/ inclusão digital

Após as especulações sobre o crescimento do e-commerce durante todo o ano de 2009, com a entrada de grandes redes de varejo no segmento, a presença da classe C na internet e a inclusão digital das micro e pequenas empresas, chegou à vez das grandes marcas no segmento de roupas e acessórios começarem a ver no comércio eletrônico uma extensão de seus negócios.

Algumas empresas já estão em testes de tecnologia e logística, mas enfrentam as dificuldades de aceitação por parte do consumidor brasileiro que não tem o costume de compras esses produtos pela internet. Embalados pela promessa do e-commerce para 2010, algumas lojas a exemplo da Loja Renner, prevê inaugurar até final de março de 2010 seu site, que venderá perfumes e relógios, além de camisetas.

Grandes nomes do comércio físico já estão presentes na rede como as Lojas Marisa e Hering, que optou pela comercialização de roupas masculinas, femininas e acessórios, vendidos pela Hering Web Store. Já o canal da Marisa na internet tem opções mais amplas, incluindo além de artigos de vestuário, relógios e itens de cama, mesa e banho.

Para Jose Galló, presidente das Lojas Renner, apesar do foco em perfumes e relógios, a Renner venderá também camisetas básicas nos tamanhos pequeno, médio e grande. Mas a falta de especificações técnicas nos tamanhos das roupas é o que dificulta as vendas de uma variedade maior de peças. “Vamos aproveitar nossa experiência com a venda de perfumes e cosméticos, dessa vez na internet. Há um grande interesse por parte dos nossos fornecedores no negócio, pela representatividade desses produtos em nosso faturamento”, afirmou.

Outra novidade é a entrada da Mesbla no e-commerce, após anunciar a falência nos anos 90, foi anunciado para maio de 2010 o início da sua operação exclusiva de vendas de produtos apenas pela internet. Para Pedro Guastí, diretor-geral do E-bit, o faturamento do setor este ano no Brasil deverá atingir R$ 300 milhões, ao passo que nos Estados Unidos a venda de roupas e acessórios movimenta US$ 20 bilhões. “A categoria de roupas e acessório ocupa a segunda colocação em volume de vendas, no Brasil está entre a 15ª e 20ª posição, isso demonstra o potencial de crescimento do setor”.

 Reinaldo Martins, coordenador de Marketing da Tray Sistemas, comenta que o comércio eletrônico não é mais um promessa e sim um fato consolidado. “Vai ser uma questão de tempo para a maioria das pessoas preferirem comprar pela web do que no varejo tradicional, cresce o acesso domiciliar a computadores e internet nas classes mais baixas. As lojas virtuais estão entendendo cada vez mais as possibilidades e recursos que podem representar grandes vantagens para os consumidores e aumentar as vendas. Os empresários estão de olho no mercado, a Mesbla vai voltar para atender o público feminino que no Brasil já é responsável por 51% das compras online, em países como os Estados Unidos esse percentual já chega a 63%. Enfim, com a consolidação do comércio eletrônico, aumentam as possibilidades de atuação dos empresários e as vantagens para os consumidores.”

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce, Economia, Fique por Dentro, É Importante Saber

Classe C na Internet

59% dos 2 milhões de novos e-consumidores que experimentaram das vantagens de se comprar através de lojas virtuais entre janeiro e julho desse ano pertencem a classe C

Com o aumento do número de internautas brasileiros de classes mais baixas e a popularização do comércio eletrônico as projeções de vendas para o final de ano são motivadoras. O ingresso da classe C no comércio eletrônico está sendo favorecida pela redução dos preços de computadores, conexão à internet e facilidade na aquisição de cartões de crédito. Essa nova legião de compradores digitais promete engrossar o volume de vendas no final desse ano.

De acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a chamada classe C é caracterizada por pessoas com renda familiar entre R$ 1.115 e R$ 4.807 por mês. A projeção é que no final do ano as vendas pelas internet aumente em 30% em relação ao mesmo período de 2008. Com o acesso fácil ao computador, internet e munidos de cartão de crédito, a expectativa é de que esses novos e-consumidores se aventurem pelas compras virtuais motivados pela comodidade de comprar sem precisar sair de casa, enfrentar filas, trânsito e ainda contar com uma grande variedade de produtos e facilidade de pagamento.

Segundo o portal de consultoria de mercado Data Popular, as chamadas classes C, D e E correspondem a 75% do numero de internautas no país e 63% desse montante acessa a internet de computador próprio instalado em domicílios. A consultoria destaca ainda que no período entre janeiro e julho de 2009, foi constatado que 2 milhões de pessoas tiveram sua primeira experiência com compras pela rede e desse total, 59% pertencem a classe C.

Para o portal e-bit, esses compradores da considerada classe C, correspondem a 10% do faturamento online no país. No total o e-commerce faturou no primeiro semestre do ano R$ 4,8 bilhões, representando um crescimento de 27% comparado ao ano passado, onde registrou um total de R$ 3,8 bilhões.

