A entrada das classes C e D no comércio eletrônico, devido a popularização do acesso a internet e facilidade de pagamento disponibilizada pelos cartões de crédito, já apontam reflexos nas vendas de produtos como perfumaria, beleza, vestuário, decoração e casa. Somente no período referente ao Natal, foram quatro milhões de novos e - consumidores.
O que antes era privilégio de poucos, a internet está tornando-se popular no Brasil e conquistando a população pela facilidade na hora de realizar um compra por meio de uma loja virtual. Além de não precisar sair de casa, o cliente está aprendendo a pesquisar preços e produtos e adaptar suas compras pela rede.
Entre os produtos mais vendidos em 2009, algumas evidencias dessa nova classe no mercado começa a aparecer nos números. A categoria de vestuários, que antes ocupava a 10ª colocação, apareceu na 7ª posição entre os produtos mais vendidos. Itens relacionados a perfumes e fragrâncias, que não figuravam na lista passada, apareceram na última colocação.
Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, é natural que ocorra uma modificação na preferência de compras pela internet a medida que novos perfis de consumidores estão chegando. “Além disso, para quem está realizando sua primeira compra, é natural que opte por um produto mais barato e que esteja mais familiarizado”.
Segundo dados do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau Brasil), apontam que no ano passado, 45% das famílias brasileiras de classe C tinham acesso à internet em suas residências. A entidade estima que esse índice é de 80% dos usuários das classes A e B e 25% nas classes D e E.
Para Martins a crescente e acirrada disputa entre os varejistas presentes na Web trará muitos benefícios para quem opta comprar através da Rede. “As grandes estão unindo forças, a união das Casas Bahia com o Grupo Pão de Açúcar promete uma nova marca com maior poder de competividade, as médias lojas estão investindo pesado em novos centros de distribuição e logística para proporcionar uma melhor qualidade e agilidade nos serviços de entrega. Em paralelo é crescente a entrada de micro e pequenos empresários na rede, especializados em segmentos de vendas específicos, proporcionando ainda mais vantagens e benefícios para o e-consumidor”.
Ainda não divulgado, a consultoria e-bit projetou um fechamento para 2009 de R$ 10,5 bilhões para o setor, um crescimento de 30% em relação ao mesmo período de 2008. Em 2010 os números devem só aumentar, iniciativas de popularização da banda larga no Brasil devem contribuir para que esse número chegue a 15 milhões de conexões rápidas até o final do ano.
Publicado por: Micheli Consani
Não é só no comércio físico que as tradicionais liquidações de janeiro estão presentes. O ano mal começou e as lojas já estão com as tradicionais ofertas de verão com descontos que podem chegar a até 50% , a fim de garantir um aumento significativo nas vendas durante o primeiro mês do ano. A ação oferece descontos nos produtos das lojas virtuais que apresentam preços promocionais válidos por todo o mês. A expectativa é de que as empresas dobrem o número de pedidos em relação ao mesmo período de 2009.
Estima-se que para 2010 aumente o número de pessoas que farão pela primeira vez compras pela rede. Em 2009 o número de internautas cresceu devido a entrada da classe C no segmento pela popularização do acesso a rede e pela facilidade na obtenção de crédito, somente no período do Natal, foram 4 milhões de novos e-consumidores. No Brasil, o comércio eletrônico apresentou um crescimento de 25% no primeiro trimestre de 2009, gerando um faturamento total de 2,3 bilhões reais.
Para Donato Pina, gerente comercial da Tray Sistemas, para divulgar a iniciativa, as lojas devem investir em e-mail marketing, links patrocinados e ações em mídia social. “Na internet é necessário todo um apelo para a conquista do cliente, as ações de marketing tem que ser planejadas para garantir a todos os clientes, satisfação na hora da compra”, conclui.
Publicado por: Micheli Consani
Crescimento de 28% foi o alcançado pelo e-commerce em 2010, em comparação com o ano de 2008, somente no período relativo às festas de Natal. De acordo com dados divulgados pela consultoria e-bit, o e-commerce movimentou nesse período 1,6 bilhão de reais com as vendas natalinas.
