
São Paulo – Dados do último censo do IBGE apontam que 24% da população brasileira tem alguma das deficiências pesquisadas (visual, auditiva, motora e cognitiva). Ou seja, uma grande parcela da população tem problemas em ver uma imagem ou escutar um áudio na web.
Um exemplo da falta de investimentos no Brasil é a constatação de que apenas 2% das páginas “gov.br” são acessíveis, segundo uma pesquisa do W3C. A INFO entrevistou Reinaldo Ferraz, desenvolvedor do W3C, para entender como o país vem melhorando o acesso à internet para deficientes.
1 – Como define o que é acessibilidade? Há diferenças entre seu uso no mundo real e digital?
Acessibilidade na web significa assegurar que a informação de uma página esteja disponível para todos, inclusive para pessoas com quaisquer deficiências.
Barreiras de acessibilidade existem nos dois cenários: uma calçada esburacada é tão problemática quanto uma imagem que não tem um texto alternativo na web, dadas suas devidas proporções. E, em ambos os casos, a responsabilidade é do dono (da calçada e do website).
Mas não podemos negar a facilidade que a web trouxe para pessoas com deficiências: É muito mais fácil para uma pessoa tetraplégica comprar uma passagem aérea por um website do que se deslocar até uma loja para esse fim. A web trouxe mais autonomia para pessoas com deficiência, e é essa autonomia que precisa ser preservada no acesso a web.
2 – A acessibilidade hoje existente na web beneficia todos os tipos de deficiências? Ela é eficaz?
Quando falamos de acessibilidade na web, lembramos primeiramente de pessoas cegas, que não conseguem enxergar o conteúdo de uma página exibida em um monitor. Mas é importante lembrar que daltônicos que acessam a web podem ter problemas ao acessar uma página que o induza a clicar em um botão de determinada cor, por exemplo.
Pessoas surdas, que não conseguem ouvir o áudio de um vídeo, se beneficiam da implementação de legendas. Pessoas com deficiências motoras ou que não tenham muita destreza com o mouse podem ter problemas ao navegar quando existe uma barreira de teclado, que o impede de continuar sua navegação.
Costumo dizer que acessibilidade na web não beneficia apenas pessoas com deficiências. Em algum momento da nossa vida, vamos precisar que as páginas web sejam acessíveis: ao utilizar um dispositivo móvel na rua, por exemplo, páginas com baixo contraste entre fundo e texto podem dificultar a leitura. Vale ressaltar que a nossa geração será usuária da web quando se tornar idosa. Se não cuidarmos da acessibilidade das páginas que desenvolvemos hoje, nós mesmos podemos ter problemas para acessa-las daqui a 30 ou 40 anos, quando nossa visão, audição e destreza motora for reduzida.
3 - O que ainda falta para que as empresas invistam em acessibilidade na web e em gadgets? Qual o custo no Brasil para ter esse tipo de cobertura?
Acredito que falta de informação ainda é uma grande barreira. Existem gestores e desenvolvedores que não fazem ideia que pessoas com deficiência possam acessar a web. O W3C Brasil tem trabalhado a conscientização da sociedade para essa questão no Brasil, com palestras e reuniões em todo país para ampliar a discussão sobre o tema.
Por outro lado, algumas empresas já notaram que pessoas com deficiência ganharam autonomia com o acesso a web e são consumidores. Se uma pessoa com deficiência tentar comprar um produto em uma loja virtual e não conseguir por alguma barreira da página, ou ele vai reclamar com a empresa (e nas redes sociais) ou vai procurar o concorrente.
O princípio para tornar um website acessível é o mesmo para a arquitetura tradicional: É muito mais barato implementar quando pensado no início do projeto do que quando a obra estiver concluída. E quando a acessibilidade faz parte do dia a dia do desenvolvedor, ele já leva isso em consideração no projeto, de forma natural, sem ter que adaptar a página depois.
