Cartão de Crédito

A tendência desse tipo de financiamento é aumentar a cada ano, pela facilidade e pelo aumento do numero de pessoas que estão utilizando a internet como seu novo canal de compras.

O crescimento do comércio eletrônico está proporcionando ao consumidor cada vez mais comodidade na hora de realizar sua compra pela rede. Segundo dados divulgados pelo Banco do Brasil, o BB Crediário Internet, registrou em dezembro de 2009, um aumento de 64% nas concessões de crédito para compras online, um recorde desde outubro do mesmo ano.

Destinado ao financiamento de bens e serviços comprados pela internet, o crédito tem crescido significativamente nos últimos meses. Miguel de Oliveira, vice-presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), atribui esse crescimento em função das facilidades que ele apresenta. “É um processo cômodo, o consumidor não precisa ir à agência ou assinar um contrato. Trata-se de um crédito pré-aprovado diferente de fazer um crediário em uma loja física, onde é necessário levar um comprovante de renda e passar por uma aprovação de cadastro. Não ter que passar por isso seduz muito”, explica.

Para Donato Pina, gerente comercial da Tray Sistemas, a opção de entrar em um financiamento para compras pela internet está sendo bastante procurada pela facilidade de não precisar do deslocamento físico e nem a perda de tempo habitual que deriva da demora no atendimento. “A facilidade da internet está na opção de horários diferenciados para compras, analise de riscos, pesquisas de preços e opções mais vantajosas. A compra cautelosa e estudada pode ser realizada em algumas horas e do seu local preferido”.

Outra vantagem destacada por Oliveira, é que o crédito para financiamento no comércio eletrônico, não possui taxas muito altas comparadas com as do cartão de crédito e do cheque especial. “Essas taxas se situam entre 4% e 4,5% ao mês, em média. Mas em algumas lojas chegam a 3%. Por ser mais baixa que a maioria das taxas cobradas em crediários de lojas físicas, torna mais vantajoso ao consumidor”.

Pina comenta que a tendência desse tipo de financiamento é aumentar a cada ano, pela facilidade e pelo aumento do numero de pessoas que estão utilizando a internet como seu novo canal de compras. “Só em 2009, o numero de internautas aumentou em 25%, apenas no Natal foram 4 milhões de novos e-consumidores, além disso a entrada das classe C no segmento, popularizou o acesso a rede e trouxe mais opções para os consumidores. Só é preciso estudar a proposta certa e ter cautela na hora de decidir a opção mais vantajosa para compra”, finaliza.

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Tray Informa

Comunicação

O nosso maior desejo é utilizar a nossa voz para falar sobre o negócio de lojistas, que junto com a Tray estão fazendo história no comércio eletrônico brasileiro.

Quem disse que experiência tem relação com um longo tempo, é apenas 1 ano e alguns meses, plena juventude recheada de anseios e curiosidades. Nesse tempo o Departamento de Marketing da Tray com o apoio de sua assessoria de imprensa, na qual também é interna, produzindo e propagando informações sobre o comércio eletrônico para todo o Brasil já teve a sua voz ouvida e propagada com destaque por muitas vezes.

Jornal do Brasil, Portal e-Bit, Revista Fator Brasil, Diário do ABC, UOL Economia, Info Money, R7, TV CNT, Portal Baguete, entre outros meios, blogs e comunidades relacionadas com comércio eletrônico constantemente publicam o que nós estamos falando sobre o mercado e sobre os nossos clientes.

Isso tudo nos da credibilidade e nos fez virar referência. Fato comprovado quando as pessoas procuram por “notícias e-commerce” no Google. O Blog da Tray (blog.tray.com.br) que concentra todas as informações que divulgamos há muito tempo é mostrado no primeiro resultado.

O nosso maior desejo é utilizar a nossa voz para falar sobre o negócio de lojistas, que junto com a Tray estão fazendo história no comércio eletrônico brasileiro. É para isso que estamos aqui! Para propagar pelas ondas da rede o trabalho dos e-empreendedores que contribuem para o avanço comercial do Brasil.

Publicado por: Reinaldo Martins
Categorias: Tray Informa

Grandes empresas e novas parcerias fizeram de 2009 um ano bem promissor para o comércio eletrônico. De olho no aumento do número de consumidores online, muitas empresas modificaram seus sites e otimizaram seus sistemas de compras para competir por uma maior quantidade de cliques em seus produtos.

