Com a aproximação do final do ano, os lojistas presentes no e-commerce estão preparando um reforço na logística de armazenamento e distribuição dos produtos para evitar problemas nas entregas do final de ano. Em função do crescimento do comercio eletrônico em 2009 e o grande volume de vendas e acessos nos sites, as grandes redes estão preparando os estoques de suas lojas virtuais desde já.
Redes como Lojas Colombo, Walmart, Magazine Luiza, querem ter um diferencial na escolha dos clientes na hora da compra para driblar a concorrência. Com 360 unidades, a gaúcha Lojas Colombo, concorrente das Casas Bahia, Carrefour, Ponto Frio e Extra em venda de moveis e eletrodomésticos, considera real o aumento de 25% nas vendas de Natal e em função disso, aumentou em 20% seu quadro de funcionários.
Para o diretor de Compras e Logística das Lojas Colombo, Gladimir Somacal, comenta que a loja deve renovar a frota de caminhões, com 50 novos veículos, e ampliar seu centros de distribuição(CD) ainda esse ano. “Já estava nos nossos planos aumentar esse CD em função da demanda do Natal e visando a ampliação no comércio eletrônico. Além disso, já estaremos preparados para uma futura expansão”, disse o diretor.
O diretor afirma que essa ampliação serviu para atender melhor as demandas entre RS e SP. As Lojas Colombo estão preparadas para trabalhar em horários de pico, e com a instalação desse novo CD na região de São Paulo, houve aumento de 40% da capacidade local e assim já foi possível ter adiantado algumas compras e diz que a empresa já começa a receber as mercadorias para o período, inclusive eletroeletrônicos, cujo abastecimento estava com problemas e começa a voltar ao normal.
O aumento na distribuição e logística para o Natal vem do otimismo que o setor passou durante esse ano. A rede foi beneficiada com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e isso irá garantir um bom volume de vendas, até mesmo no Natal, onde os produtos da chamada linha branca apresentam crescimento de 30%.
Para Pedro Luiz Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, o pequeno e médio empresário também tem que se preparar para o Natal desde já. “Pela internet é impossível saber qual o alcance da sua marca, as lojas pequenas estão tão expostas como os grandes players, o planejamento prévio é fundamental para garantir um final de ano promissor em volume de vendas”, conclui.
Publicado por: Micheli Consani
Após as especulações sobre o crescimento do e-commerce durante todo o ano de 2009, com a entrada de grandes redes de varejo no segmento, a presença da classe C na internet e a inclusão digital das micro e pequenas empresas, chegou à vez das grandes marcas no segmento de roupas e acessórios começarem a ver no comércio eletrônico uma extensão de seus negócios.
Algumas empresas já estão em testes de tecnologia e logística, mas enfrentam as dificuldades de aceitação por parte do consumidor brasileiro que não tem o costume de compras esses produtos pela internet. Embalados pela promessa do e-commerce para 2010, algumas lojas a exemplo da Loja Renner, prevê inaugurar até final de março de 2010 seu site, que venderá perfumes e relógios, além de camisetas.
Grandes nomes do comércio físico já estão presentes na rede como as Lojas Marisa e Hering, que optou pela comercialização de roupas masculinas, femininas e acessórios, vendidos pela Hering Web Store. Já o canal da Marisa na internet tem opções mais amplas, incluindo além de artigos de vestuário, relógios e itens de cama, mesa e banho.
Para Jose Galló, presidente das Lojas Renner, apesar do foco em perfumes e relógios, a Renner venderá também camisetas básicas nos tamanhos pequeno, médio e grande. Mas a falta de especificações técnicas nos tamanhos das roupas é o que dificulta as vendas de uma variedade maior de peças. “Vamos aproveitar nossa experiência com a venda de perfumes e cosméticos, dessa vez na internet. Há um grande interesse por parte dos nossos fornecedores no negócio, pela representatividade desses produtos em nosso faturamento”, afirmou.
