/ novembro, 2009

O ano de 2009 já está terminando e o comércio eletrônico está em alta. O crescimento acentuado nesse ano se dá principalmente ao aumento do numero de internautas, a entrada de grandes players e a inclusão das micro e pequenas empresas no segmento. Rodeados de publicidades atrativas e muitas vezes apresentando ao público ofertas arrasadoras, a facilidade na procura por diferentes tipos de produtos e preços torna o mercado de compras pela internet um imenso parque de diversões.

O que antes era privilégio de poucos, hoje torna-se uma ferramenta na mão de uma crescente parte da população que têm acesso a internet, seja no trabalho ou em casa, devido a baixa no preço dos computadores e a facilidade de acesso a rede. A classe C é considerada a fatia do mercado que mais cresce entre os consumidores on-line. A entrada de grandes redes do varejo popular na internet é prova que essa classe de consumidores está se expandindo e é importante fidelizar esse público.

O que antes era considerado apenas mais uma inovação tecnológica usada por poucos e em sua maioria por jovens, hoje mudou. Além da classe C, a internet, que antes era acessada em sua maioria, ou por profissionais de tecnologia ou por jovens, hoje faz parte da realidade de uma classe de pessoas mais abrangente.

Segundo pesquisa realizada pelo Ibope, os dados mostram que no período entre julho de 2005 e julho de 2006, dos brasileiros que fizeram compra pela Internet, apenas 19% tinham entre 35 e 44 anos. O mesmo período foi analisado entre os anos de 2007 e 2008 onde esse percentual subiu para 28%.Com a expansão desse publico de consumidores virtuais, o numero de fraudes pela internet também aumentou. Com isso, muitas pessoas ainda sentem receio de comprar pela rede ou mesmo investir em um negócio que não lhe pareça seguro.

Como comprar com segurança pela internet

Para Donato Pina, coordenador operacional da Tray Sistemas, alguns cuidados são fundamentais para que sua compra seja efetuada com sucesso.

1- O primeiro passo para quem vai realizar uma compra na internet é ter um bom antivírus, um firewall e em anti-spyware instalados na sua máquina e mantê-los sempre atualizados;

2- Nunca faça compras em computadores públicos ou lan-houses, pois alguém pode ter instalado algum tipo de programa espião e pode roubar os dados de contas bancárias e cartões de credito;

3- Ao escolher o produto faça uma pesquisa em sites comparadores de preços, a exemplo do Zura (www.zura.com.br), Buscapé (www.buscape.com.br), o Bondfaro (www.bondfaro.com.br) e CotaCota (www.cotacota.com.br). Eles listam as lojas virtuais que vendem o mesmo produto com seus respectivos valores;

4- Repare as formas de pagamentos oferecidas pelas lojas. Desconfie das lojas que trabalham somente com depósito bancário ou boleto bancário. Ao contrario do que as pessoas pensam, o cartão de crédito é o jeito mais seguro de efetuar uma compra pela internet. Para disponibilizar essa forma de pagamento a empresa tem que fazer um contrato com as operadoras ou utilizar uma ferramenta que faça a intermediação das vendas, dessa maneira é também mais fácil cancelar a compra caso haja algum tipo de problema;

5- Além das formas de pagamento é muito importante sempre procurar na loja telefones para contato e outras informações, como o CNPJ. Se mesmo assim não estiver certo sobre a loja entre em contato por telefone e solicite mais informações. Também é possível verificar a imagem da loja em sites como o ReclameAqui (www.reclameaqui.com.br) ou Procon;

6- Depois de escolhido a loja, finalize a compra, mas na hora de realizar o cadastro preste atenção na parte inferior do navegador e veja se tem um cadeado. Ele indica que os dados estão sendo criptografados, mas isso não garante a segurança. Clique nele e veja o certificado de segurança e sua validade;

7- Feito a compra salve e imprima o email de confirmação do pedido, esses são documentos essenciais caso ocorra algum problema. Acompanhe o status do seu pedido na central do cliente na loja onde realizou a compra e quando recebê-lo veja se a embalagem não está danificada;

Publicado por: Micheli Consani
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Com a expectativa de alcalçar um faturamento de R$ 10,5 bilhões esse ano, o comércio eletrônico comemora um crescimento significativo de 45% no segmento de vendas online nos últimos 10 anos no Brasil. Só esse ano, esse numero tende a aumentar 30% em relação a 2008, um vez que no ano passado as empresas com negócios destinado a vendas pela internet faturam o equivalente a R$ 8,2 bilhões.