O período que vai de 15 de novembro a 24 de dezembro, representa para o comércio, o período de maior lucratividade devido às comemorações de Natal. O ano de 2009 representou para o e-commerce um novo recorde em crescimento de vendas principalmente pelo crescimento obtido com as vendas de final de ano.
Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray, a aproximação das pessoas com as vendas pela internet vem intensificando a cada dia. “Há vinte anos, fazer compras sem sair de casa era considerado ficção, hoje esse ato está cada vez mais presente na vida das pessoas que optam por uma vida de hábitos ágeis e cômodos. O e-commerce possibilita a satisfação desses hábitos, pois mais de que um shopping gigante de compras em delivery, é uma ferramenta de pesquisa que auxilia os consumidores no encontro de informações e preços de produtos desejados. Vai ser uma questão de tempo para a internet se tornar o meio de compra preferido pela maior parte das pessoas.”
Dentre os artigos que se destacaram na preferência dos consumidores para compra estão os livros, em primeiro lugar como os mais procurados, seguidos por eletrodomésticos, saúde, beleza e medicamentos. Informática e eletrônicos ficaram, respectivamente, na quarta e quinta posições.
Publicado por: Micheli Consani
A entrada das micro e pequenas empresas no e-commerce ainda não é muito expressiva. Segundo resultados da pesquisa feita pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que entrevistou 1.201 empresários para mapear a influencia da internet sobre seus negócios, apontou que o comércio eletrônico ainda tem muito espaço para crescer. Das empresas entrevistadas, 34% não estão inseridas na rede e nem ao menos apresentam site da marca. Outro dado mostrado pela pesquisa, destacou que do numero total de comerciantes abordados, 64% estão fora do e-commerce.
A pesquisa aponta ainda outro dado curioso em relação a inclusão digital dos comerciantes brasileiros. Os comerciantes são apontados como o setor que menos investe em sites próprios para divulgação de sua marca ou produto, apenas 60% das empresas de varejo, possuem sites. Setores como industria, apresentam um total de 80% de empresas que possuem sites próprios, seguidos pelo comércio atacadista com 70% e a área relacionada a construção civil, onde 65% possuem sites para divulgação.
Para Reinaldo Martins, coordenador de Marketing da Tray Sistemas, o ingresso das empresas na rede será um processo natural. “Algumas tendências apontam para uma sociedade formada por pessoas cada vez mais críticas e consumidores exigentes, que buscam principalmente conveniência e facilidade na hora de comprar, e essas duas características são facilmente proporcionadas pela internet. Vai chegar um momento onde a web será o meio favorito de compras da maior parte das pessoas e naturalmente esse movimento fará com que a maioria das empresas estejam com negócios atuantes na Internet. Caso contrário correm um grande risco de ficaram para trás.”
A pesquisa também mostra que o investimento em uma plataforma de e-commerce para lojas virtuais são bastante positivas, das 435 empresas que usam a rede para comprar e vender afirmam que houve durante o ano um aumento das vendas e que em 38% dessas vendas pela internet, representam 10% do volume de vendas. Segundo Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, muitos empresários e comerciantes ainda não estão no segmento de vendas pela rede por desconhecerem suas vantagens. “Uma das principais dificuldades da pequena e da microempresa é a falta de estrutura: eles acreditam que terão uma sobrecarga de trabalho”, diz.
Publicado por: Micheli Consani
Durante o ano de 2009, muito se falou sobre o crescimento do comércio eletrônico e suas possibilidades de crescimento. A entrada de grandes marcas no varejo virtual despertou a atenção de inúmeros veículos de comunicação além de especulações sobre os investimentos no setor. A inclusão digital das Micro e Pequenas Empresas, foi tema de discussão em fóruns e canais abertos voltados ao e-commerce e durante o ano algumas parcerias foram desenvolvidas em formas de workshops pelo Brasil e em parceira com as Prefeituras Municipais e Associações Comerciais para disponibilizar um primeiro contato com o tema.
