
Na região de Marília são aproximadamente 60 lojas virtuais estão operando; número de pessoas que fizeram compras em sites aproximou-se de 10 milhões
As vendas pela internet deverão movimentar R$ 23,4 bilhões em 2012, cifra 25% maior que em 2011, quando o comércio eletrônico cresceu 26% e movimentou R$ 18,7 bilhões.
Segundo dados da empresa Tray E-commerce, somente no primeiro semestre, período em que historicamente são registradas 45% das vendas do ano, são esperados R$ 10,4 bilhões.
Segundo o diretor executivo da Tray, Walter Leandro Marques, a região de Marília possui aproximadamente 60 operações de comércio eletrônico, ou seja, lojas virtuais. Para Marques a região possui uma média desse tipo de serviço maior do que outros municípios com o mesmo número de habitantes e renda per capita. Segundo ele o motivo principal desse crescimento é decorrente da farta infraestrutura de serviços para comércio eletrônico. “Nossa região possui inúmeras agências online, empresa de pagamentos e de plataforma, ou seja, um ecossistema completo e propício para novas lojas virtuais. Esta tendência se mantém e a cada dia novas lojas virtuais “pequenas” ganharam margem no mercado acima das “grandes””.
Marques destaca como um dos exemplos é a CACB (Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil) que lançou o projeto estoicidade em janeiro para alcançar os dois milhões de associados das entidades comerciais, indústria, comércio e serviço para que estes tenham seu e-commerce.
“Com isso a CACB pretende ser o maior Ecossistema de pequenas lojas virtuais do Brasil em cinco anos”, acrescenta Marques.
Nos últimos três meses de 2011, o Top 50 perdeu share de mercado, se comparado ao mesmo período de 2010: 89,27% para 87,73%, ao mesmo tempo em que o “long-tail” subiu de 10,73% para 12,27%, no mesmo espaço de tempo.
Um dos fatores que estão auxiliando na ascensão do comércio eletrônico no Brasil é o boom de compras coletivas. O número de pessoas que fizeram compras em sites como este aproximou-se de 10 milhões em 2011, enquanto o número de consumidores que fizeram compras em lojas online aproximou-se de 32 milhões no país.
O número de pessoas que consomem pela internet continua em expansão no Brasil, totalizando 31,9 milhões em 2011. No ano passado, 9 milhões de brasileiros compraram pela primeira vez em lojas online. Desde 2007, quando apenas 9,5 milhões fizeram aquisições pela internet, o número de usuários mais do que triplicou no Brasil.
“No Brasil, em 2011, o setor cumpriu o previsto. E a nossa região seguiu a tendência, os segmentos que mais se destacam na nossa região são automotivo, informática ,calçados e eletrônicos”
FACILIDADE
A facilidade e praticidade, além de muitas pesquisas que apontam custos inferiores são os principais atrativos das compras coletivas.
Como é o caso da publicitária Vanessa Colevati que utiliza diversos serviços na internet, desde NetBanking até as compras dos mais variados produtos.
Vanessa afirma que compra quase tudo pela internet, incluindo bicicleta, televisores, roupa de cama, banho, relógio, brinquedos para os filhos e sapatos. “Nunca comprei produtos quebrados ou com defeito e sempre chegou na data estipulada, ou seja, nunca tive nenhum problema, somente benefícios”
A publicitária explica que costuma pesquisar o preço, portanto, se fosse comprar em estabelecimentos comerciais demoraria muito tempo. “Nos sites há preços mais baratos, sempre temos já endereços eletrônicos preferidos e de confiança, minhas últimas aquisições on line foram uma máquina de lavar roupa e televisão”, afirma Vanessa.
Dez lojas virtuais abrem no primeiro trimestre de 2012
Devido ao crescimento do segmento e possibilidade de expansão dos negócios, muitos lojistas estão investindo na abertura de lojas virtuais. Somente nos três primeiros meses do ano foram abertos dez novos endereços eletrônicos de compras na região de Marília.