Algunes fatores contribuíram positivamente para o crescimento e investimentos no setor. Com a entrada da classe C, o perfil do consumidor online vai ficando cada vez mais homogêneo e com necessidades diferentes. O Brasil possui hoje mais de 50 milhões de usuários de internet, as pessoas que tem entre 18 e 24 anos estão entre os principais consumidores de produtos online. As experiências positivas passadas através do boca-a-boca principalmente utilizando-se de meios como redes sociais, aumenta a confiança do consumidor e a popularidade do comércio eletrônico.

Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, a satisfação do consumidor com as compras online chegou ao recorde de 87% esse ano. “O brasileiro é muito chegado a novidades e a internet caiu no nosso gosto. Estamos entre os que mais passam tempo navegando pela rede e os que mais acessam sites de relacionamento do mundo, e assim como temos a nossa programação de TV interrompida com alguma oferta de venda a todo momento, também somos bombardeados por propagandas de promoções durante nossa navegada de todo dia. A grande diferença se dá pelo fato de a Internet nos dá a possibilidade de optarmos sermos interrompidos por alguma propaganda ou não. Ou seja, mais do que vender a web nos ajuda a comprar oferecendo serviços e produtos de nosso interesse, daí o fato das pessoas estarem cada vez mais satisfeitas com as compras online.”

As pessoas estão recorrendo a internet na procura por produtos diferenciados, com preços mais acessíveis, condições de pagamentos ampliadas, além da comodidade de poder comprar 24 horas por dia sem sair de casa e ainda poder comparar preços e ofertas em apenas um click. Os produtos mais procurados e vendidos pela internet são Livros e Cds/Dvds, seguidos de produtos de informática, eletrodomésticos e eletrônicos em geral.

Publicado por: Micheli Consani
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O Natal se aproxima e com isso a movimentação do comércio eletrônico entra em sua fase mais esperada. Segundo o portal de consultoria e-bit, foi divulgado essa semana, a perspectiva de 30% a mais no crescimento das vendas nesse Natal, comparado ao mesmo período do ano passado.

O período referente aos dias 15 de novembro e 24 de dezembro são considerados para o e-commerce, o mais significativo do ano. Estima-se que entre essas datas, por influência do Natal, o segmento atinja a marca de R$ 1,63 bilhão. No ano passado o setor atingiu a marca de R$ 1,25 bilhão no mesmo período.

Seguindo a boa fase dos negócios online, o comércio eletrônico, projeta faturar esse ano, 28% a mais que em 2008, podendo alcançar os R$ 10,5 bilhões. Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, esse crescimento do setor deve-se ao aumento do numero de pessoas conectadas a rede. “Dos mais de 50 milhões de internautas brasileiros, quase 20 milhões já compram pela internet. O brasileiro se apegou a web e naturalmente as vendas online vão crescer a medida que houver mais pessoas conectadas, haja vista que a facilidade para aquisição de cartões de crédito, meio de pagamento mais utilizado na net, aumenta principalmente entre as classes mais baixas.Pelo fato das pessoas terem o costume de presentear as outras no natal, o tíquete médio das compras também tendem a aumentar, a expectativa é de que cada e-consumidor gaste em média R$ 346,00 em compras nesse natal.”

De acordo com o e-bit, a estimativa é de que apenas 25% das pessoas que acessam a internet no Brasil de fato fazem compra na web, isso representa cerca de 17 milhões de e-consumidores. Entre os produtos mais procurados pelos internautas estão os livros, eletrodomésticos, eletrônicos e informática, produtos de saúde, beleza e medicamentos.

Publicado por: Micheli Consani
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Licenciamento

Agora com o nosso programa de licenciamento empresas e profissionais de internet poderão disponibilizar a criação de lojas virtuais para seus clientes sem a necessidade do desenvolvimento de tecnologia própria.

A Tray Sistemas é uma empresa sinônimo de inovação e tecnologia. Estamos há mais de 6 anos atuando na internet, desenvolvendo soluções para implementação de lojas virtuais. Nesse tempo o nosso sistema já atendeu a milhares de lojistas e serviu de local de compra para mais de 2 milhões de brasileiros. Enfim, temos orgulho de dizer que estamos contribuindo para o crescimento do comércio eletrônico do Brasil.

