/ janeiro, 2010

Editorial Tray Informa - edição 20

O ano de 2009 ficou marcado pelo aumento do número de internautas que está contribuindo diretamente para o crescimento do comércio eletrônico no Brasil. Segundo pesquisa da Internet Pop, realizada pelo IBOPE Mídia, o acesso a internet aumentou 10% entre 2008 e 2009, o que representa 25 milhões de brasileiros a mais conectados na rede.

Para 2010, as estimativas de crescimento continuam. A internet está tornando-se popular no Brasil e conquistando novos adeptos das classes C e até D pela facilidade na hora de realizar um compra por meio de uma loja virtual. Além da comodidade, o consumidor está aprendendo a utilizar outras vantagens da web como: pesquisar preços e produtos.

No entanto, a entrada das micro e pequenas empresas no e-commerce ainda não é muito expressiva. Segundo resultados da pesquisa feita pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que entrevistou 1.201 empresários para mapear a influência da internet sobre seus negócios, apontou que o comércio eletrônico ainda tem muito espaço para crescer. Das empresas entrevistadas, 34% não estão inseridas na rede através de um web site institucional promovendo sua marca, produtos e serviços. Outro dado mostrado pela pesquisa, destacou que do numero total de comerciantes abordados, 64% estão fora do e-commerce.

A pesquisa aponta ainda outro dado curioso em relação a inclusão digital dos comerciantes brasileiros. Os comerciantes são apontados como o setor que menos investe em sites próprios para divulgação de sua marca ou produto, apenas 60% das empresas de varejo possuem sites. Na indústria esse número salta para 80%.

A pesquisa também mostra que o investimento em uma plataforma de e-commerce para lojas virtuais é bastante positivo, 435 empresas que usam a rede para comprar e vender afirmam que houve durante o ano um aumento de 38% das vendas. Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, diz que muitos empresários e comerciantes ainda não estão no segmento de vendas pela rede por desconhecerem suas vantagens. “Uma das principais dificuldades da pequena e da microempresa é a falta de estrutura: eles acreditam que terão uma sobrecarga de trabalho”, diz.

Esse ano o perfil do consumidor online ficará mais heterogêneo e com necessidades diferentes. O Brasil possui hoje mais de 50 milhões de usuários de internet, as pessoas que tem entre 18 e 24 anos estão entre os principais consumidores de produtos online. As experiências positivas passadas através do “boca-a-boca”, principalmente utilizando-se de meios como redes sociais serão as principais referências utilizadas na hora da escolha de um local para a compra.

Ainda falando de 2009, as datas especiais foram as grandes estrelas para o aumento das vendas. Somente no Natal o e-commerce faturou 1,6 bilhões de reais, seguido pelo Dia das Mães com faturamento de 440 milhões de reais e crescimento de 20% em comparação ao mesmo período do ano passado. A terceira melhor data para o e-commerce foi o Dia dos Namorados, que cresceu 21% e atingiu os 393 milhões de reais no volume de vendas.

Os consumidores estão recorrendo a internet na procura por produtos diferenciados, com preços mais acessíveis e condições de pagamentos facilitadas. Os produtos mais vendidos durante o ano passado foram os livros, assinaturas de revistas e jornais. Em segundo lugar estão os artigos de saúde, beleza e medicamentos. Em terceiro lugar os produtos de informática, os eletrodomésticos ficaram em quarto lugar com um aumento considerável de vendas impulsionadas pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Um dado positivo para 2010 é a projeção de 21% de crescimento para o setor de telecomunicações. De acordo com o levantamento da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), esse índice será alcançado pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), iniciativa do governo federal que visa massificar o uso da internet rápida no país e tem meta de alcançar 90 milhões de acessos individuais até 2014.

Publicado por: Reinaldo Martins
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Tray 2010

Uma obra que muito nos orgulha já foi iniciada, a nossa nova casa de inovações, que abrigará o nosso pensamento que está sempre no futuro logo estará concluída.

