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É praticamente impossível ter controle de vendas sem um sistema eficaz de gerenciamento |
A Loja Virtual DakotaParts é um caso de sucesso do comércio eletrônico nacional. E é também mais uma prova de que a utilização do sistema apropriado de gerenciamento pode transformar vendedores em grandes empreendedores do mercado de E-Commerce.
Utilizando as ferramentas de gerencia para vendas em sites de Leilão da Tray desde 2006, a DakotaParts hoje é uma das maiores Lojas Virtuais de auto peças e acessórios para carros do Brasil. Julio Peres, um dos Sócios da empresa, reforça a importância da ferramenta da Tray na estratégia da empresa:
“Posso dizer que é praticamente impossível ter controle de vendas sem um sistema eficaz de gerenciamento. A gente acaba se perdendo. Acredito ser este o principal benefício da parceria com a Tray, já que assim minha empresa consegue vender mais e atender todos os clientes em um prazo de tempo menor”, destaca. Além disso, o proprietário da Dakota enfatiza que o Tray Commerce garante mais visibilidade a empresa. “Quanto a visibilidade, acreditamos que a Tray, com seus convênios e parcerias, consegue projetar melhor nossa loja nos sites de busca, trazendo assim mais visitantes e potenciais compradores. Estou muito satisfeito com o trabalho da Tray, pois sempre fui muito bem atendido e recebi respostas rápidas aos problemas e necessidades da Dakota. Percebo que este tratamento de respeito com os clientes não é apenas com a Dakota, mas sim com todos os clientes da Tray”, completa.
A Tray foi pioneira no desenvolvimento de gerenciadores de vendas para sites de leilão. Desde 2003 no E-commerce, pudemos observar diversos vendedores se tornarem referência no comércio eletrônico através da utilização de nossas ferramentas.
A DakotaParts (www.dakotaparts.com.br) é um grande exemplo da escalabilidade da plataforma Tray. Tendo iniciado suas operações através da gerência das vendas no leilão, a DakotaParts hoje possui uma Loja Virtual de grande porte, que conta com atendimento exclusivo por um Gerente de Contas específico, que atende a todas as demandas da operação diária da loja em tempo real e presta toda a consultoria e apoio necessário para a evolução do negócio.
A Tray conta hoje com um portfólio de soluções que atendem a todos os modelos de operação de comércio eletrônico. Desde o gerenciador de vendas, até as soluções Commerce, Premium e Exclusive, essa última com estrutura dedicada, ideal para grandes projetos e lojas virtuais que exigem máximo desempenho e níveis profundos de customização.
Utilize nossas soluções e entenda como a Tray vem ajudando a transformar a história do comércio eletrônico brasileiro.
Publicado por: pluiz
O ano de 2009 ficou marcado pelo aumento do número de internautas que está contribuindo diretamente para o crescimento do comércio eletrônico no Brasil. Segundo pesquisa da Internet Pop, realizada pelo IBOPE Mídia, o acesso a internet aumentou 10% entre 2008 e 2009, o que representa 25 milhões de brasileiros a mais conectados na rede.
Para 2010, as estimativas de crescimento continuam. A internet está tornando-se popular no Brasil e conquistando novos adeptos das classes C e até D pela facilidade na hora de realizar um compra por meio de uma loja virtual. Além da comodidade, o consumidor está aprendendo a utilizar outras vantagens da web como: pesquisar preços e produtos.
No entanto, a entrada das micro e pequenas empresas no e-commerce ainda não é muito expressiva. Segundo resultados da pesquisa feita pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que entrevistou 1.201 empresários para mapear a influência da internet sobre seus negócios, apontou que o comércio eletrônico ainda tem muito espaço para crescer. Das empresas entrevistadas, 34% não estão inseridas na rede através de um web site institucional promovendo sua marca, produtos e serviços. Outro dado mostrado pela pesquisa, destacou que do numero total de comerciantes abordados, 64% estão fora do e-commerce.
