/ crescimento

Editorial Tray Informa 22

O Comércio Eletrônico nacional continua apresentando índices animadores para as empresas e empreendedores que vêm apostando no varejo on-line. A última edição do WebShoppers, produzido pelo E-bit, traz informações de grande relevância para Lojistas Virtuais e nesse Tray Informa levamos até você os números mais importantes.

Contrariando as estatísticas da crise mundial, o E-Commerce apresentou índice de crescimento acima dos 30%, fazendo com que o faturamento atingisse os dois dígitos pela primeira vez, totalizando R$ 10,6bilhões durante o ano de 2009. O tíquete médio também acompanhou a evolução, alcançando o valor de R$ 335,00.

Já são 17,6 milhões de brasileiros comprando pela internet. A confiança nas Lojas Virtuais vem crescendo e mostra que a fase de experimentação foi superada. Produtos de maior valor agregado começam a formar a preferência do consumidor, com destaque para os equipamentos eletrônicos e informática.

Entretanto, não é só da venda de notebooks e câmeras digitais que é feito o Comércio Eletrônico do Brasil. Com a Copa do Mundo chegando, ganha destaque o segmento esportivo e as Lojas que apostam na paixão dos torcedores devem faturar alto em 2010. A venda de televisores também sente os impactos da copa do mundo, com as novas tecnologias de alta resolução ao alcance da população.

As boas notícias não param por aí. Mais de 85% dos e-consumidores se mostraram satisfeitos com suas experiências de compra, o que mostra o profissionalismo e crescimento dos nossos empreendedores.
A Tray, entusiasta do Comércio Eletrônico e das empresas que vêm democratizando o e-commerce no país conosco parabeniza e incentiva todos aqueles que apostam nesse grande mercado. Sucesso e muitas vendas em 2010!

Publicado por: Reinaldo Martins
Categorias: Tray Informa

Cartão de Crédito

A tendência desse tipo de financiamento é aumentar a cada ano, pela facilidade e pelo aumento do numero de pessoas que estão utilizando a internet como seu novo canal de compras.

O crescimento do comércio eletrônico está proporcionando ao consumidor cada vez mais comodidade na hora de realizar sua compra pela rede. Segundo dados divulgados pelo Banco do Brasil, o BB Crediário Internet, registrou em dezembro de 2009, um aumento de 64% nas concessões de crédito para compras online, um recorde desde outubro do mesmo ano.

Destinado ao financiamento de bens e serviços comprados pela internet, o crédito tem crescido significativamente nos últimos meses. Miguel de Oliveira, vice-presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), atribui esse crescimento em função das facilidades que ele apresenta. “É um processo cômodo, o consumidor não precisa ir à agência ou assinar um contrato. Trata-se de um crédito pré-aprovado diferente de fazer um crediário em uma loja física, onde é necessário levar um comprovante de renda e passar por uma aprovação de cadastro. Não ter que passar por isso seduz muito”, explica.

Para Donato Pina, gerente comercial da Tray Sistemas, a opção de entrar em um financiamento para compras pela internet está sendo bastante procurada pela facilidade de não precisar do deslocamento físico e nem a perda de tempo habitual que deriva da demora no atendimento. “A facilidade da internet está na opção de horários diferenciados para compras, analise de riscos, pesquisas de preços e opções mais vantajosas. A compra cautelosa e estudada pode ser realizada em algumas horas e do seu local preferido”.

Outra vantagem destacada por Oliveira, é que o crédito para financiamento no comércio eletrônico, não possui taxas muito altas comparadas com as do cartão de crédito e do cheque especial. “Essas taxas se situam entre 4% e 4,5% ao mês, em média. Mas em algumas lojas chegam a 3%. Por ser mais baixa que a maioria das taxas cobradas em crediários de lojas físicas, torna mais vantajoso ao consumidor”.

Pina comenta que a tendência desse tipo de financiamento é aumentar a cada ano, pela facilidade e pelo aumento do numero de pessoas que estão utilizando a internet como seu novo canal de compras. “Só em 2009, o numero de internautas aumentou em 25%, apenas no Natal foram 4 milhões de novos e-consumidores, além disso a entrada das classe C no segmento, popularizou o acesso a rede e trouxe mais opções para os consumidores. Só é preciso estudar a proposta certa e ter cautela na hora de decidir a opção mais vantajosa para compra”, finaliza.

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Tray Informa

O Natal se aproxima e com isso a movimentação do comércio eletrônico entra em sua fase mais esperada. Segundo o portal de consultoria e-bit, foi divulgado essa semana, a perspectiva de 30% a mais no crescimento das vendas nesse Natal, comparado ao mesmo período do ano passado.

O período referente aos dias 15 de novembro e 24 de dezembro são considerados para o e-commerce, o mais significativo do ano. Estima-se que entre essas datas, por influência do Natal, o segmento atinja a marca de R$ 1,63 bilhão. No ano passado o setor atingiu a marca de R$ 1,25 bilhão no mesmo período.

