Durante o ano de 2009, muito se falou sobre o crescimento do comércio eletrônico e suas possibilidades de crescimento. A entrada de grandes marcas no varejo virtual despertou a atenção de inúmeros veículos de comunicação além de especulações sobre os investimentos no setor. A inclusão digital das Micro e Pequenas Empresas, foi tema de discussão em fóruns e canais abertos voltados ao e-commerce e durante o ano algumas parcerias foram desenvolvidas em formas de workshops pelo Brasil e em parceira com as Prefeituras Municipais e Associações Comerciais para disponibilizar um primeiro contato com o tema.
O objetivo dessa iniciativa é mostrar a esses empresários as possibilidades que o mundo que comércio digital pode oferecer como forma de negócio. Estima-se ainda para 2009 que o numero de internautas atinja os 68 milhões de usuários, 4 milhões a mais que no ano passado. Esse aumento deve-se a entrada massiva da classe C na rede, devido a popularização do acesso a web e a facilidade de crédito para aquisição de computadores e cartão de crédito.
Hoje no e-commerce, apenas 6% dos representantes do comércio tradicional estão vendendo pela rede, o que amplia o mercado para a entrada de outras empresas e diferentes segmentos de produtos. As vantagens e oportunidades em vender seus produtos pela internet com segurança e qualidade são inúmeras, como significativa redução de custos comparando às lojas físicas e a disponibilidade de estar 24 horas por dia online e em qualquer lugar do mundo. Entretanto, há pontos a serem revistos para que os consumidores sintam-se mais à vontade para efetuar compras on-line. Entre eles, a confiança nos serviços financeiros de pagamento, além da segurança e cumprimento de prazos nas entregas.
Para Donato Pina, gerente operacional da Tray sistemas, é importante que as lojas façam parceiras que garantam ao seu cliente, maior confiabilidade na hora da compra. Parceiras com empresas que realizam pagamentos online, boa qualificação em sites de consultoria, garantem maior seriedade e qualidade na hora da compra. “ O cliente tem com a internet inúmeras possibilidades de compra, para garantir a permanecia desse cliente em sua loja, é necessário além de preços e produtos competitivos, qualidade de serviços, segurança, bom atendimento e cumprimento de prazos ”.
Para o empresário que já está vendendo pela internet, o importante é o lojista sempre buscar a inovação, um diferencial. Sandra Turchi ressalta que na internet temos que ser vistos pelo que somos e pelo que podemos fazer. “É necessário inovar dentro do leque de opções, especialmente, as ferramentas disponíveis no website. Isso inclui disponibilidade de catálogos, listagens, suporte técnico, além das redes sociais - a tão comentada web 2.0. Esses fatores são considerados primordiais para a presença digital, pois seguem uma das principais premissas dos executivos da área, de que “a melhor maneira de encontrar seu cliente é ser encontrado por ele”, finaliza.
Publicado por: Micheli Consani
Com a venda da empresa os executivos deixam a diretoria da Pagamento Digital
Walter Leandro Marques e Willians Marques, fundadores da Pagamento Digital anunciam a venda de 15% das cotas remanescentes da Pagamento Digital ao Grupo Buscapé. A Pagamento Digital (www.pagamentodigital.com.br), foi criada pela Tray Sistemas em 2006 como um sistema de pagamentos eletrônicos online e teve 85% de suas cotas, vendidas em abril de 2008, ao Grupo Buscapé. Além das cotas, os sócios exerceram durante todo esse período, os cargos de Diretor Executivo e Diretor de Tecnologia onde atuaram durante 18 meses alavancando e estruturando a operação.
Os executivos também são fundadores da Tray (www.tray.com.br), empresa que desenvolve soluções para comercio eletrônico e lançou em 2006 a Pagamento Digital, solução de pagamentos eletrônicos inovadora no mercado brasileiro e semelhante ao gigante mundial Paypal (www.paypal.com), pertencente ao site de comércio eletrônico Ebay (www.ebay.com ).
Após a venda do Grupo Buscapé (www.buscape.com.br) para o Naspers (www.naspers.com), conglomerado de mídia sul-africano, anunciada pelos executivos do grupo no dia 29 de setembro de 2009, pelo valor de U$ 342 milhões, os executivos venderam suas cotas remanescentes da Pagamento Digital e deixaram a diretoria da empresa. “A Pagamento Digital faz parte das estratégias de expansão do Grupo Buscapé e foi fundamental para auxiliar no posicionamento da empresa nos processos da cadeia de compra online”, segundo Willians Marques.