Outra novidade é a entrada da Mesbla no e-commerce, após anunciar a falência nos anos 90, foi anunciado para maio de 2010 o início da sua operação exclusiva de vendas de produtos apenas pela internet. Para Pedro Guastí, diretor-geral do E-bit, o faturamento do setor este ano no Brasil deverá atingir R$ 300 milhões, ao passo que nos Estados Unidos a venda de roupas e acessórios movimenta US$ 20 bilhões. “A categoria de roupas e acessório ocupa a segunda colocação em volume de vendas, no Brasil está entre a 15ª e 20ª posição, isso demonstra o potencial de crescimento do setor”.
Reinaldo Martins, coordenador de Marketing da Tray Sistemas, comenta que o comércio eletrônico não é mais um promessa e sim um fato consolidado. “Vai ser uma questão de tempo para a maioria das pessoas preferirem comprar pela web do que no varejo tradicional, cresce o acesso domiciliar a computadores e internet nas classes mais baixas. As lojas virtuais estão entendendo cada vez mais as possibilidades e recursos que podem representar grandes vantagens para os consumidores e aumentar as vendas. Os empresários estão de olho no mercado, a Mesbla vai voltar para atender o público feminino que no Brasil já é responsável por 51% das compras online, em países como os Estados Unidos esse percentual já chega a 63%. Enfim, com a consolidação do comércio eletrônico, aumentam as possibilidades de atuação dos empresários e as vantagens para os consumidores.”
Publicado por: Micheli Consani
O aumento do número de internautas que estão efetuando compras pela rede, principalmente as pessoas pertencentes a classe C, está fazendo com que haja uma disputa maior entre as lojas virtuais para a conquista desse público. Os empresários estão investindo na reformulação de seus sites, com o objetivo de torná-los cada vez mais usuais para os novos consumidores que estão presentes no e-commerce.
A exemplo do Extra.com, o Magazine Luiza, anunciou nessa quarta-feira (21/10), a reestruturação do seu site de compras, com o objetivo de fornecer ao seu publico, grande parte representado pela classe C, maior interatividade na hora da navegação e facilidade de compra.
As grandes redes varejistas estão entendendo o e-commerce como uma nova estrutura de vendas que vai além da vitrine virtual. “É preciso interagir. No varejo físico o consumidor tem a possibilidade de fazer uma compra “tangível”, ele pode tocar no produto e conversar com a pessoa que está vendendo. É preciso proporcionar essa mesma interação na internet, para isso é necessário conversar com o cliente. A loja virtual tem que conhecer as necessidades de seu público, para tornar a compra uma realização pessoal. Para isso é preciso fortalecer a troca de informação”, comenta Iuri de Paula, analista de produtos da Tray Sistemas.
Os grandes players estão buscando na internet uma identificação com seu público e para isso estão cada vez mais investindo na otimização de seus sites. Para Donato Pina, coordenador administrativo da Tray Sistemas. “Desde 2008, já ocorre uma movimentação no setor de adequação de linguagem. Depois de anos pesquisando o mercado as Casas Bahia apresentaram sua loja virtual tão esperada somente o ano passado, assim como Wal-Mart”.
Alejandro Padron, líder da área de consultoria e varejo da IBM Brasil, comenta que o comércio eletrônico nacional está entrando em uma nova etapa de consumo que pode ser explicada por dois fatores. “O primeiro é a “Web 2.0″, com a explosão das redes sociais, um fenômeno mundial, e que permite a maior interatividade no comércio eletrônico. O outro fator, típico do mercado brasileiro, é o acesso da classe C à rede mundial de computadores”.
O crescimento do setor está ligado a todos esses fatores que em conjunto elevam o comércio eletrônico na disputa pelo varejo nacional. Segundo dados da consultoria E-bit, o e-commerce projeta um crescimento de 30% a mais que em 2008, enquanto o comércio físico estima crescimento de apenas 6% esse ano. “O Brasil deve fechar este ano com um total de 17 milhões de consumidores online, 4 milhões a mais que em 2008. E quase a totalidade desses novos clientes são da classe C”, observa diretor geral do portal Pedro Guasti.
