/ setembro, 2008

O secretário de Logística e Tecnologia da Informação, Rogério Santanna, compreende as reações do mercado de software, mas assegura que é intenção do governo licitar qualquer serviço por meio de pregão eletrônico. A era do pregão presencial, com disputa técnica e de preço está chegando ao fim.

Rogério Santanna não vê razões para que a compra de serviços pelo governo, entre eles, o de desenvolvimento de software, por exemplo, não seja feita por meio de pregão eletrônico e, sim, na base de concorrência técnica e preço, como pleiteiam as empresas do setor.

“Todas as inovações que nós propusemos sempre provocaram fortes reações. Não há inovações que normalmente não sejam criticadas pelos contratantes. Evidentemente, os que detinham tradicionalmente contratos com o governo, não gostam de critérios mais competitivos. Porque certamente seus preços terão de ser reduzidos,” destacou o secretário.

Segundo ele, o que faz o governo comprar bem ou mal um determinado produto ou serviço, não é a qualidade técnica do fornecedor, mas sim a competição que se pode criar quando mais participantes - entre eles os que estão longe de Brasília - puderem participar dos pregões eletrônicos. Até porque, segundo Santanna, o governo já conhece bem praticamente todos os habituais fornecedores do ponto de vista técnico.

Então o maior problema, prossegue o Secretário, a ser enfrentado é a qualidade dos editais que são colocados na praça pelos gestores públicos. Eles precisam vir com especificações técnicas claras daquilo que se quer adquirir, seja um produto ou um serviço.

“O que faz eu comprar bem ou não é eu conhecer aquilo que estou contratando. Eu me atreveria a dizer que dá até para contratar uma usina nuclear por pregão eletrônico, se eu tiver critérios tão bons de especificação que detalhem tudo o que eu estou contratando”, frisou.

Rogério Santanna explicou ainda que se o gestor conhece pouco o produto ou o serviço, tanto faz a modalidade de compra adotada porque ele correrá o mesmo risco de errar. Citou como exemplo, o caso de obras. “O governo federal nunca contratou uma obra de engenharia, por pregão eletrônico. Mas pela modalidade que já contratou deveriam ser obras de primeira linha e não foi o que já aconteceu”, lembrou, sem citar casos específicos.

O Secretário de Logística e TI acrescenta que mesmo no pregão eletrônico, se o gestor não eliminar os maus fornecedores no preço, certamente os inabilitará na hora da apresentação das qualificações técnicas. “Eles terão que comprovar de qualquer forma a capacidade de realizar o serviço”.

Santanna falou sobre a questão após participar de debate sobre compras eletrônicas no Seminário: “Fomenta”- Encontro de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Compras Governamentais”, patrocinado pelo Sebrae e pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, que termina nesta sexta-feira, 26/09, em Brasília.

Fonte: Convergência Digital

Publicado por: Micheli Consani
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Os produtos de informática foram os mais desejados pelos brasileiros no segundo trimestre de 2008, conforme pesquisa da Fundação Instituto de Administração (FIA), em parceria com a Felisoni & Associados.

Conforme o estudo, este resultado é reflexo da queda do dólar e da ascensão das classes C e D no país.

No trimestre, os itens de Informática tiveram 13,8% das intenções de compra dos consumidores entrevistados, expansão de 2,6% em relação ao primeiro trimestre do ano. Logo atrás ficou a categoria Cine e Foto, com 12,6% da preferência.

O levantamento contou com a participação de mais de 500 consumidores da cidade de São Paulo. Foram analisadas expectativas de compra nas categorias: Linha Branca, Eletro-eletrônicos, Telefonia e Celulares, Informática, Automóveis e Motos, Cine e Foto, Material de Construção, Cama, Mesa e Banho, Móveis e Eletroportáteis.

Fonte: baguete

Publicado por: Micheli Consani
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A internet, cinco décadas

23 setembro 2008

O canal Discovery  Channel apresenta uma linha do tempo com os principais fatos e homens que tornaram possível a rede global.

