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A CIA (Central Intelligence Agency, ou Agência de Inteligência Americana), PayPal, e centenas de outras organizações registraram nos últimos dias um ataque inexplicável que está bombardeando seus servidores com milhões de requisições, de forma intensiva. Os ataques continuam ainda no dia de hoje, 4 de fevereiro.

Segundo o site SecurityFocus, a ofensiva está concentrando seu poder de fogo no subsistema SSL (secure-sockets layer) dos websites, uma camada de criptografia responsável por prover segurança nas comunicações entre os sites e internautas.

Sempre que se entra em um site seguro, o protocolo lá na barra de endereços do navegador muda de http para http*s*. Esse S no final indica que as requisições HTTP (o protocolo de comunicações entre o browser e o site) estão sendo “envelopadas” em um invólucro criptografado pelo SSL.

Cada vez que uma conexão SSL é aberta, o servidor que hospeda o site e o link de comunicação que o liga à internet ficam um pouco mais carregados. A tática usada pelos hackers consiste em iniciar uma quantidade enorme de conexões SSL, exaurindo assim todos os recursos do servidor e não deixando “sobra” para que visitantes legítimos possam acessá-lo ¿ é o que se costuma chamar de Ataque de Negação de Serviço ou, em inglês, Distribution Denial of Service (DDoS).

Os ataques, que ainda estão acontecendo no momento de publicação desta nota, começaram há cerca de uma semana, e parece ser causado por mudanças recentes feitas em uma ferramenta conhecida como Pushdo, uma espécie de botnet usado para prática de spam.

Pesquisadores da Shadowserver Foundation, um grupo de profissionais de segurança, analisaram os dados das redes das empresas afetadas.”O que se vê é um aumento não esperado no tráfego de dados, com muitos milhões de requisições, vindas de milhares de endereços IP diferentes”, explicou Steven Adair, um dos voluntários da Shadowserver.

O grupo identificou 315 sites como alvo do ataque, que incluem o cia.gov, paypal.com, além de yahoo.com, americanexpress.com e sans.org. Não ficou claro, contudo, qual motivo levou a botnet Pushdo a desencadear a onda de pedidos.

A maneira como cada um dos PCs infectados participa do ataque, entretanto, pode ser facilmente inferida: primeiro, cada PC inicia algumas conexões SSL simultâneas (uma botnet possui milhares de escravos, logo isso pode facilmente chegar a milhões de requisições ao mesmo tempo).

Depois, através de cada conexão, os PCs participantes enviam informações desnecessárias, desconectam-se e imediatamente repetem todo o ciclo. Segundo os registros armazenados nos servidores sob ataque, as solicitações espúrias não faziam nada além disso.

“Achamos difícil de acreditar que essa quantidade de atividade seria usada com o intuito de se misturar ao tráfego normal dos dados”, diz Adair, referindo-se ao fato de que qualquer ataque, mesmo os mais brutos como os de Negação de Serviço, costumam ser mais discretos. “Mas, ao mesmo tempo, não temos total certeza de se tratar mesmo de um ataque de Negação de Serviço”.

Ainda não se tem uma solução concreta para o problema. Alterar os endereços IP dos servidores pode proporcionar um alívio temporário. A Shadowserver pede para que profissionais que possuam melhores técnicas de entrem em contato para ajudar. O relatório completo pode ser encontrado a partir do link bit.ly/ShadReport.

Zumbis e botnets
Além do medo tradicional de que o hacker obtenha informações do próprio usuário, invasões a computadores domésticos ¿ e, pelo visto, a servidores também ¿ estão sendo usadas pelos cybercriminosos para um mal maior.

As botnets são redes formadas por computadores infectados por vírus especiais capazes de torná-los “zumbis”. Uma vez infectado, um zumbi pode ser controlado a distância por pessoas ou organizações criminosas.