Em 2010, a nossa vontade incessante de projetar os nossos clientes no mercado, pelejando contra os desafios diários de um segmento que a cada dia torna-se mais competitivo e amplo, faz com que a intensidade e a capacidade de nosso trabalho sejam ampliadas e renovadas constantemente.

Em dezembro do ano passado os fundadores da Tray, Willians e Walter Leandro Marques, que então ocupavam os cargos de Diretor de Tecnologia e Diretor Executivo da Pagamento Digital, anunciaram a venda de 15% das cotas remanescentes dessa empresa ao Grupo BuscaPé, que na ocasião foi vendido para o conglomerado de mídia sul-africano, Naspers. Nessa movimentação, os fundadores reassumem as posições de direção atenuando o impulso em direção ao crescimento da empresa e ampliação dos negócios.

Durante todo o período que estiveram na Pagamento Digital, Walter Leandro e Willians estiveram a frente de todo o projeto que resultou em um grande crescimento da empresa e posicionamento no mercado como a plataforma de gerenciamento de pagamentos online mais segura da internet. Agora, finalizou-se este ciclo e surgem novos desafios e oportunidades. “Tanto no Brasil quanto na América Latina o comércio eletrônico e os meios de pagamentos crescerão acima da casa de dois dígitos por muitos anos. Isso nos motiva a desenvolver soluções inovadoras que atendam a essas necessidades latentes. Aperfeiçoamos nossos conhecimentos e adquirimos mais experiência trabalhando no Grupo Buscapé ao lado de pessoas extremamente competentes e pretendemos atuar em outros segmentos que complementem os produtos e serviços que comercializamos, transformando a Tray na empresa mais completa em soluções para comércio eletrônico”,comenta Walter Leandro Marques.

As primeiras manobras que visam atender os clientes da Tray com soluções de qualidade e velocidade constantemente ampliadas já foram executadas. O time de tecnologia que atua no desenvolvimento de inovações em nossa plataforma de comércio-eletrônico, novos produtos e em uma nova ferramenta para implementação e administração de shoppings online que disponibilizará tecnologia para que micros e pequenos empresários de todo o Brasil estejam atuando na internet recebeu quatro novos integrantes.

O desejo de falar cada vez mais de perto com os nossos clientes, seja através de e-mail ou telefone, fez com que o time de atendimento e suporte fosse reforçado com a chegada de seis novos profissionais.

A Tray sabe que o sucesso da loja de nossos clientes depende da experiência de compra, navegação e usabilidade transmitida para os compradores, alinhada com essa questão a Agência da Tray também recebeu 3 novos reforços que atuarão desenvolvendo projetos de design, otimização e publicidade que tem como objetivo alavancar o negócio dos lojistas.

Em paralelo a esse cenário uma obra que muito nos orgulha já foi iniciada, o nosso quartel general, o prédio que abrigará toda a nossa vontade de fazer acontecer e trabalhar para o crescimento do comércio eletrônico do Brasil logo estará concluído. Lá pretendemos abrigar mais de uma centena de colaboradores além de atender e receber nossos clientes para reuniões, workshops e palestras.

Publicado por: Reinaldo Martins
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Cartão de Crédito

A tendência desse tipo de financiamento é aumentar a cada ano, pela facilidade e pelo aumento do numero de pessoas que estão utilizando a internet como seu novo canal de compras.

O crescimento do comércio eletrônico está proporcionando ao consumidor cada vez mais comodidade na hora de realizar sua compra pela rede. Segundo dados divulgados pelo Banco do Brasil, o BB Crediário Internet, registrou em dezembro de 2009, um aumento de 64% nas concessões de crédito para compras online, um recorde desde outubro do mesmo ano.

Destinado ao financiamento de bens e serviços comprados pela internet, o crédito tem crescido significativamente nos últimos meses. Miguel de Oliveira, vice-presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), atribui esse crescimento em função das facilidades que ele apresenta. “É um processo cômodo, o consumidor não precisa ir à agência ou assinar um contrato. Trata-se de um crédito pré-aprovado diferente de fazer um crediário em uma loja física, onde é necessário levar um comprovante de renda e passar por uma aprovação de cadastro. Não ter que passar por isso seduz muito”, explica.

