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Crescimento de 28% foi o alcançado pelo e-commerce em 2010, em comparação com o ano de 2008, somente no período relativo às festas de Natal. De acordo com dados divulgados pela consultoria e-bit, o e-commerce movimentou nesse período 1,6 bilhão de reais com as vendas natalinas.

O período que vai de 15 de novembro a 24 de dezembro, representa para o comércio, o período de maior lucratividade devido às comemorações de Natal. O ano de 2009 representou para o e-commerce um novo recorde em crescimento de vendas principalmente pelo crescimento obtido com as vendas de final de ano.

Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray, a aproximação das pessoas com as vendas pela internet vem intensificando a cada dia. “Há vinte anos, fazer compras sem sair de casa era considerado ficção, hoje esse ato está cada vez mais presente na vida das pessoas que optam por uma vida de hábitos ágeis e cômodos. O e-commerce possibilita a satisfação desses hábitos, pois mais de que um shopping gigante de compras em delivery, é uma ferramenta de pesquisa que auxilia os consumidores no encontro de informações e preços de produtos desejados. Vai ser uma questão de tempo para a internet se tornar o meio de compra preferido pela maior parte das pessoas.”

Dentre os artigos que se destacaram na preferência dos consumidores para compra estão os livros, em primeiro lugar como os mais procurados, seguidos por eletrodomésticos, saúde, beleza e medicamentos. Informática e eletrônicos ficaram, respectivamente, na quarta e quinta posições.

Publicado por: Micheli Consani
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A entrada das micro e pequenas empresas no e-commerce ainda não é muito expressiva. Segundo resultados da pesquisa feita pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que entrevistou 1.201 empresários para mapear a influencia da internet sobre seus negócios, apontou que o comércio eletrônico ainda tem muito espaço para crescer. Das empresas entrevistadas, 34% não estão inseridas na rede e nem ao menos apresentam site da marca. Outro dado mostrado pela pesquisa, destacou que do numero total de comerciantes abordados, 64% estão fora do e-commerce.

A pesquisa aponta ainda outro dado curioso em relação a inclusão digital dos comerciantes brasileiros. Os comerciantes são apontados como o setor que menos investe em sites próprios para divulgação de sua marca ou produto, apenas 60% das empresas de varejo, possuem sites. Setores como industria, apresentam um total de 80% de empresas que possuem sites próprios, seguidos pelo comércio atacadista com 70% e a área relacionada a construção civil, onde 65% possuem sites para divulgação.

Para Reinaldo Martins, coordenador de Marketing da Tray Sistemas, o ingresso das empresas na rede será um processo natural. “Algumas tendências apontam para uma sociedade formada por pessoas cada vez mais críticas e consumidores exigentes, que buscam principalmente conveniência e facilidade na hora de comprar, e essas duas características são facilmente proporcionadas pela internet. Vai chegar um momento onde a web será o meio favorito de compras da maior parte das pessoas e naturalmente esse movimento fará com que a maioria das empresas estejam com negócios atuantes na Internet. Caso contrário correm um grande risco de ficaram para trás.”

A pesquisa também mostra que o investimento em uma plataforma de e-commerce para lojas virtuais são bastante positivas, das 435 empresas que usam a rede para comprar e vender afirmam que houve durante o ano um aumento das vendas e que em 38% dessas vendas pela internet, representam 10% do volume de vendas. Segundo Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, muitos empresários e comerciantes ainda não estão no segmento de vendas pela rede por desconhecerem suas vantagens. “Uma das principais dificuldades da pequena e da microempresa é a falta de estrutura: eles acreditam que terão uma sobrecarga de trabalho”, diz.

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A internet com o passar do tempo, habituou seu usuário com descontos e ofertas relâmpagos que acontecem em horas e dias inusitados pela rede. A divulgação, que antes era promovida pelo próprio site da empresa, agora amplia seu publico e abusa das ferramentas como e-mail marketing e redes sociais como twitter, blog e sites de relacionamento, que permite ao usuário acompanhar em tempo real das promoções instantâneas oferecidas pelas empresas.