Agora com o nosso programa de licenciamento empresas e profissionais de internet poderão disponibilizar a criação de lojas virtuais para seus clientes sem a necessidade do desenvolvimento de tecnologia própria.

A primeira empresa a licenciar a tecnologia da Tray já atua no segmento de TI há mais de 15 anos. E entre os fatores que contribuíram para o licenciamento podemos destacar a possibilidade de uma entrada rápida em um mercado em franco desenvolvimento. “Uma das vantagens é em relação a rapidez com que você pode entrar no mercado, permitindo oferecer aos nossos clientes uma solução de e-commerce já comprovada, permitindo que nos concentramos na área comercial, ao invés da infraestrutura, suporte e contratação de funcionários.” Comenta o diretor da primeira empresa a licenciar a tecnologia da Tray.

“Esperamos ter uma participação muito grande no mercado de comércio eletrônico, e isso já para os próximos meses, acredito que através dessa parceria eu possa ajudar a estabelecer uma plataforma que fique cada vez mais robusta, além de dá o feedback dos meus clientes para criação de novas funcionalidades no sistema.”conclui.

Para mais informações sobre licenciamento da tecnologia da Tray acesse:
http://www.tray.com.br/?op=canais&opsub=licenciamento

Publicado por: Micheli Consani
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Editorial Tray Informa 18

Com a proximidade do final do ano, o comércio eletrônico projeta um fechamento com 25% a mais no volume de vendas em comparação ao obtido em 2008, chegando a uma marca recorde de 10 bilhões de reais em faturamento. Esses números se acrescentados aos 6% de crescimento do varejo físico são uma boa resposta à crise econômica que virou pop star mundial nesse ano.

As datas especiais foram as grandes estrelas para o aumento das vendas. O Dia das Mães foi a primeira e faturou 440 milhões de reais e cresceu 20% em comparação ao mesmo período do ano passado. A segunda melhor data para o e-commerce esse ano foi o Dia dos Namorados, que cresceu 21% e atingiu os 393 milhões de reais em no volume de vendas.

Esperado pelos lojistas e pelos consumidores o Natal promete fechar o ano com chave de ouro em relação ao crescimento do volume de vendas. As datas referentes ao Dia dos Pais e Dia das Crianças também fecharam acima do esperado. O Dia dos Pais faturou R$ 405 milhões seguidos pelo maior faturamento do ano, que foi de R$ 450 milhões de reais referente ao Dia das Crianças que cresceu 25% em relação a 2008.

Os produtos mais vendidos durante o ano foram os livros, assinaturas de revistas e jornais. Em segundo lugar estão os artigos de saúde, beleza e medicamentos. Em terceiro lugar os produtos de informática, os eletrodomésticos ficaram em quarto lugar com um aumento considerável de vendas impulsionadas pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Entre os principais fatores que estão contribuindo para o crescimento das vendas no comércio eletrônico nesse ano podemos citar o aumento do número de e-consumidores, principalmente os da classe C, que encontram cada vez mais facilidade na aquisição de computadores, acesso banda larga e cartões de crédito e ainda o ingresso de grandes varejistas tradicionais na rede como o Wal Mart e as Casas Bahia, o que aumenta a popularidade do comércio eletrônico.

Enfim, estamos no último semestre de 2009 e contamos com um consumidor mais habituado e experiente no que se refere a comprar pela internet. A conveniência de poder ter acesso a uma variedade muito grande de produtos, pesquisar preços e comprar com facilidade no pagamento sem precisar sair de casa certamente terá um grande peso na hora do consumidor decidir qual o melhor meio para fazer as compras nesse final de ano.

Publicado por: Reinaldo Martins
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Mulheres na Internet

De acordo com a 19a Edição do Relatório Web Shoppers publicado pela e-bit, as mulheres já representam 51% dos que compram pela internet brasileira.