“Estimamos um crescimento promissor para o e-commerce esse ano, além do aumento da participação da classe C no mercado consumidor, os grandes players, estão fortalecendo suas vendas no varejo online e identificando nesse púbico um grande potencial de crescimento”, comenta Pedro Luiz Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas.

Essa é a hora das micro e pequenas empresas explorarem melhor o segmento. As possibilidades estão em todos os lugares. Ainda é pequeno o numero de empresas presentes no comércio eletrônico. “Apenas 6% dos empresários que estão no comércio físico estão presentes na internet, e a possibilidade de compra é enorme uma vez que muitas pessoas navegam pela rede 24 horas por dia e usam a ferramenta para procurar aquilo que querem ou idealizam comprar”, conclui Quissack.

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Tray Informa

Espaço para pequenas empresas

Percebeu-se um bom crescimento de 1,6 pontos percentuais na participação ativa dos pequenos varejistas no primeiro semestre de 2009 em comparação ao mesmo período de 2008.

Estamos vivenciando um grande momento de digitalização e crescimento do comércio brasileiro. Fazemos parte de um grupo de 70 milhões de pessoas que acessam a internet para diversos fins, e 15,2 milhões de pessoas que integram esse grupo, os chamados e-consumidores, compram ou já compraram pela menos uma vez pela web.

E esse número de pessoas não para de crescer, segundo dados do 20º relatório da WebShoppers realizado pelo portal e-bit, consultoria especializada em comércio eletrônico, em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, só no primeiro semestre de 2009 o faturamento em vendas das compras realizadas pela internet, totalizaram R$ 4,8 bilhões, 27% a mais que o registrado pelo segmento em 2008.

Segundo a pesquisa, estima-se ainda que o comércio eletrônico movimente até o final do ano, um total de R$ 10,5 bilhões, um crescimento de 28% em relação ao mesmo período do ano passado. A projeção do portal e-bit é que até dezembro de 2009, 17 milhões de pessoas tenham adquirido pelo menos um produto pela internet.

As principais orientações para o empreendedor que está interessado em abrir uma loja virtual é primeiro procurar fazer um planejamento do negócio examinando os concorrentes e o mercado, depois escolher uma plataforma de tecnologia que permita flexibilidade para o crescimento e principalmente trabalhar a logística, atendimento e a divulgação.

Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, as micro e pequenas empresas tem que aproveitar a boa fase do e-commerce para fortalecer seus negócios na rede, segundo um levantamento recente do portal e-bit que comparou a participação dos pequenos varejistas no primeiro semestre de 2008 e no mesmo período de 2009, percebeu-se um bom crescimento de 1,6 pontos percentuais na participação ativa desses representantes.

As estimativas são otimistas para os lojistas, dados indicam que 87% das pessoas que compram pela internet estão satisfeitas com os serviços e que continuarão a comprar. “A internet mais do que vender, ajuda as pessoas a comprarem, com a comodidade de não precisar sair de dentro de casa, o consumidor tem acesso a ferramentas de pesquisa de preços e busca por uma variedade muito grande de produtos que o comércio tradicional não disponibiliza. Vai ser com naturalidade que o volume de vendas online vai se igualar às vendas do mundo real e com propriedade para ser ainda maior, tudo conseqüência das facilidades que a web proporciona, as previsões indicam que em 2012 o mercado online deva faturar 25 bilhões.”, conclui Martins.

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Tray Informa

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Tray na Mídia

Projeto Inclusão Digital para as Micro e Pequenas Empresas, lançado na semana passada em Marília, teve como objetivo apresentar para os comerciantes da cidade o piloto de um site, específico para lojistas, credenciados ou não pela Associação Comercial de Marília, que busca inserir essas empresas no mercado digital.

O programa criado pela FACESP (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo), com a parceria da TPC- Soluções de Informática e a Tray Sistemas- empresa especializada em soluções para comércio eletrônico, incubada pelo CIEM, uma iniciativa conjunta da Fundação de Ensino Eurípides Soares da Rocha - FEESR e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo - SEBRAE-SP, com a Prefeitura Municipal de Marília, realizarão na cidade durante essa semana, workshops gratuitos para comerciantes interessados no projeto.

Essa iniciativa tem como objetivo a apresentação do site (www.gpsmarilia.com.br) e o treinamento dos comerciantes que tenham interesse em fazer parte desse processo que visa inserir o pequeno lojista no e-commerce através de emarket-places (shoppings on-line). Os workshops vão acontecer na Acim, hoje (23) das 10hs ás 12hs, quarta (24) das 14hs ás 16hs e quinta-feira (25), das 10hs ás 12hs.

Para Jader Andrade, analista de produto da Tray Sistemas, iniciativas como essa são de extrema importância para cidade e contextualizam Marília em uma perspectiva nacional, por ser a primeira cidade de Estado de São Paulo a sediar o projeto. “O shopping de Marília é o primeiro a credenciar seus comerciantes. Só credenciados da Acim, são 1.200 participantes que terão seus produtos cadastrados gratuitamente.”