Segundo o gerente executivo da Tray a previsão até o final desse ano é que sejam totalizadas 100 lojas virtuais. “Diferente do pico de vendas do consumo, os empresários que desejam estar prontos para vender no último trimestre iniciam seus investimentos nos primeiros três meses”, explica Marques.
O resultado do e-commerce é sentido quase imediatamente e agrada empresários de diferentes setores.
Como é o caso da empresária Natália Mattar, formada em moda. Ela resolveu investir em comércio de acessórios e para expandir o acesso ao produto efetivou nos últimos meses o endereço eletrônico para compra das mercadorias.
“A ideia da loja virtual surgiu quando consumidores de outras cidades se interessaram por meus produtos, por isso, criei meu site e disponibilizei meus produtos online. Os itens comprados através do site, são calculados com o frete de acordo com seu destino e mandados via Correios para todo Brasil. É um serviço que oferece muita facilidade”.
Natália afirma que a demanda de pessoas interessadas nas compras aumentou após a ferramenta de vendas on-line. Entre as principais vantagens a empresária destaca a praticidade. “Os maiores benefícios são que os consumidores escolhem os produtos sem sair de casa, além de ter a possibilidade de conversar com o vendedor, por um chat ou através de e-mail, tirar suas dúvidas, e receber o produto da forma como escolhe, ideal para quem não possui tempo para procurar no comércio tradicional”, finaliza.
Fonte: diariodemarilia
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Tray
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No passado, quando uma empresa de varejo tinha um problema com vendas, a primeira pessoa a ser acionada era o responsável pela área de marketing e/ou comercial, e um dos subterfúgios que esse profissional logo utilizava era o de que havia necessidade de mais investimento em comunicação. Os varejistas atuais continuam com o mesmo vício, principalmente para suas lojas virtuais, e parecem não ter percebido que uma boa estratégia de marketing e comunicação é fruto de uma estratégia de negócios bem elaborada e executada.
O bom planejamento, que é ponto de partida para uma boa estratégia de negócios, nasce da premissa de que se deve atender às necessidades do mercado olhando não somente para as oportunidades e as ameaças, como também para os pontos fortes e fracos da empresa.
Ora, no caso do comércio eletrônico, as oportunidades e as ameaças são facilmente observadas com uma análise macro de um mercado que está cada dia mais sólido e maduro, e cada vez com mais informações disponíveis. Já com relação aos pontos fortes e fracos, cada empresa deve buscar olhar para seu próprio umbigo e identificá-los, levando em consideração que o e-commerce é sustentado por três pilares: Tecnologia, Operações e Marketing. Falhar em analisar cada uma dessas áreas de conhecimento na mesma medida e em igual profundidade é pecar ao planejar um varejo virtual com competência.

Dito isso, vamos colocar os pingos nos “is” da execução. O e-commerce não é um varejo tradicional de comercialização de produtos como comumente se pensa: todos os comércios virtuais vendem serviços: o serviço de entregar para o cliente o produto que ele comprou, no prazo que lhe foi prometido. Com isso, o objetivo primordial de qualquer operação de comércio eletrônico é o de minimizar o tempo entre a entrada do produto no estoque, a realização do pedido, e o envio e a entrega da mercadoria para o cliente.
Sendo assim, todas as outras atividades no varejo virtual são secundárias, e falhar em aperfeiçoar esse ciclo é deixar de olhar para a necessidade básica do consumidor online e, consequentemente, quebrar a regra básica do marketing, que é a de atender as demandas dos consumidores – o que pode levar ao fracasso do negócio.
As agências de publicidade não estão preparadas para atender esse desafio, e nem é esse seu papel. Seu objetivo é fazer com que a empresa de comércio eletrônico tenha uma marca reconhecida, assim como trazer para o site tráfego qualificado e consistente com o planejamento. Da mesma forma, uma boa plataforma deve ter como objetivo garantir a estabilidade e a escalabilidade do e-commerce, e um bom sistema de ERP ou back-office deve entender que seu negócio é o de suportar a operação virtual. Fica a cargo, então, da operação garantir que a estocagem e a distribuição aconteçam de forma eficiente, rápida e segura.
