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Divulgado pelo portal e-Bit, pesquisa destaca que o e-commerce movimentou no período entre 15 de novembro e 24 de dezembro R$ 1,6 bilhão, crescimento de 28% em relação ao mesmo período do ano passado. Este crescimento das transações on-line está ligado ao aumento de usuários, que cresceu 10% a mais em 2009 chegando aos 25 milhões de novos usuários. Somente no período do Natal esse numero aumentou em 4 milhões de novos e-consumidores.

A pesquisa revelou que o consumidor procura cada vez mais produtos com valores altos, principalmente os de informática e eletrodomésticos. A tendência para 2010 é que o ticket médio das compras aumente ainda mais. Em 2009 os produtos mais vendidos foram: 1º lugar – livros; 2º - eletrodomésticos; 3º - saúde, beleza e medicamentos; 4º - informática e 5º eletrônicos. A entrada de grandes marcas, o cumprimento de prazos, preços competitivos e facilidades de pagamento, estão atraindo esses compradores e fidelizando esses clientes

Para Pedro Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, essa mudança no comportamento dos compradores está acontecendo pela confiança do consumidor na hora de comprar pela rede. “O consumidor vem ganhando confiança nas compras on-line em decorrência das diferentes ferramentas desenvolvidas que favorecem as transações seguras. Empresas de intermediação de pagamento que garantem a entrega dos produtos e recursos de criptografia e proteção de dados utilizados pela grande maioria das lojas virtuais transmitem segurança ao consumidor.Além disso, sites especializados na avaliação de lojas virtuais fornecem listas de lojas confiáveis e permitem que os consumidores troquem opiniões e experiências de compra, incentivando novos compradores a experimentar o comércio eletrônico sem receio”, conclui.

Publicado por: Micheli Consani
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Aumento do número de internautas está contribuindo diretamente para o crescimento do comércio eletrônico no Brasil. Segundo pesquisa da Internet Pop, realizada pelo IBOPE Mídia, o acesso a internet aumentou 10% entre 2008 e 2009. Os dados apontam um crescimento de mais de 25 milhões de brasileiros conectados na rede.

Outro fator em destaque é a facilidade do acesso a rede, principalmente por meio de aparelhos móveis. A pesquisa destaca que nas regiões metropolitanas, 66% dos 17 mil entrevistados, quando não por computadores convencionais tem acesso a rede por meio de aparelhos celulares.

Para Reinaldo Martins, essa democratização do acesso a rede mundial de computadores só vem a favorecer o comércio eletrônico. “Comprar pela internet é mais prático, cômodo e rápido. Sem contar a imensa variedade de produtos ao alcance do consumidor que nem sequer precisa sair de sua casa. Vai ser uma questão de tempo para a rede ser o meio de compras preferido pela maior parte dos brasileiros, o acesso à web torna-se cada vez mais acessível e a disponibilização de meios de pagamentos que facilitam o parcelamento de compras é cada vez maior.”

Além disso, esperamos para esse ano um crescimento maior ainda. Em 2009, segundo dados da consultoria e-bit, somente no período do Natal houve alta de 28% no numero de internautas chegando a quatro milhões de novos e - consumidores, comparando com o mesmo período em 2008.

Para 2010, a expectativa será maior ainda, com a entrada da classe C no comércio eletrônico e grandes marcas, o segmento tem como objetivo a inclusão digital das micro e pequenas empresas no mercado para garantir maior diversidade de produtos e opções uma vez que apenas 6% dos comerciantes físicos estão presentes no varejo virtual.

A projeção de crescimento para o setor de telecomunicações é de 21% em 2010, impulsionados pelo aumento de usuários de internet. De acordo com o levantamento da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), esse índice será alcançado pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), iniciativa do governo federal que visa massificar o uso da internet rápida no país e tem meta de alcançar 90 milhões de acessos individuais até 2014.

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O crescimento do comércio eletrônico está proporcionando ao consumidor cada vez mais comodidade na hora de realizar sua compra pela rede. Segundo dados divulgados pelo Banco do Brasil, o BB Crediário Internet, registrou em dezembro de 2009, um aumento de 64% nas concessões de crédito para compras online, um recorde desde outubro do mesmo ano.