Anunciada em fevereiro de 2009, a entrada das Casas Bahia no segmento deu início a inúmeras transformações de lojistas do setor durante todo o ano. Algumas lojas atualizaram seus sites, dinamizando a informação e facilitando a navegação na rede, a exemplos do Magazine Luiza e do extra.com. Nos segundo semestre foi divulgado o retorno da Mesblá somente no meio virtual e a compra do Ponto Frio pelo Grupo Pão de Açucar.

Outra novidade que movimentou o comércio online ainda no final do ano, foi o anuncio da possível união entre Casas Bahia, Extra Eletro e Ponto Frio, gerando especulações e dúvidas sobre um provável monopólio das empresas de varejo virtual que levou as empresas ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O órgão é o responsável no Brasil por garantir a concorrência entre as empresas no Brasil.

Esse ano promete não ser diferente. Há muito tempo especula-se a entrada da francesa Carrefour nas vendas pela rede. A companhia anunciou que ainda no primeiro semestre desse ano ingressará no mercado de comércio eletrônico no País, sabendo da concorrência acirrada com o Grupo Pão de Açucar que divulgou nessa quarta (20) seu plano de investimentos e atualizou o mercado sobre reunir em uma só empresa e distinta os negócios de comércio eletrônico do Pão de Açúcar, Ponto Frio, Extra e Casas Bahia.

Esperado para 2010 é também a loja virtual da Mesblá para abril, com um site de comércio eletrônico segmentado para o público feminino que atenderá com exclusividade somente por meio da internet. Outra novidade é que além da Mesbla, o Mappin, ambas marcas ícones de lojas de departamento que faliram em 1999, pertencentes ao empresário Ricardo Mansur, planejam voltar ao segmento com força total.

O Mappin, foi comprado pela loja Marabraz em dezembro do ano passado por R$ 5 milhões, divulgou que pretende voltar com a marca para o comércio eletrônico em 2013. Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, avalia essas mudanças como positivas. “O comércio eletrônico no Brasil em 2009 faturou um pouco mais de R$ 10 bilhões, segundo as estimativas. Para 2013 esse valor deve ultrapassar os R$ 25 bilhões. Esses números são empolgantes para o varejo que gradualmente vêm aumentando significamente os investimentos na web. Somado a isso está a mudança nas hábitos das pessoas, em países como a Inglaterra os jovens já passam mais tempo navegando na Internet do que assistindo a TV. Os brasileiros são os que mais passam tempo navegando em média e isso fez com que o investimento em publicidade na Web ultrapassasse na TV fechada. Concluindo, em breve a internet será o meio de compras preferido pelas pessoas e o que receberá a maior parte dos investimentos por parte das empresas.”

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce, Economia, Fique por Dentro, É Importante Saber

Divulgado pelo portal e-Bit, pesquisa destaca que o e-commerce movimentou no período entre 15 de novembro e 24 de dezembro R$ 1,6 bilhão, crescimento de 28% em relação ao mesmo período do ano passado. Este crescimento das transações on-line está ligado ao aumento de usuários, que cresceu 10% a mais em 2009 chegando aos 25 milhões de novos usuários. Somente no período do Natal esse numero aumentou em 4 milhões de novos e-consumidores.

A pesquisa revelou que o consumidor procura cada vez mais produtos com valores altos, principalmente os de informática e eletrodomésticos. A tendência para 2010 é que o ticket médio das compras aumente ainda mais. Em 2009 os produtos mais vendidos foram: 1º lugar – livros; 2º - eletrodomésticos; 3º - saúde, beleza e medicamentos; 4º - informática e 5º eletrônicos. A entrada de grandes marcas, o cumprimento de prazos, preços competitivos e facilidades de pagamento, estão atraindo esses compradores e fidelizando esses clientes

Para Pedro Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, essa mudança no comportamento dos compradores está acontecendo pela confiança do consumidor na hora de comprar pela rede. “O consumidor vem ganhando confiança nas compras on-line em decorrência das diferentes ferramentas desenvolvidas que favorecem as transações seguras. Empresas de intermediação de pagamento que garantem a entrega dos produtos e recursos de criptografia e proteção de dados utilizados pela grande maioria das lojas virtuais transmitem segurança ao consumidor.Além disso, sites especializados na avaliação de lojas virtuais fornecem listas de lojas confiáveis e permitem que os consumidores troquem opiniões e experiências de compra, incentivando novos compradores a experimentar o comércio eletrônico sem receio”, conclui.