Para Donato Pina, gerente comercial da Tray Sistemas, a opção de entrar em um financiamento para compras pela internet está sendo bastante procurada pela facilidade de não precisar do deslocamento físico e nem a perda de tempo habitual que deriva da demora no atendimento. “A facilidade da internet está na opção de horários diferenciados para compras, analise de riscos, pesquisas de preços e opções mais vantajosas. A compra cautelosa e estudada pode ser realizada em algumas horas e do seu local preferido”.

Outra vantagem destacada por Oliveira, é que o crédito para financiamento no comércio eletrônico, não possui taxas muito altas comparadas com as do cartão de crédito e do cheque especial. “Essas taxas se situam entre 4% e 4,5% ao mês, em média. Mas em algumas lojas chegam a 3%. Por ser mais baixa que a maioria das taxas cobradas em crediários de lojas físicas, torna mais vantajoso ao consumidor”.

Pina comenta que a tendência desse tipo de financiamento é aumentar a cada ano, pela facilidade e pelo aumento do numero de pessoas que estão utilizando a internet como seu novo canal de compras. “Só em 2009, o numero de internautas aumentou em 25%, apenas no Natal foram 4 milhões de novos e-consumidores, além disso a entrada das classe C no segmento, popularizou o acesso a rede e trouxe mais opções para os consumidores. Só é preciso estudar a proposta certa e ter cautela na hora de decidir a opção mais vantajosa para compra”, finaliza.

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Tray Informa

Comunicação

O nosso maior desejo é utilizar a nossa voz para falar sobre o negócio de lojistas, que junto com a Tray estão fazendo história no comércio eletrônico brasileiro.

Quem disse que experiência tem relação com um longo tempo, é apenas 1 ano e alguns meses, plena juventude recheada de anseios e curiosidades. Nesse tempo o Departamento de Marketing da Tray com o apoio de sua assessoria de imprensa, na qual também é interna, produzindo e propagando informações sobre o comércio eletrônico para todo o Brasil já teve a sua voz ouvida e propagada com destaque por muitas vezes.

Jornal do Brasil, Portal e-Bit, Revista Fator Brasil, Diário do ABC, UOL Economia, Info Money, R7, TV CNT, Portal Baguete, entre outros meios, blogs e comunidades relacionadas com comércio eletrônico constantemente publicam o que nós estamos falando sobre o mercado e sobre os nossos clientes.

Isso tudo nos da credibilidade e nos fez virar referência. Fato comprovado quando as pessoas procuram por “notícias e-commerce” no Google. O Blog da Tray (blog.tray.com.br) que concentra todas as informações que divulgamos há muito tempo é mostrado no primeiro resultado.

O nosso maior desejo é utilizar a nossa voz para falar sobre o negócio de lojistas, que junto com a Tray estão fazendo história no comércio eletrônico brasileiro. É para isso que estamos aqui! Para propagar pelas ondas da rede o trabalho dos e-empreendedores que contribuem para o avanço comercial do Brasil.

Publicado por: Reinaldo Martins
Categorias: Tray Informa

Grandes empresas e novas parcerias fizeram de 2009 um ano bem promissor para o comércio eletrônico. De olho no aumento do número de consumidores online, muitas empresas modificaram seus sites e otimizaram seus sistemas de compras para competir por uma maior quantidade de cliques em seus produtos.

Anunciada em fevereiro de 2009, a entrada das Casas Bahia no segmento deu início a inúmeras transformações de lojistas do setor durante todo o ano. Algumas lojas atualizaram seus sites, dinamizando a informação e facilitando a navegação na rede, a exemplos do Magazine Luiza e do extra.com. Nos segundo semestre foi divulgado o retorno da Mesblá somente no meio virtual e a compra do Ponto Frio pelo Grupo Pão de Açucar.

Outra novidade que movimentou o comércio online ainda no final do ano, foi o anuncio da possível união entre Casas Bahia, Extra Eletro e Ponto Frio, gerando especulações e dúvidas sobre um provável monopólio das empresas de varejo virtual que levou as empresas ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O órgão é o responsável no Brasil por garantir a concorrência entre as empresas no Brasil.