Destinado ao financiamento de bens e serviços comprados pela internet, o crédito tem crescido significativamente nos últimos meses. Miguel de Oliveira, vice-presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), atribui esse crescimento em função das facilidades que ele apresenta. “É um processo cômodo, o consumidor não precisa ir à agência ou assinar um contrato. Trata-se de um crédito pré-aprovado diferente de fazer um crediário em uma loja física, onde é necessário levar um comprovante de renda e passar por uma aprovação de cadastro. Não ter que passar por isso seduz muito”, explica.

Para Donato Pina, gerente comercial da Tray Sistemas, a opção de entrar em um financiamento para compras pela internet está sendo bastante procurada pela facilidade de não precisar do deslocamento físico e nem a perda de tempo habitual que deriva da demora no atendimento. “A facilidade da internet está na opção de horários diferenciados para compras, analise de riscos, pesquisas de preços e opções mais vantajosas. A compra cautelosa e estudada pode ser realizada em algumas horas e do seu local preferido”.

Outra vantagem destacada por Oliveira, é que o crédito para financiamento no comércio eletrônico, não possui taxas muito altas comparadas com as do cartão de crédito e do cheque especial. “Essas taxas se situam entre 4% e 4,5% ao mês, em média. Mas em algumas lojas chegam a 3%. Por ser mais baixa que a maioria das taxas cobradas em crediários de lojas físicas, torna mais vantajoso ao consumidor”.

Pina comenta que a tendência desse tipo de financiamento é aumentar a cada ano, pela facilidade e pelo aumento do numero de pessoas que estão utilizando a internet como seu novo canal de compras. “Só esse ano, o numero de internautas aumentou em 25%, apenas no Natal foram 4 milhões de novos e-consumidores, além disso a entrada das classe C no segmento, popularizou o acesso a rede e trouxe mais opções para os consumidores. Só é preciso estudar a proposta certa e ter cautela na hora de decidir a opção mais vantajosa para compra”, finaliza.

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A entrada das classes C e D no comércio eletrônico, devido a popularização do acesso a internet e facilidade de pagamento disponibilizada pelos cartões de crédito, já apontam reflexos nas vendas de produtos como perfumaria, beleza, vestuário, decoração e casa. Somente no período referente ao Natal, foram quatro milhões de novos e - consumidores.

O que antes era privilégio de poucos, a internet está tornando-se popular no Brasil e conquistando a população pela facilidade na hora de realizar um compra por meio de uma loja virtual. Além de não precisar sair de casa, o cliente está aprendendo a pesquisar preços e produtos e adaptar suas compras pela rede.

Entre os produtos mais vendidos em 2009, algumas evidencias dessa nova classe no mercado começa a aparecer nos números. A categoria de vestuários, que antes ocupava a 10ª colocação, apareceu na 7ª posição entre os produtos mais vendidos. Itens relacionados a perfumes e fragrâncias, que não figuravam na lista passada, apareceram na última colocação.

Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, é natural que ocorra uma modificação na preferência de compras pela internet a medida que novos perfis de consumidores estão chegando. “Além disso, para quem está realizando sua primeira compra, é natural que opte por um produto mais barato e que esteja mais familiarizado”.

Segundo dados do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau Brasil), apontam que no ano passado, 45% das famílias brasileiras de classe C tinham acesso à internet em suas residências. A entidade estima que esse índice é de 80% dos usuários das classes A e B e 25% nas classes D e E.

Para Martins a crescente e acirrada disputa entre os varejistas presentes na Web trará muitos benefícios para quem opta comprar através da Rede. “As grandes estão unindo forças, a união das Casas Bahia com o Grupo Pão de Açúcar promete uma nova marca com maior poder de competividade, as médias lojas estão investindo pesado em novos centros de distribuição e logística para proporcionar uma melhor qualidade e agilidade nos serviços de entrega. Em paralelo é crescente a entrada de micro e pequenos empresários na rede, especializados em segmentos de vendas específicos, proporcionando ainda mais vantagens e benefícios para o e-consumidor”.