Segundo dados da pesquisa global The Female Web, conduzida pelo The Future Laboratory, divulgada pelo portal internacional de tendências de consumo, LS:N Global (Life Style: News Global), o qual é representado no Brasil pela Voltage, as são mulheres responsáveis por 63% das compras on-line nos Estados Unidos. O estudo reflete sobre o domínio das mulheres na web e as influências dessa postura no cenário on-line, inclusive na reação dos anunciantes ao adotarem procedimentos de divulgação e comercialização de marcas, produtos e serviços.

No Brasil esses números não são diferentes. Os empresários brasileiros estão percebendo a adesão feminina ao comércio eletrônico e a influência que as mulheres possuem sobre os homens na hora da finalização de uma compra. Através desses dados as lojas virtuais estão focando seu planejamento de marketing no público feminino, criando maneiras das mulheres se sentirem familiarizadas com o hábito de fazerem compras, uma de suas práticas preferidas, só que no universo da web.

O estudo destaca ainda que as mulheres continuam sendo as principais consumidoras do mercado e, estão comprando mais pela internet, principalmente pela discrição e entrega a domicílio. Além disso, a mulher busca a satisfação pessoal, com pequenos luxos como sapatos, perfumes, cosméticos e acessórios. “A mulher é a grande força do consumo mundial, até mesmo em consumo tipicamente masculino, como carros”, comenta Carlos Ferreirinha, diretor-presidente da MCF Consultoria e Conhecimento.

Para Iuri de Paula, analista de usabilidade da Tray Sistemas, as lojas virtuais que possuem como público consumidor as mulheres tem que trabalhar o layout de forma caracterizada. Há estudos que caracterizam a mulher como um tipo diferenciado de consumidor e que deve ser tratada como única quando o foco for sua atenção. “Hoje em dia o layout das grandes lojas virtuais, na maioria delas lojas de departamentos, tende a seguir um modelo já consolidado de estrutura e apresentação, normalmente somos expostos a diversos produtos, diversos menus, opções e tudo com uma estética monocolor, em blocos e nada com muito apelo visual. As lojas mostram o maior número de produtos possíveis como se assim o cliente fosse comprar mais. Com as mulheres esse tipo de estrutura não convence, o apelo visual é maior e o modo de apresentar os produtos com um “toque feminino”, mais leve e mais estético pode vender mais e agregar valor aos produtos e a loja”.

Outro dado de destaque no nosso mercado é que os produtos que as mulheres procuram na internet, são artigos que dificilmente são encontrados em lojas físicas que atendem a certo tipo de prazer. De acordo com a 19a Edição do Relatório Web Shoppers publicado pela e-bit, as mulheres já representam 51% dos que compram pela internet brasileira, e os produtos mais comprados pela rede são livros, artigos de higiene e beleza, produtos de informática e eletrônicos.

O comércio trabalha hoje com uma mulher diferente, que possui uma independência na hora de fazer suas compras, ela procura o que quer, decide o que comprar e como pagar. Por esse motivo são mais críticas, mais exigentes e não querem só um produto, querem um diferencial. “As exigências vão além de uma venda comum, as mulheres não querem apenas comprar. Para isso cuidamos dos produtos, das embalagens e principalmente do envio. Queremos que ela perceba que nós pensamos em tudo, principalmente mantendo-a informada sobre o que está acontecendo com o pedido, através dos emails de confirmação de pagamento, de envio do produto, código de rastreamento, entre outros. Isso tranqüiliza e acalma a ansiedade feminina”, comenta Camila Iatecola, proprietária da loja virtual Beleza de Mulher (www.belezademulher.com.br).

Pensando nesse publico, as lojas virtuais que trabalham com artigos femininos estão cada vez mais preocupadas com a usabilidade da loja, sem perder o apelo estético, a fim de aumentar as vendas. Para de Paula, as lojas indicadas ao publico feminino, não seguem o padrão dos grandes magazines. “A mulher não se importa em dar 20 cliques em uma mesma página, desde que seja num ambiente bonito, agradável e com o qual ela simpatize. O público feminino gosta de se perder nos detalhes e ver muito conteúdo visual, a estética de revista de moda cai muito melhor que o de catálogo de ferramentas. A loja precisa trazer um espetáculo de fotos e imagens e ao mesmo tempo ser leve e contemporânea, essa aparência é importante para prender a atenção do cliente para que ele não sinta a necessidade de mudar de site”.