Esse ano promete não ser diferente. Há muito tempo especula-se a entrada da francesa Carrefour nas vendas pela rede. A companhia anunciou que ainda no primeiro semestre desse ano ingressará no mercado de comércio eletrônico no País, sabendo da concorrência acirrada com o Grupo Pão de Açucar que divulgou nessa quarta (20) seu plano de investimentos e atualizou o mercado sobre reunir em uma só empresa e distinta os negócios de comércio eletrônico do Pão de Açúcar, Ponto Frio, Extra e Casas Bahia.

Esperado para 2010 é também a loja virtual da Mesblá para abril, com um site de comércio eletrônico segmentado para o público feminino que atenderá com exclusividade somente por meio da internet. Outra novidade é que além da Mesbla, o Mappin, ambas marcas ícones de lojas de departamento que faliram em 1999, pertencentes ao empresário Ricardo Mansur, planejam voltar ao segmento com força total.

O Mappin, foi comprado pela loja Marabraz em dezembro do ano passado por R$ 5 milhões, divulgou que pretende voltar com a marca para o comércio eletrônico em 2013. Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, avalia essas mudanças como positivas. “O comércio eletrônico no Brasil em 2009 faturou um pouco mais de R$ 10 bilhões, segundo as estimativas. Para 2013 esse valor deve ultrapassar os R$ 25 bilhões. Esses números são empolgantes para o varejo que gradualmente vêm aumentando significamente os investimentos na web. Somado a isso está a mudança nas hábitos das pessoas, em países como a Inglaterra os jovens já passam mais tempo navegando na Internet do que assistindo a TV. Os brasileiros são os que mais passam tempo navegando em média e isso fez com que o investimento em publicidade na Web ultrapassasse na TV fechada. Concluindo, em breve a internet será o meio de compras preferido pelas pessoas e o que receberá a maior parte dos investimentos por parte das empresas.”

Publicado por: Micheli Consani
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Divulgado pelo portal e-Bit, pesquisa destaca que o e-commerce movimentou no período entre 15 de novembro e 24 de dezembro R$ 1,6 bilhão, crescimento de 28% em relação ao mesmo período do ano passado. Este crescimento das transações on-line está ligado ao aumento de usuários, que cresceu 10% a mais em 2009 chegando aos 25 milhões de novos usuários. Somente no período do Natal esse numero aumentou em 4 milhões de novos e-consumidores.

A pesquisa revelou que o consumidor procura cada vez mais produtos com valores altos, principalmente os de informática e eletrodomésticos. A tendência para 2010 é que o ticket médio das compras aumente ainda mais. Em 2009 os produtos mais vendidos foram: 1º lugar – livros; 2º - eletrodomésticos; 3º - saúde, beleza e medicamentos; 4º - informática e 5º eletrônicos. A entrada de grandes marcas, o cumprimento de prazos, preços competitivos e facilidades de pagamento, estão atraindo esses compradores e fidelizando esses clientes

Para Pedro Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, essa mudança no comportamento dos compradores está acontecendo pela confiança do consumidor na hora de comprar pela rede. “O consumidor vem ganhando confiança nas compras on-line em decorrência das diferentes ferramentas desenvolvidas que favorecem as transações seguras. Empresas de intermediação de pagamento que garantem a entrega dos produtos e recursos de criptografia e proteção de dados utilizados pela grande maioria das lojas virtuais transmitem segurança ao consumidor.Além disso, sites especializados na avaliação de lojas virtuais fornecem listas de lojas confiáveis e permitem que os consumidores troquem opiniões e experiências de compra, incentivando novos compradores a experimentar o comércio eletrônico sem receio”, conclui.

Publicado por: Micheli Consani
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Aumento do número de internautas está contribuindo diretamente para o crescimento do comércio eletrônico no Brasil. Segundo pesquisa da Internet Pop, realizada pelo IBOPE Mídia, o acesso a internet aumentou 10% entre 2008 e 2009. Os dados apontam um crescimento de mais de 25 milhões de brasileiros conectados na rede.

