/ setembro, 2008

A TV on-line tem ganhado cada vez mais popularidade nos Estados Unidos. Atualmente, quase um quinto dos lares americanos usam a internet para assistir programas de TV, o dobro do número de “telespectadores” on-line registrado em 2006, de acordo com um estudo realizado pelo The Conference Board e a TNS.

Entre outras conclusões, o estudo aponta as maiores audiências são as homepages dos canais de TV aberta, acessado em 65% dos telespectadores, e YouTube.com, acessado por 41% dos internautas. Aproximadamente 72% dos telespectadores on-line acessam esses sites diariamente em busca de entretenimento – atividade, aliás, citada por um em cada dez pessoas como a mais importante da internet.

O levantamento detectou que a maioria dos usuários on-line não gosta de definir um calendário – poder de assistir aos programas ou vídeos de acordo com sua própria disponibilidade de tempo e conveniência são as principais razões citadas por eles para “sintonizarem” uma TV. Outros motivos são a possibilidade de evitar os comerciais publicitários e a portabilidade. “A maioria dos usuários de internet são pressionados pelo tempo e exigem flexibilidade nos horários diários para seus hábitos televisivos”, disse Lynn Franco, diretor do TCB.

A TCB e a TNS constataram através da pesquisa que os cinco tipos de programas mais assistidos são as transmissões de vídeo digital, utilizada por 68% dos telespectadores on-line, e download gratuito, usado por 38%. Entre esses programas estão notícias, ficção, sitcom (comédia de situação ao estilo americano), reality shows e esportes. Em primeiro lugar vêm notícias on-line, com 43%, filmes dramáticos, com 39%, séries de sitcom, 34%, reality shows, 23%, esportes, 16%, e conteúdo gerado pelos próprios usuários, com 15%. Outras categorias incluem pré-estréias previews, conteúdo adicional de shows favoritos, telenovelas e anúncios.

Entre os telespectadores on-line, quase nove em cada dez assistem transmissões on-line em casa. Cerca de 15% disseram assistir transmissões pela internet no escritório, e 6% que assistem TV on-line em outros locais, como bibliotecas ou na casa de um amigo.

A pesquisa, denominada Barômetro do Consumidor de Internet, é feita trimestralmente com de 10 mil famílias nos EUA. Uma única amostra é conferida a cada trimestre, com uma taxa média de retorno de 70%, o que, segundo as empresas, garante dados altamente representativos.

Fonte: TI Inside

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Fique por Dentro
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As vendas através da internet prometem muito para o último semestre desse ano. Os números crescentes dos trimestres anteriores aguçaram as expectativas.

As lojas virtuais já estão se preparando com produtos e ofertas para o Dia das Crianças, que começará a impulsionar as vendas que tendem a permanecer em uma crescente até o final do ano.

Alguns fatores responsáveis pelo aquecimento nas vendas são a deflação no varejo on-line registrado no último trimestre, o aumento no investimento em publicidade on-line, a chegada de novos consumidores digitais e o 13º salário que deixará as pessoas com maior poder de compra.

A Loja da Tray preparou um combo especial para você divulgar as suas ofertas para o Dia das Crianças em sua Loja Virtual.

Combo Especial Dia das Crianças

Publicado por: Reinaldo Martins
Categorias: E-commerce
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São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, 1 de Setembro de 2008 - O anúncio de que a maior rede varejista do mundo, o grupo Wal-Mart, vai lançar no fim deste mês seu portal no Brasil, numa época em que outras duas gigantes, Carrefour e Casas Bahia, preparam seu portal de vendas na internet, vem movimentando as redes de varejo regionais.

Empresas até então pouco conhecidas no eixo Rio-São Paulo, mas consolidadas em suas regiões de origem, preparam-se para utilizar a internet como trampolim de uma expansão nacional. É o caso da Insinuante, maior varejista de móveis e eletros da Bahia, e da Lojas Maia, maior varejista da Paraíba. As duas redes somam uma força de vendas de 400 lojas, que servem de apoio para o comércio eletrônico. Essas empresas estão de olho no potencial de mais de 40 milhões de brasileiros que têm acesso à internet e poder de compra. Neste ano, o comércio eletrônico brasileiro deve faturar R$ 8,5 bilhões - aumento de 35% sobre as vendas do ano passado.

Fonte: Gazeta Mercantil

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce, Economia
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Com projeção de chegar a 98% das residências em poucos anos, a energia elétrica vai se tornar o meio de acesso com maior capilaridade para a oferta de banda larga. Com preços competitivos - por não requerer implantação de novas redes - a banda larga por cabos de energia, ou PLC (Powerline Communication), pode assumir papel importante na universalização da internet no país, disse na última quinta-feira o gerente de Engenharia de Espectro da Anatel, Marcos de Souza Oliveira.

As velocidades nos testes do PLC da agência variaram de 1Mbps a 16 Mbps e se adequam ao conceito de banda larga da União Internacional de Telecomunicações (UIT), braço da Organização das Nações Unidas (ONU). O piso é de 2 Mbps.

O regulamento que estabelece as condições de uso da rede elétrica foi aprovado e está sob consulta pública na Anatel desde terça-feira, por 30 dias. Após o prazo, as contribuições serão analisadas pela área técnica e o texto final será submetido à aprovação do Conselho Diretor da agência. Estima-se que ainda este ano a regulamentação permitirá a oferta, de forma direta (pela concessionária de energia) ou por compartilhamento da última milha com as prestadoras de telecomunicações.

Oliveira explicou que não há risco de o usuário ser surpreendido com uma descarga elétrica e levar “choque” ao acessar o serviço pela tomada de luz. “Os equipamentos do PLC separam o sinal elétrico, transmitido pelo cabo de energia na freqüência de 60 hertz, do sinal de telecomunicações, cuja transmissão será nas faixas de 1,7 megahertz a 50 megahrtz”.

Apenas o sinal do serviço de dados que viabiliza a internet chega ao computador por meio de um modem. Todos os equipamentos para venda do serviço ao público terão de ser certificados pela Anatel.

Embora a agência desconheça os planos das concessionárias de energia, já se sabe que algumas, como a Eletropaulo, têm interesse em se tornar prestadora direta de PLC. Outras, como Cemig (Minas Gerais), Celg (Goiás), Copel e CEEE (Rio Grande do Sul), realizaram testes.

Fonte: iMasters

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Fique por Dentro, É Importante Saber
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