de setembro.

O número de consumidores que adquire produtos pela Web cresceu 42 por cento quando comparado a junho de 2007, segundo o estudo, totalizando 11,5 milhões de pessoas que já compraram pela rede mundial no Brasil.

O valor do tíquete médio gasto na Internet também cresceu no período, segundo a pesquisa. Os brasileiros gastaram, em média, 324 reais em cada compra eletrônica neste semestre, cifra 9 por cento maior que os 296 reais gastos no mesmo semestre do ano passado.

“As facilidades de pagamento parcelado e a queda de preço dos computadores fizeram com que o comércio eletrônico tivesse um crescimento relevante no ano até aqui por conta da entrada de novos consumidores na Web, principalmente da classe C”, analisa Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, no comunicado distribuído à imprensa.

Fonte: Reuters

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce
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A medida é, segundo a companhia, uma forma de atingir a classe C, que graças a incentivos fiscais está conseguindo comprar seu primeiro PC. O custo mensal para o consumidor será de R$39,90.

Leia a notícia completa.

Publicado por: Reinaldo Martins
Categorias: Tecnologia

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