A parceria entre as empresas Tray Sistemas, TPC de Marília e a Acim, conta com a participação de todos os comerciantes da cidade, que poderão conhecer o projeto e incluir seus produtos no shopping virtual. “O shopping é um serviço para a cidade de Marília e região, buscamos com essa iniciativa atingir todos os comerciantes, pessoas físicas ou jurídicas para integrar esse projeto”, conclui Rafael Nakamoto, analista de negócios da TPC Tecnologia.

Fonte: Jornal ” Correio Mariliense”

Terça-feira, dia 23 de junho de 2009

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Tray na Mídia

Leandro Marques, Taicir Khalil, Willians Marques

Leandro Marques, Taicir Khalil, Willians Marques

INCLUSÃO DIGITAL

Acim e Tray Sistemas lançam projeto para micro e pequenas empresas

Programa é desenvolvido em parceria com a Tray Sistemas e inicialmente vai contemplar os municípios de Marília e Sorocaba


Pelo menos 1500 micro e pequenas empresas de Marília devem participar do projeto de inclusão digital que a Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), lançou na manhã de ontem. O programa é desenvolvido em parceria com a Tray Sistemas e inicialmente vai contemplar os municípios de Marília e Sorocaba. “Com esse programa, os associados da Acim terão condições de ter uma série de produtos e serviços para tocar seus negócios. O programa é dividido em três níveis e no primeiro nível o associado passa a ter os equipamentos necessários para o desenvolvimento de sua empresa e também banda larga e as condições de fazer o TEF, que é a Transferência Eletrônica de Fundo”, informou o superintendente da Acim, José Augusto Gomes.

Segundo ele, o segundo nível do projeto é o Software de Gestão. “É bem simples de ser manipulado, para que o empresário possa ter o controle de seus negócios no dia a dia. E no terceiro nível entramos com a possibilidade de levar a empresa para o mundo virtual”. Esse último nível possibilitará que o empresário tenha uma vitrine virtual ou de fazer vendas pela internet através de uma parceira com a Tray Sistemas.

O coordenador de novos negócios da Tray Sistemas, Christopher Muñoz, falou sobre o crescimento das vendas pela internet e destacou o custo benefício do projeto implantado em Marília. “Há custos diferenciados para associados e não associados à Acim. Para o associado, o custo é de R$ 9,90 por mês, que será cobrado após seis meses de gratuidade, a partir da data de hoje, que é a de lançamento”, explicou. Para não associados, o custo é de R$ 19,90 por mês.

Ele informou que inicialmente, não serão efetuadas vendas pela internet. “Como o projeto é de inclusão digital, entendemos que o primeiro passo natural seja que os associados queiram ter sua própria página para expor seus produtos”, observou. Muñoz destacou ainda que também faz parte do projeto prover o ciclo de compras para que o empresária consiga realizar vendas on-line.

Para ele, essa seria uma estratégia para que as micro e pequenas empresas locais não percam os consumidores que se habituaram a comprar pela internet. “Pela experiência que temos com o comércio eletrônico podemos verificar que cada vez mais as pessoas compram por essa via e deixam de andar pelo comércio, o que demanda mais tempo, principalmente em grandes centros, como São Paulo, onde as distâncias são muito grades. As vendas pela internet ganham em rapidez e comodidade”, falou Muñoz.

O projeto vai abranger todo o Brasil e ontem, em Marília, foi feito o lançamento nacional. “Queremos disponibilizar os três níveis de informatização para as Associações Comerciais disponibilizarem para seus associados. O programa começa em Marília e em Sorocaba para que a gente faça um teste. Depois, quando deixar de ser um projeto e virar um programa validade, vamos expandir para as 420 cidades do estado de São Paulo e, logo em seguida, para o Brasil”, comentou o coordenador de Tecnologia da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Taicir Khalil.

Fonte: Jornal Correio Mariliense

Caderno Cidades 2 (Sexta-feira, 19 de junho, 2009)

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Tray na Mídia

Todos os municípios brasileiros terão telecentros até o fim do mês, revelou o ministro das Comunicações, Hélio Costa, na segunda-feira (02/06).

O governo aprovou um orçamento de 140 milhões de reais, que foi dedicado à construção de 6 mil telecentros, equipados com 10 computadores, roteadores, projetor de DVD, telão e móveis.

Costa aponta que até o dia 30 de junho os 5.640 municípios do Brasil terão recebido os equipamentos.

A ação alavancou as vendas de computadores no país, segundo o ministro e, pela primeira vez, as vendas de PCs ultrapassaram as de televisores. Costa afirma que, em 2007, foram vendidos 10 milhões de televisores, menos que os 10,5 milhões de computadores.

De acordo com a 18ª Pesquisa Anual da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), em 2008 as vendas de PCs crescerão 16% sobre 2007.

O salto nas vendas do setor se deve à redução no preço dos equipamentos, segundo o ministro. Costa afirma ainda que o Brasil está à frente dos demais países latino-americanos no processo de inclusão digital.

Segundo previsão do ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, 80% dos brasileiros terão acesso à internet em 2010.

Fonte: Idgnow

Publicado por: Reinaldo Martins
Categorias: Tecnologia

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