O objetivo dessa iniciativa é mostrar a esses empresários as possibilidades que o mundo que comércio digital pode oferecer como forma de negócio. Estima-se ainda para 2009 que o numero de internautas atinja os 68 milhões de usuários, 4 milhões a mais que no ano passado. Esse aumento deve-se a entrada massiva da classe C na rede, devido a popularização do acesso a web e a facilidade de crédito para aquisição de computadores e cartão de crédito.
Hoje no e-commerce, apenas 6% dos representantes do comércio tradicional estão vendendo pela rede, o que amplia o mercado para a entrada de outras empresas e diferentes segmentos de produtos. As vantagens e oportunidades em vender seus produtos pela internet com segurança e qualidade são inúmeras, como significativa redução de custos comparando às lojas físicas e a disponibilidade de estar 24 horas por dia online e em qualquer lugar do mundo. Entretanto, há pontos a serem revistos para que os consumidores sintam-se mais à vontade para efetuar compras on-line. Entre eles, a confiança nos serviços financeiros de pagamento, além da segurança e cumprimento de prazos nas entregas.
Para Donato Pina, gerente operacional da Tray sistemas, é importante que as lojas façam parceiras que garantam ao seu cliente, maior confiabilidade na hora da compra. Parceiras com empresas que realizam pagamentos online, boa qualificação em sites de consultoria, garantem maior seriedade e qualidade na hora da compra. “ O cliente tem com a internet inúmeras possibilidades de compra, para garantir a permanecia desse cliente em sua loja, é necessário além de preços e produtos competitivos, qualidade de serviços, segurança, bom atendimento e cumprimento de prazos ”.
Para o empresário que já está vendendo pela internet, o importante é o lojista sempre buscar a inovação, um diferencial. Sandra Turchi ressalta que na internet temos que ser vistos pelo que somos e pelo que podemos fazer. “É necessário inovar dentro do leque de opções, especialmente, as ferramentas disponíveis no website. Isso inclui disponibilidade de catálogos, listagens, suporte técnico, além das redes sociais - a tão comentada web 2.0. Esses fatores são considerados primordiais para a presença digital, pois seguem uma das principais premissas dos executivos da área, de que “a melhor maneira de encontrar seu cliente é ser encontrado por ele”, finaliza.
Publicado por: Micheli Consani
Com a venda da empresa os executivos deixam a diretoria da Pagamento Digital
Walter Leandro Marques e Willians Marques, fundadores da Pagamento Digital anunciam a venda de 15% das cotas remanescentes da Pagamento Digital ao Grupo Buscapé. A Pagamento Digital (www.pagamentodigital.com.br), foi criada pela Tray Sistemas em 2006 como um sistema de pagamentos eletrônicos online e teve 85% de suas cotas, vendidas em abril de 2008, ao Grupo Buscapé. Além das cotas, os sócios exerceram durante todo esse período, os cargos de Diretor Executivo e Diretor de Tecnologia onde atuaram durante 18 meses alavancando e estruturando a operação.
Os executivos também são fundadores da Tray (www.tray.com.br), empresa que desenvolve soluções para comercio eletrônico e lançou em 2006 a Pagamento Digital, solução de pagamentos eletrônicos inovadora no mercado brasileiro e semelhante ao gigante mundial Paypal (www.paypal.com), pertencente ao site de comércio eletrônico Ebay (www.ebay.com ).
Após a venda do Grupo Buscapé (www.buscape.com.br) para o Naspers (www.naspers.com), conglomerado de mídia sul-africano, anunciada pelos executivos do grupo no dia 29 de setembro de 2009, pelo valor de U$ 342 milhões, os executivos venderam suas cotas remanescentes da Pagamento Digital e deixaram a diretoria da empresa. “A Pagamento Digital faz parte das estratégias de expansão do Grupo Buscapé e foi fundamental para auxiliar no posicionamento da empresa nos processos da cadeia de compra online”, segundo Willians Marques.