O papel da consultoria especializada em comércio eletrônico é o de ajudar os varejistas a entenderem essa realidade e garantir que o planejamento esteja adequado à estratégia do negócio, além de integrar as empresas que sustentam os pilares do e-commerce: agências de publicidade, plataformas de e-commerce, sistemas de back-office e operadores logísticos, de forma que todos olhem para a cadeia do comércio eletrônico e atendam à necessidade básica do consumidor online, visando, assim, a integridade da estratégia de negócios.
Fonte: ecommercebrasil
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Tray
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Todo ano próximo as datas comemorativas o volume de e-mail marketing enviado aumenta muito, se tornando um grande desafio para a equipe de marketing criar ações assertivas já que os concorrentes estão bombardeando todos os dias grande parte dos consumidores online.
Então, não podemos nos dar o luxo de desperdiçar as aberturas dos envios, deixando os usuários lerem e não clicarem nos produtos de sua ação.
Pensando nisso, executei alguns testes de posicionamento de produtos dentro do conteúdo enviado e cheguei em alguns aspectos interessantes.
1º Assunto
Exponha a informação do principal produto ou categoria em destaque e mencione que é exclusivo no e-mail.
2º Produto principal
Informe um título com 3 informações importantes. Por exemplo: TV LED 50″ LG + FRETE GRÁTIS – SOMENTE NESTE E-MAIL
Informe a porcentagem do desconto, mas não informe o preço, deixe o usuário curioso.
3º Produtos Relacionados
Adicione de 3 a 5 produtos relacionados ao principal, caso o usuário tenha curiosidade em saber qual a promoção do produto principal, os produtos não relacionados podem dispersar a curiosidade que o usuário estava.
4º Redes Sociais.
Não deixe de trabalhar sua marca e as redes sociais dentro do conteúdo, adicione links, promoções ou campanhas institucionais de sua empresa, caso o usuário não compre nada, ele irá absorver algo de bom da sua empresa.
Considerações: A grande maioria das vendas por e-mail marketing são feitas por impulso, então, faça um conteúdo que desperte a curiosidade do usuário de saber mais informações do produto, leve o usuário ao seu site, e dê vantagens a ele para finalizar a compra.
Fonte: ecommercenews
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O dispêndio em anúncios nos países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) deverá superar este ano facilmente o crescimento da média mundial (5,3%). Todos os países do grupo deverão apresentar variação positiva, na casa de dois dígitos no ano-a-ano, segundo um levantamento divulgado em abril deste ano pela Warc. De acordo com a estimativa, a China vai liderar o ranking, com previsão de crescimento de 14,8%, seguida pela Rússia (13,6), Índia (11,4%) e Brasil (10,2%). Por outro lado, o Canadá (4,5%) e os EUA (4,1%) devem crescer mais lentamente, embora a previsão deste último (0,8%) tenha aumentado mais que todos os países quando comparada a estimativa anterior feita em janeiro. Dentre os países do continente europeu, a expectativa de crescimento da publicidade aumentou muito pouco, com a Alemanha, França, Itália e Espanha apresentando os piores desempenhos dentre todos os países.
De acordo com outra previsão apresentada em março de 2012 pela ZenithOptimedia, entre 2011 e 2014 os mercados emergentes irão conduzir o crescimento global dos investimentos em propaganda. O mercado publicitário da China em 2014 deverá representar 98% do mercado do Japão, enquanto o Brasil estará muito próximo em tamanho do mercado do Reino Unido.