4 - Há leis específicas no Brasil para acessibilidade na web? Se sim, como é feita sua fiscalização? O que os usuários podem fazer para cobrar iniciativas das empresas?
Existe um decreto de 2004 que diz o seguinte sobre acessibilidade na web:
“Art. 47. No prazo de até doze meses a contar da data de publicação deste Decreto, será obrigatória a acessibilidade nos portais e sítios eletrônicos da administração pública na rede mundial de computadores (internet), para o uso das pessoas portadoras de deficiência visual, garantindo-lhes o pleno acesso às informações disponíveis.”
Porém, segundo o estudo “Dimensões e características da Web brasileira: um estudo do .gov.br”, publicado pelo W3C Brasil/CGI.br em 2010, apenas 2% das páginas web sob o “.gov.br” são aderentes aos padrões de acessibilidade.
Os usuários podem e devem cobrar pela acessibilidade nas páginas web. O grupo de trabalho de acessibilidade do W3C internacional publicou um documento para auxiliar pessoas em como contatar organizações sobre websites acessíveis (traduzido pelo W3C Brasil). O acesso à informação é um direito que cada cidadão deve exercer, especialmente na web.
5 – Há exemplos no Brasil de projetos de acessibilidade que tiveram sucesso? Poderia citar alguns?
O Brasil tem diversos projetos em favor da acessibilidade na web. Muitos deles concorrerão ao Prêmio Nacional de Acessibilidade na web – todos@web que vai premiar pessoas e empresas que desenvolveram um grande trabalho para acessibilidade na web, websites acessíveis e aplicativos que permitam que pessoas com deficiência tenham autonomia na web.
Além disso, existe a cartilha do E-Mag que é o modelo de acessibilidade do governo eletrônico. Ele foi criado para orientar desenvolvedores e gestores na criação de páginas web acessíveis.
fonte: info.abril
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Tray
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1. Seriedade: Encare a venda online com muita seriedade, o nome é virtual mas o trabalho é real.
2. Especialização: Procure um nicho para explorar. Quanto mais específico o seu negócio, maior a chance do sucesso na internet.
3. Concorrência: Fuja dos produtos vendidos em grandes magazines.
4. Investimento em tecnologia: Na hora de comprar a sua plataforma de loja virtual, fique atento, nem todas são tão boas quanto parecem. Escolha muito bem o seu parceiro. Tecnologia é muito importante para que uma loja online esteja preparada para um rápido crescimento.
5. Formas de pagamento: inicie o seu site de vendas com o maior número de parcerias (Visa, Mastercard, American Express, entre outros) para facilitar a compra do e-consumidor.
6. Confiabilidade: Esteja na Ebit, consultoria que classifica lojas virtuais no Brasil. Só assim, mesmo ainda pequeno, os clientes irão confiar na sua loja. Não economize nos selos de segurança.
7. Teste seu portal: Antes de colocar o site no ar, faça testes e verifique se a sua entrega chega em pelo menos três dias ao cliente. Fator importantíssimo para satisfação do cliente.
8. Organização: Lembre-se dos pilares de um site de vendas: Atendimento ao cliente, divulgação digital, logística e administrativo.
9. Marcas: Se alie a marcas reconhecidas em suas áreas de atuação para conquistar confiabilidade do e-consumidor e oferecer produtos de qualidade.
10. Estoque: Cuide do seu estoque e da logística para atendimento ágil ao e-consumidor. A primeira impressão é a que fica.
11. Atração e retenção de clientes: Invista em marketing e meça cada detalhe das campanhas digitais, otimize as estratégias dia a dia.
12. Invista: Contrate uma consultoria especializada em vendas online, isso ajuda muito o pequeno empreendedor a errar menos no início.
fonte: ecommercenews
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Tray
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Entrevista realizada para a Revista Móbile
- Por que o lojista/varejista deve investir em redes sociais?
As redes sociais são excelentes ambientes para interagir e se relacionar com seus clientes, além de poder monitorar mais de perto quais são os interesses, gostos e necessidades desses clientes. Elas também possibilitam monitorar o mercado, a concorrência, etc.