Publicado por: Micheli Consani
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Aumento do número de internautas está contribuindo diretamente para o crescimento do comércio eletrônico no Brasil. Segundo pesquisa da Internet Pop, realizada pelo IBOPE Mídia, o acesso a internet aumentou 10% entre 2008 e 2009. Os dados apontam um crescimento de mais de 25 milhões de brasileiros conectados na rede.

Outro fator em destaque é a facilidade do acesso a rede, principalmente por meio de aparelhos móveis. A pesquisa destaca que nas regiões metropolitanas, 66% dos 17 mil entrevistados, quando não por computadores convencionais tem acesso a rede por meio de aparelhos celulares.

Para Reinaldo Martins, essa democratização do acesso a rede mundial de computadores só vem a favorecer o comércio eletrônico. “Comprar pela internet é mais prático, cômodo e rápido. Sem contar a imensa variedade de produtos ao alcance do consumidor que nem sequer precisa sair de sua casa. Vai ser uma questão de tempo para a rede ser o meio de compras preferido pela maior parte dos brasileiros, o acesso à web torna-se cada vez mais acessível e a disponibilização de meios de pagamentos que facilitam o parcelamento de compras é cada vez maior.”

Além disso, esperamos para esse ano um crescimento maior ainda. Em 2009, segundo dados da consultoria e-bit, somente no período do Natal houve alta de 28% no numero de internautas chegando a quatro milhões de novos e - consumidores, comparando com o mesmo período em 2008.

Para 2010, a expectativa será maior ainda, com a entrada da classe C no comércio eletrônico e grandes marcas, o segmento tem como objetivo a inclusão digital das micro e pequenas empresas no mercado para garantir maior diversidade de produtos e opções uma vez que apenas 6% dos comerciantes físicos estão presentes no varejo virtual.

A projeção de crescimento para o setor de telecomunicações é de 21% em 2010, impulsionados pelo aumento de usuários de internet. De acordo com o levantamento da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), esse índice será alcançado pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), iniciativa do governo federal que visa massificar o uso da internet rápida no país e tem meta de alcançar 90 milhões de acessos individuais até 2014.

Publicado por: Micheli Consani
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O crescimento do comércio eletrônico está proporcionando ao consumidor cada vez mais comodidade na hora de realizar sua compra pela rede. Segundo dados divulgados pelo Banco do Brasil, o BB Crediário Internet, registrou em dezembro de 2009, um aumento de 64% nas concessões de crédito para compras online, um recorde desde outubro do mesmo ano.

Destinado ao financiamento de bens e serviços comprados pela internet, o crédito tem crescido significativamente nos últimos meses. Miguel de Oliveira, vice-presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), atribui esse crescimento em função das facilidades que ele apresenta. “É um processo cômodo, o consumidor não precisa ir à agência ou assinar um contrato. Trata-se de um crédito pré-aprovado diferente de fazer um crediário em uma loja física, onde é necessário levar um comprovante de renda e passar por uma aprovação de cadastro. Não ter que passar por isso seduz muito”, explica.

Para Donato Pina, gerente comercial da Tray Sistemas, a opção de entrar em um financiamento para compras pela internet está sendo bastante procurada pela facilidade de não precisar do deslocamento físico e nem a perda de tempo habitual que deriva da demora no atendimento. “A facilidade da internet está na opção de horários diferenciados para compras, analise de riscos, pesquisas de preços e opções mais vantajosas. A compra cautelosa e estudada pode ser realizada em algumas horas e do seu local preferido”.

Outra vantagem destacada por Oliveira, é que o crédito para financiamento no comércio eletrônico, não possui taxas muito altas comparadas com as do cartão de crédito e do cheque especial. “Essas taxas se situam entre 4% e 4,5% ao mês, em média. Mas em algumas lojas chegam a 3%. Por ser mais baixa que a maioria das taxas cobradas em crediários de lojas físicas, torna mais vantajoso ao consumidor”.

