A visibilidade de seu negócio ou website em ferramentas como o Google pode trazer um efeito nas vendas. Saiba como melhorá-la.
Seria muito fácil, mas não funciona assim. Você não pode simplesmente criar um site, sentar e esperar que apareçam visitantes em sua loja virtual. É preciso promover seu espaço na internet.
Estratégias como o uso de SEO (Search Engine Optimization – otimização do mecanismo de buscas) e anúncios pagos em ferramentas de busca, se feitos corretamente, podem fortalecer seu negócio online e o real.
Leia o restante da matéria na PC WORLD.
Publicado por: Reinaldo Martins
O gasto mundial com anúncios online será de 106,6 bilhões de dólares em 2011, totalizando quase 14% do mercado global de marketing, revelou a IDC nesta quarta-feira (25/06).
Segundo a consultoria, o crescimento entre 15% e 20% da publicidade online, previsto para os próximos anos, é ‘fenomenal’. Este ano, os gastos chegarão a 65,2 bilhões de dólares - cerca de 10% do mercado de marketing.
Um estudo da AdAge revelou que os principais anunciantes dos Estados Unidos transferiram 1 bilhão de dólares de campanhas na TV e nos jornais para divulgação na internet.
Em 2011, os anúncios em mecanismos de busca, por palavras-chave, serão os mais populares, responsáveis por mais de um terço do investimento online.
Em seguida, virão os anúncios no formato display - banners, por exemplo -, com mais de 20%, e os classificados, com quase 19% do total.
Fonte: IDG NOW
Publicado por: Micheli Consani
LONDRES – A internet ultrapassará a televisão como o maior meio de propaganda este ano na Inglaterra, com 19% do total gastos em publicidade, conforme previsão do Enders Analysis.
O principal mecanismo de crescimento continua sendo a busca patrocinada em sites como o Google, mas Enders disse que já vê sinais de popularidade do vídeo online, que está dando uma pequena contribuição para a mudança da publicidade da televisão para a internet.
Analistas disseram anteriormente que as verbas de publicidade mudaram para a internet à custa dos jornais ingleses – o mais desenvolvido mercado de publicidade online no mundo.
O aumentando do uso de internet e a explosão do comércio eletrônico continuam guiando o forte crescimento da publicidade online, particularmente a busca patrocinada, apesar da desaceleração econômica.
“Nossa previsão para 2008 é que o gasto com propaganda online crescerá 26,4%, em termos nominais para 3,5 bilhões de libras, ultrapassando os gastos com publicidade na TV, que esperamos caia 2,5%, ou seja, 3,39 bilhões de libras.”
O boletim informa que o Google continuaria sendo o maior beneficiário do crescimento na busca patrocinada e prevê que a empresa poderia abocanhar 80% dos gastos neste segmento no Reino Unido, partindo dos 78% em 2007.
A previsão de crescimento dos classificados online, que aumentaram em 54% em 2007, poderia diminuir em 2008 por causa da queda dos anúncios de emprego e imóveis.
Uma fonte de crescimento é o vídeo online, embora seja difícil se desenvolver porque muitos dos mais populares vídeos são de curta duração, produzidos pelos usuários e postados em sites como o YouTube.
O informe diz que emissoras e portais de internet estão alcançando um alto CPM (Cost Per Thousand - medidor de audiência utilizado pela indústria, que representa o custo por mil visitantes) para propaganda em vídeo streaming, em média 20 libras, comparado às 6 libras para spots na televisão.
Houve o alerta de que os preços altos seriam resultado da oferta limitada, e que cairiam conforme o volume crescesse.
Ao todo, estimamos que a propaganda de vídeo online somará em torno de 35 milhões de libras, ou 1% dos gastos com publicidade na TV em 2008, com muitos anunciantes reutilizando peças já produzidas, segundo o informe.
“Nem todo este dinheiro virá da verba da televisão, mas há sinais de migração dos gastos da TV para a internet, e acima de tudo uma grande mudança para o meio online.”