Outro fator em destaque é a facilidade do acesso a rede, principalmente por meio de aparelhos móveis. A pesquisa destaca que nas regiões metropolitanas, 66% dos 17 mil entrevistados, quando não por computadores convencionais tem acesso a rede por meio de aparelhos celulares.

Para Reinaldo Martins, essa democratização do acesso a rede mundial de computadores só vem a favorecer o comércio eletrônico. “Comprar pela internet é mais prático, cômodo e rápido. Sem contar a imensa variedade de produtos ao alcance do consumidor que nem sequer precisa sair de sua casa. Vai ser uma questão de tempo para a rede ser o meio de compras preferido pela maior parte dos brasileiros, o acesso à web torna-se cada vez mais acessível e a disponibilização de meios de pagamentos que facilitam o parcelamento de compras é cada vez maior.”

Além disso, esperamos para esse ano um crescimento maior ainda. Em 2009, segundo dados da consultoria e-bit, somente no período do Natal houve alta de 28% no numero de internautas chegando a quatro milhões de novos e - consumidores, comparando com o mesmo período em 2008.

Para 2010, a expectativa será maior ainda, com a entrada da classe C no comércio eletrônico e grandes marcas, o segmento tem como objetivo a inclusão digital das micro e pequenas empresas no mercado para garantir maior diversidade de produtos e opções uma vez que apenas 6% dos comerciantes físicos estão presentes no varejo virtual.

A projeção de crescimento para o setor de telecomunicações é de 21% em 2010, impulsionados pelo aumento de usuários de internet. De acordo com o levantamento da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), esse índice será alcançado pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), iniciativa do governo federal que visa massificar o uso da internet rápida no país e tem meta de alcançar 90 milhões de acessos individuais até 2014.

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce, Economia, Fique por Dentro, É Importante Saber

O crescimento do comércio eletrônico está proporcionando ao consumidor cada vez mais comodidade na hora de realizar sua compra pela rede. Segundo dados divulgados pelo Banco do Brasil, o BB Crediário Internet, registrou em dezembro de 2009, um aumento de 64% nas concessões de crédito para compras online, um recorde desde outubro do mesmo ano.

Destinado ao financiamento de bens e serviços comprados pela internet, o crédito tem crescido significativamente nos últimos meses. Miguel de Oliveira, vice-presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), atribui esse crescimento em função das facilidades que ele apresenta. “É um processo cômodo, o consumidor não precisa ir à agência ou assinar um contrato. Trata-se de um crédito pré-aprovado diferente de fazer um crediário em uma loja física, onde é necessário levar um comprovante de renda e passar por uma aprovação de cadastro. Não ter que passar por isso seduz muito”, explica.

Para Donato Pina, gerente comercial da Tray Sistemas, a opção de entrar em um financiamento para compras pela internet está sendo bastante procurada pela facilidade de não precisar do deslocamento físico e nem a perda de tempo habitual que deriva da demora no atendimento. “A facilidade da internet está na opção de horários diferenciados para compras, analise de riscos, pesquisas de preços e opções mais vantajosas. A compra cautelosa e estudada pode ser realizada em algumas horas e do seu local preferido”.

Outra vantagem destacada por Oliveira, é que o crédito para financiamento no comércio eletrônico, não possui taxas muito altas comparadas com as do cartão de crédito e do cheque especial. “Essas taxas se situam entre 4% e 4,5% ao mês, em média. Mas em algumas lojas chegam a 3%. Por ser mais baixa que a maioria das taxas cobradas em crediários de lojas físicas, torna mais vantajoso ao consumidor”.

Pina comenta que a tendência desse tipo de financiamento é aumentar a cada ano, pela facilidade e pelo aumento do numero de pessoas que estão utilizando a internet como seu novo canal de compras. “Só esse ano, o numero de internautas aumentou em 25%, apenas no Natal foram 4 milhões de novos e-consumidores, além disso a entrada das classe C no segmento, popularizou o acesso a rede e trouxe mais opções para os consumidores. Só é preciso estudar a proposta certa e ter cautela na hora de decidir a opção mais vantajosa para compra”, finaliza.