Confira aqui

Publicado por: Micheli Consani
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A importância da pesquisa de dados numa campanha on-line.

Todos sabemos que não dá para investir um centavo sequer embasado apenas em achismos. Por menor que seja nosso investimento em web, é necessário conhecermos o mercado, nossos concorrentes, nosso target, enfim, realmente fazermos uma análise SWOT voltada à nossa campanha on-line.

A segmentação de consumidores em classe AB, 18 +, da cidade de São Paulo já não é suficiente para identificarmos nosso público-alvo. Hoje segmentamos de maneiras mais personalizadas com base em cada consumidor. O que ele deseja de minha marca/produto? Quais suas necessidades? O que ele quer ao entrar no meu site ou clicar no meu banner? Quais os porquês da compra ou da preferência por determinada marca? O que, quando, por que e de que forma cada usuário se comporta na internet?

Entender a internet é entender o próprio ser humano e seus desejos nessa era pós-moderna.

Fase 1 - Pesquisa pré-campanha
Temos que conhecer o perfil e o comportamento de cada usuário para podermos anunciar o que ele deseja no momento em que está mais propício à compra.

A pesquisa abaixo mostra um pouco disso:

Através desses dados podemos notar que buscadores e mídia gráfica on-line são responsáveis por 66% de influência de compra. Já os buscadores são responsáveis por 83% da encontrabilidade de sites na web.

Também é possível identificarmos quais palavras e produtos estão sendo mais buscados na web. O Google nos oferece variadas ferramentas, como o Google AdSense e Google AdWords, que nos permitem entender o que o usuário está buscando na internet, quais são as palavras-chave mais digitadas, os sites mais acessados, tendências de consumo, etc. Isso norteia nosso trabalho à medida que identificamos o que o usuário busca, assim podemos anunciar o que ele quer, onde ele está e da maneira que quer ver. Isso otimiza nossa campanha e o seu resultado.

Também existem pesquisas capazes de identificar, através de mapas de calor, as áreas de maior visualização em uma busca por determinadas palavras.

Veja os exemplos abaixo:

Mapa de calor GoogleMapa de calor Google

Mapa de Calor YahooMapa de Calor Yahoo

Você deve estar se perguntando: Por que isso é importante? A resposta é simples. Se soubermos para onde o usuário olha, saberemos onde devemos anunciar e estar. Não adianta ter uma arte maravilhosa com uma super produção se ninguém vê nosso anúncio.

Fase 2 - Com a campanha no ar

Já com sua campanha on-line no ar, qualquer que seja ela, é fundamental analisar como o target está reagindo. Essa análise depende dos objetivos da campanha. O usuário está clicando no meu banner? Está acessando meu site? Estamos convertendo essas visitas em vendas? Essas são apenas algumas perguntas que devemos nos fazer para que possamos mensurar os resultados, ainda que em andamento (veremos esse assunto no próximo artigo).

O Glooge Analytics é uma ferramenta gratuita que nos permite analisar cada passo do usuário em nossa campanha, como taxa de exibição e hit de uma página, localização geográfica do visitante, forma com a qual chegou à página (através de links de outros sites, buscador, AdSense ou diretamente pelo endereço), sistema operacional, navegador, navegador e sistema operacional combinados e suas versões, resolução de tela, javascript habilitado, reprodutor de Flash instalado, entre outros, em períodos horários, diários, semanais, mensais e anuais.

Através da análise constante da ação, é possível identificar os pontos a serem reforçados e os que necessitam de ajustes, otimizando, assim, a campanha.

Fase 3 - Após a campanha

Logo ao término da campanha, devemos pesquisar os resultados junto ao nosso público-alvo. O usuário entendeu a mensagem? O que ele achou da mesma? Despertou seu interesse? Passou a outros usuários? A internet nos permite medir com exatidão cada passo tomado durante a campanha. Isso diferencia a mídia on-line dos demais meios, onde a mensuração é mais difícil.