A pesquisa aponta ainda outro dado curioso em relação a inclusão digital dos comerciantes brasileiros. Os comerciantes são apontados como o setor que menos investe em sites próprios para divulgação de sua marca ou produto, apenas 60% das empresas de varejo possuem sites. Na indústria esse número salta para 80%.
A pesquisa também mostra que o investimento em uma plataforma de e-commerce para lojas virtuais é bastante positivo, 435 empresas que usam a rede para comprar e vender afirmam que houve durante o ano um aumento de 38% das vendas. Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, diz que muitos empresários e comerciantes ainda não estão no segmento de vendas pela rede por desconhecerem suas vantagens. “Uma das principais dificuldades da pequena e da microempresa é a falta de estrutura: eles acreditam que terão uma sobrecarga de trabalho”, diz.
Esse ano o perfil do consumidor online ficará mais heterogêneo e com necessidades diferentes. O Brasil possui hoje mais de 50 milhões de usuários de internet, as pessoas que tem entre 18 e 24 anos estão entre os principais consumidores de produtos online. As experiências positivas passadas através do “boca-a-boca”, principalmente utilizando-se de meios como redes sociais serão as principais referências utilizadas na hora da escolha de um local para a compra.
Ainda falando de 2009, as datas especiais foram as grandes estrelas para o aumento das vendas. Somente no Natal o e-commerce faturou 1,6 bilhões de reais, seguido pelo Dia das Mães com faturamento de 440 milhões de reais e crescimento de 20% em comparação ao mesmo período do ano passado. A terceira melhor data para o e-commerce foi o Dia dos Namorados, que cresceu 21% e atingiu os 393 milhões de reais no volume de vendas.
Os consumidores estão recorrendo a internet na procura por produtos diferenciados, com preços mais acessíveis e condições de pagamentos facilitadas. Os produtos mais vendidos durante o ano passado foram os livros, assinaturas de revistas e jornais. Em segundo lugar estão os artigos de saúde, beleza e medicamentos. Em terceiro lugar os produtos de informática, os eletrodomésticos ficaram em quarto lugar com um aumento considerável de vendas impulsionadas pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
Um dado positivo para 2010 é a projeção de 21% de crescimento para o setor de telecomunicações. De acordo com o levantamento da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), esse índice será alcançado pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), iniciativa do governo federal que visa massificar o uso da internet rápida no país e tem meta de alcançar 90 milhões de acessos individuais até 2014.
Publicado por: Reinaldo Martins
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Uma obra que muito nos orgulha já foi iniciada, a nossa nova casa de inovações, que abrigará o nosso pensamento que está sempre no futuro logo estará concluída. |
Em 2010, a nossa vontade incessante de projetar os nossos clientes no mercado, pelejando contra os desafios diários de um segmento que a cada dia torna-se mais competitivo e amplo, faz com que a intensidade e a capacidade de nosso trabalho sejam ampliadas e renovadas constantemente.
Em dezembro do ano passado os fundadores da Tray, Willians e Walter Leandro Marques, que então ocupavam os cargos de Diretor de Tecnologia e Diretor Executivo da Pagamento Digital, anunciaram a venda de 15% das cotas remanescentes dessa empresa ao Grupo BuscaPé, que na ocasião foi vendido para o conglomerado de mídia sul-africano, Naspers. Nessa movimentação, os fundadores reassumem as posições de direção atenuando o impulso em direção ao crescimento da empresa e ampliação dos negócios.
Durante todo o período que estiveram na Pagamento Digital, Walter Leandro e Willians estiveram a frente de todo o projeto que resultou em um grande crescimento da empresa e posicionamento no mercado como a plataforma de gerenciamento de pagamentos online mais segura da internet. Agora, finalizou-se este ciclo e surgem novos desafios e oportunidades. “Tanto no Brasil quanto na América Latina o comércio eletrônico e os meios de pagamentos crescerão acima da casa de dois dígitos por muitos anos. Isso nos motiva a desenvolver soluções inovadoras que atendam a essas necessidades latentes. Aperfeiçoamos nossos conhecimentos e adquirimos mais experiência trabalhando no Grupo Buscapé ao lado de pessoas extremamente competentes e pretendemos atuar em outros segmentos que complementem os produtos e serviços que comercializamos, transformando a Tray na empresa mais completa em soluções para comércio eletrônico”,comenta Walter Leandro Marques.