Fonte: Reuters
Publicado por: Micheli Consani
O investimento publicitário em internet cresceu 36% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a R$ 134,3 milhões. Com isso, pela primeira vez a internet recebeu mais recursos que a TV por assinatura no país. Os dados são do projeto Inter-Meios, que mede o faturamento dos veículos de comunicação.
A internet foi a mídia que mais cresceu, em termos percentuais, durante o período, mas ainda tem uma participação pequena frente a outros meios. No total, durante o primeiro trimestre de 2008, a internet ficou com uma fatia de 3,24% do bolo publicitário, contra 2,84% da televisão paga e 3,19% da mídia exterior.
Segundo a publicação especializada “Meio & Mensagem”, que faz o levantamento, esse índice era de 1,5% para a internet em 2003, quando o investimento em web começou a ser medido pela pesquisa.
É preciso ressaltar que essa ultrapassagem da internet em relação à TV por assinatura refere-se apenas aos primeiros três meses deste ano. Com a Olimpíada, marcada para agosto, os canais de esporte devem receber mais investimento publicitário, o que pode fazer com que a televisão paga se recupere.
Durante todo o período de 2007, as empresas usaram R$ 526,6 milhões em publicidade na internet, uma alta de 45,8% em relação a 2006. No ano passado, a mídia on-line ficou com 2,8% do investimento publicitário total, atrás da TV paga (3,4%) e praticamente empatado com a mídia exterior.
Nos primeiros três meses deste ano, a mídia que mais recebeu investimento publicitário foi a televisão aberta, que ficou com 58% dos recursos –um total de R$ 2,39 bilhões –, seguida pelos jornais, que receberam R$ 777,9 milhões. De acordo com o Inter-Meios, as empresas utilizaram R$ 4,1 bilhões em publicidade entre janeiro e março, ante R$ 3,6 bilhões no mesmo período de 2007.
Fonte: Folha Online
Publicado por: Micheli Consani
Receita de anúncios online sobe 36% para R$ 134,2 milhões e corresponde a 3,25% do bolo total, mas se afasta de previsão da IAB Brasil.
A receita da publicidade online atingiu 134,2 milhões de reais nos três primeiros meses de 2008, aumento de 36% em relação ao mesmo período de 2007, segundo dados do instituto Inter-Meios publicados pelo jornal Meio & Mensagem.
Mesmo com o aumento, o montante está abaixo da previsão traçada pelo IAB (Interactive Advertising Bureau) Brasil ao divulgar os dados relativos ao ano passado, quando afirmou esperar que o setor faturasse 712 milhões de reais em 2008.
O aumento na receita fez com que os investimentos em publicidade online representassem 3,25% do bolo publicitário total, aumento frente aos 2,8% registrados no final de 2007.
A cifra também fez com que a internet ultrapassasse a mídia exterior em valor de receita, com 3,2%, afetada em São Paulo pelo projeto “Cidade Limpa”, que proibiu outdoors em São Paulo a partir de setembro de 2006.
A televisão continua concentrando grande parte do investimento publicitário no país, com receita de 2,1 bilhões de reais no período, aumento de 12,5%.
Por Inter-Meios
Publicado por: Micheli Consani
Meio virtual aposta em prosperidade, especialmente para empresários que optarem pelos anúncios virtuais
A Internet começou o ano de 2008 representando 2,8% do bolo publicitário brasileiro, de acordo com o Projeto Inter-Meios. Mesmo com uma participação ainda pequena em relação ao tamanho do público, empresários têm confiado e investido pesado nesse segmento. Em 2007, a publicidade online cresceu 45,7%, o maior percentual entre todas as mídias. Profissionais do meio virtual apostam que os próximos anos serão ainda melhores, especialmente para os empresários que optarem pelos anúncios online.