Pina comenta que a tendência desse tipo de financiamento é aumentar a cada ano, pela facilidade e pelo aumento do numero de pessoas que estão utilizando a internet como seu novo canal de compras. “Só esse ano, o numero de internautas aumentou em 25%, apenas no Natal foram 4 milhões de novos e-consumidores, além disso a entrada das classe C no segmento, popularizou o acesso a rede e trouxe mais opções para os consumidores. Só é preciso estudar a proposta certa e ter cautela na hora de decidir a opção mais vantajosa para compra”, finaliza.

Publicado por: Micheli Consani
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A entrada das classes C e D no comércio eletrônico, devido a popularização do acesso a internet e facilidade de pagamento disponibilizada pelos cartões de crédito, já apontam reflexos nas vendas de produtos como perfumaria, beleza, vestuário, decoração e casa. Somente no período referente ao Natal, foram quatro milhões de novos e - consumidores.

O que antes era privilégio de poucos, a internet está tornando-se popular no Brasil e conquistando a população pela facilidade na hora de realizar um compra por meio de uma loja virtual. Além de não precisar sair de casa, o cliente está aprendendo a pesquisar preços e produtos e adaptar suas compras pela rede.

Entre os produtos mais vendidos em 2009, algumas evidencias dessa nova classe no mercado começa a aparecer nos números. A categoria de vestuários, que antes ocupava a 10ª colocação, apareceu na 7ª posição entre os produtos mais vendidos. Itens relacionados a perfumes e fragrâncias, que não figuravam na lista passada, apareceram na última colocação.

Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, é natural que ocorra uma modificação na preferência de compras pela internet a medida que novos perfis de consumidores estão chegando. “Além disso, para quem está realizando sua primeira compra, é natural que opte por um produto mais barato e que esteja mais familiarizado”.

Segundo dados do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau Brasil), apontam que no ano passado, 45% das famílias brasileiras de classe C tinham acesso à internet em suas residências. A entidade estima que esse índice é de 80% dos usuários das classes A e B e 25% nas classes D e E.

Para Martins a crescente e acirrada disputa entre os varejistas presentes na Web trará muitos benefícios para quem opta comprar através da Rede. “As grandes estão unindo forças, a união das Casas Bahia com o Grupo Pão de Açúcar promete uma nova marca com maior poder de competividade, as médias lojas estão investindo pesado em novos centros de distribuição e logística para proporcionar uma melhor qualidade e agilidade nos serviços de entrega. Em paralelo é crescente a entrada de micro e pequenos empresários na rede, especializados em segmentos de vendas específicos, proporcionando ainda mais vantagens e benefícios para o e-consumidor”.

Ainda não divulgado, a consultoria e-bit projetou um fechamento para 2009 de R$ 10,5 bilhões para o setor, um crescimento de 30% em relação ao mesmo período de 2008. Em 2010 os números devem só aumentar, iniciativas de popularização da banda larga no Brasil devem contribuir para que esse número chegue a 15 milhões de conexões rápidas até o final do ano.

Publicado por: Micheli Consani
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Não é só no comércio físico que as tradicionais liquidações de janeiro estão presentes. O ano mal começou e as lojas já estão com as tradicionais ofertas de verão com descontos que podem chegar a até 50% , a fim de garantir um aumento significativo nas vendas durante o primeiro mês do ano. A ação oferece descontos nos produtos das lojas virtuais que apresentam preços promocionais válidos por todo o mês. A expectativa é de que as empresas dobrem o número de pedidos em relação ao mesmo período de 2009.

Estima-se que para 2010 aumente o número de pessoas que farão pela primeira vez compras pela rede. Em 2009 o número de internautas cresceu devido a entrada da classe C no segmento pela popularização do acesso a rede e pela facilidade na obtenção de crédito, somente no período do Natal, foram 4 milhões de novos e-consumidores. No Brasil, o comércio eletrônico apresentou um crescimento de 25% no primeiro trimestre de 2009, gerando um faturamento total de 2,3 bilhões reais.