Todos os zumbis podem ser controlados ao mesmo tempo e de forma coordenada, formando um exército manejado por uma única pessoa. Isso pode ser usado para enviar spam com abrangência global e até mesmo para atacar a infraestrutura de internet de países inteiros. Botnets famosas têm um elevado número estimado de zumbis.

A Storm network, por exemplo, controla cerca de 80 mil computadores, enquanto o recente Conficker infectou algo em torno de 15 milhões de máquinas. Os zumbis também podem repassar o software que os infectou, ajudando a escravizar mais PCs sadios.

Hoje, estima-se que o interesse dos criminosos digitais pelos dados de um usuário doméstico seja muito pequeno. A grande motivação desses hackers é formar uma espécie de “legião zumbi” para poder atacar instituições maiores, sejam empresas ou governos.

Fonte: Portal Terra (www.terra.com.br/tecnologia)

Publicado por: Micheli Consani
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Dos setores que mais movimentaram a rede mundial de computadores em 2009, destacam-se os investimentos em publicidade online. Os sites brasileiros faturaram R$ 725 milhões com anúncios, de janeiro a outubro, apontando uma alta de 21,5% na comparação com 2008, segundo dados do projeto Inter-Meios, iniciativa do jornal especializados em publicidade “Meio & Mensagem”.

Os portais na internet são o quinto meio de veiculação de publicidade, responsáveis por cerca de 4% do total anunciado, liderado pelas emissoras de TVs. A expectativa é que o mercado de publicidade alcance uma participação de 5%, apresentando taxas de crescimento superiores a 30%, diz Sandra Turchi, da ESPM.

Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, o potencial de crescimento dos negócios pela internet é grande. “Dos mais de 180 milhões de habitantes do Brasil, estima-se que apenas um pouco mais de 64 milhões possui acesso em casa, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros. Investimentos na expansão da banda larga possibilitando maior índice de acessibilidade por grande parte da população estão sendo em curso, infelizmente esse tipo de acesso ainda é muito caro no Brasil. No entanto, o potencial de crescimento dos negócios online é grande, o comércio eletrônico fechou 2009 faturando mais de R$ 10 bilhões. Enfim, quanto mais brasileiros tivermos navegando pela web, maior vai ser o investimento publicitário nesse meio e maior a possibilidade do surgimento de novas idéias com grande possibilidade de se tornarem grandes negócios.”

Em outros países a realidade é diferente, a exemplo da Inglaterra, onde a internet já está disseminada, os investimentos em anúncios online superaram os da televisão no ano passado, quando atingiram 1,9 bilhões de euros no primeiro semestre de 2009, diante de 1,6 bilhões de euros dirigidos à TVs, segundo informações do Internet Advertising Bureau (IAB).

Atraídas pelo aumento da audiência, as empresas devem ampliar neste ano a fatia do bolo publicitário destinada à internet. Assim como os anúncios nos portais, os links patrocinados nos sites de busca devem receber investimentos maiores neste ano. Se em 2009, quando a economia ainda estava comprometida pela crise econômica, o comércio eletrônico cresceu cerca de 30%, a expectativa é que a expansão seja ainda maior em 2010, impulsionada pela força da classe média brasileira.

Publicado por: Micheli Consani
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Grandes empresas e novas parcerias fizeram de 2009 um ano bem promissor para o comércio eletrônico. De olho no aumento do número de consumidores online, muitas empresas modificaram seus sites e otimizaram seus sistemas de compras para competir por uma maior quantidade de cliques em seus produtos.

Anunciada em fevereiro de 2009, a entrada das Casas Bahia no segmento deu início a inúmeras transformações de lojistas do setor durante todo o ano. Algumas lojas atualizaram seus sites, dinamizando a informação e facilitando a navegação na rede, a exemplos do Magazine Luiza e do extra.com. Nos segundo semestre foi divulgado o retorno da Mesblá somente no meio virtual e a compra do Ponto Frio pelo Grupo Pão de Açucar.