Esse hábito de comprar pela internet está diretamente ligado aos usuários de diversos tipos de canais presentes na rede. A intenção de compra gera pela web, o hábito de acompanhar os sites de venda online das principais redes varejistas pode render bons descontos na compra de produtos diversos.

Para Pedro Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, é comum que as lojas ofereçam essas ofertas em épocas estratégicas que antecedem as datas sazonais com maior intenção de compra. “ Essas promoções atraem os clientes que não tinham a intenção de compra, isso gera um fluxo alto na loja e permite que os estoques não fiquem parados com produtos que serão renovados pelas mercadorias novas lançadas em datas comemorativas”.

Além disso, algumas lojas estão aproveitando para parcelar em até 12 vezes, mesmo os produtos que estão na promoção. Para Eugenio Foganholo, diretor da consultoria de varejo Mixxer, esse tipo de oferta funciona como uma “isca” para o consumidor que navega pelo site da loja, que ao pesquisar, acaba ampliando sua possibilidade de compra com a visualização de outros produtos.

A exemplo de sites como Americanas.com, Fast Shop e Saraiva, as chamadas etiquetas vermelhas, ou “só hoje”, apresentam produtos com valores de descontos significativos que podem chegar aos 50% principalmente os relacionados a informática e eletrodoméstico. “As lojas virtuais aproveitam esses períodos curtos e fora do horário habitual de pico para atrair essa clientela com maior poder de compra”, conclui Quissack.

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O crescente numero de novos consumidores virtuais que vem surgindo, principalmente pela entrada da classe c na internet, o segmento de varejo online prevê fechar o ano com 4 milhões de novos e-consumidores e com um faturamento estimado em R$ 10,5 bilhões.

Segundo dados divulgados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), de 1,201 empresas entrevistadas, 64% estão fora do e-commerce. Para Sandra Turchi, superintendente de Marketing da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a facilidade da classe C em obter cartões de crédito e parcelar suas compras, nos últimos anos, tornou-se um elemento importante para o comércio digital.

“O Brasil apresenta 11,5 milhões de compradores on-line, com um tíquete médio de R$ 323 por compra. Para o Natal, a tendência é que a média chegue a R$ 346″, segundo Turchi, que comenta que os prazos de pagamento instituídos por meios de compras via loja virtual é maior que os presentes nas lojas físicas, e isso só é possível pelo uso intenso de meios de pagamento como o cartão de crédito.

Sandra ressalta que o e-commerce é uma grande oportunidade para as Micro e Pequenas Empresas(MPEs), umas vez que o mercado ainda é pouco explorado pelos pequenos empresários. Das empresas que utilizam a internet, 90% são grandes empresas. “É fundamental que as PMEs explorem o universo digital. Atualmente, 80% da renda obtida em e-commerce pertencem às grandes empresas do setor. Temos que ampliar sua participação, de 20% a até 30% em 2010″, observa.

Para Pedro Luiz Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, os comerciantes que tem em 2010 o foco de entrar no meio digital a hora é agora. Passado as festas de final de ano, o lojista que estiver com sua loja pronta, poderá iniciar o ano com um planejamento estratégico eficiente para todo o ano. ” O importante é o comerciante entender que a loja virtual é mais um ferramenta de venda para o seu negócio e não uma concorrência. Se estruturar para o ano logo no seu inicio, garante ao empresário maior amplitude do negócio e possibilidade de lucro em datas estratégicas”, conclui.

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O ano de 2009 já está terminando e o comércio eletrônico está em alta. O crescimento acentuado nesse ano se dá principalmente ao aumento do numero de internautas, a entrada de grandes players e a inclusão das micro e pequenas empresas no segmento. Rodeados de publicidades atrativas e muitas vezes apresentando ao público ofertas arrasadoras, a facilidade na procura por diferentes tipos de produtos e preços torna o mercado de compras pela internet um imenso parque de diversões.