O investimento em um atendimento diferenciado é também um desafio para quem trabalha com o público feminino. A mulher que compra pela internet tem uma personalidade forte, mais audaciosa, independente e gosta de ser reconhecida por essas qualidades. “É preciso trabalhar cada mulher como única, cada cliente tem sua particularidade e esse é o nosso foco. Por atendermos a todos os tipos de consumidoras, trabalhamos com todos os diferenciais, tem quem prefere frete grátis, quem prefere desconto, quem prefere um atendimento diferenciado e quem é fiel a loja e ao seu produto independente disso tudo”, comenta Iatecola.

Para Camila, o importante é conseguir identificar a necessidade de cada cliente e trabalhar para atender as suas vontades e expectativas. “Nosso objetivo é fidelizar, entender o que fez a cliente comprar conosco e o que fará ela voltar a comprar e indicar a nossa loja. Acreditamos que trabalhar nisso e ter ferramentas que facilitem nosso trabalho é a chave para o sucesso. É preciso ter uma loja que a cliente se identifique, com um layout agradável, fácil de navegar e principalmente que ela possa encontrar com facilidade o que procura para comprar”, conclui.

Publicado por: Micheli Consani
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Embalagem Presente

Após a ferramenta estar integrada na loja virtual o lojista define quantas embalagens e cartões de mensagens deseja disponibilizar para os compradores.

A Tray Sistemas sempre orientada as tendências do mercado e necessidades dos lojistas virtuais que utilizam a nossa plataforma de e-commerce para o gerenciamento e administração de vendas pela internet, passa a disponibilizar maior possibilidade de customização das lojas virtuais de acordo com as particularidades de cada negócio.

Estamos disponibilizando algumas ferramentas especiais com possibilidade de integração nas lojas no formato de Recursos Extras. Um desses Recursos bastante interessante para as vendas de final de ano é a possibilidade de envio dos produtos em embalagens de presente com cartão de mensagem.

Como funciona?
Após a ferramenta estar integrada na loja virtual o lojista define quantas embalagens e cartões de mensagens deseja disponibilizar para os compradores, cada produto ou departamento da loja poderá contar com uma embalagem específica.

Essas embalagens e cartões poderão ter seu custo adicionado no valor final da compra ou disponibilizado gratuitamente no formato de promoção da loja.

No momento da finalização da compra o comprador seleciona se deseja receber o produto em embalagem de presente ou não.

Como integrar a embalagem de presente em minha loja?
Para integrar essa ferramenta em sua loja virtual entre em contato com a equipe de atendimento da Tray: atendimento@tray.com.br

Publicado por: Reinaldo Martins
Categorias: Tray Informa

Fala Cliente

Fala Cliente

Entrevista com lojista Henrique Bertan que usa o comércio eletrônico para expandir as vendas do varejo físico.

1. Qual a sua experiência com vendas pela internet?Quando começou?
Minha família toda trabalha com comércio e cresci no meio de vendas em loja física. Em 2006 resolvi iniciar algumas vendas através da internet em site de leilões. Foi um início bem tímido, mas em pouco tempo já enxergamos o imenso potencial da web.

2. Como a internet contribuiu para o aumento das vendas, e para a propagação da marca da empresa?
Inicialmente o nosso negócio compreendia a atuação em uma pequena cidade do interior de São Paulo, com 180.000 habitantes. A ampliação só foi possível devido a internet, que proporcionou a abertura da empresa para milhões de consumidores e logicamente o aumento do faturamento que foi conseqüência.

3. Quais os diferenciais que a fizeram optar pelo sistema da Tray?
A Tray é muito importante para nossa empresa. Quando começamos a vender pela internet, tínhamos uma limitação enorme nas vendas, pois o gerenciamento era muito difícil. Assim que adotamos o sistema pudemos de fato montar nossa loja virtual com todos os recursos tecnológicos e focar de fato onde desejávamos, nos clientes. A Tray possui uma equipe muito competente de profissionais de internet e assessores que estão sempre prontos para atender nossas necessidades. Recentemente mudamos nosso layout e logomarca, o que nos deixou bastante satisfeitos com o resultado.

4. Quais as principais diferenciais da Digital Bertan?
Nossa empresa optou pelo diferencial para se destacar frente à concorrência se especializando em garantir aos nossos clientes os melhores produtos pelos melhores preços com entrega rapidíssima.