Devemos pensar nos “porquês” das respostas de nossas campanhas:

Onde acertamos?
Por que deu certo?
Onde erramos?
Por que deu errado?
Devemos ter atenção em todas as fases da campanha para obtermos os melhores resultados. Não basta termos um bom produto, é necessário analisar o mercado e acompanhar de perto a reação do consumidor com nosso produto e nossa campanha.

Isso nos permite ter uma base para os próximos investimentos e campanhas. A cada campanha podemos fazer um comparativo com as outras e medir o ciclo de vida, investimento e crescimento do produto.

Com esses dados em mãos, é hora do planejamento!

Fonte: iMasters

Publicado por: Micheli Consani
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Um em cada cinco domicílios brasileiros tinha acesso à internet no ano passado, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) 2007, divulgada nesta quinta-feira, 18, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A pesquisa demonstra um avanço de 285% em relação a 2001, quando o item passou a fazer parte das estatísticas. Naquele ano, havia 6 milhões de domicílios com microcomputador, sendo 4 milhões com conexão à internet. Em 2007, dos 56,3 milhões de residências brasileiras, 15 milhões tinham computador (26,6%). Desses, 11,4 milhões tinham acesso à rede mundial.

Apesar do avanço, a distribuição regional dos lares com computadores e com acesso à internet ainda apontava desigualdades em 2007. Mais da metade dos domicílios com computador (8,8 milhões) estava na região Sudeste. Desses, 6,9 milhões tinham acesso à internet. O Sudeste era a região com o maior percentual de lares conectados à rede mundial de computadores no ano passado. Em seguida apareciam o Sul (24%); o Centro-Oeste (18,4%), o Nordeste (8,8%) e o Norte (8,2%).

Os dados da Pnad mostram ainda que o percentual de brasileiros que possui um desktop ou laptop em casa aumentou 27%, ou seja, mais de um quarto. Na comparação com 2006, o crescimento foi de 24,3%. Em 2001, o percentual de residências com computador em casa era de apenas 12,6%.

A pesquisa apontou também um crescimento do número de domicílios que têm somente celulares. O aumento de 2006 para 2007 foi de 17,8%, o que corresponde a 17,6 milhões. Para se ter uma dimensão do crescimento, em 2001, ano em que os celulares começaram a ser computados na pesquisa, esse número estava em 3,66 milhões. Desse modo, a proporção de residências que contam somente com o celular é de 31,6%. Esse avanço fez com que o número de domicílios que possuem algum tipo de telefone (fixo ou móvel) alcançasse 77,7%, o que corresponde a 43,14 milhões.

Com o avanço dos celulares, o levantamento constatou também que tem diminuído o número de casas que têm somente o telefone fixo, registrando um decréscimo de 11,8% de 2006 para 2007.

Fonte: TI INSIDE

Publicado por: Micheli Consani
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Empresários do comércio varejista tradicional terão que inovar para movimentar os negócios em seus estabelecimentos para a próxima data comemorativa, o Dia das Crianças, pois o comércio eletrônico cresceu acima dos 40% no País ao longo dos seis primeiros meses deste ano, de acordo com a 18ª edição do Relatório WebShoppers, que é produzido pela e-bit desde 2000. No total, o faturamento do setor foi de R$ 3,8 bilhões, informa a Agência Sebrae de Notícias.

Pensando no crescimento acelerado do mundo virtual, o Sebrae em São Paulo aposta no diferencial na hora do atendimento corpo-a-corpo, com o Programa Venda Melhor Dia Das Crianças, que será comemorado em 12 de outubro.

Fazer uma promoção diferente, investir em novos caminhos para atrair mais consumidores para dentro da loja; renovar a vitrine; refazer a mala-direta para contatar os clientes, que desde o Natal do ano passado não foi retomada. Essas são as ações que a Instituição, por meio do Escritório Regional Capital Oeste, disponibiliza aos varejistas que desejam fazer parte do programa.