Ainda não divulgado, a consultoria e-bit projetou um fechamento para 2009 de R$ 10,5 bilhões para o setor, um crescimento de 30% em relação ao mesmo período de 2008. Em 2010 os números devem só aumentar, iniciativas de popularização da banda larga no Brasil devem contribuir para que esse número chegue a 15 milhões de conexões rápidas até o final do ano.

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Não é só no comércio físico que as tradicionais liquidações de janeiro estão presentes. O ano mal começou e as lojas já estão com as tradicionais ofertas de verão com descontos que podem chegar a até 50% , a fim de garantir um aumento significativo nas vendas durante o primeiro mês do ano. A ação oferece descontos nos produtos das lojas virtuais que apresentam preços promocionais válidos por todo o mês. A expectativa é de que as empresas dobrem o número de pedidos em relação ao mesmo período de 2009.

Estima-se que para 2010 aumente o número de pessoas que farão pela primeira vez compras pela rede. Em 2009 o número de internautas cresceu devido a entrada da classe C no segmento pela popularização do acesso a rede e pela facilidade na obtenção de crédito, somente no período do Natal, foram 4 milhões de novos e-consumidores. No Brasil, o comércio eletrônico apresentou um crescimento de 25% no primeiro trimestre de 2009, gerando um faturamento total de 2,3 bilhões reais.

Para Donato Pina, gerente comercial da Tray Sistemas, para divulgar a iniciativa, as lojas devem investir em e-mail marketing, links patrocinados e ações em mídia social. “Na internet é necessário todo um apelo para a conquista do cliente, as ações de marketing tem que ser planejadas para garantir a todos os clientes, satisfação na hora da compra”, conclui.

Publicado por: Micheli Consani
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Crescimento de 28% foi o alcançado pelo e-commerce em 2010, em comparação com o ano de 2008, somente no período relativo às festas de Natal. De acordo com dados divulgados pela consultoria e-bit, o e-commerce movimentou nesse período 1,6 bilhão de reais com as vendas natalinas.

O período que vai de 15 de novembro a 24 de dezembro, representa para o comércio, o período de maior lucratividade devido às comemorações de Natal. O ano de 2009 representou para o e-commerce um novo recorde em crescimento de vendas principalmente pelo crescimento obtido com as vendas de final de ano.

Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray, a aproximação das pessoas com as vendas pela internet vem intensificando a cada dia. “Há vinte anos, fazer compras sem sair de casa era considerado ficção, hoje esse ato está cada vez mais presente na vida das pessoas que optam por uma vida de hábitos ágeis e cômodos. O e-commerce possibilita a satisfação desses hábitos, pois mais de que um shopping gigante de compras em delivery, é uma ferramenta de pesquisa que auxilia os consumidores no encontro de informações e preços de produtos desejados. Vai ser uma questão de tempo para a internet se tornar o meio de compra preferido pela maior parte das pessoas.”

Dentre os artigos que se destacaram na preferência dos consumidores para compra estão os livros, em primeiro lugar como os mais procurados, seguidos por eletrodomésticos, saúde, beleza e medicamentos. Informática e eletrônicos ficaram, respectivamente, na quarta e quinta posições.

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A entrada das micro e pequenas empresas no e-commerce ainda não é muito expressiva. Segundo resultados da pesquisa feita pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que entrevistou 1.201 empresários para mapear a influencia da internet sobre seus negócios, apontou que o comércio eletrônico ainda tem muito espaço para crescer. Das empresas entrevistadas, 34% não estão inseridas na rede e nem ao menos apresentam site da marca. Outro dado mostrado pela pesquisa, destacou que do numero total de comerciantes abordados, 64% estão fora do e-commerce.

A pesquisa aponta ainda outro dado curioso em relação a inclusão digital dos comerciantes brasileiros. Os comerciantes são apontados como o setor que menos investe em sites próprios para divulgação de sua marca ou produto, apenas 60% das empresas de varejo, possuem sites. Setores como industria, apresentam um total de 80% de empresas que possuem sites próprios, seguidos pelo comércio atacadista com 70% e a área relacionada a construção civil, onde 65% possuem sites para divulgação.