- Como as redes sociais mudaram a relação entre consumidor e lojista?
As redes sociais aproximaram muito o consumidor das empresas, facilitando o acesso e ampliando a troca de informações. Porém, isso vale para o bem e para o mal. Se de um lado é possível para as empresas aprimorarem sua relação com seus clientes, por outro isso também facilitou a exposição dos problemas da companhia (atrasos na entrega, defeitos ou má qualidade nos seus produtos, etc), pois muitos clientes, quando insatisfeitos, reclamam diretamente nas redes sociais, o que pode acarretar sérios arranhões às marcas.
- Com a interação típica das redes sociais, opiniões positivas e negativas são facilmente divulgadas pelos consumidores. Como a empresa pode se beneficiar desta divulgação espontânea?
A empresa pode procurar conhecer mais sobre o que o mercado está demandando, e com isso fazer pesquisas online gratuitamente. Ela pode ampliar seu relacionamento com os clientes e prospects e também contribuir para sua própria divulgação através da disponibilização de bons conteúdos que sejam úteis para o seu público e que prestem algum tipo de serviço gratuitamente.
- Como fazer um monitoramento eficaz das publicações relacionadas à marca?
O monitoramento das redes sociais é um fator importantíssimo para as empresas, pois mesmo que elas não estejam fazendo nada pró-ativamente nas redes, podem ser alvo das ações de terceiros, sejam clientes, ou até mesmo, concorrentes, por isso é fundamental o monitoramento constante. Existem diversas ferramentas, algumas gratuitas e outras pagas, para que a empresa possa se manter bem informada sobre como anda sua imagem na web. Isso servirá para que possa corrigir algum problema, bem como para otimizar aquilo que já está fazendo corretamente.
- O gerenciamento das mídias sociais deve ser realizado exclusivamente por um profissional da área de comunicação? Ou é possível “treinar” alguém dentro da própria empresa para desempenhar esta função?
O gerenciamento das mídias sociais deve ser feito, prioritariamente por alguém bem informado e treinado para isso, pode ser um profissional de marketing, comunicação, ou outros, dentro ou fora da empresa, mas de preferência dentro, pois, a meu ver, quanto mais próximo essa pessoa estiver da estratégia da empresa melhor, pois, caso contrário, pode ser muito arriscado. Existem casos em que as empresas delegam essa função a um profissional júnior, que não sabe praticamente nada de qual é a estratégia da empresa e, além disso, foi pouco ou nada orientado. A chance de isso dar errado é enorme.
- Como pequenas empresas podem se beneficiar das mídias sociais? É possível fidelizar clientes a partir deste “novo” relacionamento?
As pequenas empresas poderão ter os mesmos benefícios que as grandes, porém sua dificuldade é maior, por falta de recursos para o gerenciamento, conhecimento, monitoramento das redes, por falta de profissionais especializados e dedicados, ou seja, para as pequenas empresas o risco é maior, é preciso ter cuidado ao iniciar sua exposição mais ativamente nas redes sociais.
- Quais os cuidados que as empresas devem ter nas mídias sociais? Como demonstrar profissionalismo por meio desses canais?
As empresas devem entender que sua atuação nas mídias sociais deve ser feita de forma estratégica e para isso é necessário conhecimento, gente preparada e focada no assunto. Deve-se ter muito cuidado para não iniciar alguma atividade sem esses pré-requisitos, pois os resultados podem ser muito ruins. É importante ter uma rotina de atualizações, distribuir conteúdo pertinente e importante para o seu consumidor, nunca invadir uma discussão na web para se defender, não enfrentar o cliente publicamente de forma agressiva e sim procurá-lo para solucionar suas reclamações fora da web, pois se tudo correr bem, muito provavelmente, ele mesmo voltará à rede para se retratar com relação à empresa, etc… essas são apenas algumas dicas.
- O Twitter é realmente o canal de comunicação preferido das empresas brasileiras? A que você atribuiria esta preferência?