As primeiras manobras que visam atender os clientes da Tray com soluções de qualidade e velocidade constantemente ampliadas já foram executadas. O time de tecnologia que atua no desenvolvimento de inovações em nossa plataforma de comércio-eletrônico, novos produtos e em uma nova ferramenta para implementação e administração de shoppings online que disponibilizará tecnologia para que micros e pequenos empresários de todo o Brasil estejam atuando na internet recebeu quatro novos integrantes.
O desejo de falar cada vez mais de perto com os nossos clientes, seja através de e-mail ou telefone, fez com que o time de atendimento e suporte fosse reforçado com a chegada de seis novos profissionais.
A Tray sabe que o sucesso da loja de nossos clientes depende da experiência de compra, navegação e usabilidade transmitida para os compradores, alinhada com essa questão a Agência da Tray também recebeu 3 novos reforços que atuarão desenvolvendo projetos de design, otimização e publicidade que tem como objetivo alavancar o negócio dos lojistas.
Em paralelo a esse cenário uma obra que muito nos orgulha já foi iniciada, o nosso quartel general, o prédio que abrigará toda a nossa vontade de fazer acontecer e trabalhar para o crescimento do comércio eletrônico do Brasil logo estará concluído. Lá pretendemos abrigar mais de uma centena de colaboradores além de atender e receber nossos clientes para reuniões, workshops e palestras.
Publicado por: Reinaldo Martins
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A tendência desse tipo de financiamento é aumentar a cada ano, pela facilidade e pelo aumento do numero de pessoas que estão utilizando a internet como seu novo canal de compras. |
O crescimento do comércio eletrônico está proporcionando ao consumidor cada vez mais comodidade na hora de realizar sua compra pela rede. Segundo dados divulgados pelo Banco do Brasil, o BB Crediário Internet, registrou em dezembro de 2009, um aumento de 64% nas concessões de crédito para compras online, um recorde desde outubro do mesmo ano.
Destinado ao financiamento de bens e serviços comprados pela internet, o crédito tem crescido significativamente nos últimos meses. Miguel de Oliveira, vice-presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), atribui esse crescimento em função das facilidades que ele apresenta. “É um processo cômodo, o consumidor não precisa ir à agência ou assinar um contrato. Trata-se de um crédito pré-aprovado diferente de fazer um crediário em uma loja física, onde é necessário levar um comprovante de renda e passar por uma aprovação de cadastro. Não ter que passar por isso seduz muito”, explica.
Para Donato Pina, gerente comercial da Tray Sistemas, a opção de entrar em um financiamento para compras pela internet está sendo bastante procurada pela facilidade de não precisar do deslocamento físico e nem a perda de tempo habitual que deriva da demora no atendimento. “A facilidade da internet está na opção de horários diferenciados para compras, analise de riscos, pesquisas de preços e opções mais vantajosas. A compra cautelosa e estudada pode ser realizada em algumas horas e do seu local preferido”.
Outra vantagem destacada por Oliveira, é que o crédito para financiamento no comércio eletrônico, não possui taxas muito altas comparadas com as do cartão de crédito e do cheque especial. “Essas taxas se situam entre 4% e 4,5% ao mês, em média. Mas em algumas lojas chegam a 3%. Por ser mais baixa que a maioria das taxas cobradas em crediários de lojas físicas, torna mais vantajoso ao consumidor”.