O que antes era privilégio de poucos, hoje torna-se uma ferramenta na mão de uma crescente parte da população que têm acesso a internet, seja no trabalho ou em casa, devido a baixa no preço dos computadores e a facilidade de acesso a rede. A classe C é considerada a fatia do mercado que mais cresce entre os consumidores on-line. A entrada de grandes redes do varejo popular na internet é prova que essa classe de consumidores está se expandindo e é importante fidelizar esse público.

O que antes era considerado apenas mais uma inovação tecnológica usada por poucos e em sua maioria por jovens, hoje mudou. Além da classe C, a internet, que antes era acessada em sua maioria, ou por profissionais de tecnologia ou por jovens, hoje faz parte da realidade de uma classe de pessoas mais abrangente.

Segundo pesquisa realizada pelo Ibope, os dados mostram que no período entre julho de 2005 e julho de 2006, dos brasileiros que fizeram compra pela Internet, apenas 19% tinham entre 35 e 44 anos. O mesmo período foi analisado entre os anos de 2007 e 2008 onde esse percentual subiu para 28%.Com a expansão desse publico de consumidores virtuais, o numero de fraudes pela internet também aumentou. Com isso, muitas pessoas ainda sentem receio de comprar pela rede ou mesmo investir em um negócio que não lhe pareça seguro.

Como comprar com segurança pela internet

Para Donato Pina, coordenador operacional da Tray Sistemas, alguns cuidados são fundamentais para que sua compra seja efetuada com sucesso.

1- O primeiro passo para quem vai realizar uma compra na internet é ter um bom antivírus, um firewall e em anti-spyware instalados na sua máquina e mantê-los sempre atualizados;

2- Nunca faça compras em computadores públicos ou lan-houses, pois alguém pode ter instalado algum tipo de programa espião e pode roubar os dados de contas bancárias e cartões de credito;

3- Ao escolher o produto faça uma pesquisa em sites comparadores de preços, a exemplo do Zura (www.zura.com.br), Buscapé (www.buscape.com.br), o Bondfaro (www.bondfaro.com.br) e CotaCota (www.cotacota.com.br). Eles listam as lojas virtuais que vendem o mesmo produto com seus respectivos valores;

4- Repare as formas de pagamentos oferecidas pelas lojas. Desconfie das lojas que trabalham somente com depósito bancário ou boleto bancário. Ao contrario do que as pessoas pensam, o cartão de crédito é o jeito mais seguro de efetuar uma compra pela internet. Para disponibilizar essa forma de pagamento a empresa tem que fazer um contrato com as operadoras ou utilizar uma ferramenta que faça a intermediação das vendas, dessa maneira é também mais fácil cancelar a compra caso haja algum tipo de problema;

5- Além das formas de pagamento é muito importante sempre procurar na loja telefones para contato e outras informações, como o CNPJ. Se mesmo assim não estiver certo sobre a loja entre em contato por telefone e solicite mais informações. Também é possível verificar a imagem da loja em sites como o ReclameAqui (www.reclameaqui.com.br) ou Procon;

6- Depois de escolhido a loja, finalize a compra, mas na hora de realizar o cadastro preste atenção na parte inferior do navegador e veja se tem um cadeado. Ele indica que os dados estão sendo criptografados, mas isso não garante a segurança. Clique nele e veja o certificado de segurança e sua validade;

7- Feito a compra salve e imprima o email de confirmação do pedido, esses são documentos essenciais caso ocorra algum problema. Acompanhe o status do seu pedido na central do cliente na loja onde realizou a compra e quando recebê-lo veja se a embalagem não está danificada;

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Com o crescimento mundial do comércio eletrônico algumas empresas estão apostando casa vez mais nessa modalidade de comércio que está se tornando uma freqüente em nossa sociedade global. O acesso aos mais diferentes tipos de informação, possibilita o usuário da rede, a conexão com o mundo e as possibilidades que ele pode oferecer.