5. Quais as vantagens de vender pela Internet?
É um mercado novo com muito espaço para crescimento, onde você pode começar sem grandes investimentos e trabalhar com públicos diferenciados, além de poder vender para o Brasil inteiro, 24 horas por dia, todos os dias da semana.

A Digital Bertan é cliente Premium da Tray e junto com a gente está fazendo história no comércio eletrônico Brasileiro.

www.digitalbertan.com.br

Publicado por: Micheli Consani
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Com o crescimento mundial do comércio eletrônico algumas empresas estão apostando casa vez mais nessa modalidade de comércio que está se tornando uma freqüente em nossa sociedade global. O acesso aos mais diferentes tipos de informação, possibilita o usuário da rede, a conexão com o mundo e as possibilidades que ele pode oferecer.

Na ponta desse crescimento, o Google anunciou semana passada, o Google Commerce Search, uma ferramenta de busca de sites de comércio eletrônico similares aos brasileiros Buscapé e Zura. Segundo informações do Google postadas em seu blog oficial, muitos recursos já estão disponíveis para os usuários, incluindo o verificador ortográfico de textos e reconhecimento de sinônimos.

Esse novo serviço oferecido pela ferramenta possibilita, segundo o próprio blog da empresa, que os varejistas possam enviar seus catálogos de produtos a serem rastreados na rede e o lojista pode criar promoções para que determinados itens apareçam no topo resultados e ainda assim personalizar o aspecto da forma como aparecem os resultados da pesquisa. Quando encontrados, os produtos aparecem para o cliente no próprio site de busca.

Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas,a ferramenta Adwords do Google já recebe a maior parte dos investimentos em publicidade online por todo o mundo. Esse gigante da internet virou a principal referência para as pessoas que buscam satisfazer a necessidade do encontro de qualquer tipo de informação. “É uma questão de tempo para os consumidores se acostumarem a comprar mais pela internet do que pelo varejo tradicional. Pois a web mais do que vender, ajuda as pessoas a comprarem por meio das inúmeras ferramentas de pesquisa por preços e informações sobre produtos”.

“Até o final do ano, o serviço só estará disponível somente no Reino Unido e nos Estados Unidos. ” Certamente o Google está de olho nesse cenário de expressivo crescimento, pois somente no Brasil já há expectativas de um faturamento em torno de 25 bilhões de reais em 2012″, conclui Martins.

Publicado por: Micheli Consani
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A internet com o passar do tempo, habituou seu usuário com descontos e ofertas relâmpagos que acontecem em horas e dias inusitados pela rede. A divulgação, que antes era promovida pelo próprio site da empresa, agora amplia seu publico e abusa das ferramentas como e-mail marketing e redes sociais como twitter, blog e sites de relacionamento, que permite ao usuário acompanhar em tempo real das promoções instantâneas oferecidas pelas empresas.

Esse hábito de comprar pela internet está diretamente ligado aos usuários de diversos tipos de canais presentes na rede. A intenção de compra gera pela web, o hábito de acompanhar os sites de venda online das principais redes varejistas pode render bons descontos na compra de produtos diversos.

Para Pedro Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, é comum que as lojas ofereçam essas ofertas em épocas estratégicas que antecedem as datas sazonais com maior intenção de compra. “ Essas promoções atraem os clientes que não tinham a intenção de compra, isso gera um fluxo alto na loja e permite que os estoques não fiquem parados com produtos que serão renovados pelas mercadorias novas lançadas em datas comemorativas”.

Além disso, algumas lojas estão aproveitando para parcelar em até 12 vezes, mesmo os produtos que estão na promoção. Para Eugenio Foganholo, diretor da consultoria de varejo Mixxer, esse tipo de oferta funciona como uma “isca” para o consumidor que navega pelo site da loja, que ao pesquisar, acaba ampliando sua possibilidade de compra com a visualização de outros produtos.

A exemplo de sites como Americanas.com, Fast Shop e Saraiva, as chamadas etiquetas vermelhas, ou “só hoje”, apresentam produtos com valores de descontos significativos que podem chegar aos 50% principalmente os relacionados a informática e eletrodoméstico. “As lojas virtuais aproveitam esses períodos curtos e fora do horário habitual de pico para atrair essa clientela com maior poder de compra”, conclui Quissack.

Publicado por: Micheli Consani
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