Durante todo o período que estiveram na Pagamento Digital, Walter Leandro e Willians estiveram a frente de todo o projeto que resultou em um grande crescimento da empresa e posicionamento no mercado como a plataforma de gerenciamento de pagamentos online mais segura da internet. Agora, passado esses 18 meses, finalizou-se este ciclo e surgem novos desafios e oportunidades. “Tanto no Brasil quanto na América Latina o comércio eletrônico e os meios de pagamentos crescerão acima da casa de dois dígitos por muitos anos. Isso nos motiva a desenvolver soluções inovadoras que atendam a essas necessidades latentes. Aperfeiçoamos nossos conhecimentos e adquirimos mais experiência trabalhando no Grupo Buscapé ao lado de pessoas extremamente competentes e pretendemos atuar em outros segmentos que complementem os produtos e serviços que comercializamos, transformando a Tray na empresa mais completa em soluções para comércio eletrônico”,comenta Walter Leandro Marques.
Para dar inicio a este novo ciclo, os sócios da Tray estão planejando o lançamento de um grande projeto ainda esse ano. Tudo indica que 2010 será um ano com mais opções e competitividade no comercio eletrônico.
Publicado por: Micheli Consani
A internet com o passar do tempo, habituou seu usuário com descontos e ofertas relâmpagos que acontecem em horas e dias inusitados pela rede. A divulgação, que antes era promovida pelo próprio site da empresa, agora amplia seu publico e abusa das ferramentas como e-mail marketing e redes sociais como twitter, blog e sites de relacionamento, que permite ao usuário acompanhar em tempo real das promoções instantâneas oferecidas pelas empresas.
Esse hábito de comprar pela internet está diretamente ligado aos usuários de diversos tipos de canais presentes na rede. A intenção de compra gera pela web, o hábito de acompanhar os sites de venda online das principais redes varejistas pode render bons descontos na compra de produtos diversos.
Para Pedro Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, é comum que as lojas ofereçam essas ofertas em épocas estratégicas que antecedem as datas sazonais com maior intenção de compra. “ Essas promoções atraem os clientes que não tinham a intenção de compra, isso gera um fluxo alto na loja e permite que os estoques não fiquem parados com produtos que serão renovados pelas mercadorias novas lançadas em datas comemorativas”.
Além disso, algumas lojas estão aproveitando para parcelar em até 12 vezes, mesmo os produtos que estão na promoção. Para Eugenio Foganholo, diretor da consultoria de varejo Mixxer, esse tipo de oferta funciona como uma “isca” para o consumidor que navega pelo site da loja, que ao pesquisar, acaba ampliando sua possibilidade de compra com a visualização de outros produtos.
A exemplo de sites como Americanas.com, Fast Shop e Saraiva, as chamadas etiquetas vermelhas, ou “só hoje”, apresentam produtos com valores de descontos significativos que podem chegar aos 50% principalmente os relacionados a informática e eletrodoméstico. “As lojas virtuais aproveitam esses períodos curtos e fora do horário habitual de pico para atrair essa clientela com maior poder de compra”, conclui Quissack.
Publicado por: Micheli Consani
O crescente numero de novos consumidores virtuais que vem surgindo, principalmente pela entrada da classe c na internet, o segmento de varejo online prevê fechar o ano com 4 milhões de novos e-consumidores e com um faturamento estimado em R$ 10,5 bilhões.
Segundo dados divulgados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), de 1,201 empresas entrevistadas, 64% estão fora do e-commerce. Para Sandra Turchi, superintendente de Marketing da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a facilidade da classe C em obter cartões de crédito e parcelar suas compras, nos últimos anos, tornou-se um elemento importante para o comércio digital.
“O Brasil apresenta 11,5 milhões de compradores on-line, com um tíquete médio de R$ 323 por compra. Para o Natal, a tendência é que a média chegue a R$ 346″, segundo Turchi, que comenta que os prazos de pagamento instituídos por meios de compras via loja virtual é maior que os presentes nas lojas físicas, e isso só é possível pelo uso intenso de meios de pagamento como o cartão de crédito.
Sandra ressalta que o e-commerce é uma grande oportunidade para as Micro e Pequenas Empresas(MPEs), umas vez que o mercado ainda é pouco explorado pelos pequenos empresários. Das empresas que utilizam a internet, 90% são grandes empresas. “É fundamental que as PMEs explorem o universo digital. Atualmente, 80% da renda obtida em e-commerce pertencem às grandes empresas do setor. Temos que ampliar sua participação, de 20% a até 30% em 2010″, observa.