Outra novidade que movimentou o comércio online ainda no final do ano, foi o anuncio da possível união entre Casas Bahia, Extra Eletro e Ponto Frio, gerando especulações e dúvidas sobre um provável monopólio das empresas de varejo virtual que levou as empresas ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O órgão é o responsável no Brasil por garantir a concorrência entre as empresas no Brasil.

Esse ano promete não ser diferente. Há muito tempo especula-se a entrada da francesa Carrefour nas vendas pela rede. A companhia anunciou que ainda no primeiro semestre desse ano ingressará no mercado de comércio eletrônico no País, sabendo da concorrência acirrada com o Grupo Pão de Açucar que divulgou nessa quarta (20) seu plano de investimentos e atualizou o mercado sobre reunir em uma só empresa e distinta os negócios de comércio eletrônico do Pão de Açúcar, Ponto Frio, Extra e Casas Bahia.

Esperado para 2010 é também a loja virtual da Mesblá para abril, com um site de comércio eletrônico segmentado para o público feminino que atenderá com exclusividade somente por meio da internet. Outra novidade é que além da Mesbla, o Mappin, ambas marcas ícones de lojas de departamento que faliram em 1999, pertencentes ao empresário Ricardo Mansur, planejam voltar ao segmento com força total.

O Mappin, foi comprado pela loja Marabraz em dezembro do ano passado por R$ 5 milhões, divulgou que pretende voltar com a marca para o comércio eletrônico em 2013. Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, avalia essas mudanças como positivas. “O comércio eletrônico no Brasil em 2009 faturou um pouco mais de R$ 10 bilhões, segundo as estimativas. Para 2013 esse valor deve ultrapassar os R$ 25 bilhões. Esses números são empolgantes para o varejo que gradualmente vêm aumentando significamente os investimentos na web. Somado a isso está a mudança nas hábitos das pessoas, em países como a Inglaterra os jovens já passam mais tempo navegando na Internet do que assistindo a TV. Os brasileiros são os que mais passam tempo navegando em média e isso fez com que o investimento em publicidade na Web ultrapassasse na TV fechada. Concluindo, em breve a internet será o meio de compras preferido pelas pessoas e o que receberá a maior parte dos investimentos por parte das empresas.”

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Divulgado pelo portal e-Bit, pesquisa destaca que o e-commerce movimentou no período entre 15 de novembro e 24 de dezembro R$ 1,6 bilhão, crescimento de 28% em relação ao mesmo período do ano passado. Este crescimento das transações on-line está ligado ao aumento de usuários, que cresceu 10% a mais em 2009 chegando aos 25 milhões de novos usuários. Somente no período do Natal esse numero aumentou em 4 milhões de novos e-consumidores.

A pesquisa revelou que o consumidor procura cada vez mais produtos com valores altos, principalmente os de informática e eletrodomésticos. A tendência para 2010 é que o ticket médio das compras aumente ainda mais. Em 2009 os produtos mais vendidos foram: 1º lugar – livros; 2º - eletrodomésticos; 3º - saúde, beleza e medicamentos; 4º - informática e 5º eletrônicos. A entrada de grandes marcas, o cumprimento de prazos, preços competitivos e facilidades de pagamento, estão atraindo esses compradores e fidelizando esses clientes

Para Pedro Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, essa mudança no comportamento dos compradores está acontecendo pela confiança do consumidor na hora de comprar pela rede. “O consumidor vem ganhando confiança nas compras on-line em decorrência das diferentes ferramentas desenvolvidas que favorecem as transações seguras. Empresas de intermediação de pagamento que garantem a entrega dos produtos e recursos de criptografia e proteção de dados utilizados pela grande maioria das lojas virtuais transmitem segurança ao consumidor.Além disso, sites especializados na avaliação de lojas virtuais fornecem listas de lojas confiáveis e permitem que os consumidores troquem opiniões e experiências de compra, incentivando novos compradores a experimentar o comércio eletrônico sem receio”, conclui.