Na ponta desse crescimento, o Google anunciou semana passada, o Google Commerce Search, uma ferramenta de busca de sites de comércio eletrônico similares aos brasileiros Buscapé e Zura. Segundo informações do Google postadas em seu blog oficial, muitos recursos já estão disponíveis para os usuários, incluindo o verificador ortográfico de textos e reconhecimento de sinônimos.

Esse novo serviço oferecido pela ferramenta possibilita, segundo o próprio blog da empresa, que os varejistas possam enviar seus catálogos de produtos a serem rastreados na rede e o lojista pode criar promoções para que determinados itens apareçam no topo resultados e ainda assim personalizar o aspecto da forma como aparecem os resultados da pesquisa. Quando encontrados, os produtos aparecem para o cliente no próprio site de busca.

Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas,a ferramenta Adwords do Google já recebe a maior parte dos investimentos em publicidade online por todo o mundo. Esse gigante da internet virou a principal referência para as pessoas que buscam satisfazer a necessidade do encontro de qualquer tipo de informação. “É uma questão de tempo para os consumidores se acostumarem a comprar mais pela internet do que pelo varejo tradicional. Pois a web mais do que vender, ajuda as pessoas a comprarem por meio das inúmeras ferramentas de pesquisa por preços e informações sobre produtos”.

“Até o final do ano, o serviço só estará disponível somente no Reino Unido e nos Estados Unidos. ” Certamente o Google está de olho nesse cenário de expressivo crescimento, pois somente no Brasil já há expectativas de um faturamento em torno de 25 bilhões de reais em 2012″, conclui Martins.

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A internet com o passar do tempo, habituou seu usuário com descontos e ofertas relâmpagos que acontecem em horas e dias inusitados pela rede. A divulgação, que antes era promovida pelo próprio site da empresa, agora amplia seu publico e abusa das ferramentas como e-mail marketing e redes sociais como twitter, blog e sites de relacionamento, que permite ao usuário acompanhar em tempo real das promoções instantâneas oferecidas pelas empresas.

Esse hábito de comprar pela internet está diretamente ligado aos usuários de diversos tipos de canais presentes na rede. A intenção de compra gera pela web, o hábito de acompanhar os sites de venda online das principais redes varejistas pode render bons descontos na compra de produtos diversos.

Para Pedro Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, é comum que as lojas ofereçam essas ofertas em épocas estratégicas que antecedem as datas sazonais com maior intenção de compra. “ Essas promoções atraem os clientes que não tinham a intenção de compra, isso gera um fluxo alto na loja e permite que os estoques não fiquem parados com produtos que serão renovados pelas mercadorias novas lançadas em datas comemorativas”.

Além disso, algumas lojas estão aproveitando para parcelar em até 12 vezes, mesmo os produtos que estão na promoção. Para Eugenio Foganholo, diretor da consultoria de varejo Mixxer, esse tipo de oferta funciona como uma “isca” para o consumidor que navega pelo site da loja, que ao pesquisar, acaba ampliando sua possibilidade de compra com a visualização de outros produtos.

A exemplo de sites como Americanas.com, Fast Shop e Saraiva, as chamadas etiquetas vermelhas, ou “só hoje”, apresentam produtos com valores de descontos significativos que podem chegar aos 50% principalmente os relacionados a informática e eletrodoméstico. “As lojas virtuais aproveitam esses períodos curtos e fora do horário habitual de pico para atrair essa clientela com maior poder de compra”, conclui Quissack.

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Com a aproximação do final do ano, os lojistas presentes no e-commerce estão preparando um reforço na logística de armazenamento e distribuição dos produtos para evitar problemas nas entregas do final de ano. Em função do crescimento do comercio eletrônico em 2009 e o grande volume de vendas e acessos nos sites, as grandes redes estão preparando os estoques de suas lojas virtuais desde já.