Para Pedro Luiz Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, os comerciantes que tem em 2010 o foco de entrar no meio digital a hora é agora. Passado as festas de final de ano, o lojista que estiver com sua loja pronta, poderá iniciar o ano com um planejamento estratégico eficiente para todo o ano. ” O importante é o comerciante entender que a loja virtual é mais um ferramenta de venda para o seu negócio e não uma concorrência. Se estruturar para o ano logo no seu inicio, garante ao empresário maior amplitude do negócio e possibilidade de lucro em datas estratégicas”, conclui.
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A Tray Sistemas sempre orientada as tendências do mercado e necessidades dos lojistas virtuais, passa a disponibilizar a customização de lojas virtuais de acordo com as particularidades de cada negócio. Pensando sempre no sucesso do negócio dos lojistas que utilizam a sua plataforma de e-commerce, a Tray, disponibiliza alguns recursos extras que podem ser integrados à solução de gerenciamento e administração de lojas virtuais.
Um desses recursos bastante interessante para as vendas de final de ano é o serviço de envio dos produtos em embalagens de presente com cartão de mensagem. Após a integração da ferramenta na loja virtual, o lojista define quantas embalagens e cartão de mensagens deseja proporcionar para os compradores.
Segundo Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, essas embalagens e cartões poderão ter seu custo adicionado no valor final da compra ou disponibilizado gratuitamente no formato de promoção da loja. “Com essa ferramenta cada produto ou departamento da loja poderá contar com uma embalagem específica, no momento de finalizar a compra é que o cliente poderá selecionar se deseja ou não receber a embalagem de presente”, conclui
Publicado por: Micheli Consani
O ano de 2009 já está terminando e o comércio eletrônico está em alta. O crescimento acentuado nesse ano se dá principalmente ao aumento do numero de internautas, a entrada de grandes players e a inclusão das micro e pequenas empresas no segmento. Rodeados de publicidades atrativas e muitas vezes apresentando ao público ofertas arrasadoras, a facilidade na procura por diferentes tipos de produtos e preços torna o mercado de compras pela internet um imenso parque de diversões.
O que antes era privilégio de poucos, hoje torna-se uma ferramenta na mão de uma crescente parte da população que têm acesso a internet, seja no trabalho ou em casa, devido a baixa no preço dos computadores e a facilidade de acesso a rede. A classe C é considerada a fatia do mercado que mais cresce entre os consumidores on-line. A entrada de grandes redes do varejo popular na internet é prova que essa classe de consumidores está se expandindo e é importante fidelizar esse público.
O que antes era considerado apenas mais uma inovação tecnológica usada por poucos e em sua maioria por jovens, hoje mudou. Além da classe C, a internet, que antes era acessada em sua maioria, ou por profissionais de tecnologia ou por jovens, hoje faz parte da realidade de uma classe de pessoas mais abrangente.
Segundo pesquisa realizada pelo Ibope, os dados mostram que no período entre julho de 2005 e julho de 2006, dos brasileiros que fizeram compra pela Internet, apenas 19% tinham entre 35 e 44 anos. O mesmo período foi analisado entre os anos de 2007 e 2008 onde esse percentual subiu para 28%.Com a expansão desse publico de consumidores virtuais, o numero de fraudes pela internet também aumentou. Com isso, muitas pessoas ainda sentem receio de comprar pela rede ou mesmo investir em um negócio que não lhe pareça seguro.
Como comprar com segurança pela internet
Para Donato Pina, coordenador operacional da Tray Sistemas, alguns cuidados são fundamentais para que sua compra seja efetuada com sucesso.