O twitter é a ferramenta mais utilizada pelas empresas, segundo pesquisas. Isso porque possilita uma dinâmica muito interessante para o relacionamento empresa-cliente, bem como substitui, de certa forma, outros canais de atendimento. O twitter também possibilita o acompanhamento das atividades da concorrência e amplia suas informações sobre o mercado.
- No artigo “As empresas nas mídias sociais”, publicado no seu blog, você afirma que o e-mail Marketing ainda é a estratégia mais utilizada pelas empresas. Como utilizar uma ferramenta como esta sem ser classificado como “spam” pelo cliente?
Há muitas técnicas para se utilizar o email marketing de forma estratégica e se isso for feito, os resultados se ampliam muito. Há também regras a serem seguidas, para que a empresa não seja enquadrada como “spammer”, para isso eu recomendo a leitura do Site do CAPEM (Código de auto-regulamentação para o email marketing). Outra dica é que a empresa deveria procurar o apoio de empresas especializadas pois com isso terá maiores chances de sucesso na implementação dessas estratégias e vai otimizar seus resultados, com certeza.
- Como tornar contas de Twitter e Facebook atrativas? Sorteios e promoções ainda são opções para atrair o cliente, ou essa é uma estratégia ultrapassada?
O melhor caminho sempre será trabalhar conteúdos relevantes, interessantes para o seu público final. Oferecer serviços gratuitos, dicas, etc, são estratégias muito bem-vindas nas redes sociais. As promoções devem ser vistas como complemento, sem dúvida. Mas relembro novamente, a estratégia de atuação deverá ser cuidadosamente elaborada antes de se iniciar qualquer atividade na web.
- As mídias sociais podem ser estratégias da empresa? É possível impulsionar vendas, por meio do fortalecimento da marca, realizado nas redes?
Há empresas que se fortaleceram muito com o bom uso das mídias sociais, mas como disse acima, a estratégia de atuação deve ser bem elaborada. É importante definir o quê a empresa almeja e quais são os resultados esperados, como ela vai atuar, quem vai operar, quem vai monitorar e mensurar, enfim, é necessário pensar realmente de forma mais estratégica, pois dessa forma a marca correrá menos riscos e terá maior sucesso nessa nova era do relacionamento com o cliente.
fonte: ecommercebrasil
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Tray
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Geração Y? Ou seria a X ? O fim do e-mail? O futuro às rede sociais pertence? Desde sempre o ser humano tem uma necessidade monofásica alarmante! Para existir a TV o cinema desapareceria pregavam os Y’s da década de 70, para a internet existir a TV desapareceria diriam os Y’s no início deste século. E a inocência numa busca por uma única mídia segue em frente e desaparecimentos como o dos blogs, dos banner’s, do videoclip e até mesmo do próprio site de internet já foram profetizados.
Quem dera assim fosse. A vida das empresas, e das pessoas, com poucas mídias (meios) seria muito mais fácil. E de fato já foi muito mais fácil. Mas a tecnologia evoluiu, nos uniu, nos separou e criou um enorme desafio para as empresas. O tema da hora chama-se Redes Sociais. Só nisso se fala, só isso se quer. Não á toa. As redes sociais deram voz ao consumidor e deram para a empresa um canal fantástico, real, para medir a satisfação e as necessidades do consumidor.
Sim, também as redes sociais criaram um novo meio (mídia?) para campanhas de promoções diversas para as empresas, sem falar no engajamento de marca e produto e até mesmo do social commerce, dando poder de varejo a uma única pessoa. Campanhas. Uma palavra chave para a empresa, para as vendas. Uma palavra chave para o consumidor.
Mas não sejamos os inocentes do título. Não esqueçamos do site, a presença digital da nossa empresa. E sim, esqueça o preconceito ou a idade dessa mídia poderosa chamada e-mail marketing. Segunda maior origem dos 20 bilhões de reais vendidos online no Brasil em 2011 (a primeira é a busca, leia-se Google) e a principal mídia de conversão da Tecnisa, segundo matéria na revista Proxxima de março.