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Divulgados nessa terça-feira (20/10) pelo portal de consultoria e-bit, números que mostram que as vendas no comércio eletrônico cresceram 25% em relação ao mesmo período de 2008 e apresentaram um faturamento de 450 milhões de reais no período.
O período considerado de 28 de setembro a 11 de outubro, obteve com as compras um tíquete médio de 339 reais, que representa um crescimento de 7% em comparação aos R$ 318 registrados em 2008. Segundo o e-bit, esse foi um dos fatores que motivaram o crescimento das vendas nesse período. Isso indica que os consumidores estão cada vez mais investindo em datas comemorativas para comprarem presentes de valores mais altos e parcelamentos sem juros.
Contudo os produtos mais procurados na data foram os relacionados a informática e telefonia celular. “É comum nessas datas não só as crianças, mas também os pais aproveitarem as ofertas sazonais para trocarem os aparelhos eletro-eletrônicos, além disso, as crianças estão cada vez mais inseridas nos meios digitais, o que fortalece também o comércio dos eletrônicos em datas com foco em produtos infantis”, comenta Pedro Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas.
As categorias mais procuradas pelos e-consumidores durante o período foram eletrodomésticos, livros, informática, telefonia celular, saúde e beleza e medicamentos. O portal destacou ainda que a data que antecede o Natal, aqueceu o comércio eletrônico, mesmo sendo considerada a data menos importante em volume de vendas. O Dia das Crianças representa apenas 5% do faturamento anual do e-commerce brasileiro.
As cinco categorias que se destacaram em volume de vendas no período foram Eletrodomésticos, Livros, Informática, Telefonia Celular e Saúde, beleza e medicamentos. Para o e-commerce as datas que se destacam são Natal, em primeiro lugar, o Dia das Mães, em segundo, o Dia dos Namorados, em terceiro e o Dia dos Pais, que é o quarto lugar em vendas.
Publicado por: Micheli Consani
Sendo considerado a melhor possibilidade em termos de negócios, o Comércio Eletrônico, é projetado no Brasil como o mais progressor dos segmentos comerciais devido ao seu faturamento e seu crescimento a cada ano. Estimado para mais de R$ 10 bilhões, o faturamento esperado para 2009, supera expectativas de crise e se destaca em comparação a outros setores da economia.
Hoje no Brasil, mais de 64,8 milhões de pessoas estão conectadas a Internet, segundo um estudo divulgado em outubro pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope). Esse crescimento é impactado pela popularização do acesso a internet e a facilidade na aquisição de computadores que incluíram de maneira eficaz as classes C e D na rede.
A internet proporciona infinitas opções de navegações por diferentes sites, com conteúdos diversos para todo tipo de público. Um estudo recente divulgado pelo Nielsen Online aponta que, desse número de pessoas conectadas a rede, 80% dos brasileiros gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais.Pensando sempre em inovar e procurar tendências de mercado e buscando estratégia para seus negócios, alguns empresários estão testando novas possibilidades de vendas para se destacar no comércio eletrônico.
A opção do momento é o Comércio Social, sabendo que o povo brasileiro é um dos que passa mais tempo navegando em redes sociais, a solução para aproximar esse usuário do e-commerce, é trazer esse conceito de rede social para o seu negócio online. Assim é possível vender pela internet de uma maneira diferente que interaja com o cliente e fuja do padrão atual de vitrine virtual.
O Comércio Social, que tem como objetivo atender a uma rotina de vendas que interage e dialoga com o cliente. Essa criação de conteúdo colaborativo é enunciado de forma eficaz na propagação em redes sociais.Para Conrado Adolpho, diretor da agência Publiweb Marketing Digital, o Comércio Social, é uma plataforma de comércio eletrônico que traz em sua gênese os conceitos de rede social, tendo como forte aliada a comunicação realizada na chamada web 2.0.
“Com um bom planejamento, essa estratégia vai gerar um número crescente de vendas qualificadas, porque trabalha continuamente a fidelização e a formação de uma comunidade para a marca. Inicialmente é preciso gerar demanda, não há comunidade sem pessoas. Assim, a empresa deve realizar uma ação para não perder os usuários que já visitaram o site pela primeira vez”, comenta Adolpho.