Seguindo a boa fase dos negócios online, o comércio eletrônico, projeta faturar esse ano, 28% a mais que em 2008, podendo alcançar os R$ 10,5 bilhões. Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, esse crescimento do setor deve-se ao aumento do numero de pessoas conectadas a rede. “Dos mais de 50 milhões de internautas brasileiros, quase 20 milhões já compram pela internet. O brasileiro se apegou a web e naturalmente as vendas online vão crescer a medida que houver mais pessoas conectadas, haja vista que a facilidade para aquisição de cartões de crédito, meio de pagamento mais utilizado na net, aumenta principalmente entre as classes mais baixas.Pelo fato das pessoas terem o costume de presentear as outras no natal, o tíquete médio das compras também tendem a aumentar, a expectativa é de que cada e-consumidor gaste em média R$ 346,00 em compras nesse natal.”

De acordo com o e-bit, a estimativa é de que apenas 25% das pessoas que acessam a internet no Brasil de fato fazem compra na web, isso representa cerca de 17 milhões de e-consumidores. Entre os produtos mais procurados pelos internautas estão os livros, eletrodomésticos, eletrônicos e informática, produtos de saúde, beleza e medicamentos.

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce, Economia, Fique por Dentro, É Importante Saber

O crescimento de 27% no volume de vendas realizadas pela internet no primeiro semestre de 2009 em relação ao mesmo período do ano passado representou um faturamento bruto total de R$ 4,8 milhões é o que informou dados do portal e-bit. O portal aponta o crescimento da comercialização de produtos de linha branca por conta da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Ainda segundo os dados, o tíquete médio das compras realizadas pela web no período apresentou alta de 5%, chegando a 323 reais.

Segundo Pedro Guasti, diretor geral do portal e-bit, além do crescimento a pesquisa constatou que 86% dos consumidores brasileiros que compram pela internet estão satisfeitos com as lojas e com as ofertas. “Esse desempenho surpreendeu até os mais otimistas, o faturamento alcançado nesses primeiros seis meses do ano supera expectativas. É um mercado dinâmico e competitivo e isso permite ao consumidor optar pelas melhores ofertas. Hoje, pelo menos 15 milhões de brasileiros já tiveram pelo menos uma experiência de compra pela internet”, afirma.

O segundo semestre não será diferente é o que aponta a pesquisa, o período que responde por 55% do faturamento total do comércio eletrônico, prevê o crescimento do setor e do valor das receitas. Estimasse que o setor atinja o a marca de R$ 5,8 milhões no ultimo semestre do ano, o que levaria o e-commerce há faturar R$ 10,6 bilhões em 2009, um crescimento de 28% em relação ao ano passado.

Reinaldo Martins, coordenador de Marketing da Tray Sistemas, comenta que os empresários precisam estar preparados para essa nova onda de consumo. “Pela primeira vez o comércio eletrônico nacional vai ultrapassar a casa dos R$ 10 bilhões/ano de faturamento e ainda há muito espaço para crescimento. No entanto a participação de pequenos e micros empresários na web ainda é muito tímida, mas iniciativas inovadoras de apoio a inclusão digital desses empreendedores já estão sendo executadas no estado de São Paulo e num médio prazo os primeiros resultados começarão a serem evidenciados.

Assessoria de Comunicação e Marketing

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce, Economia, Fique por Dentro, É Importante Saber

Pesquisa realizada pela fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que US$ 193 bi é o valor que o Brasil movimentou com o comércio eletrônico em 2008. A 11ª edição da pesquisa de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro, divulgada pela FGV, nesta terça-feira (26) apontou um crescimento de 13% em relação ao registrado em 2007.

As transações de comércio eletrônico entre empresas, o chamado “business to business” (B2B), representa 53,8% do segmento no mercado, um aumento de 3% comparado ao mesmo período de 2007. As vendas físicas, pela primeira vez, perderam em números e movimentações financeiras para web. O B2B movimentou, somente entre as empresas, US$ 140 bilhões do total.

As transações entre empresas e consumidores, “business to consumers” (B2C), totalizaram US$ 53 bilhões, o que responde a 25,12%, apresentando alta de 31%. Os números apresentam uma melhoria significativa na adesão dos consumidores e empresas ao comércio eletrônico no Brasil, que vem apresentando uma crescente em relação a 2007.

Para Alberto Luiz Albertin, professor da FGV realizador do estudo, as empresas estão percebendo que as relações com os clientes são de extrema importância para o comércio eletrônico, mesmo sendo esse um meio virtual. A internet torna-se então um principal canal de relacionamento e o tratamento pessoal é prioritário dentro de uma empresa virtual.

A pesquisa, realizada com 434 empresas nacionais e multinacionais, ressalta ainda que os cinco principais itens citados pelas empresas para se ter sucesso no e-commerce são, pela ordem, o bom relacionamento com o cliente, privacidade e segurança, adesão do cliente à plataforma de e-commerce, alinhamento estratégico e adequação organizacional e tecnológica.

Segundo Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, o negócio de uma loja virtual é sintetizado em divulgação, atendimento e vendas. A dica é terceirizar a tecnologia para uma empresa especializada. “O mercado disponibiliza uma variedade grande de soluções para implementação e gestão de e-commerce, o importante é aderir sempre a uma que possibilite uma folga para o planejamento de crescimento do negócio”.

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce, Economia, Fique por Dentro, Tray Informa

Categorias

Arquivo

Blogs da Tray

Site da Tray

Blog da Tray - Notícias, e-commerce e tudo sobre lojas virtuais. | blog.tray.com.br
Utilizamos WordPress