Sim, e-mail marketing vende e vende muito. Mas vamos um pouco além para não esquecer do Mobile Marketing. Afinal SmartPhones estão aí, ganhando mais atenção das pessoas muitas vezes do que o que acontece à sua volta. E vale lembrar que ler e-mail no SmartPhone facilitou a nossa vida, como navegar nas redes sociais nesse diminuto computador na palma da mão virou febre.
E chegamos a um cenário nada inocente, tão cheio de possibilidades quanto fascinante. Uma nova tendência se instala no marketing direto, esse cara tão antigo quanto atual. Começou, para variar, nos Estados Unidos e começa a se viralizar entre marketeiros digitais (e sociais) por aqui. O Social CRM vai virar palavra da moda, ou da hora, ou definitivamente o resultado. Não olhar tanto para a mídia em si, mas para a pessoa, para o consumidor, para o alvo.
Campanhas serão disparadas nas redes sociais a partir do relatório de cliques do e-mail marketing, mensagens por SMS chegarão para quem curtiu a fanpage da empresa, peças de e-mail marketing serão feitas sob medida para os evangelizadores da marca nas redes sociais. Cross Media? Cruzamento de meios centralizando as ações e as informações a partir do consumidor. Um cenário real, que faz muito sentido.
Buscando a timeline, a caixa de entrada, a tela do telefone celular. Com pertinência e conteúdo, com segmentação de base. Com um tremendo resultado.
Internet dá resultado mas dá trabalho. E não é mais fácil como costumava ser no século passado. Ou, resumindo, a inocência acabou.
fonte: ecommercenews
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Quase 80% dos usuários de terceira idade entram em sites de bancos e de notícias, índice que cai para 68% entre os que possuem pouco mais de 18.
Estudo conduzido pela Qualibest mostra que os internautas brasileiros da terceira idade – com mais de 60 anos – acessam mais serviços online, como bancos, sites de notícias e de viagens, do que os jovens com idade entre 18 e 24 anos. Os índices ficaram, respectivamente, em 78% e 68%, de acordo com o instituto.
A explicação para esse resultado pode estar no poder econômico das faixas etárias, já que os mais velhos costumam ter mais dinheiro para gastar do que os mais novos, além de serem responsáveis pelas contas da casa. Há também uma questão do universo utilizado para a pesquisa, pois os 318 usuários da terceira idade entrevistados eram das classes A, B ou C, enquanto que os 1184 jovens ouvidos podiam pertencer também à classe D.
Leia mais: Esqueça a Y: Geração C é a mais conectada, afirma Nielsen
Quanto às redes sociais a relação se inverte. Embora uma boa proporção dos mais velhos acesse portais como Facebook e Twitter – pouco mais de 70% - entre os jovens ela sobe para 91%. Algo parecido ocorre com os games: 43% dos usuários da terceira idade os jogam, e em geral optam pelos de cartas e de tabuleiro, enquanto que 65% dos jovens têm o mesmo costume, embora prefiram os de guerra e RPG. Ambos os grupos não têm o hábito de pagar para jogar – apenas 10% disseram gastar com isso.
A conexão à Internet banda larga também alcançou números bem distintos: 93% dos mais velhos têm acesso ao serviço ante 66% dos mais jovens. Estes, porém, passam 4h11 online nos fins de semana, 40 minutos a mais que o outro grupo.
No total o instituto Qualibest entrevistou 3700 pessoas entre as mais de 250 mil cadastradas em sua plataforma. Os questionários foram enviados por e-mail.
fonte: IDG NOW
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Muitas vezes seguimos o raciocínio que e-mail marketing é só para venda e esquecemos-nos das possibilidades que podemos criar com campanhas que enviamos com o único propósito de venda.
Uma das possibilidades e que podemos trabalhar é a marca para os usuários que realmente não querem e não vão comprar nada da sua campanha, por diversos motivos.