Durante todo o período que estiveram na Pagamento Digital, Walter Leandro e Willians estiveram a frente de todo o projeto que resultou em um grande crescimento da empresa e posicionamento no mercado como a plataforma de gerenciamento de pagamentos online mais segura da internet. Agora, passado esses 18 meses, finalizou-se este ciclo e surgem novos desafios e oportunidades. “Tanto no Brasil quanto na América Latina o comércio eletrônico e os meios de pagamentos crescerão acima da casa de dois dígitos por muitos anos. Isso nos motiva a desenvolver soluções inovadoras que atendam a essas necessidades latentes. Aperfeiçoamos nossos conhecimentos e adquirimos mais experiência trabalhando no Grupo Buscapé ao lado de pessoas extremamente competentes e pretendemos atuar em outros segmentos que complementem os produtos e serviços que comercializamos, transformando a Tray na empresa mais completa em soluções para comércio eletrônico”,comenta Walter Leandro Marques.
Para dar inicio a este novo ciclo, os sócios da Tray estão planejando o lançamento de um grande projeto ainda esse ano. Tudo indica que 2010 será um ano com mais opções e competitividade no comercio eletrônico.
Publicado por: Micheli Consani
O crescente numero de novos consumidores virtuais que vem surgindo, principalmente pela entrada da classe c na internet, o segmento de varejo online prevê fechar o ano com 4 milhões de novos e-consumidores e com um faturamento estimado em R$ 10,5 bilhões.
Segundo dados divulgados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), de 1,201 empresas entrevistadas, 64% estão fora do e-commerce. Para Sandra Turchi, superintendente de Marketing da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a facilidade da classe C em obter cartões de crédito e parcelar suas compras, nos últimos anos, tornou-se um elemento importante para o comércio digital.
“O Brasil apresenta 11,5 milhões de compradores on-line, com um tíquete médio de R$ 323 por compra. Para o Natal, a tendência é que a média chegue a R$ 346″, segundo Turchi, que comenta que os prazos de pagamento instituídos por meios de compras via loja virtual é maior que os presentes nas lojas físicas, e isso só é possível pelo uso intenso de meios de pagamento como o cartão de crédito.
Sandra ressalta que o e-commerce é uma grande oportunidade para as Micro e Pequenas Empresas(MPEs), umas vez que o mercado ainda é pouco explorado pelos pequenos empresários. Das empresas que utilizam a internet, 90% são grandes empresas. “É fundamental que as PMEs explorem o universo digital. Atualmente, 80% da renda obtida em e-commerce pertencem às grandes empresas do setor. Temos que ampliar sua participação, de 20% a até 30% em 2010″, observa.
Para Pedro Luiz Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, os comerciantes que tem em 2010 o foco de entrar no meio digital a hora é agora. Passado as festas de final de ano, o lojista que estiver com sua loja pronta, poderá iniciar o ano com um planejamento estratégico eficiente para todo o ano. ” O importante é o comerciante entender que a loja virtual é mais um ferramenta de venda para o seu negócio e não uma concorrência. Se estruturar para o ano logo no seu inicio, garante ao empresário maior amplitude do negócio e possibilidade de lucro em datas estratégicas”, conclui.
Publicado por: Micheli Consani
A Tray Sistemas sempre orientada as tendências do mercado e necessidades dos lojistas virtuais, passa a disponibilizar a customização de lojas virtuais de acordo com as particularidades de cada negócio. Pensando sempre no sucesso do negócio dos lojistas que utilizam a sua plataforma de e-commerce, a Tray, disponibiliza alguns recursos extras que podem ser integrados à solução de gerenciamento e administração de lojas virtuais.
Um desses recursos bastante interessante para as vendas de final de ano é o serviço de envio dos produtos em embalagens de presente com cartão de mensagem. Após a integração da ferramenta na loja virtual, o lojista define quantas embalagens e cartão de mensagens deseja proporcionar para os compradores.
Segundo Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, essas embalagens e cartões poderão ter seu custo adicionado no valor final da compra ou disponibilizado gratuitamente no formato de promoção da loja. “Com essa ferramenta cada produto ou departamento da loja poderá contar com uma embalagem específica, no momento de finalizar a compra é que o cliente poderá selecionar se deseja ou não receber a embalagem de presente”, conclui
Publicado por: Micheli Consani
Com a expectativa de alcalçar um faturamento de R$ 10,5 bilhões esse ano, o comércio eletrônico comemora um crescimento significativo de 45% no segmento de vendas online nos últimos 10 anos no Brasil. Só esse ano, esse numero tende a aumentar 30% em relação a 2008, um vez que no ano passado as empresas com negócios destinado a vendas pela internet faturam o equivalente a R$ 8,2 bilhões.