Anúncios impressos tendem a cair com o crescimento do e-marketing
O estudo da Warc ainda mostra que a receita oriunda de anúncios veiculados em mídias impressas vai encolher na maioria das nações, com exceção dos países do BRIC e do Canadá. Jornais e revistas devem amargar uma queda líquida de 1,5% e 1,1%, respectivamente.
Por outro lado, os investimentos em publicidade on-line tendem a crescer 14% no mundo. Também deve crescer consideravelmente o dispêndio em anúncios transmitidos em TVs (5,9%), nas mídias out-of-home (5,3%) e nas propagandas veiculadas nas salas de cinema (5,3%). Os investimentos em anúncios publicitários divulgados em rádios também deverão crescer, mas em percentual mais moderado, em torno de 2,7%.
Outra pesquisa realizada pela PQ Media mostra que a receita global da mídia digital out-of-home (DOOH) cresceu 15,3% para U$ 6,97 bilhões em 2011, enquanto este ano o crescimento deve ser ainda mais animador (19,2%).
O mercado de DOOH no Brasil cresceu 38%, chegando ao nível de R$ 155 milhões em 2011, o 5° ano consecutivo com crescimento de dois dígitos.
Fonte: ecommercenews
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O silêncio é a ausência de conversa. A conversa é troca de palavras. Já o diálogo diálogo pressupõe a troca de sentimentos e sofrimentos. É o salto de qualidade na relação das pessoas com pessoas e das organizações com seus clientes.
Muito se fala dos benefícios e malefícios da internet.
Porém, para analisar melhor é preciso distinguir estes três conceitos sobre a comunicação ou a in-comunicação humana: silêncio, conversa e diálogo.
O silêncio é a ausência de conversa;
A conversa é apenas troca de palavras;
O diálogo pressupõe a troca de sentimentos e sofrimentos.
Obviamente, que há momentos que cada um se encaixa como uma luva, porém, tratamos aqui de analisar quando há uma disfunção, principalmente, no silêncio forçado, ou na conversa em demasia e a falta de diálogo.
Podemos dizer que um ambiente disfuncional é próximo do silêncio e da conversa vazia. E um mais saudável se dá quando as pessoas podem falar abertamente de sentimentos e sofrimentos sem receio, quando há confiança, segurança, espaço e vontade para isso.
A internet, por enquanto, conseguiu superar e quebrar o silêncio da mídia de massa e da urbanização acelerada, ao longo das últimas décadas.
O novo ambiente cognitivo trouxe uma alta taxa de conversa para a sociedade, abriu uma porteira fechada e quem não tinha condições de falar, saiu falando.
É um surto da conversa, da fofoca, estreitando laços, criação de novas conexões, fortalecendo antigas que estavam desconectadas.
Porém, estamos hoje mais conectados, mas não necessariamente mais dialógicos.
A conversa online não nos leva necessariamente ao diálogo. Obviamente, que um ambiente de conversa é melhor do que o do silêncio e cria um ambiente propício ao diálogo.
Diria que o diálogo é uma etapa superior da conversa e não ocorre naturalmente, principalmente em grupos maiores, muitas vezes de desconhecidos. Há momentos em que pode acontecer de forma espontânea, porém pode-se estimular também, através de métodos para que o diálogo ocorra com mais frequência, aprofundando relações.
Este é o papel daqueles que trabalham com comunicação, educação, arte, saúde mental.
Geralmente, são métodos focados para resolver problemas, que incorporam o diálogo construtivo, no qual cada um fala de si, de seus sentimentos em relação a dada dificuldade.
E essa construção permite que se supere o silêncio, a conversa vazia e se abra um rico canal de troca mais profundo, que permita perceber os sofrimentos e construir alternativas para reduzi-lo, pois viver é sofrer em alguma escala.
É esse o salto de qualidade que se pode ter na relação das pessoas com pessoas e das organizações com seus clientes.
É esse o salto que é preciso dar para que possamos sair das conversas vazias para algo além.