Para Thiago Bueno Ferraz, analista do Sebrae/SP no Escritório Regional Capital Oeste, os empresários podem conseguir bons resultados com atitudes sutis. “Ações simples podem aquecer as vendas em momentos estratégicos como o Dia das Crianças, que já é a terceira data mais importante do varejo, perdendo apenas para o Natal e Dia das Mães”.

O analista faz um alerta para que os donos de lojas e funcionários busquem sempre um atendimento diferenciado para conquistar seus clientes. “As vendas do varejo eletrônico para o Dia das Crianças, período compreendido entre o dia 28 de setembro e 12 de outubro, em 2007, superaram em 35% o faturamento verificado no ano de 2006″. Segundo levantamento da consultoria e-bit, as lojas virtuais registraram um faturamento aproximado de R$ 264 milhões em comparação aos R$ 196 milhões atingidos em 2006.

Ferraz acredita que o diferencial no comércio tradicional dá condições de o empresário enfrentar o mundo virtual. “Sabemos que os números de vendas virtuais são elevados, entretanto, não é preciso que o comerciante entre em desespero, mas que busque capacitação e atualização constantes, ferramentas que ajudem na conquista e fidelização de seus clientes”.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

Publicado por: Reinaldo Martins
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São Paulo - Por baixa penetração de banda larga, Brasil gasta 7,9 minutos por visita - 3,3 minutos a menos que o mundo, diz comScore.

O tempo de permanência de internautas brasileiros em sites multimídia é baixo em relação à média mundial - 7,9 minutos por visita, enquanto globalmente o total é de 11,2 minutos, revelou estudo da comScore nesta quarta-feira (17/09).

Em julho deste ano, os brasileiros passaram, em média, 73,5 minutos em sites de vídeo, música e entretenimento multimídia em geral. A média global registrou um tempo de 103,8 minutos no mesmo período.

Mesmo com menor permanência, a frequência de visitas a estes sites foi idêntica entre os internautas do Brasil e do mundo - 9,3 visitas durante o mês de julho.

De acordo com a comScore, a baixa penetração de banda larga no País contribui com estes números, já que a velocidade de download sem esta conexão é baixa. Mas no caso da banda larga, não há significativa rapidez.

A lentidão online deixou o Brasil no 38º lugar entre 42 países avaliados em levantamento da Cisco sobre a velocidade de banda larga no mundo. No País, há mais de 10 milhões de conexões de banda larga - 4,6% em cada 100 habitantes têm este tipo de conexão.

Entre os 20 sites multimídia mais visitados no Brasil, 12 deles são serviços de vídeo. O YouTube ficou no topo do ranking, com 11,5 milhões de acessos únicos no período citado, seguido pelos vídeos do Globo, com 8,2 milhões de visitas.

Os visitantes do YouTube, inclusive, passam mais tempo no site do que a média brasileira e inclusive a global, chegando a 12,9 minutos por visita. No Globo, os usuários gastam apenas 2,5 minutos por acesso.

Fonte: IDGNOW

Publicado por: Micheli Consani
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Imagine que você seja um técnico “retranqueiro” de um time de futebol. Como a regra do campeonato estabelece que uma vitória vale 2 pontos e um empate 1 ponto (essa era a regra no futebol brasileiro antigamente) você obtém um relativo sucesso garantindo muitos empates e algumas vitórias contra times mais fracos ou em jogos em casa. No entanto, por alguma razão que foge ao seu controle, a regra é mudada e a vitória passa a valer 3 pontos, ou seja, três vezes mais que um empate. O que você como um treinador esperto deve fazer? Mudar a maneira de jogar de seu time, tornando-o mais ofensivo e buscando mais vitórias porque jogar pelo empate já não vale mais a pena. Isso se chama adaptação a uma nova realidade e trata-se de uma questão de sobrevivência em ambientes competitivos. Assim como no futebol, o varejo representa um ambiente altamente competitivo e o surgimento da Internet está acentuando mais ainda a disputa pelo consumidor. Ao mudar muitas das regras tradicionais, o e-commerce está forçando os dirigentes de empresas a se adequarem a nova realidade para evitar a perda de clientes.