1- O primeiro passo para quem vai realizar uma compra na internet é ter um bom antivírus, um firewall e em anti-spyware instalados na sua máquina e mantê-los sempre atualizados;
2- Nunca faça compras em computadores públicos ou lan-houses, pois alguém pode ter instalado algum tipo de programa espião e pode roubar os dados de contas bancárias e cartões de credito;
3- Ao escolher o produto faça uma pesquisa em sites comparadores de preços, a exemplo do Zura (www.zura.com.br), Buscapé (www.buscape.com.br), o Bondfaro (www.bondfaro.com.br) e CotaCota (www.cotacota.com.br). Eles listam as lojas virtuais que vendem o mesmo produto com seus respectivos valores;
4- Repare as formas de pagamentos oferecidas pelas lojas. Desconfie das lojas que trabalham somente com depósito bancário ou boleto bancário. Ao contrario do que as pessoas pensam, o cartão de crédito é o jeito mais seguro de efetuar uma compra pela internet. Para disponibilizar essa forma de pagamento a empresa tem que fazer um contrato com as operadoras ou utilizar uma ferramenta que faça a intermediação das vendas, dessa maneira é também mais fácil cancelar a compra caso haja algum tipo de problema;
5- Além das formas de pagamento é muito importante sempre procurar na loja telefones para contato e outras informações, como o CNPJ. Se mesmo assim não estiver certo sobre a loja entre em contato por telefone e solicite mais informações. Também é possível verificar a imagem da loja em sites como o ReclameAqui (www.reclameaqui.com.br) ou Procon;
6- Depois de escolhido a loja, finalize a compra, mas na hora de realizar o cadastro preste atenção na parte inferior do navegador e veja se tem um cadeado. Ele indica que os dados estão sendo criptografados, mas isso não garante a segurança. Clique nele e veja o certificado de segurança e sua validade;
7- Feito a compra salve e imprima o email de confirmação do pedido, esses são documentos essenciais caso ocorra algum problema. Acompanhe o status do seu pedido na central do cliente na loja onde realizou a compra e quando recebê-lo veja se a embalagem não está danificada;
Publicado por: Micheli Consani
Com a expectativa de alcalçar um faturamento de R$ 10,5 bilhões esse ano, o comércio eletrônico comemora um crescimento significativo de 45% no segmento de vendas online nos últimos 10 anos no Brasil. Só esse ano, esse numero tende a aumentar 30% em relação a 2008, um vez que no ano passado as empresas com negócios destinado a vendas pela internet faturam o equivalente a R$ 8,2 bilhões.
Algunes fatores contribuíram positivamente para o crescimento e investimentos no setor. Com a entrada da classe C, o perfil do consumidor online vai ficando cada vez mais homogêneo e com necessidades diferentes. O Brasil possui hoje mais de 50 milhões de usuários de internet, as pessoas que tem entre 18 e 24 anos estão entre os principais consumidores de produtos online. As experiências positivas passadas através do boca-a-boca principalmente utilizando-se de meios como redes sociais, aumenta a confiança do consumidor e a popularidade do comércio eletrônico.
Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, a satisfação do consumidor com as compras online chegou ao recorde de 87% esse ano. “O brasileiro é muito chegado a novidades e a internet caiu no nosso gosto. Estamos entre os que mais passam tempo navegando pela rede e os que mais acessam sites de relacionamento do mundo, e assim como temos a nossa programação de TV interrompida com alguma oferta de venda a todo momento, também somos bombardeados por propagandas de promoções durante nossa navegada de todo dia. A grande diferença se dá pelo fato de a Internet nos dá a possibilidade de optarmos sermos interrompidos por alguma propaganda ou não. Ou seja, mais do que vender a web nos ajuda a comprar oferecendo serviços e produtos de nosso interesse, daí o fato das pessoas estarem cada vez mais satisfeitas com as compras online.”
As pessoas estão recorrendo a internet na procura por produtos diferenciados, com preços mais acessíveis, condições de pagamentos ampliadas, além da comodidade de poder comprar 24 horas por dia sem sair de casa e ainda poder comparar preços e ofertas em apenas um click. Os produtos mais procurados e vendidos pela internet são Livros e Cds/Dvds, seguidos de produtos de informática, eletrodomésticos e eletrônicos em geral.
Publicado por: Micheli Consani
O Natal se aproxima e com isso a movimentação do comércio eletrônico entra em sua fase mais esperada. Segundo o portal de consultoria e-bit, foi divulgado essa semana, a perspectiva de 30% a mais no crescimento das vendas nesse Natal, comparado ao mesmo período do ano passado.
O período referente aos dias 15 de novembro e 24 de dezembro são considerados para o e-commerce, o mais significativo do ano. Estima-se que entre essas datas, por influência do Natal, o segmento atinja a marca de R$ 1,63 bilhão. No ano passado o setor atingiu a marca de R$ 1,25 bilhão no mesmo período.
Seguindo a boa fase dos negócios online, o comércio eletrônico, projeta faturar esse ano, 28% a mais que em 2008, podendo alcançar os R$ 10,5 bilhões. Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, esse crescimento do setor deve-se ao aumento do numero de pessoas conectadas a rede. “Dos mais de 50 milhões de internautas brasileiros, quase 20 milhões já compram pela internet. O brasileiro se apegou a web e naturalmente as vendas online vão crescer a medida que houver mais pessoas conectadas, haja vista que a facilidade para aquisição de cartões de crédito, meio de pagamento mais utilizado na net, aumenta principalmente entre as classes mais baixas.Pelo fato das pessoas terem o costume de presentear as outras no natal, o tíquete médio das compras também tendem a aumentar, a expectativa é de que cada e-consumidor gaste em média R$ 346,00 em compras nesse natal.”