Podemos citar alguns métodos conhecidos, como o de Paulo Freire (educação), do Boal (via teatro), dos grupos de mútuo ajuda dos anônimos, o mais conhecido AA (via partilhas), terapias de grupo (via encontros) e vários métodos de gestão que incentivam as pessoas a dialogarem para superar crises.
O diálogo é um espaço nobre do contato humano, que supera o falso-eu.
Através do diálogo, pessoas conseguem superar problemas, através da conversa sobre sentimentos.
A internet, assim, rompe o silêncio que a mídia de massa e as grandes cidades impuseram à sociedade, resgata a conversa, mas não necessariamente nos leva ao diálogo, pois esse nem sempre é natural, fácil e fluente, principalmente em grupo.
É preciso que se criem canais e métodos para que ocorram.
E esse acredito é o papel principal dos gestores de redes sociais. Que são principalmente profissionais que têm um pouco de comunicadores, educadores, psicólogos, artistas. Visam não mais repassar informações de “A” para “B”, de forma mecânica, autoritária, mas fazem “A” e “B” dialogarem para valer para superar seus sofrimentos, num processo de ganha-ganha.
É isso! Que dizes?
Por Carlos Nepomuceno
Fonte: webinsider
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Tray
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A Tray em parceria com a BandUp acabam de colocar no ar a loja virtual oficial para venda de produtos da cantora norte-americana Madonna. A ação coincide com o início oficial da venda de ingressos para os shows da pop star no Brasil.
No site www.madonnashop.com.br estão disponíveis camisetas, posters, adesivos, buttons, CDs, DVDs e uma série de outros itens. A Band Up possui mais de 40 operações deste tipo, todas em parceria com a Tray. São sites de músicos nacionais como Michel Teló, Restart, Ivete Sangalo, Luan Santana, Victor & Leo e Fabio Junior entre outros, além de internacionais como Roger Waters e Bruno Mars.
A Tray possui cerca de 4.500 lojas eletrônicas dos mais variados segmentos operando em suas plataformas. Segundo o CEO da Tray, Walter Leandro Marques, o desenvolvimento do site da Madonna representa um marco no amadurecimento da parceria entre Tray e Band Up. “A velocidade na qual ele foi desenvolvido, de cerca de 48 horas, e o nível de robustez que ele exige pela responsabilidade de lidar com a marca de um dos maiores ícones da cultura pop do planeta, nos dá a certeza que alcançamos o nível de excelência neste tipo de operação”, diz.
O diretor da Band UP, Bruno De Marchi, afirma que a expectativa da empresa é de ter uma experiência completamente diferente das demais com o site da Madonna. “Uma série de parcerias e estratégias cruzadas com redes sociais e com a T4F, empresa que opera as vendas de ingressos dos shows da pop star no Brasil, além da própria força da marca Madonna, claro, proporcionarão um volume de acessos e transações num nível que ainda não registramos até o momento”, diz. Segundo ele, essa situação servirá como modelo para um novo momento no qual a empresa está entrando. “Em breve teremos muitas outras oportunidades como esta “, diz.
Segundo o gerente comercial da Tray, Roberto França, a infraestrutura e todos os meios de pagamento estão prontos para atender um grande número de acessos e volume de transações previstos para o novo portal. “Temos um servidor dedicado com alto poder de memória e processamento, que atende à médias e grandes operações”, diz.
Fonte: ecommercenews
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Tray
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Desde 2001, o comércio eletrônico brasileiro vem crescendo a taxas superiores a 30% ao ano. Isso significa dizer que nos últimos dez anos, o crescimento total foi de mais de 1.700%.
Nesse período muitas lojas abriram e fecharam suas portas virtuais. Outras atingiram lucros nunca antes imaginados por seus empreendedores. Há diversos casos de pequenas empresas que começaram suas vendas pela Internet, despretensiosamente, como uma fonte adicional de renda e hoje tem faturamento de mais de 1,5 milhões de Reais.