Redes como Lojas Colombo, Walmart, Magazine Luiza, querem ter um diferencial na escolha dos clientes na hora da compra para driblar a concorrência. Com 360 unidades, a gaúcha Lojas Colombo, concorrente das Casas Bahia, Carrefour, Ponto Frio e Extra em venda de moveis e eletrodomésticos, considera real o aumento de 25% nas vendas de Natal e em função disso, aumentou em 20% seu quadro de funcionários.

Para o diretor de Compras e Logística das Lojas Colombo, Gladimir Somacal, comenta que a loja deve renovar a frota de caminhões, com 50 novos veículos, e ampliar seu centros de distribuição(CD) ainda esse ano. “Já estava nos nossos planos aumentar esse CD em função da demanda do Natal e visando a ampliação no comércio eletrônico. Além disso, já estaremos preparados para uma futura expansão”, disse o diretor.

O diretor afirma que essa ampliação serviu para atender melhor as demandas entre RS e SP. As Lojas Colombo estão preparadas para trabalhar em horários de pico, e com a instalação desse novo CD na região de São Paulo, houve aumento de 40% da capacidade local e assim já foi possível ter adiantado algumas compras e diz que a empresa já começa a receber as mercadorias para o período, inclusive eletroeletrônicos, cujo abastecimento estava com problemas e começa a voltar ao normal.

O aumento na distribuição e logística para o Natal vem do otimismo que o setor passou durante esse ano. A rede foi beneficiada com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e isso irá garantir um bom volume de vendas, até mesmo no Natal, onde os produtos da chamada linha branca apresentam crescimento de 30%.

Para Pedro Luiz Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, o pequeno e médio empresário também tem que se preparar para o Natal desde já. “Pela internet é impossível saber qual o alcance da sua marca, as lojas pequenas estão tão expostas como os grandes players, o planejamento prévio é fundamental para garantir um final de ano promissor em volume de vendas”, conclui.

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Após as especulações sobre o crescimento do e-commerce durante todo o ano de 2009, com a entrada de grandes redes de varejo no segmento, a presença da classe C na internet e a inclusão digital das micro e pequenas empresas, chegou à vez das grandes marcas no segmento de roupas e acessórios começarem a ver no comércio eletrônico uma extensão de seus negócios.

Algumas empresas já estão em testes de tecnologia e logística, mas enfrentam as dificuldades de aceitação por parte do consumidor brasileiro que não tem o costume de compras esses produtos pela internet. Embalados pela promessa do e-commerce para 2010, algumas lojas a exemplo da Loja Renner, prevê inaugurar até final de março de 2010 seu site, que venderá perfumes e relógios, além de camisetas.

Grandes nomes do comércio físico já estão presentes na rede como as Lojas Marisa e Hering, que optou pela comercialização de roupas masculinas, femininas e acessórios, vendidos pela Hering Web Store. Já o canal da Marisa na internet tem opções mais amplas, incluindo além de artigos de vestuário, relógios e itens de cama, mesa e banho.

Para Jose Galló, presidente das Lojas Renner, apesar do foco em perfumes e relógios, a Renner venderá também camisetas básicas nos tamanhos pequeno, médio e grande. Mas a falta de especificações técnicas nos tamanhos das roupas é o que dificulta as vendas de uma variedade maior de peças. “Vamos aproveitar nossa experiência com a venda de perfumes e cosméticos, dessa vez na internet. Há um grande interesse por parte dos nossos fornecedores no negócio, pela representatividade desses produtos em nosso faturamento”, afirmou.