A exemplo disso, algumas ações devem ser implantadas em sua loja virtual para aproximar esse usuário das vendas, promoções relâmpago, concursos culturais, fóruns onde esses consumidores possam opinar, conversar contribuem para facilitar a navegação e o prazer da compra. “A Loja Leopardi, apostou no desenvolvimento de um recurso exclusivo que possibilita a visualização e publicação de depoimentos sobre a loja no próprio site”, comenta o proprietário Ricardo Leopardi.
Para o micro e pequeno empresário que visualize no e-commerce uma oportunidade real de negócio esse, é um meio de diferenciação no mercado. “O consumidor está cada vez menos fiel às grifes e grandes marcas, esse fato representa uma grande oportunidade para os pequenos e médios empreendedores, basta transmitir segurança e ter um bom relacionamento com os clientes. A loja virtual Leopardi é um bom exemplo, hoje o depoimento positivo de um cliente sobre a experiência de compra em uma loja transmite mais credibilidade do que um comercial de produção milionária veiculada no intervalo do Fantástico, por exemplo. Por isso o investimento em um bom atendimento é de extrema importância para o sucesso de um negócio online”
Publicado por: Micheli Consani
Fazemos parte de uma sociedade onde só no Brasil, 64,8 milhões de pessoas, segundo um estudo divulgado em outubro pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), estão conectadas à Internet. Com a popularização do acesso a internet e a facilidade com que as pessoas compram computadores, o Brasil continua sendo o líder mundial em tempo médio de acesso à rede, na frente dos Estados Unidos, com 42 horas e 19 minutos, e do Reino Unido, com 36 horas e 30 minutos.
Impulsionados por essa onda de pessoas conectadas a rede, alguns especialistas definem a internet como uma rede de pessoas interconectadas e não uma rede de computadores.A internet proporciona uma infinidade de ferramentas e utilidades, mas segundo dados da consultoria de pesquisas Nielsen Online, um estudo realizado no começo do ano destacou que 67% da população mundial acessam com maior frenquencia os sites de relacionamento e, no Brasil esse numero é de 80% .
A pesquisa destacou os brasileiros como os que mais acessam redes sociais e disponibilizam 23,1% do tempo em frente a internet para esse tipo de função, diferente do resto de mundo que ocupa somente 9,3% do tempo para navegar por esse segmento de sites.No Brasil as redes sociais estão aos poucos se definindo como uma imensa possibilidade de atrair as pessoas por afinidades e segmentá-las e distingui-las por grupos sociais que se diferenciam e interagem pela proximidade de pensamentos, idéias e mesmo contatos profissionais e comerciais, como uma grande praça global a espera de mais adeptos.
Para Alexandre Simões, webdesigner da Tray Sistemas as redes sociais aproximam pessoas e empresas. “Hoje a informação decola através das redes sociais direto para a casa, trabalho e dispositivos móveis das pessoas. A facilidade para a criação de informação gera cada vez mais conteúdo para se propagar, e têm proporcionado a fomentação de novas idéias em grande escala”.
Na projeção empresa- cliente, a relação com o mercado consumidor não poderia ser melhor. Considerando as ultimas pesquisas realizadas que apontam o consumidor brasileiro com um dos mais exigentes nas compras realizadas pela internet, e que 70% dos consumidores online levam em consideração a opinião de outros consumidores para realizar um compra pela internet, as redes sociais favorecem esse boca-a-boca.
Muitos empresários que estão presentes hoje no e-commerce, deram seus primeiros passos em redes sociais, vendendo seus produtos através de blogs e outros canais. Com o tempo o negócio foi crescendo e a necessidade de ter uma ferramenta voltada para atender uma demanda maior de clientes surgiu e então o passo seguinte foi a elaboração de uma loja virtual.