Publicado por: Micheli Consani
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A entrada das classes C e D no comércio eletrônico, devido a popularização do acesso a internet e facilidade de pagamento disponibilizada pelos cartões de crédito, já apontam reflexos nas vendas de produtos como perfumaria, beleza, vestuário, decoração e casa. Somente no período referente ao Natal, foram quatro milhões de novos e - consumidores.

O que antes era privilégio de poucos, a internet está tornando-se popular no Brasil e conquistando a população pela facilidade na hora de realizar um compra por meio de uma loja virtual. Além de não precisar sair de casa, o cliente está aprendendo a pesquisar preços e produtos e adaptar suas compras pela rede.

Entre os produtos mais vendidos em 2009, algumas evidencias dessa nova classe no mercado começa a aparecer nos números. A categoria de vestuários, que antes ocupava a 10ª colocação, apareceu na 7ª posição entre os produtos mais vendidos. Itens relacionados a perfumes e fragrâncias, que não figuravam na lista passada, apareceram na última colocação.

Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, é natural que ocorra uma modificação na preferência de compras pela internet a medida que novos perfis de consumidores estão chegando. “Além disso, para quem está realizando sua primeira compra, é natural que opte por um produto mais barato e que esteja mais familiarizado”.

Segundo dados do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau Brasil), apontam que no ano passado, 45% das famílias brasileiras de classe C tinham acesso à internet em suas residências. A entidade estima que esse índice é de 80% dos usuários das classes A e B e 25% nas classes D e E.

Para Martins a crescente e acirrada disputa entre os varejistas presentes na Web trará muitos benefícios para quem opta comprar através da Rede. “As grandes estão unindo forças, a união das Casas Bahia com o Grupo Pão de Açúcar promete uma nova marca com maior poder de competividade, as médias lojas estão investindo pesado em novos centros de distribuição e logística para proporcionar uma melhor qualidade e agilidade nos serviços de entrega. Em paralelo é crescente a entrada de micro e pequenos empresários na rede, especializados em segmentos de vendas específicos, proporcionando ainda mais vantagens e benefícios para o e-consumidor”.

Ainda não divulgado, a consultoria e-bit projetou um fechamento para 2009 de R$ 10,5 bilhões para o setor, um crescimento de 30% em relação ao mesmo período de 2008. Em 2010 os números devem só aumentar, iniciativas de popularização da banda larga no Brasil devem contribuir para que esse número chegue a 15 milhões de conexões rápidas até o final do ano.

Publicado por: Micheli Consani
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Não é só no comércio físico que as tradicionais liquidações de janeiro estão presentes. O ano mal começou e as lojas já estão com as tradicionais ofertas de verão com descontos que podem chegar a até 50% , a fim de garantir um aumento significativo nas vendas durante o primeiro mês do ano. A ação oferece descontos nos produtos das lojas virtuais que apresentam preços promocionais válidos por todo o mês. A expectativa é de que as empresas dobrem o número de pedidos em relação ao mesmo período de 2009.

Estima-se que para 2010 aumente o número de pessoas que farão pela primeira vez compras pela rede. Em 2009 o número de internautas cresceu devido a entrada da classe C no segmento pela popularização do acesso a rede e pela facilidade na obtenção de crédito, somente no período do Natal, foram 4 milhões de novos e-consumidores. No Brasil, o comércio eletrônico apresentou um crescimento de 25% no primeiro trimestre de 2009, gerando um faturamento total de 2,3 bilhões reais.

Para Donato Pina, gerente comercial da Tray Sistemas, para divulgar a iniciativa, as lojas devem investir em e-mail marketing, links patrocinados e ações em mídia social. “Na internet é necessário todo um apelo para a conquista do cliente, as ações de marketing tem que ser planejadas para garantir a todos os clientes, satisfação na hora da compra”, conclui.

Publicado por: Micheli Consani
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