Pina comenta que a tendência desse tipo de financiamento é aumentar a cada ano, pela facilidade e pelo aumento do numero de pessoas que estão utilizando a internet como seu novo canal de compras. “Só em 2009, o numero de internautas aumentou em 25%, apenas no Natal foram 4 milhões de novos e-consumidores, além disso a entrada das classe C no segmento, popularizou o acesso a rede e trouxe mais opções para os consumidores. Só é preciso estudar a proposta certa e ter cautela na hora de decidir a opção mais vantajosa para compra”, finaliza.
Publicado por: Micheli Consani
Crescimento de 28% foi o alcançado pelo e-commerce em 2010, em comparação com o ano de 2008, somente no período relativo às festas de Natal. De acordo com dados divulgados pela consultoria e-bit, o e-commerce movimentou nesse período 1,6 bilhão de reais com as vendas natalinas.
O período que vai de 15 de novembro a 24 de dezembro, representa para o comércio, o período de maior lucratividade devido às comemorações de Natal. O ano de 2009 representou para o e-commerce um novo recorde em crescimento de vendas principalmente pelo crescimento obtido com as vendas de final de ano.
Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray, a aproximação das pessoas com as vendas pela internet vem intensificando a cada dia. “Há vinte anos, fazer compras sem sair de casa era considerado ficção, hoje esse ato está cada vez mais presente na vida das pessoas que optam por uma vida de hábitos ágeis e cômodos. O e-commerce possibilita a satisfação desses hábitos, pois mais de que um shopping gigante de compras em delivery, é uma ferramenta de pesquisa que auxilia os consumidores no encontro de informações e preços de produtos desejados. Vai ser uma questão de tempo para a internet se tornar o meio de compra preferido pela maior parte das pessoas.”
Dentre os artigos que se destacaram na preferência dos consumidores para compra estão os livros, em primeiro lugar como os mais procurados, seguidos por eletrodomésticos, saúde, beleza e medicamentos. Informática e eletrônicos ficaram, respectivamente, na quarta e quinta posições.
Publicado por: Micheli Consani
A entrada das micro e pequenas empresas no e-commerce ainda não é muito expressiva. Segundo resultados da pesquisa feita pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que entrevistou 1.201 empresários para mapear a influencia da internet sobre seus negócios, apontou que o comércio eletrônico ainda tem muito espaço para crescer. Das empresas entrevistadas, 34% não estão inseridas na rede e nem ao menos apresentam site da marca. Outro dado mostrado pela pesquisa, destacou que do numero total de comerciantes abordados, 64% estão fora do e-commerce.
A pesquisa aponta ainda outro dado curioso em relação a inclusão digital dos comerciantes brasileiros. Os comerciantes são apontados como o setor que menos investe em sites próprios para divulgação de sua marca ou produto, apenas 60% das empresas de varejo, possuem sites. Setores como industria, apresentam um total de 80% de empresas que possuem sites próprios, seguidos pelo comércio atacadista com 70% e a área relacionada a construção civil, onde 65% possuem sites para divulgação.
Para Reinaldo Martins, coordenador de Marketing da Tray Sistemas, o ingresso das empresas na rede será um processo natural. “Algumas tendências apontam para uma sociedade formada por pessoas cada vez mais críticas e consumidores exigentes, que buscam principalmente conveniência e facilidade na hora de comprar, e essas duas características são facilmente proporcionadas pela internet. Vai chegar um momento onde a web será o meio favorito de compras da maior parte das pessoas e naturalmente esse movimento fará com que a maioria das empresas estejam com negócios atuantes na Internet. Caso contrário correm um grande risco de ficaram para trás.”
A pesquisa também mostra que o investimento em uma plataforma de e-commerce para lojas virtuais são bastante positivas, das 435 empresas que usam a rede para comprar e vender afirmam que houve durante o ano um aumento das vendas e que em 38% dessas vendas pela internet, representam 10% do volume de vendas. Segundo Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, muitos empresários e comerciantes ainda não estão no segmento de vendas pela rede por desconhecerem suas vantagens. “Uma das principais dificuldades da pequena e da microempresa é a falta de estrutura: eles acreditam que terão uma sobrecarga de trabalho”, diz.