Algumas empresas estão utilizando também os blogs institucionais para ter um meio eficaz de comunicação com seus clientes, além do Twitter, conhecido como um micro-blogging, por aceitar somente 140 caracteres por cada post, é uma das ferramentas mais utilizadas pelos adeptos das redes de relacionamento, ele possibilita que pessoas com os mesmos objetivos profissionais e pessoais se conectem através de postagens curtas que contribuem para a propagação de conteúdo e informação interativa. “Utilizo como exemplo a Dell, que usa o Twitter para propagar seus produtos, ofertas e lançamentos. Em geral, o Twitter é uma ferramenta fantástica, que tem o poder de agradar a qualquer perfil de usuário, pois agrega em sua rede todo o tipo de informação que se possa imaginar”, conclui Simões.
Publicado por: Micheli Consani
Segundo dados da pesquisa global The Female Web, conduzida pelo The Future Laboratory, divulgada pelo portal internacional de tendências de consumo, LS:N Global (Life Style: News Global), o qual é representado no Brasil pela Voltage, as são mulheres responsáveis por 63% das compras on-line nos Estados Unidos. O estudo reflete sobre o domínio das mulheres na web e as influências dessa postura no cenário on-line, inclusive na reação dos anunciantes ao adotarem procedimentos de divulgação e comercialização de marcas, produtos e serviços.
No Brasil esses números não são diferentes. Os empresários brasileiros estão percebendo a adesão feminina ao comércio eletrônico e a influência que as mulheres possuem sobre os homens na hora da finalização de uma compra. Através desses dados as lojas virtuais estão focando seu planejamento de marketing no público feminino, criando maneiras das mulheres se sentirem familiarizadas com o hábito de fazerem compras, uma de suas práticas preferidas, só que no universo da web.
O estudo destaca ainda que as mulheres continuam sendo as principais consumidoras do mercado e, estão comprando mais pela internet, principalmente pela discrição e entrega a domicílio. Além disso, a mulher busca a satisfação pessoal, com pequenos luxos como sapatos, perfumes, cosméticos e acessórios. “A mulher é a grande força do consumo mundial, até mesmo em consumo tipicamente masculino, como carros”, comenta Carlos Ferreirinha, diretor-presidente da MCF Consultoria e Conhecimento.
Para Iuri de Paula, analista de usabilidade da Tray Sistemas, as lojas virtuais que possuem como público consumidor as mulheres tem que trabalhar o layout de forma diferenciada. Há estudos que caracterizam a mulher como um tipo diferenciado de consumidor e que deve ser tratada como única quando o foco for sua atenção. “Hoje em dia o layout das grandes lojas virtuais, na maioria delas lojas de departamentos, tende a seguir um modelo já consolidado de estrutura e apresentação, normalmente somos expostos a diversos produtos, diversos menus, opções e tudo com uma estética monocolor, em blocos e nada com muito apelo visual. As lojas mostram o maior número de produtos possíveis como se assim o cliente fosse comprar mais. Com as mulheres esse tipo de estrutura não convence, o apelo visual é maior e o modo de apresentar os produtos com um “toque feminino”, mais leve e mais estético pode vender mais e agregar valor aos produtos e a loja”.
Outro dado de destaque no nosso mercado é que os produtos que as mulheres procuram na internet, são artigos que dificilmente são encontrados em lojas físicas que atendem a certo tipo de prazer. De acordo com a 19a Edição do Relatório Web Shoppers publicado pela e-bit, as mulheres já representam 51% dos que compram pela internet brasileira, e os produtos mais comprados pela rede são livros, artigos de higiene e beleza, produtos de informática e eletrônicos.
O comércio trabalha hoje com uma mulher diferente, que possui uma independência na hora de fazer suas compras, ela procura o que quer, decide o que comprar e como pagar. Por esse motivo são mais críticas, mais exigentes e não querem só um produto, querem um diferencial. “As exigências vão além de uma venda comum, as mulheres não querem apenas comprar. Para isso cuidamos dos produtos, das embalagens e principalmente do envio. Queremos que ela perceba que nós pensamos em tudo, principalmente mantendo-a informada sobre o que está acontecendo com o pedido, através dos emails de confirmação de pagamento, de envio do produto, código de rastreamento, entre outros. Isso tranqüiliza e acalma a ansiedade feminina”, comenta Camila Iatecola, proprietária da loja virtual Beleza de Mulher (www.belezademulher.com.br).