Elas mostraram que é possível chegar lá. Servem de exemplo e fonte de inspiração para os novos empresários digitais. Por outro lado, lojistas que acharam que para entrar no ecommerce bastava ter um site na Internet, se enganaram. É preciso muito mais que determinação. É preciso conhecimento.
Uma das pedras nos sapatos dos lojistas virtuais é a logística. Entende-se por logística no e-commerce todas as etapas relacionadas à armazenagem, controle de estoques e transportadoras. Esse assunto é tão sério, que uma das maiores empresas de e-commerce no Brasil, chegou a ser proibida pelo PROCON, de vender seus produtos, porque não estava entregando no prazo prometido.
O problema da logística no e-commerce acontece, na maioria dos casos, da porta pra dentro da empresa. Da porta pra fora, há muitos bons fornecedores (transportadoras). Se considerarmos as MPEs (Micro e Pequenas Empresas), o problema é ainda maior, pois a maioria absoluta delas não tem capacidade de investimento em processos de armazenagem.
Por isso há grandes oportunidades para os profissionais que quiserem fornecer serviços para esses portes de empresas. Cargos tais como assistente, coordenador, gerente e consultor de logística são cada vez mais fundamentais para o sucesso das empresas no e-commerce.
Não basta apenas ter uma loja virtual e divulgá-la, é preciso oferecer qualidade na entrega e rapidez no processamento dos pedidos. Lembre-se de que em tempos de redes sociais, cada atraso na entrega pode causar um arranhão imenso na imagem da empresa.
Fonte: ecommercenews
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Um estudo global realizado pela WorldPay e divulgado em abril mostra que os varejistas da web não conhecem seus clientes tão bem quanto pensam. A pesquisa, que perguntou a mais de 19.000 pessoas o que é necessário para que elas retornem a um site a fim de realizar novas compras, comparou as respostas com as obtidas em um grupo de 153 gestores tomadores de decisão de empresas de varejo on-line. Os clientes citaram como fatores prioritários a segurança de suas informações pessoais ou financeiras (75%), as verificações de segurança no momento do pagamento (66%) e as garantias concedidas aos produtos ou serviços (57%). O grupo de executivos seniores, em contrapartida, indicou como primordiais o design e layout do site (67%), a qualidade de navegação (62%) e a velocidade do processo de compra (62%).
O que chama atenção nesta pesquisa foi que a procura por preços mais baixos (52%) e a popularidade da marca ou do vendedor (39%) não estavam entre os pontos mais importantes citados pelos consumidores.
Discrepância de opiniões também existe nas razões para gastar mais
O estudo revela que a diferença entre as percepções dos vendedores e as dos clientes também ocorre na hora de decidir entre consumir mais ou não no mesmo site. Os pontos principais citados por consumidores foi novamente a segurança do pagamento (53%), proteção às informações pessoais (49%), datas de entrega precisas (43%), variedade de formas de pagamento (42%) e as ofertas personalizadas (36%).
Por outro lado, o principal fator destacado na opinião das empresas é a velocidade no processo de pagamento (55%), seguido pelas ofertas personalizadas (37%). Tornar o processo de compra mais atraente aos consumidores também foi considerado um ponto importante pelos varejistas da web (36%), assim como a variedade nas formas de pagamento (42%) e a personalização da experiência dos consumidores (36%).
Custos inesperados: principal razão para o abandono de carrinho.
A pesquisa também examinou o motivo pelo qual os consumidores nem sempre concluem o processo de compra. A principal razão foram os custos inesperados, citada por 56% dos entrevistados. 37% afirmam que muitas vezes estão apenas navegando, sem real interesse de compra, enquanto 36% revelam que o motivo para o abandono seria encontrar um preço melhor em outro local ou site e 32% tende a abandonar caso o preço final fique muito alto.
Um dado curioso: embora 36% das empresas de e-commerce acreditem que a recusa de um determinado método de pagamento fosse motivo para que houvesse o cancelamento da compra, este fator foi citado por apenas 11% dos consumidores.