Algunes fatores contribuíram positivamente para o crescimento e investimentos no setor. Com a entrada da classe C, o perfil do consumidor online vai ficando cada vez mais homogêneo e com necessidades diferentes. O Brasil possui hoje mais de 50 milhões de usuários de internet, as pessoas que tem entre 18 e 24 anos estão entre os principais consumidores de produtos online. As experiências positivas passadas através do boca-a-boca principalmente utilizando-se de meios como redes sociais, aumenta a confiança do consumidor e a popularidade do comércio eletrônico.
Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, a satisfação do consumidor com as compras online chegou ao recorde de 87% esse ano. “O brasileiro é muito chegado a novidades e a internet caiu no nosso gosto. Estamos entre os que mais passam tempo navegando pela rede e os que mais acessam sites de relacionamento do mundo, e assim como temos a nossa programação de TV interrompida com alguma oferta de venda a todo momento, também somos bombardeados por propagandas de promoções durante nossa navegada de todo dia. A grande diferença se dá pelo fato de a Internet nos dá a possibilidade de optarmos sermos interrompidos por alguma propaganda ou não. Ou seja, mais do que vender a web nos ajuda a comprar oferecendo serviços e produtos de nosso interesse, daí o fato das pessoas estarem cada vez mais satisfeitas com as compras online.”
As pessoas estão recorrendo a internet na procura por produtos diferenciados, com preços mais acessíveis, condições de pagamentos ampliadas, além da comodidade de poder comprar 24 horas por dia sem sair de casa e ainda poder comparar preços e ofertas em apenas um click. Os produtos mais procurados e vendidos pela internet são Livros e Cds/Dvds, seguidos de produtos de informática, eletrodomésticos e eletrônicos em geral.
Publicado por: Micheli Consani
Com o crescimento mundial do comércio eletrônico algumas empresas estão apostando casa vez mais nessa modalidade de comércio que está se tornando uma freqüente em nossa sociedade global. O acesso aos mais diferentes tipos de informação, possibilita o usuário da rede, a conexão com o mundo e as possibilidades que ele pode oferecer.
Na ponta desse crescimento, o Google anunciou semana passada, o Google Commerce Search, uma ferramenta de busca de sites de comércio eletrônico similares aos brasileiros Buscapé e Zura. Segundo informações do Google postadas em seu blog oficial, muitos recursos já estão disponíveis para os usuários, incluindo o verificador ortográfico de textos e reconhecimento de sinônimos.
Esse novo serviço oferecido pela ferramenta possibilita, segundo o próprio blog da empresa, que os varejistas possam enviar seus catálogos de produtos a serem rastreados na rede e o lojista pode criar promoções para que determinados itens apareçam no topo resultados e ainda assim personalizar o aspecto da forma como aparecem os resultados da pesquisa. Quando encontrados, os produtos aparecem para o cliente no próprio site de busca.
Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas,a ferramenta Adwords do Google já recebe a maior parte dos investimentos em publicidade online por todo o mundo. Esse gigante da internet virou a principal referência para as pessoas que buscam satisfazer a necessidade do encontro de qualquer tipo de informação. “É uma questão de tempo para os consumidores se acostumarem a comprar mais pela internet do que pelo varejo tradicional. Pois a web mais do que vender, ajuda as pessoas a comprarem por meio das inúmeras ferramentas de pesquisa por preços e informações sobre produtos”.
“Até o final do ano, o serviço só estará disponível somente no Reino Unido e nos Estados Unidos. ” Certamente o Google está de olho nesse cenário de expressivo crescimento, pois somente no Brasil já há expectativas de um faturamento em torno de 25 bilhões de reais em 2012″, conclui Martins.
Publicado por: Micheli Consani