Publicado por: Micheli Consani
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Aumento do número de internautas está contribuindo diretamente para o crescimento do comércio eletrônico no Brasil. Segundo pesquisa da Internet Pop, realizada pelo IBOPE Mídia, o acesso a internet aumentou 10% entre 2008 e 2009. Os dados apontam um crescimento de mais de 25 milhões de brasileiros conectados na rede.

Outro fator em destaque é a facilidade do acesso a rede, principalmente por meio de aparelhos móveis. A pesquisa destaca que nas regiões metropolitanas, 66% dos 17 mil entrevistados, quando não por computadores convencionais tem acesso a rede por meio de aparelhos celulares.

Para Reinaldo Martins, essa democratização do acesso a rede mundial de computadores só vem a favorecer o comércio eletrônico. “Comprar pela internet é mais prático, cômodo e rápido. Sem contar a imensa variedade de produtos ao alcance do consumidor que nem sequer precisa sair de sua casa. Vai ser uma questão de tempo para a rede ser o meio de compras preferido pela maior parte dos brasileiros, o acesso à web torna-se cada vez mais acessível e a disponibilização de meios de pagamentos que facilitam o parcelamento de compras é cada vez maior.”

Além disso, esperamos para esse ano um crescimento maior ainda. Em 2009, segundo dados da consultoria e-bit, somente no período do Natal houve alta de 28% no numero de internautas chegando a quatro milhões de novos e - consumidores, comparando com o mesmo período em 2008.

Para 2010, a expectativa será maior ainda, com a entrada da classe C no comércio eletrônico e grandes marcas, o segmento tem como objetivo a inclusão digital das micro e pequenas empresas no mercado para garantir maior diversidade de produtos e opções uma vez que apenas 6% dos comerciantes físicos estão presentes no varejo virtual.

A projeção de crescimento para o setor de telecomunicações é de 21% em 2010, impulsionados pelo aumento de usuários de internet. De acordo com o levantamento da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), esse índice será alcançado pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), iniciativa do governo federal que visa massificar o uso da internet rápida no país e tem meta de alcançar 90 milhões de acessos individuais até 2014.

Publicado por: Micheli Consani
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O crescimento do comércio eletrônico está proporcionando ao consumidor cada vez mais comodidade na hora de realizar sua compra pela rede. Segundo dados divulgados pelo Banco do Brasil, o BB Crediário Internet, registrou em dezembro de 2009, um aumento de 64% nas concessões de crédito para compras online, um recorde desde outubro do mesmo ano.

Destinado ao financiamento de bens e serviços comprados pela internet, o crédito tem crescido significativamente nos últimos meses. Miguel de Oliveira, vice-presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), atribui esse crescimento em função das facilidades que ele apresenta. “É um processo cômodo, o consumidor não precisa ir à agência ou assinar um contrato. Trata-se de um crédito pré-aprovado diferente de fazer um crediário em uma loja física, onde é necessário levar um comprovante de renda e passar por uma aprovação de cadastro. Não ter que passar por isso seduz muito”, explica.

Para Donato Pina, gerente comercial da Tray Sistemas, a opção de entrar em um financiamento para compras pela internet está sendo bastante procurada pela facilidade de não precisar do deslocamento físico e nem a perda de tempo habitual que deriva da demora no atendimento. “A facilidade da internet está na opção de horários diferenciados para compras, analise de riscos, pesquisas de preços e opções mais vantajosas. A compra cautelosa e estudada pode ser realizada em algumas horas e do seu local preferido”.

Outra vantagem destacada por Oliveira, é que o crédito para financiamento no comércio eletrônico, não possui taxas muito altas comparadas com as do cartão de crédito e do cheque especial. “Essas taxas se situam entre 4% e 4,5% ao mês, em média. Mas em algumas lojas chegam a 3%. Por ser mais baixa que a maioria das taxas cobradas em crediários de lojas físicas, torna mais vantajoso ao consumidor”.