Outros dados importantes:
Dentre os consumidores frequentes (aqueles que gastaram mais de 30% de sua renda disponível em compras on-line no ano passado), 23% afirmam que já abandonaram uma compra por conta das excessivas verificações de segurança. Quando se trata dos consumidores moderados (aqueles que destinaram entre 10% e 20% de sua renda disponível às compras online), este percentual cai para 17%, enquanto aqueles consumidores que gastaram menos de 10% de sua renda pela internet o percentual fica em 13%.
Varejistas acreditam que o motivo mais comum para o abandono dos carrinhos é o fato de os clientes estarem, muitas vezes, apenas navegando pelo site (45%). As empresas e os consumidores parecem concordar com a relevância do fator “desistência da compra” no abandono dos carrinhos, sendo apontado por 27% e 26% dos entrevistados, respectivamente.
Fonte: ecommercenews
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Tray
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A internet consagrou-se como uma plataforma eficaz de comercialização e promoção de produtos. Ações de marketing online, portanto, são um alicerce fundamental das companhias para alavancar as vendas e para consolidar a presença das marcas na Internet. Entretanto, cada centavo investido em campanhas de e-mail marketing ou em outras iniciativas precisa render ao máximo.
Em tempos de oferta sempre superior à demanda, não se pode deixar de surpreender o consumidor com aquele “algo a mais” que tantos desejam, mas poucos conseguem efetivamente oferecer. Como potencializar o desempenho e, consequentemente, melhorar o ROI das campanhas online? Eis uma pergunta que não comporta uma resposta única ou fechada. No entanto, observar alguns aspectos pode ajudar, e muito, na obtenção de melhores resultados.
1. Diversificação – Não há um ambiente mais propício que a Internet para diversificar, ir além do trivial e apostar em novos produtos e em novas formas de interagir com o público-alvo. Portanto, está na hora de “alongar a cauda” e aumentar a variedade de produtos e serviços oferecidos, para multiplicar as chances de sucesso de cada ação. Nada de concentrar todos os esforços somente em um produto ou canal de comunicação com o consumidor.
2. Cross-Selling e Up-Selling – Quem comprou um, pode comprar dois. Ações de Cross-Selling e Up-Selling estreitam o vínculo com a base de consumidores, aumentam a visibilidade dos produtos oferecidos e trazem mais conveniência ao cliente, pois permitem oferecer o que talvez nem ele mesmo imaginasse precisar.
3. Agradeça e incentive – Quando o assunto são as ações de e-mail marketing, nada mais importante do que reforçar o apreço de sua empresa pelos usuários que, voluntariamente, optaram por receber as mensagens que ela envia. Para os novos usuários, apostar na “thank you strategy” e oferecer um agrado logo após o cadastramento ajuda a sedimentar o vínculo. O mesmo se aplica à base de cadastros ativos, que também precisa ser contemplada com ofertas especiais, descontos e conteúdos exclusivos permanentemente. E por que não voltar as atenções para quem (aparentemente) não está mais com sua empresa? Os incentivos podem ser uma forma eficaz de reativar contatos inativos ou, no caso dos serviços de e-commerce, recuperar os carrinhos de quem desistiu da compra.
4. Impulsionar o “call to action” – Quanto mais ação, mais reação, ou seja: mais compras, mais vendas, mais resultados. Portanto, seja no site, seja nas mensagens de e-mail marketing, é importante estimular o “call to action”, por meio de imagens, links ou outros mecanismos que incentivem a interação e o maior número de cliques por parte do usuário. Veja o que agrada ao seu público-alvo e não economize na criatividade.
5. A web é móvel – A prática do mobile advertising no Brasil ainda é tímida. No entanto, mais de 19 milhões de brasileiros acessam a Internet pelo celular, número que só tende a aumentar nos próximos anos. Encontrar formas eficazes de dialogar com o consumidor (e mensurar resultados) no ambiente móvel é pré-requisito para quem deseja assumir a linha de frente e tirar o melhor proveito desse mercado. Não deixe para a última hora.