Para Reinaldo Martins, coordenador de Marketing da Tray Sistemas, o ingresso das empresas na rede será um processo natural. “Algumas tendências apontam para uma sociedade formada por pessoas cada vez mais críticas e consumidores exigentes, que buscam principalmente conveniência e facilidade na hora de comprar, e essas duas características são facilmente proporcionadas pela internet. Vai chegar um momento onde a web será o meio favorito de compras da maior parte das pessoas e naturalmente esse movimento fará com que a maioria das empresas estejam com negócios atuantes na Internet. Caso contrário correm um grande risco de ficaram para trás.”

A pesquisa também mostra que o investimento em uma plataforma de e-commerce para lojas virtuais são bastante positivas, das 435 empresas que usam a rede para comprar e vender afirmam que houve durante o ano um aumento das vendas e que em 38% dessas vendas pela internet, representam 10% do volume de vendas. Segundo Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, muitos empresários e comerciantes ainda não estão no segmento de vendas pela rede por desconhecerem suas vantagens. “Uma das principais dificuldades da pequena e da microempresa é a falta de estrutura: eles acreditam que terão uma sobrecarga de trabalho”, diz.

Publicado por: Micheli Consani
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Com a venda da empresa os executivos deixam a diretoria da Pagamento Digital

Walter Leandro Marques e Willians Marques, fundadores da Pagamento Digital anunciam a venda de 15% das cotas remanescentes da Pagamento Digital ao Grupo Buscapé. A Pagamento Digital (www.pagamentodigital.com.br), foi criada pela Tray Sistemas em 2006 como um sistema de pagamentos eletrônicos online e teve 85% de suas cotas, vendidas em abril de 2008, ao Grupo Buscapé. Além das cotas, os sócios exerceram durante todo esse período, os cargos de Diretor Executivo e Diretor de Tecnologia onde atuaram durante 18 meses alavancando e estruturando a operação.

Os executivos também são fundadores da Tray (www.tray.com.br), empresa que desenvolve soluções para comercio eletrônico e lançou em 2006 a Pagamento Digital, solução de pagamentos eletrônicos inovadora no mercado brasileiro e semelhante ao gigante mundial Paypal (www.paypal.com), pertencente ao site de comércio eletrônico Ebay (www.ebay.com ).

Após a venda do Grupo Buscapé (www.buscape.com.br) para o Naspers (www.naspers.com), conglomerado de mídia sul-africano, anunciada pelos executivos do grupo no dia 29 de setembro de 2009, pelo valor de U$ 342 milhões, os executivos venderam suas cotas remanescentes da Pagamento Digital e deixaram a diretoria da empresa. “A Pagamento Digital faz parte das estratégias de expansão do Grupo Buscapé e foi fundamental para auxiliar no posicionamento da empresa nos processos da cadeia de compra online”, segundo Willians Marques.

Durante todo o período que estiveram na Pagamento Digital, Walter Leandro e Willians estiveram a frente de todo o projeto que resultou em um grande crescimento da empresa e posicionamento no mercado como a plataforma de gerenciamento de pagamentos online mais segura da internet. Agora, passado esses 18 meses, finalizou-se este ciclo e surgem novos desafios e oportunidades. “Tanto no Brasil quanto na América Latina o comércio eletrônico e os meios de pagamentos crescerão acima da casa de dois dígitos por muitos anos. Isso nos motiva a desenvolver soluções inovadoras que atendam a essas necessidades latentes. Aperfeiçoamos nossos conhecimentos e adquirimos mais experiência trabalhando no Grupo Buscapé ao lado de pessoas extremamente competentes e pretendemos atuar em outros segmentos que complementem os produtos e serviços que comercializamos, transformando a Tray na empresa mais completa em soluções para comércio eletrônico”,comenta Walter Leandro Marques.