Pina comenta que a tendência desse tipo de financiamento é aumentar a cada ano, pela facilidade e pelo aumento do numero de pessoas que estão utilizando a internet como seu novo canal de compras. “Só esse ano, o numero de internautas aumentou em 25%, apenas no Natal foram 4 milhões de novos e-consumidores, além disso a entrada das classe C no segmento, popularizou o acesso a rede e trouxe mais opções para os consumidores. Só é preciso estudar a proposta certa e ter cautela na hora de decidir a opção mais vantajosa para compra”, finaliza.

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A entrada das classes C e D no comércio eletrônico, devido a popularização do acesso a internet e facilidade de pagamento disponibilizada pelos cartões de crédito, já apontam reflexos nas vendas de produtos como perfumaria, beleza, vestuário, decoração e casa. Somente no período referente ao Natal, foram quatro milhões de novos e - consumidores.

O que antes era privilégio de poucos, a internet está tornando-se popular no Brasil e conquistando a população pela facilidade na hora de realizar um compra por meio de uma loja virtual. Além de não precisar sair de casa, o cliente está aprendendo a pesquisar preços e produtos e adaptar suas compras pela rede.

Entre os produtos mais vendidos em 2009, algumas evidencias dessa nova classe no mercado começa a aparecer nos números. A categoria de vestuários, que antes ocupava a 10ª colocação, apareceu na 7ª posição entre os produtos mais vendidos. Itens relacionados a perfumes e fragrâncias, que não figuravam na lista passada, apareceram na última colocação.

Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, é natural que ocorra uma modificação na preferência de compras pela internet a medida que novos perfis de consumidores estão chegando. “Além disso, para quem está realizando sua primeira compra, é natural que opte por um produto mais barato e que esteja mais familiarizado”.

Segundo dados do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau Brasil), apontam que no ano passado, 45% das famílias brasileiras de classe C tinham acesso à internet em suas residências. A entidade estima que esse índice é de 80% dos usuários das classes A e B e 25% nas classes D e E.

Para Martins a crescente e acirrada disputa entre os varejistas presentes na Web trará muitos benefícios para quem opta comprar através da Rede. “As grandes estão unindo forças, a união das Casas Bahia com o Grupo Pão de Açúcar promete uma nova marca com maior poder de competividade, as médias lojas estão investindo pesado em novos centros de distribuição e logística para proporcionar uma melhor qualidade e agilidade nos serviços de entrega. Em paralelo é crescente a entrada de micro e pequenos empresários na rede, especializados em segmentos de vendas específicos, proporcionando ainda mais vantagens e benefícios para o e-consumidor”.

Ainda não divulgado, a consultoria e-bit projetou um fechamento para 2009 de R$ 10,5 bilhões para o setor, um crescimento de 30% em relação ao mesmo período de 2008. Em 2010 os números devem só aumentar, iniciativas de popularização da banda larga no Brasil devem contribuir para que esse número chegue a 15 milhões de conexões rápidas até o final do ano.

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Não é só no comércio físico que as tradicionais liquidações de janeiro estão presentes. O ano mal começou e as lojas já estão com as tradicionais ofertas de verão com descontos que podem chegar a até 50% , a fim de garantir um aumento significativo nas vendas durante o primeiro mês do ano. A ação oferece descontos nos produtos das lojas virtuais que apresentam preços promocionais válidos por todo o mês. A expectativa é de que as empresas dobrem o número de pedidos em relação ao mesmo período de 2009.

Estima-se que para 2010 aumente o número de pessoas que farão pela primeira vez compras pela rede. Em 2009 o número de internautas cresceu devido a entrada da classe C no segmento pela popularização do acesso a rede e pela facilidade na obtenção de crédito, somente no período do Natal, foram 4 milhões de novos e-consumidores. No Brasil, o comércio eletrônico apresentou um crescimento de 25% no primeiro trimestre de 2009, gerando um faturamento total de 2,3 bilhões reais.