Observação: não a nada de errado com sua campanha, seus produtos, preços, promoções estão ótimo, mas o usuário não vai comprar por que não tem dinheiro, já possui o produto ou outros motivos.
Parece obvio o que irei dizer, mas muitos e-mails que recebo só têm produtos e nada sobre a empresa.
Podemos começar com coisas simples, mas que fazem a diferença, façam uma interação com as redes sociais, reserve uma parte do conteúdo para campanhas institucionais, cases filantrópicos ou ambientais.
Também é interessante criar áreas para que os usuários digam o tipo de e-mail que desejam receber, como: Promoções de Eletrônicos ou Informática.
A cada campanha que não vai gerar vendas há grandes possibilidades da taxa de descadastramento (Opt-Out) ser muito alta, adicionando tais informações conseguimos diminuir essa taxa pois quando há informações que atraem o usuário para seu site, ele não vai direto para o link de descadastramento.
fonte: ecommercenews
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A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) vai viabilizar a criação gratuita de sites para mais de dois milhões de empresas filiadas a 2,3 mil entidades do comércio e da indústria do país. 89% dos associados da CACB são microempresas. A iniciativa conta com a parceria da Tray, da área de vendas eletrônicas.
“Os empresários que quiserem criar um endereço podem acessar o site www.eshopcidade.com.br e preencher o cadastro”, afirma José Paulo Cairoli, presidente da CACB. Segundo ele, mesmo com o avanço do comércio eletrônico no Brasil, a maioria dos empreendedores de pequeno porte ainda não conta com ferramentas de venda on-line.
De acordo com um estudo do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), apenas 45% das pequenas empresas têm sites ativos. “Decidimos desenhar uma solução que pudesse acelerar a inclusão digital”, diz Cairoli. A CACB espera criar um efeito multiplicador, transformando as associações comerciais em referência no comércio eletrônico, com foco no desenvolvimento econômico regional.
Depois de o empresário preencher uma ficha on-line, a plataforma eletrônica cria o site imediatamente. A loja virtual é liberada após análise do cadastro dos empresários. Segundo a consultoria e-bit, é esperado um aumento de 25% no comércio eletrônico brasileiro em 2012. No último ano, mais de nove milhões de pessoas passaram a comprar pelo computador, totalizando mais de 30 milhões de e-consumidores no Brasil.
“Os novos endereços terão capacidade ilimitada de transações”, garante Walter Leandro Marques, CEO da Tray, que vai montar as operações para a CACB. Em 2011, a holding InventPar, proprietária da Tray, adquiriu o portal de pagamento SuperPay. Ele processa cerca de 1,5 milhão de transações mensais para mais de 4,5 mil lojas. Além dos sites, a CACB vai lançar nos próximos meses uma plataforma business to business (B2B) para fomentar as exportações de micro e pequenas empresas.
Por Jacilio Saraiva | Para o Valor, de São Paulo
fonte: www.valor.com.br
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Tray
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A Tray participou do evento E-merging Markets 2011 - The E-commerce Summit For Emerging Markets, realizado nos dias 29 e 30 de Novembro de 2011 no Sheraton WTC, em São Paulo.
Segundo informações da organização do evento, cerca de 1800 profissionais da área de comércio eletrônico participaram do evento e por se tratar do maior encontro de profissionais do e-commerce brasileiro, contamos com um público internacional constituído por participantes da América Latina, USA, Europa e Ásia. Os executivos dos principais players do e-commerce estavam presentes no evento, desde agências web especializadas em layout para lojas virtuais até as maiores plataformas do mercado, como a Tray.
O evento foi distribuído por diversos ambientes, entre eles o E-merging Markets Fair, o Doctor Web e o E-merging Markets Conference. A Tray esteve presente no Mesa Redonda, onde Eduardo Lima - Gerente de Marketing abordou e discutiu temas como ERP’s, a importância dos meios de pagamento, os prós e contras das plataformas gratuitas e pagas e o papel decisivo que o lojista possui para tornar sua loja virtual um sucesso.