De acordo com o e-bit, a estimativa é de que apenas 25% das pessoas que acessam a internet no Brasil de fato fazem compra na web, isso representa cerca de 17 milhões de e-consumidores. Entre os produtos mais procurados pelos internautas estão os livros, eletrodomésticos, eletrônicos e informática, produtos de saúde, beleza e medicamentos.
Publicado por: Micheli Consani
Com o crescimento mundial do comércio eletrônico algumas empresas estão apostando casa vez mais nessa modalidade de comércio que está se tornando uma freqüente em nossa sociedade global. O acesso aos mais diferentes tipos de informação, possibilita o usuário da rede, a conexão com o mundo e as possibilidades que ele pode oferecer.
Na ponta desse crescimento, o Google anunciou semana passada, o Google Commerce Search, uma ferramenta de busca de sites de comércio eletrônico similares aos brasileiros Buscapé e Zura. Segundo informações do Google postadas em seu blog oficial, muitos recursos já estão disponíveis para os usuários, incluindo o verificador ortográfico de textos e reconhecimento de sinônimos.
Esse novo serviço oferecido pela ferramenta possibilita, segundo o próprio blog da empresa, que os varejistas possam enviar seus catálogos de produtos a serem rastreados na rede e o lojista pode criar promoções para que determinados itens apareçam no topo resultados e ainda assim personalizar o aspecto da forma como aparecem os resultados da pesquisa. Quando encontrados, os produtos aparecem para o cliente no próprio site de busca.
Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas,a ferramenta Adwords do Google já recebe a maior parte dos investimentos em publicidade online por todo o mundo. Esse gigante da internet virou a principal referência para as pessoas que buscam satisfazer a necessidade do encontro de qualquer tipo de informação. “É uma questão de tempo para os consumidores se acostumarem a comprar mais pela internet do que pelo varejo tradicional. Pois a web mais do que vender, ajuda as pessoas a comprarem por meio das inúmeras ferramentas de pesquisa por preços e informações sobre produtos”.
“Até o final do ano, o serviço só estará disponível somente no Reino Unido e nos Estados Unidos. ” Certamente o Google está de olho nesse cenário de expressivo crescimento, pois somente no Brasil já há expectativas de um faturamento em torno de 25 bilhões de reais em 2012″, conclui Martins.
Publicado por: Micheli Consani
A internet com o passar do tempo, habituou seu usuário com descontos e ofertas relâmpagos que acontecem em horas e dias inusitados pela rede. A divulgação, que antes era promovida pelo próprio site da empresa, agora amplia seu publico e abusa das ferramentas como e-mail marketing e redes sociais como twitter, blog e sites de relacionamento, que permite ao usuário acompanhar em tempo real das promoções instantâneas oferecidas pelas empresas.
Esse hábito de comprar pela internet está diretamente ligado aos usuários de diversos tipos de canais presentes na rede. A intenção de compra gera pela web, o hábito de acompanhar os sites de venda online das principais redes varejistas pode render bons descontos na compra de produtos diversos.
Para Pedro Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, é comum que as lojas ofereçam essas ofertas em épocas estratégicas que antecedem as datas sazonais com maior intenção de compra. “ Essas promoções atraem os clientes que não tinham a intenção de compra, isso gera um fluxo alto na loja e permite que os estoques não fiquem parados com produtos que serão renovados pelas mercadorias novas lançadas em datas comemorativas”.
Além disso, algumas lojas estão aproveitando para parcelar em até 12 vezes, mesmo os produtos que estão na promoção. Para Eugenio Foganholo, diretor da consultoria de varejo Mixxer, esse tipo de oferta funciona como uma “isca” para o consumidor que navega pelo site da loja, que ao pesquisar, acaba ampliando sua possibilidade de compra com a visualização de outros produtos.
A exemplo de sites como Americanas.com, Fast Shop e Saraiva, as chamadas etiquetas vermelhas, ou “só hoje”, apresentam produtos com valores de descontos significativos que podem chegar aos 50% principalmente os relacionados a informática e eletrodoméstico. “As lojas virtuais aproveitam esses períodos curtos e fora do horário habitual de pico para atrair essa clientela com maior poder de compra”, conclui Quissack.
Publicado por: Micheli Consani