Para dar inicio a este novo ciclo, os sócios da Tray estão planejando o lançamento de um grande projeto ainda esse ano. Tudo indica que 2010 será um ano com mais opções e competitividade no comercio eletrônico.

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A internet com o passar do tempo, habituou seu usuário com descontos e ofertas relâmpagos que acontecem em horas e dias inusitados pela rede. A divulgação, que antes era promovida pelo próprio site da empresa, agora amplia seu publico e abusa das ferramentas como e-mail marketing e redes sociais como twitter, blog e sites de relacionamento, que permite ao usuário acompanhar em tempo real das promoções instantâneas oferecidas pelas empresas.

Esse hábito de comprar pela internet está diretamente ligado aos usuários de diversos tipos de canais presentes na rede. A intenção de compra gera pela web, o hábito de acompanhar os sites de venda online das principais redes varejistas pode render bons descontos na compra de produtos diversos.

Para Pedro Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, é comum que as lojas ofereçam essas ofertas em épocas estratégicas que antecedem as datas sazonais com maior intenção de compra. “ Essas promoções atraem os clientes que não tinham a intenção de compra, isso gera um fluxo alto na loja e permite que os estoques não fiquem parados com produtos que serão renovados pelas mercadorias novas lançadas em datas comemorativas”.

Além disso, algumas lojas estão aproveitando para parcelar em até 12 vezes, mesmo os produtos que estão na promoção. Para Eugenio Foganholo, diretor da consultoria de varejo Mixxer, esse tipo de oferta funciona como uma “isca” para o consumidor que navega pelo site da loja, que ao pesquisar, acaba ampliando sua possibilidade de compra com a visualização de outros produtos.

A exemplo de sites como Americanas.com, Fast Shop e Saraiva, as chamadas etiquetas vermelhas, ou “só hoje”, apresentam produtos com valores de descontos significativos que podem chegar aos 50% principalmente os relacionados a informática e eletrodoméstico. “As lojas virtuais aproveitam esses períodos curtos e fora do horário habitual de pico para atrair essa clientela com maior poder de compra”, conclui Quissack.

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O crescente numero de novos consumidores virtuais que vem surgindo, principalmente pela entrada da classe c na internet, o segmento de varejo online prevê fechar o ano com 4 milhões de novos e-consumidores e com um faturamento estimado em R$ 10,5 bilhões.

Segundo dados divulgados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), de 1,201 empresas entrevistadas, 64% estão fora do e-commerce. Para Sandra Turchi, superintendente de Marketing da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a facilidade da classe C em obter cartões de crédito e parcelar suas compras, nos últimos anos, tornou-se um elemento importante para o comércio digital.

“O Brasil apresenta 11,5 milhões de compradores on-line, com um tíquete médio de R$ 323 por compra. Para o Natal, a tendência é que a média chegue a R$ 346″, segundo Turchi, que comenta que os prazos de pagamento instituídos por meios de compras via loja virtual é maior que os presentes nas lojas físicas, e isso só é possível pelo uso intenso de meios de pagamento como o cartão de crédito.

Sandra ressalta que o e-commerce é uma grande oportunidade para as Micro e Pequenas Empresas(MPEs), umas vez que o mercado ainda é pouco explorado pelos pequenos empresários. Das empresas que utilizam a internet, 90% são grandes empresas. “É fundamental que as PMEs explorem o universo digital. Atualmente, 80% da renda obtida em e-commerce pertencem às grandes empresas do setor. Temos que ampliar sua participação, de 20% a até 30% em 2010″, observa.

Para Pedro Luiz Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, os comerciantes que tem em 2010 o foco de entrar no meio digital a hora é agora. Passado as festas de final de ano, o lojista que estiver com sua loja pronta, poderá iniciar o ano com um planejamento estratégico eficiente para todo o ano. ” O importante é o comerciante entender que a loja virtual é mais um ferramenta de venda para o seu negócio e não uma concorrência. Se estruturar para o ano logo no seu inicio, garante ao empresário maior amplitude do negócio e possibilidade de lucro em datas estratégicas”, conclui.

Publicado por: Micheli Consani
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