Vejamos alguns exemplos de mudanças:

Varejo tradicional e informação on-line. Dados de mercado recente apontam que cerca de 30% dos consumidores pesquisam sobre o produto na Internet antes de adquirir o produto na loja física. Considerando que esse percentual tende a aumentar em decorrência da maior penetração da Internet nas classes mais baixas, imagine o que deverá  acontecer com as lojas que não tem, no mínino, uma uma boa presença na Internet.

O fator preço é mais do que relevante na web. Em decorrência da eliminação de custos relevantes e, principalmente, da maior facilidade do consumidor em encontrar o produto e comparar preços, a Internet é um meio muito competitivo no quesito preços. Adivinhe o que vai acontecer com lojistas que acham que uma commodity vale mais em sua loja virtual do que na dos concorrentes e, pior, têm esperança de que o e-consumidor  acredite nisso.

O fim do atravessador. Essa palavra era muito usada para se referir a um determinado intermediário que comprava por X e vendia por 10X sem agregar valor algum à mercadoria. Isso é uma anomalia econômica possível somente em mercados nos quais o consumidor não tem plena informação e não tem muitas alternativas de acesso ao produto, exatamente o oposto do que ocorre na Internet onde em questão de minutos o consumidor  descobre uma centena de fornecedores do produto desejado e com apenas um clique do mouse vai até a loja e realiza a compra.

Diminuição da cadeia de distribuição. Aqui não se trata de atravessadores, mas de intermediários cuja presença deixou de ser imprescindível em decorrência da nova tecnologia que possibilita o acesso direto ao consumidor através de um site de e-commerce. Atualmente se vende computadores, bicicletas, brinquedos, alimentos, passagens aéreas… uma infinidade de produtos diretamente do fabricante ou prestador de serviço para o consumidor final. Empresas que estão posicionadas no meio da cadeia de distribuição devem repensar o seu modelo de negócio considerando as características do produto comercializado, pois quanto maior a adaptação desse produto ao canal Internet maior é o risco do negócio.

Pois é, os tempos realmente mudaram para o varejo e que impulsionou essas mudanças é o fato de que o consumidor adotou a Internet  como canal de pesquisa e de compras. Quem quiser ficar torcendo contra a nova realidade para não ter que se mexer vai ficar sozinho na arquibancada, além de correr o risco de ver a sua equipe cair fora da competição.

Artigo: Dailton Felipini

Publicado por: Micheli Consani
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Londres - Países como Japão, Holanda e Suécia superam a velocidade ideal que, para download, é de 3,75 Mbps e, upload, 1 Mbps, diz estudo.

Embora ultrapasse ultrapassa os 10 milhões de conexões de banda larga, o Brasil está na 38ª posição em qualidade de acesso em banda larga, revela uma pesquisa conduzida pela Universidade de Oviedo e Universidade de Oxford, em 42 países.

A pesquisa encomendada pela Cisco Systems, se baseia em dados coletados do Speedtest.net, em cerca de 8 milhões de testes de velocidade de download, upload e tempo de conexão entre servidores.

Uma boa experiência online, segundo o levantamento, é de 3,75 Mbps (bits por segundo) para a velocidade de download e 1 Mbps em upload. O tempo ideal para conexão entre servidores para a localização de um arquivo é de 95 milésimos de segundo.

O estudo prevê que, entre três e cinco anos, para uma boa experiência online, será necessária uma velocidade de download de 11,25 Mbps e, para upload, 5 Mbps, além de transferência de sinal máxima de 60 milionésimos de segundo.

O Japão é o país que mais excede o mínimo estabelecido para uma boa conexão, sendo o 1º lugar em velocidade de conexão. Outros países, como a Suécia, Holanda, Letônia e Coréia do Sul, atualmente, estão cuidando para oferecer os melhores níveis de conexão do mundo e exceder os padrões mínimos de hoje.

A velocidade da banda larga no Reino Unido, Itália, Espanha e outros países não correspondem às demandas de serviços de vídeo e aplicativos online, cuja necessidade deve apenas crescer, diz estudo da Cisco Systems.