Pensando nesse publico, as lojas virtuais que trabalham com artigos femininos estão cada vez mais preocupadas com a usabilidade da loja, sem perder o apelo estético, a fim de aumentar as vendas. Para de Paula, as lojas indicadas ao publico feminino, não seguem o padrão dos grandes magazines. “A mulher não se importa em dar 20 cliques em uma mesma página, desde que seja num ambiente bonito, agradável e com o qual ela simpatize. O público feminino gosta de se perder nos detalhes e ver muito conteúdo visual, a estética de revista de moda cai muito melhor que o de catálogo de ferramentas. A loja precisa trazer um espetáculo de fotos e imagens e ao mesmo tempo ser leve e contemporânea, essa aparência é importante para prender a atenção de seu cliente para que ele não sinta há necessidade de mudar de site”.
O investimento em um atendimento diferenciado é também um desafio para quem trabalha com o público feminino. A mulher que compra pela internet tem uma personalidade forte, mais audaciosa, independente e gosta de ser reconhecida por essas qualidades. “É preciso trabalhar cada mulher como única, cada cliente tem sua particularidade e esse é o nosso foco. Por atendermos a todos os tipos de consumidoras, trabalhamos com todos os diferenciais, tem quem prefere frete grátis, quem prefere desconto, quem prefere um atendimento diferenciado e quem é fiel a loja e ao seu produto independente disso tudo”, comenta Iatecola.
Para Camila, o importante é conseguir identificar a necessidade de cada cliente e trabalhar para atender as suas vontades e expectativas. “Nosso objetivo é fidelizar, entender o que fez a cliente comprar conosco e o que fará ela voltar a comprar e indicar a nossa loja. Acreditamos que trabalhar nisso e ter ferramentas que facilitem nosso trabalho é a chave para o sucesso. É preciso ter uma loja que a cliente se identifique, com um layout agradável, fácil de navegar e principalmente que ela possa encontrar com facilidade o que procura para comprar”, conclui.
Publicado por: Micheli Consani
As vendas de natal pelo comércio eletrônico desse ano estão prometendo um crescimento de 25% em relação ao mesmo período do ano passado. Essa expectativa é motivada pelos fatos já ocorridos no primeiro semestre, onde as vendas registraram um aumento de 27% em relação a 2008 e o tíquete médio chegou ao valor recorde de R$ 323,00 por compra.
O brasileiro se acostumou com o comércio eletrônico, 59% dos 2 milhões de novos e-consumidores que experimentaram das vantagens de se comprar através de lojas virtuais entre janeiro e julho desse ano pertencem a classe C.
A questão agora é possibilitar a inclusão digital de cada vez mais brasileiros, através da continuidade da redução dos preços de computadores e disponibilidade de internet banda larga de qualidade e baixo custo. Pois mais de 86% das pessoas que já compraram pela rede estão satisfeitas, continuarão a comprar e indicarão as compras pela web para as outras pessoas que estão chegando.
Vão se consolidar no comércio eletrônico todas as empresas que investirem na qualidade do atendimento e no respeito ao consumidor. Para isso é fundamental o satisfação de todas as expectativas geradas no momento da compra, um produto entregue em dia e de acordo com as especificações que o cliente está esperando é certeza de fidelização e indicação da loja.
Outro ponto importante para se observar é em relação a infra-estrutura da loja virtual, esteja atento para suportar o aumento de tráfego e acessos que o final de ano demanda.
E não podemos deixar de citar da necessidade do investimento em publicidade online para levar os consumidores até a sua loja virtual, nesse momento onde as pessoas estarão famintas por pesquisas sobre melhores ofertas e variedades de produtos os buscadores e os comparadores representam interessantes canais para divulgação.
