Cada vez mais as pessoas optam por usar a internet para fazer compras, e no Natal não será diferente. Apesar da crise econômica mundial, o comércio eletrônico deve continuar aquecido no Brasil.
Segundo dados da consultoria e-bit, o varejo online deve faturar, somente com as vendas natalinas, aproximadamente R$ 1,35 bilhão, gerando um aumento de 25% em relação ao R$ 1,08 bilhão registrado no mesmo período de 2007.
“O varejo online no Brasil ainda possui um grande potencial a desenvolver, principalmente no período natalino, quando as pessoas não têm tempo para as compras em lojas de rua, ou têm pouca paciência para enfrentar filas em shopping centers”, afirmou Pedro Guasti, vice-presidente de estratégia da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico.
Para Guasti, outros fatores também estimularão as vendas nesse período: “O faturamento do Natal deve ser beneficiado com a injeção do 13º salário, com as promoções de final de ano, sem contar a possibilidade dos parcelamentos mais elásticos que o varejo tradicional oferece”, avalia.
Mesmo com a alta do dólar, que deve resultar no aumento do preço de produtos (principalmente os importados, incluindo eletrônicos e computadores), o e-commerce ainda parece ser a melhor saída para quem vai fazer compras, já que os preços praticados na internet são tradicionalmente mais baixos.
Segundo dados do Provar/FIA (Programa de Administração de Varejo), os preços na web sofreram deflação de 1,99% na primeira quinzena de outubro.
Fonte: e-bit
Publicado por: Reinaldo Martins
Os preços dos produtos comercializados pela internet tiveram deflação de 1,99% em outubro na comparação com setembro, segundo o índice e-Flation, que mede a variação de preços dos produtos vendidos pela rede mundial.
De acordo com o indicador, elaborado pela escola de negócios da Fundação Instituto de Administração (FIA) em parceria com a consultoria Felisoni & Associados, divulgado nesta sexta-feira, 24, os produtos que registraram a maior queda foram os da categoria cine e fotos, com 4,98%, seguidos por eletroeletrônicos, que tiveram deflação de 3,47%. Na seqüência aparecem os grupos telefonia e celulares, com 1,86%; livros, 1,14%; informática, 0,70%; e linha branca, 0,61%.
O recuo, no entanto, não foi suficiente para atingir outros itens do e-commerce, que registram inflação, como perfumes e cosméticos, 1,93%; eletroportáteis, 1,88%; CDs e DVDs, 1,34%; e brinquedos, 0,49%.
Para o coordenador geral do Provar (Programa de Administração do Varejo), da FIA, Cláudio Felisoni de Angelo, o varejo se prepara para o lançamento de novos produtos, realizando promoções para se desfazer dos modelos mais antigos. “O indicador apurado para outubro sinaliza que os impactos da crise internacional ainda são moderados sobre os preços, prevalecendo os efeitos relacionados à sazonalidade do varejo e aos preparativos para as vendas do final do ano.”
O e-Flation de outubro, avaliado a partir da segunda quinzena do mês anterior à primeira do mês em referência, acompanha as mudanças realizadas a partir de abril de 2008: a composição da cesta de produtos foi alterada com base nas vendas totais por categoria em 2007, apuradas pela e-bit, 71,2% dos itens vendidos na internet e avaliados pelo indicador; a categoria “produtos para casa” foi substituída por “eletroportáteis”; e a criação do grupo “cine e fotos”. Todas as demais sofreram revisão e ampliação dos produtos que compõem suas cestas, com base nas listas de mercadorias mais vendidas nos sites preferidos pelos internautas.
Font: TI Inside
Publicado por: Reinaldo Martins