O diretor do Internet Business Solutions Group, Fernando Gil de Barnabé, afirma que os dados não são perfeitos, pois é possível que o mesmo usuário tenha feito vários testes em horários diferentes, o que poderia gerar resultados diferentes.

Veja os países com as 10 melhores conexões:

1. Japão
2. Suécia
3. Holanda
4. Letônia
5. Coréia
6. Suíça
7. Lituânia
8. Dinamarca
9. Alemanha
10. Eslovênia

Fonte: IDGNOW

Publicado por: Micheli Consani
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Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 10/09, realizada pela AmericaEconomia Intelligence (AEI), por encomenda da Visa, aponta um cenário bastante favorável para o desenvolvimento do comércio eletrônico varejista (B2C). A AEI analisou o grau de maturidade em que se encontram 18 países da América Latina e Caribe em termos econômicos e tecnológicos para fomentar o e-commerce.

Batizado como e-Readiness B2C, o estudo revela que a América Latina tem um índice de preparo de 26,2 em relação ao registrado pela Espanha (base 100) em 2005. A AEI utiliza a Espanha como parâmetro por considerar as características deste mercado mais semelhantes às dos países latino-americano.

“Os Estados Unidos são o outro país que poderíamos utilizar como parâmetro, mas eles estão atualmente muito à frente da situação vivida pela América Latina”, explica Guillermo Rospigliosi, vice-presidente de produtos para a América Latina da Visa.

Este indicador, que em 2003 representava 21 pontos, cresceu 24,7% em quatro anos, e deve melhorar outros 3,8%, chegando a 27,2 em 2008, leva em conta itens como Acesso Digital Básico (36,7%), Posse de Tecnologia Digital (34,6%) e Renda e Bancarização (28,7%).

O primeiro item leva em conta as variáveis penetração de banda larga, de telefonia fixa, de computadores e o preço do acesso à internet. O segundo considera a penetração de internautas, de telefonia móvel, de e-consumidores e a porcentagem da população de 25 a 35 anos de idade, e, finalmente, o item Renda e Bancarização possui como variáveis o PIB per capita, o nível de penetração de cartões de crédito, de caixas eletrônicos e de e-commerce.

Com índice de 42,5 pontos, o Brasil aparece na segunda colocação do ranking de países latino-americanos mais preparados para a evolução do e-commerce, ficando atrás apenas do Chile (47,4 pontos). Segundo a AEI, o índice brasileiro é sustentado principalmente pela força dos indicadores de acesso digital básico, que explicam 46,1% do resultado, porém, com alguma debilidade nos fatores de tecnologia de posse digital. Por outro lado, no entanto, o Brasil ostenta o recorde de bancarização regional, com uma penetração de cartões de crédito de 46%.

Embora sete milhões de consumidores virtuais seja um número elevado (a maior população de e-compradores da região), ele ainda representa somente 3,7% da população brasileira. Mais do que isso, responde por somente 28% das pessoas que utilizam o internet banking no País. “O Brasil tem excelentes oportunidades. É preciso trabalhar para que esses usuários ganhem mais confiança nos meios de comércio eletrônico”, afirma Eduardo Chedid, diretor executivo de produtos da Visa Brasil.

“A barreira da falta de segurança, bem como os mitos relacionados a ela, será vencida fácil e rapidamente, uma vez que mais de 50% da população brasileira tem hoje entre 25 e 35 anos de idade”, avalia Stelleo Tolda, diretor geral do Mercado Livre no Brasil. “É uma geração informatizada, que, juntamente com ações de aculturamento e educação, ajudará a vencer esse obstáculo”, completa o executivo.

Apesar dos fatores favoráveis à evolução, Gersom Rolim, da Camara-e.net, alerta que o ‘apagão digital’ vivido por são Paulo, em julho passado, é um claro sinal da necessidade preemente de investimentos na ampliação da infra-estrutura digital disponível para suportar o crescimento do e-commerce.

Fonte: Convergência Digital

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce
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