Outra novidade é a entrada da Mesbla no e-commerce, após anunciar a falência nos anos 90, foi anunciado para maio de 2010 o início da sua operação exclusiva de vendas de produtos apenas pela internet. Para Pedro Guastí, diretor-geral do E-bit, o faturamento do setor este ano no Brasil deverá atingir R$ 300 milhões, ao passo que nos Estados Unidos a venda de roupas e acessórios movimenta US$ 20 bilhões. “A categoria de roupas e acessório ocupa a segunda colocação em volume de vendas, no Brasil está entre a 15ª e 20ª posição, isso demonstra o potencial de crescimento do setor”.

 Reinaldo Martins, coordenador de Marketing da Tray Sistemas, comenta que o comércio eletrônico não é mais um promessa e sim um fato consolidado. “Vai ser uma questão de tempo para a maioria das pessoas preferirem comprar pela web do que no varejo tradicional, cresce o acesso domiciliar a computadores e internet nas classes mais baixas. As lojas virtuais estão entendendo cada vez mais as possibilidades e recursos que podem representar grandes vantagens para os consumidores e aumentar as vendas. Os empresários estão de olho no mercado, a Mesbla vai voltar para atender o público feminino que no Brasil já é responsável por 51% das compras online, em países como os Estados Unidos esse percentual já chega a 63%. Enfim, com a consolidação do comércio eletrônico, aumentam as possibilidades de atuação dos empresários e as vantagens para os consumidores.”

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O aumento do número de internautas que estão efetuando compras pela rede, principalmente as pessoas pertencentes a classe C, está fazendo com que haja uma disputa maior entre as lojas virtuais para a conquista desse público. Os empresários estão investindo na reformulação de seus sites, com o objetivo de torná-los cada vez mais usuais para os novos consumidores que estão presentes no e-commerce.

A exemplo do Extra.com, o Magazine Luiza, anunciou nessa quarta-feira (21/10), a reestruturação do seu site de compras, com o objetivo de fornecer ao seu publico, grande parte representado pela classe C, maior interatividade na hora da navegação e facilidade de compra.

As grandes redes varejistas estão entendendo o e-commerce como uma nova estrutura de vendas que vai além da vitrine virtual. “É preciso interagir. No varejo físico o consumidor tem a possibilidade de fazer uma compra “tangível”, ele pode tocar no produto e conversar com a pessoa que está vendendo. É preciso proporcionar essa mesma interação na internet, para isso é necessário conversar com o cliente. A loja virtual tem que conhecer as necessidades de seu público, para tornar a compra uma realização pessoal. Para isso é preciso fortalecer a troca de informação”, comenta Iuri de Paula, analista de produtos da Tray Sistemas.

Os grandes players estão buscando na internet uma identificação com seu público e para isso estão cada vez mais investindo na otimização de seus sites. Para Donato Pina, coordenador administrativo da Tray Sistemas. “Desde 2008, já ocorre uma movimentação no setor de adequação de linguagem. Depois de anos pesquisando o mercado as Casas Bahia apresentaram sua loja virtual tão esperada somente o ano passado, assim como Wal-Mart”.

Alejandro Padron, líder da área de consultoria e varejo da IBM Brasil, comenta que o comércio eletrônico nacional está entrando em uma nova etapa de consumo que pode ser explicada por dois fatores. “O primeiro é a “Web 2.0″, com a explosão das redes sociais, um fenômeno mundial, e que permite a maior interatividade no comércio eletrônico. O outro fator, típico do mercado brasileiro, é o acesso da classe C à rede mundial de computadores”.

O crescimento do setor está ligado a todos esses fatores que em conjunto elevam o comércio eletrônico na disputa pelo varejo nacional. Segundo dados da consultoria E-bit, o e-commerce projeta um crescimento de 30% a mais que em 2008, enquanto o comércio físico estima crescimento de apenas 6% esse ano. “O Brasil deve fechar este ano com um total de 17 milhões de consumidores online, 4 milhões a mais que em 2008. E quase a totalidade desses novos clientes são da classe C”, observa diretor geral do portal Pedro Guasti.

Publicado por: Micheli Consani
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