Prepare a sua loja, transmita segurança, disponibilize canais de atendimento e capriche no merchandising das campanhas de divulgação das ofertas. Tenha um bom trabalho e conte conosco para o sucesso de seu negócio.
Publicado por: Reinaldo Martins
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59% dos 2 milhões de novos e-consumidores que experimentaram das vantagens de se comprar através de lojas virtuais entre janeiro e julho desse ano pertencem a classe C |
Com o aumento do número de internautas brasileiros de classes mais baixas e a popularização do comércio eletrônico as projeções de vendas para o final de ano são motivadoras. O ingresso da classe C no comércio eletrônico está sendo favorecida pela redução dos preços de computadores, conexão à internet e facilidade na aquisição de cartões de crédito. Essa nova legião de compradores digitais promete engrossar o volume de vendas no final desse ano.
De acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a chamada classe C é caracterizada por pessoas com renda familiar entre R$ 1.115 e R$ 4.807 por mês. A projeção é que no final do ano as vendas pelas internet aumente em 30% em relação ao mesmo período de 2008. Com o acesso fácil ao computador, internet e munidos de cartão de crédito, a expectativa é de que esses novos e-consumidores se aventurem pelas compras virtuais motivados pela comodidade de comprar sem precisar sair de casa, enfrentar filas, trânsito e ainda contar com uma grande variedade de produtos e facilidade de pagamento.
Segundo o portal de consultoria de mercado Data Popular, as chamadas classes C, D e E correspondem a 75% do numero de internautas no país e 63% desse montante acessa a internet de computador próprio instalado em domicílios. A consultoria destaca ainda que no período entre janeiro e julho de 2009, foi constatado que 2 milhões de pessoas tiveram sua primeira experiência com compras pela rede e desse total, 59% pertencem a classe C.
Para o portal e-bit, esses compradores da considerada classe C, correspondem a 10% do faturamento online no país. No total o e-commerce faturou no primeiro semestre do ano R$ 4,8 bilhões, representando um crescimento de 27% comparado ao ano passado, onde registrou um total de R$ 3,8 bilhões.
“Estimamos um crescimento promissor para o e-commerce esse ano, além do aumento da participação da classe C no mercado consumidor, os grandes players, estão fortalecendo suas vendas no varejo online e identificando nesse púbico um grande potencial de crescimento”, comenta Pedro Luiz Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas.
Essa é a hora das micro e pequenas empresas explorarem melhor o segmento. As possibilidades estão em todos os lugares. Ainda é pequeno o numero de empresas presentes no comércio eletrônico. “Apenas 6% dos empresários que estão no comércio físico estão presentes na internet, e a possibilidade de compra é enorme uma vez que muitas pessoas navegam pela rede 24 horas por dia e usam a ferramenta para procurar aquilo que querem ou idealizam comprar”, conclui Quissack.
Publicado por: Micheli Consani
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A principal vantagem é que diferente de seu antecessor, as janelas pop-up, ele não precisa ter uma função de habilitação no navegador para ser exibido |
Agora o sistema de criação e gerenciamento de lojas virtuais, Tray Commerce, possibilita a inserção de um novo formato de peça publicitária para merchandising da loja através do painel de administração. Trata-se do Banner flutuante.
O banner flutuante é exibido sobre a loja virtual, é um recurso muito interessante para destacar uma promoção, oferta especial ou ainda alguma informação importante. A principal vantagem é que diferente de seu antecessor, as janelas pop-up, ele não precisa ter uma função de habilitação no navegador para ser exibido.
Outra grande vantagem é a liberdade de criação proporcionada para os web designers, a criação em flash e a utilização de um background transparente podem resultar em peças muito interessantes.
Para inserir banners flutuantes em sua loja no painel de administração acesse o menu: Marketing/Gerenciar Banners.
A Agência Tray trabalha no desenvolvimento de peças publicitárias para o merchandising da loja. Entre em contato conosco através do e-mail: vendas@tray.com.br e solicite a sua campanha.
Publicado por: Reinaldo Martins