Publicado por: Micheli Consani
Com a venda da empresa os executivos deixam a diretoria da Pagamento Digital
Walter Leandro Marques e Willians Marques, fundadores da Pagamento Digital anunciam a venda de 15% das cotas remanescentes da Pagamento Digital ao Grupo Buscapé. A Pagamento Digital (www.pagamentodigital.com.br), foi criada pela Tray Sistemas em 2006 como um sistema de pagamentos eletrônicos online e teve 85% de suas cotas, vendidas em abril de 2008, ao Grupo Buscapé. Além das cotas, os sócios exerceram durante todo esse período, os cargos de Diretor Executivo e Diretor de Tecnologia onde atuaram durante 18 meses alavancando e estruturando a operação.
Os executivos também são fundadores da Tray (www.tray.com.br), empresa que desenvolve soluções para comercio eletrônico e lançou em 2006 a Pagamento Digital, solução de pagamentos eletrônicos inovadora no mercado brasileiro e semelhante ao gigante mundial Paypal (www.paypal.com), pertencente ao site de comércio eletrônico Ebay (www.ebay.com ).
Após a venda do Grupo Buscapé (www.buscape.com.br) para o Naspers (www.naspers.com), conglomerado de mídia sul-africano, anunciada pelos executivos do grupo no dia 29 de setembro de 2009, pelo valor de U$ 342 milhões, os executivos venderam suas cotas remanescentes da Pagamento Digital e deixaram a diretoria da empresa. “A Pagamento Digital faz parte das estratégias de expansão do Grupo Buscapé e foi fundamental para auxiliar no posicionamento da empresa nos processos da cadeia de compra online”, segundo Willians Marques.
Durante todo o período que estiveram na Pagamento Digital, Walter Leandro e Willians estiveram a frente de todo o projeto que resultou em um grande crescimento da empresa e posicionamento no mercado como a plataforma de gerenciamento de pagamentos online mais segura da internet. Agora, passado esses 18 meses, finalizou-se este ciclo e surgem novos desafios e oportunidades. “Tanto no Brasil quanto na América Latina o comércio eletrônico e os meios de pagamentos crescerão acima da casa de dois dígitos por muitos anos. Isso nos motiva a desenvolver soluções inovadoras que atendam a essas necessidades latentes. Aperfeiçoamos nossos conhecimentos e adquirimos mais experiência trabalhando no Grupo Buscapé ao lado de pessoas extremamente competentes e pretendemos atuar em outros segmentos que complementem os produtos e serviços que comercializamos, transformando a Tray na empresa mais completa em soluções para comércio eletrônico”,comenta Walter Leandro Marques.
Para dar inicio a este novo ciclo, os sócios da Tray estão planejando o lançamento de um grande projeto ainda esse ano. Tudo indica que 2010 será um ano com mais opções e competitividade no comercio eletrônico.
Publicado por: Micheli Consani
A internet com o passar do tempo, habituou seu usuário com descontos e ofertas relâmpagos que acontecem em horas e dias inusitados pela rede. A divulgação, que antes era promovida pelo próprio site da empresa, agora amplia seu publico e abusa das ferramentas como e-mail marketing e redes sociais como twitter, blog e sites de relacionamento, que permite ao usuário acompanhar em tempo real das promoções instantâneas oferecidas pelas empresas.
Esse hábito de comprar pela internet está diretamente ligado aos usuários de diversos tipos de canais presentes na rede. A intenção de compra gera pela web, o hábito de acompanhar os sites de venda online das principais redes varejistas pode render bons descontos na compra de produtos diversos.
Para Pedro Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, é comum que as lojas ofereçam essas ofertas em épocas estratégicas que antecedem as datas sazonais com maior intenção de compra. “ Essas promoções atraem os clientes que não tinham a intenção de compra, isso gera um fluxo alto na loja e permite que os estoques não fiquem parados com produtos que serão renovados pelas mercadorias novas lançadas em datas comemorativas”.