Para Donato Pina, gerente comercial da Tray Sistemas, para divulgar a iniciativa, as lojas devem investir em e-mail marketing, links patrocinados e ações em mídia social. “Na internet é necessário todo um apelo para a conquista do cliente, as ações de marketing tem que ser planejadas para garantir a todos os clientes, satisfação na hora da compra”, conclui.

Publicado por: Micheli Consani
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Crescimento de 28% foi o alcançado pelo e-commerce em 2010, em comparação com o ano de 2008, somente no período relativo às festas de Natal. De acordo com dados divulgados pela consultoria e-bit, o e-commerce movimentou nesse período 1,6 bilhão de reais com as vendas natalinas.

O período que vai de 15 de novembro a 24 de dezembro, representa para o comércio, o período de maior lucratividade devido às comemorações de Natal. O ano de 2009 representou para o e-commerce um novo recorde em crescimento de vendas principalmente pelo crescimento obtido com as vendas de final de ano.

Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray, a aproximação das pessoas com as vendas pela internet vem intensificando a cada dia. “Há vinte anos, fazer compras sem sair de casa era considerado ficção, hoje esse ato está cada vez mais presente na vida das pessoas que optam por uma vida de hábitos ágeis e cômodos. O e-commerce possibilita a satisfação desses hábitos, pois mais de que um shopping gigante de compras em delivery, é uma ferramenta de pesquisa que auxilia os consumidores no encontro de informações e preços de produtos desejados. Vai ser uma questão de tempo para a internet se tornar o meio de compra preferido pela maior parte das pessoas.”

Dentre os artigos que se destacaram na preferência dos consumidores para compra estão os livros, em primeiro lugar como os mais procurados, seguidos por eletrodomésticos, saúde, beleza e medicamentos. Informática e eletrônicos ficaram, respectivamente, na quarta e quinta posições.

Publicado por: Micheli Consani
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Ao que tudo indica 2009 caminha para o final com a estimativa de crescimento recorde para o comércio eletrônico. Grandes redes de varejo presentes no segmento projetam um crescimento de 80% no volume de vendas para esse Natal, devido à redução do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) de geladeiras, fogões e máquinas de lavar, juntamente com a entrada da classe C no segmento pela facilidade na obtenção de computadores, acesso a internet e na aquisição de cartões de crédito.

Segundo dados da consultoria especializada em comércio eletrônico, a e-bit, no período destinado ao comércio natalino, que vai de 15 de novembro até o dia 24 de dezembro, calcula-se um acréscimo de 30% na receita do varejo virtual somando para o segmento o montante de R$ 1,630 bilhão, somente no período acima.

Para Caio Mattar, vice- presidente do Grupo Pão de Açúcar, a estimativa de crescimento do portal Extra.com no Natal é 50% maior que em 2008, devido principalmente a entrada da classe C no e-commerce. “Nossa expectativa é bem alta, teremos um Natal bem quente”.

Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray, empresa especializada em e-commerce, ressalta que o ano deve terminar com 4 milhões de novos e-consumidores, segundo a e-bit, 17 milhões no total e desse montante 40% pertencente a classe C. “O otimismo para as vendas de natal pela internet se deve a alguns fatores, dentre os quais podemos destacar: a retomada do crescimento da economia, a entrada de grandes redes varejistas na rede e o ingresso de um amplo número de e-consumidores na web principalmente pertencente à classe C”.

A facilidade em pagamentos e a baixa nos preços devido à redução do IPI, só vem a somar em benefícios para os consumidores. A entrada das Casas Bahia esse ano, aumentou ainda mais a concorrência e criou entre as lojas virtuais, condições favoráveis de pagamento para impulsionar as vendas natalinas.

“Estamos vendo as grandes redes entrarem de vez no e-commerce, principalmente pelo fato desse segmento apresentar números motivadores, para 2009 é esperado um faturamento de mais de R$ 10 bilhões, em 2012 esse número deve saltar para R$ 25 bilhões. Os pequenos e médios empresários que não iniciarem operações na web pelos próximos anos provavelmente enfrentarão dificuldades pois os índices apontam que o brasileiro acha cada vez mais conveniente comprar pela rede, mais de 86% das pessoas que já fizeram uma compra pela internet se dizem satisfeitos e voltarão a comprar”, conclui Martins.

Publicado por: Micheli Consani
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