Essas são apenas algumas das inúmeras formas de potencializar as campanhas de marketing digital. Com a dinamicidade da Internet e o avanço tecnológico no país, é preciso estar sempre atento às novas tendências, como transmedia storytelling e crowdsourcing, que deverão ser destaques em 2012. As receitas estão à mesa – com criatividade, foco no consumidor e em com um bom marketing digital, o ROI virá e será um aliado extremamente importante no crescimento escalável e sustentável de uma marca.
Juliano Marcílio – presidente de Marketing Services da Experian América Latina
Fonte: ecommercebrasil
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Uma pesquisa realizada pelo e-tailing group e Adobe Systems mostra que é nos e-mails de pós-venda que a maioria dos varejistas da internet personaliza as experiências dos compradores, com 77% dos entrevistados informando utilizar mensagens eletrônicas para esta finalidade. Os dados do estudo (Clique aqui para ler) mostram que o carrinho de compras (52%), a página do produto (44%) e a home Page (página inicial) do site (41%), também são áreas populares quando o objetivo é customizar a experiência dos consumidores, com a página de categorias e os resultados de busca ficando bem atrás, sendo citados por 21% e 17% dos entrevistados, respectivamente.
E-mail personalizados também lideram em ROI
O levantamento constatou que 26% das empresas de e-commerce consideram que enviar triggered e-mails (Mensagens pré-progamadas enviadas automaticamente) para os consumidores que abandonaram seus carrinhos de compra é uma tática de personalização eficiente ou muito eficiente quando analisado pela perspectiva do ROI (Retorno Sobre o Investimento). Os e-mails com recomendações personalizadas de produto ao cliente (14%) também apresentam bons resultados, assim como as sugestões de compra na página do produto (12%) e retargeting (11%). Outras táticas consideradas eficazes ou muito eficazes pelos entrevistados são as recomendações customizadas de produtos no carrinho de compra, na página inicial que alterna de acordo com a última navegação e com as últimas compras e a tática dos produtos “visualizados recentemente”.
Enquanto isso, quase metade dos e-varejistas entrevistados classificaram seu programa de fidelidade como “essencial” ou “muito importante” para compreender seus clientes e personalizar suas experiências de compra, enquanto 37% afirmaram que programas do gênero são apenas “importante”.
Maioria analisa compras anteriores e fontes de conversão
Mais de 50% das empresas de comércio eletrônico analisam o comportamento dos consumidores verificando se eles são visitantes novos ou antigos, histórico de compras e fontes de conversão (sistema de busca, Facebook, SEO). Entre 20% e 46% dos inquiridos também analisam outros dados comportamentais, tais como o histórico de produtos que haviam demostrado interesse, buscas anteriores, dados demográficos e resultados de campanhas, enquanto menos de 20% utilizam dados coletados em pontos de venda, de campanhas anteriores, de análises psicológicas e de padrões de uso de aparelhos portáteis. O relatório observa que este último fator acaba se tornando um desafio para os varejistas devido a sua natureza multicanal ou pela dificuldade de se obter dados mensuráveis.
Técnicas de personalização ainda necessitam de aperfeiçoamento
Em uma escala de 1 a 10, sendo o 10 o nível máximo de maturidade, 54% das empresas de e-commerce se avaliaram entre 1 e 3 no quesito customização da experiência do cliente. Apenas 13% atribuíram-se notas entre 7 e 10, enquanto a média final foi de 3.8.
De acordo com o estudo, as áreas com maior necessidade de melhorias seriam: tornar a experiência mais específica e importante para o cliente, envolvimento da TI no desenvolvimento de novos recursos, na gestão de fornecedores terceirizados, no aprimoramento do CRM (customer relationship management) e através do monitoramento e análises relacionadas ao pós-venda.
Fonte: ecommercenews
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Publicado por: Tray