Além disso, algumas lojas estão aproveitando para parcelar em até 12 vezes, mesmo os produtos que estão na promoção. Para Eugenio Foganholo, diretor da consultoria de varejo Mixxer, esse tipo de oferta funciona como uma “isca” para o consumidor que navega pelo site da loja, que ao pesquisar, acaba ampliando sua possibilidade de compra com a visualização de outros produtos.
A exemplo de sites como Americanas.com, Fast Shop e Saraiva, as chamadas etiquetas vermelhas, ou “só hoje”, apresentam produtos com valores de descontos significativos que podem chegar aos 50% principalmente os relacionados a informática e eletrodoméstico. “As lojas virtuais aproveitam esses períodos curtos e fora do horário habitual de pico para atrair essa clientela com maior poder de compra”, conclui Quissack.
Publicado por: Micheli Consani
O crescente numero de novos consumidores virtuais que vem surgindo, principalmente pela entrada da classe c na internet, o segmento de varejo online prevê fechar o ano com 4 milhões de novos e-consumidores e com um faturamento estimado em R$ 10,5 bilhões.
Segundo dados divulgados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), de 1,201 empresas entrevistadas, 64% estão fora do e-commerce. Para Sandra Turchi, superintendente de Marketing da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a facilidade da classe C em obter cartões de crédito e parcelar suas compras, nos últimos anos, tornou-se um elemento importante para o comércio digital.
“O Brasil apresenta 11,5 milhões de compradores on-line, com um tíquete médio de R$ 323 por compra. Para o Natal, a tendência é que a média chegue a R$ 346″, segundo Turchi, que comenta que os prazos de pagamento instituídos por meios de compras via loja virtual é maior que os presentes nas lojas físicas, e isso só é possível pelo uso intenso de meios de pagamento como o cartão de crédito.
Sandra ressalta que o e-commerce é uma grande oportunidade para as Micro e Pequenas Empresas(MPEs), umas vez que o mercado ainda é pouco explorado pelos pequenos empresários. Das empresas que utilizam a internet, 90% são grandes empresas. “É fundamental que as PMEs explorem o universo digital. Atualmente, 80% da renda obtida em e-commerce pertencem às grandes empresas do setor. Temos que ampliar sua participação, de 20% a até 30% em 2010″, observa.
Para Pedro Luiz Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, os comerciantes que tem em 2010 o foco de entrar no meio digital a hora é agora. Passado as festas de final de ano, o lojista que estiver com sua loja pronta, poderá iniciar o ano com um planejamento estratégico eficiente para todo o ano. ” O importante é o comerciante entender que a loja virtual é mais um ferramenta de venda para o seu negócio e não uma concorrência. Se estruturar para o ano logo no seu inicio, garante ao empresário maior amplitude do negócio e possibilidade de lucro em datas estratégicas”, conclui.
Publicado por: Micheli Consani
A Tray Sistemas sempre orientada as tendências do mercado e necessidades dos lojistas virtuais, passa a disponibilizar a customização de lojas virtuais de acordo com as particularidades de cada negócio. Pensando sempre no sucesso do negócio dos lojistas que utilizam a sua plataforma de e-commerce, a Tray, disponibiliza alguns recursos extras que podem ser integrados à solução de gerenciamento e administração de lojas virtuais.
Um desses recursos bastante interessante para as vendas de final de ano é o serviço de envio dos produtos em embalagens de presente com cartão de mensagem. Após a integração da ferramenta na loja virtual, o lojista define quantas embalagens e cartão de mensagens deseja proporcionar para os compradores.
Segundo Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, essas embalagens e cartões poderão ter seu custo adicionado no valor final da compra ou disponibilizado gratuitamente no formato de promoção da loja. “Com essa ferramenta cada produto ou departamento da loja poderá contar com uma embalagem específica, no momento de finalizar a compra é que o cliente poderá selecionar se deseja ou não receber a embalagem de presente”, conclui
Publicado por: Micheli Consani