Para Donato Pina, gerente comercial da Tray Sistemas, para divulgar a iniciativa, as lojas devem investir em e-mail marketing, links patrocinados e ações em mídia social. “Na internet é necessário todo um apelo para a conquista do cliente, as ações de marketing tem que ser planejadas para garantir a todos os clientes, satisfação na hora da compra”, conclui.

Publicado por: Micheli Consani
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Crescimento de 28% foi o alcançado pelo e-commerce em 2010, em comparação com o ano de 2008, somente no período relativo às festas de Natal. De acordo com dados divulgados pela consultoria e-bit, o e-commerce movimentou nesse período 1,6 bilhão de reais com as vendas natalinas.

O período que vai de 15 de novembro a 24 de dezembro, representa para o comércio, o período de maior lucratividade devido às comemorações de Natal. O ano de 2009 representou para o e-commerce um novo recorde em crescimento de vendas principalmente pelo crescimento obtido com as vendas de final de ano.

Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray, a aproximação das pessoas com as vendas pela internet vem intensificando a cada dia. “Há vinte anos, fazer compras sem sair de casa era considerado ficção, hoje esse ato está cada vez mais presente na vida das pessoas que optam por uma vida de hábitos ágeis e cômodos. O e-commerce possibilita a satisfação desses hábitos, pois mais de que um shopping gigante de compras em delivery, é uma ferramenta de pesquisa que auxilia os consumidores no encontro de informações e preços de produtos desejados. Vai ser uma questão de tempo para a internet se tornar o meio de compra preferido pela maior parte das pessoas.”

Dentre os artigos que se destacaram na preferência dos consumidores para compra estão os livros, em primeiro lugar como os mais procurados, seguidos por eletrodomésticos, saúde, beleza e medicamentos. Informática e eletrônicos ficaram, respectivamente, na quarta e quinta posições.

Publicado por: Micheli Consani
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A entrada das micro e pequenas empresas no e-commerce ainda não é muito expressiva. Segundo resultados da pesquisa feita pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que entrevistou 1.201 empresários para mapear a influencia da internet sobre seus negócios, apontou que o comércio eletrônico ainda tem muito espaço para crescer. Das empresas entrevistadas, 34% não estão inseridas na rede e nem ao menos apresentam site da marca. Outro dado mostrado pela pesquisa, destacou que do numero total de comerciantes abordados, 64% estão fora do e-commerce.

A pesquisa aponta ainda outro dado curioso em relação a inclusão digital dos comerciantes brasileiros. Os comerciantes são apontados como o setor que menos investe em sites próprios para divulgação de sua marca ou produto, apenas 60% das empresas de varejo, possuem sites. Setores como industria, apresentam um total de 80% de empresas que possuem sites próprios, seguidos pelo comércio atacadista com 70% e a área relacionada a construção civil, onde 65% possuem sites para divulgação.

Para Reinaldo Martins, coordenador de Marketing da Tray Sistemas, o ingresso das empresas na rede será um processo natural. “Algumas tendências apontam para uma sociedade formada por pessoas cada vez mais críticas e consumidores exigentes, que buscam principalmente conveniência e facilidade na hora de comprar, e essas duas características são facilmente proporcionadas pela internet. Vai chegar um momento onde a web será o meio favorito de compras da maior parte das pessoas e naturalmente esse movimento fará com que a maioria das empresas estejam com negócios atuantes na Internet. Caso contrário correm um grande risco de ficaram para trás.”

A pesquisa também mostra que o investimento em uma plataforma de e-commerce para lojas virtuais são bastante positivas, das 435 empresas que usam a rede para comprar e vender afirmam que houve durante o ano um aumento das vendas e que em 38% dessas vendas pela internet, representam 10% do volume de vendas. Segundo Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, muitos empresários e comerciantes ainda não estão no segmento de vendas pela rede por desconhecerem suas vantagens. “Uma das principais dificuldades da pequena e da microempresa é a falta de estrutura: eles acreditam que terão uma sobrecarga de trabalho”, diz.

Publicado por: Micheli Consani
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