Representada por seus principais executivos, o CEO Walter Leandro Marques e Willians Marques – CIO, a Tray prestigiou ao evento evidenciando a importância em estreitar o relacionamento e compromisso com parceiros, prospects e atuais clientes, além de consolidar a marca no mercado de e-commerce brasileiro.
Em nosso stand, além de expor a marca Tray no maior encontro para profissionais de e-commerce, oferecemos e informamos aos participantes nossas soluções tecnológicas que abrangem a cadeia completa do e-commerce, disponibilizando plataformas para a criação de lojas virtuais, publicidade online e meios de pagamento.
Para fechar com chave de ouro, a Tray sorteou um netbook para os participantes da promoção durante o evento. O sorteio foi realizado por Eduardo Lima, às 18h00 no espaço Doctor Web.
O ganhador da promoção foi André Portella, que preencheu o cupom e respondeu corretamente a pergunta: “Qual a empresa que faz do seu e-commerce completo?”, levando para casa um maravilhoso netbook para potencializar ainda mais as vendas de sua loja virtual.
Agradecemos a todos que compareceram ao stand da Tray no E-merging Markets 2011.
Para saber mais sobre este evento, acesse - www.e-mergingmarkets.org
Sucesso e ótimas vendas!
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Tray, E-commerce Completo
Publicado por: Tray

Foi realizado no dia 28 de Outubro na unidade da Tray em São Paulo o encontro “Bate Papo sobre E-commerce”. Foram discutidos pontos fundamentais para o desenvolvimento, gerenciamento e sucesso de uma loja virtual, assim como os principais desafios e obstáculos enfrentados pelos empreendedores do E-commerce.
O evento foi conduzido pelo Gerente Comercial, Eduardo Santos e pelo Coordenador de Relacionamento, Flávio Gomes. Durante o Bate Papo, os empreendedores levantaram algumas questões sobre concorrência acirrada e grandes players, loja física versus loja virtual e desafios de um projeto de e-commerce de sucesso.
Nosso “Bate Papo sobre E-commerce” contou com a participação de empreendedores de diversos mercados e áreas de atuação, além de agências web que prestam serviços e agregam valor às lojas virtuais. Alguns segmentos se destacaram nesse evento, como cosméticos, pet shop e vestuário infantil.
Segundo o gerente Eduardo Santos, nesta edição além dos tradicionais empreendedores convidados por nós, tivemos a presença de empresas parceiras que atuam na cadeia de E-commerce, Fernando Oka da 7ways e Renan Chabbuh da Real Sale trouxeram para o debate algumas de suas experiências e visões que enriqueceram o Bate Papo.
Com altos investimentos em infraestrutura para atender ainda melhor nossos clientes, abriremos em breve nosso ciclo de Palestras Online, mais um canal de relacionamento da Tray com o objetivo de levar informação e capacitar cada vez mais empreendedores do E-commerce.
Agradecemos a atenção e boas vendas!
Tray, E-commerce Completo
Publicado por: Tray
É com muita satisfação que comunicamos que a Tray novamente estará presente em um grande evento de comércio eletrônico.
Somos patrocinadores do eCommerceDay Online 2011, um Webseminar organizado pela Camara-e.net, pelo Sebrae e pelo Instituto Latinoamericano de Comércio Eletrônico.
O evento será realizado no Rio de Janeiro, no auditório da Rede Nacional de Ensino Pesquisa, com transmissão para o Brasil, Argentina e Portugal, em tempo real pela internet no dia 27 de setembro (terça-feira) das 08h30 às 12h00 (horário de Brasília).
Participe deste importante evento, venha buscar e trocar experiências sobre o comércio eletrônico nacional.
Confira a programação do evento e mais informações em:
http://ecommerceday.org.br/online2011
Obrigado pela atenção!
Tray, E-commerce Completo
Publicado por: Tray E-Commerce Completo