“Se o empresário é pouco tolerante a risco, pode investir uma quantia baixa e medir os resultados. Daqui para frente, quem experimentar vai se surpreender”, afirma o country manager da multinacional de publicidade online DQ&A, Dominic de Souza. A companhia holandesa opera a conta mundial do “MSN” e há cerca de quatro anos mantém um escritório em São Paulo. “O empresário só quer o retorno, mas tem outro aspecto que é a exposição: através do endereço IP [dos internautas] é possível medir em quem o anúncio está chegando”, completa.
O mercado publicitário online brasileiro, segundo Souza, tem um potencial de crescimento “gigante”. Atualmente, o tamanho é de algo em torno de US$ 500 mil, enquanto a Europa atinge US$ 10 milhões e os Estados Unidos, US$ 20 milhões. O detalhe, afirma, é que no Brasil apenas 10% da população é de usuários efetivos. Ou seja, com o aquecimento da venda de computadores, o crescimento poderá ser exponencial nos próximos anos.
Por IT Web
Publicado por: Micheli Consani
Nunca é demais falar sobre métricas. Afinal, se o grande diferencial dos meios digitais é a comprovação da efetividade de todas as atenções através da análise das métricas, informações que possam aperfeiçoar a coleta e análise dos dados são bem vindas.
Dar importância exagerada às métricas mais “gerais”.
Muitos profissionais acreditam que métricas “gerais”, como o número de visitas no site, possam representar algum dado altamente relevante para seus negócios. Se este dado realmente impactar, por exemplo, no número de vendas realizadas online ou na geração de leads, é lógico que devem ser consideradas. No entanto, é preciso conjugar a análise com as características do site e do negócio. Será que vale a pena querer aumentar a audiência do seu site, em termos de números de visitações, se a taxa de conversão de vendas é baixa? Não seria o caso de se investir mais tempo na melhoria das métricas de conversão, ou prestando mais atenção no desempenho das páginas de fechamento de vendas?
Não identificar de forma clara o impacto de ações de marketing.
Será que você consegue apurar através das métricas o resultado efetivo de ações, por exemplo, de e-mail marketing? Será que você tem condições de analisar se determinada ação foi realmente efetiva ou se apenas representou gastos desnecessários? De nada adianta, por exemplo, achar que uma ação foi bem sucedida se ela gerou mais visitações mas não rendeu nenhuma venda ou ao menos um lead. De novo: número de visitas é um dado importante, mas não é o único!
Não mensurar de forma diferenciada cada ação.
As ferramentas de métricas disponíveis hoje em dia permitem que se faça a análise apurada de cada ação, de forma separada. Como saber se, por exemplo, a campanha de e-mail marketing trouxe mais leads do que os banners que foram publicados no portal de conteúdo com os espaços mais caros? Para isso, é necessário desenvolver parâmetros de análise diferenciados para cada ação, e não colocá-los num mesmo “pacote”. Afinal, uma das premissas básicas das métricas é estabelecer precisamente a origem de determinada visita em seu site, e assim poder analisar o que é mais efetivo em seu negócio.
Não focar nos objetivos do negócio.
De novo: muita gente ainda acredita que números de visitas são os principais números a considerar numa análise de métricas. Mas será que isso é especialmente relevante se você, por exemplo, vende artigos de luxo - que não são exatamente campeões de vendas em quantidade, mas em “ticket” de vendas? Será que não seria mais interessante, neste caso específico, verificar se a média do ticket está dentro daquilo que você espera? Caso não esteja, ao invés de tentar incrementar o número de visitas, que tal investir em campanhas de links patrocinados em comunidades e fóruns que reúnam o seu público-alvo? Esta decisão será respaldada com uma análise correta das métricas - e assim garantir o foco do negócio.
Achar que os números são inquestionáveis.
Claro que contra fatos não há argumentos; mas será que privilegiar apenas os números apresentados, em detrimento a outros fatores, basta? Os números em si podem traduzir diversas informações relevantes para o desenvolvimento dos negócios, mas eles não são o fim da análise. Ao contrário; eles são apenas a matéria-prima para a geração de idéias, decisões e correções de rumo necessárias para a continuidade das ações. É preciso, portanto, acrescentar a estes números a experiência e o conhecimento que você tem sobre seu negócio. Afinal, tomar uma decisão correta respaldada por números, e ainda por cima mostrar que seu conhecimento foi imprescindível na melhoria deles, é o melhor dos mundos.
Por iMasters
Publicado por: Micheli Consani
O crescimento da publicidade online é um fenômeno mundial. Os crescentes investimentos em mídia online seguem uma tendência observada em todos os cantos deste mundo, e também já é possível notar um amadurecimento do mercado e novos direcionamentos da verba online, inclusive no Brasil.
Desde o surgimento da internet comercial, as campanhas publicitárias sempre estiveram concentradas nos grandes portais, mas isso tem mudando. A internet, definitivamente, não é apenas uma mídia de massa. Já é claro o amadurecimento dos clientes e agências no que se refere à utilização da Internet para campanhas publicitárias, buscando seu público correto e segmentação precisa. Os anunciantes migravam suas verbas para internet. Agora migram dentro da própria internet.
Os sites de conteúdo vertical e os grandes blogs exercem uma grande representatividade no mercado, já faturaram boa parte das verbas e, algumas vezes, são mais valorizados que os próprios portais. A descentralização das campanhas online já é um fato.
Sites de conteúdo vertical são aqueles destinados para um público específico, que abordam de forma detalhada e direta um tema restrito, atraindo um público extremamente segmentado e com maior facilidade para fidelização.
Atualmente não basta produzir um plano de mídia on-line que abrange apenas os grandes portais, ou você estaria desperdiçando a verba do cliente. É necessário conhecer bem a oferta de sites de conteúdo verticial e target definido, sejam eles segmentados em termos demográficos, como também por afinidade de interesse e que sejam capazes de gerar vendas e relacionamento de uma forma efetiva e fiel. Não se pode resumir a exposição de uma campanha num plano de massa. A segmentação é imprescindível e a Internet é uma ferramenta sem igual para tal.
Desde o ano passado, a lei Cidade Limpa impõe o fim de outdoors e demais placas de tamanhos que excedem os padrões descritos nela. Com isso, executivos e agências de São Paulo tiveram que redirecionar seus investimentos voltados a esse tipo de mídia. Quando a lei foi aprovada, uma das alternativas surgidas foi a migração para as mídias online, numa tentativa de substituir, de forma barata e abrangente, as propagandas de rua.
A migração, entretanto, ocorre aos poucos, principalmente porque poucos executivos acreditavam na consolidação da lei. Mas conforme a internet se firma como a mídia que mais impacta as pessoas no ambiente de trabalho - local em que as pessoas passam a maior parte do dia - o investimento na publicidade online cresce. De acordo com o instituto Kelsey Group, a internet terá um crescimento anual de 2,7%, até 2012.
Publicado por: Micheli Consani
São Paulo - Participação da internet no bolo publicitário atingiu 2,8%. Números revelam que ritmo de crescimento no País é superior ao mundial.
A participação da internet no bolo publicitário brasileiro atingiu 2,8% em 2007, segundo dados do projeto Inter-Meios divulgados pelo IAB (Interactive Advertising Bureau) Brasil nesta terça-feira (04/03).
De acordo com os dados do projeto Inter-Meios, do jornal Meio & Mensagem, os gastos com publicidade na internet no Brasil totalizaram 507 milhões de reais no último ano, crescendo 45,7% sobre 2006.
A previsão do IAB, com base nos dados do projeto Inter-Meios, é que a publicidade online fature 712 milhões de reais em 2008, representando 3,5% dos investimentos publicitários.
Os números revelam que a publicidade online está crescendo em ritmo mais acelerado no Brasil que no restante do mundo. A média de crescimento da publicidade online no mundo foi de 25% em 2007, segundo dados do próprio IAB.
A internet, segundo o estudo, foi a mídia que mais cresceu em 2007, ficando à frente de TV por assinatura (crescimento de 20,6%), jornais (15,2%) e TV aberta (8,7%).
Fonte IdgNow
Publicado por: Micheli Consani