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O número de e-consumidores no Brasil apresenta índices consistentes de crescimento nos últimos anos, resultado do trabalho sólido realizado por todos os envolvidos nesse mercado.

Como todo segmento em expansão, atendendo a um número cada vez maior de pessoas, é inevitável também o crescimento no volume de queixas e reclamações. O consumidor da web 2.0 busca seus direitos e espera que as empresas virtuais respondam aos seus questionamentos com tanta eficiência quanto anunciam seus produtos para venda.

Preocupado com a questão, o Ministério da Justiça publicou um material que tem como objetivo fornecer uma interpretação única a respeito dos direitos do consumidor e sua aplicação no E-Commerce.

De acordo com as novas diretrizes, o Código de Defesa do Consumidor passa a valer em sua totalidade para o Comércio Eletrônico. As principais premissas da nova cartilha tratam do fornecimento claro de informações por parte da Loja Virtual, armazenamento de dados dos internautas e alertas a respeito da prática de publicidade enganosa.

A regulamentação deve ser encarada como aliada do varejista. Os dados e estudos publicados anualmente mostram que o consumidor confiante compra mais. Ao sentir-se protegido pela legislação, a tendência é que haja aumento tanto no número de e-consumidores quanto nos índices de confiabilidade.

A estratégia é transformar a novidade em oportunidade, afinal, enquanto alguns choram, outros vendem lenço. Aproveitar o momento para se aproximar do consumidor, melhorar as informações a respeito de seus produtos e prestar um atendimento esclarecedor, que tranqüilize o cliente no momento da compra, pode aumentar o volume de vendas da loja, ao mesmo tempo que mantém a empresa virtual alinhada com as exigências do mercado.

Publicado por: Tray E-Commerce Completo
Categorias: E-commerce, Tray Informa

Tray Informa 24

Editorial Tray Informa 24

A Tray chega ao final desse primeiro semestre de 2010 vivendo toda a intensidade de um ano movimentado. Copa do Mundo e Eleições Presidenciais agitam o calendário nacional e fazem de 2010 um ano especial.

Internamente, também trazemos muitas novidades. Acompanhando a grande evolução do mercado de Meios de Pagamento, trazemos aos nossos lojistas o Receba Online 2.0, novo Gateway de Pagamentos da Tray. Diversas formas de pagamento em uma única integração segura e eficiente. Queremos atender nossos empreendedores de maneira completa e damos mais um passo importante nessa direção com o lançamento dessa nova e excelente ferramenta.

O Tray Shopping continua evoluindo. Otimização, novos recursos e um número cada vez maior de ofertas vão colocando o portal próximo de seu ponto de maturidade para o lançamento oficial ao mercado, cada vez mais próximo.

Para complementar essa edição do Tray Informa, discutimos um pouco sobre o impacto do Plano Nacional da Banda Larga, o PNBL, que promete levar a internet rápida a milhões de brasileiros. Essa democratização do acesso à internet tem tudo a ver com o nosso negócio: a democratização do Comércio Eletrônico. Por isso, fomentamos esse debate entre os nossos leitores.

E que venha o segundo semestre. Quem sabe com o Hexa nas mãos, mas com certeza com muito trabalho e inovação por parte da equipe Tray para alavancar o seu negócio. Aproveite o Tray Informa edição 24!

Publicado por: Tray
Categorias: E-commerce, Economia, Lançamento, Midia On-line, Publicidade, Tray Informa

PNBL pretende levar a Banda Larga a 40 milhões de residências brasileiras até 2014. Mais acesso, mais e-consumidores.

O ano de 2010 certamente será marcado por eventos importantes para o Brasil e que serão lembrados por bastante tempo. Antes de deixar o posto mais importante da política nacional, o Presidente Lula anunciou o investimento consistente no Plano Nacional da Banda Larga, o PNBL. Começamos bem, com a nomeação da Telebrás para gerir o Plano e fazer esse sonho acontecer.

O entusiasmo no que diz respeito à Telebrás tem nome: Rogério Santanna dos Santos, grande entusiasta da popularização da banda larga no país e que assumiu a condução da Telebrás com a seguinte declaração: “O desafio do século 21 é construir novas estradas para que o comércio eletrônico se estabeleça. E temos ativos humanos e de capital para que isso aconteça”. Rogério vê como premissa fundamental desse Plano o incentivo à concorrência entre as empresas do setor.

Sabemos que o caminho a ser percorrido ainda é longo e árduo. A conectividade no Brasil ainda é bastante deficiente quando comparada a outros países. Sob os diferentes aspectos, como preço, penetração da banda larga e velocidade média, permanecemos atrás de países como México, Polônia, Portugal e Austrália. Ao sermos comparados com as potências do setor como Japão e Coréia do Sul, a diferença é gritante.

Mas, vamos às boas notícias. Segundo o Ibope, temos atualmente cerca de 65 milhões de internautas no Brasil. Com o PNBL, o Governo pretende estender o acesso à Banda Larga para 40 milhões de domicílios até 2014. Hoje, esse número chega a aproximadamente 12 milhões de residências.

Mais usuários de banda larga no país significa um número cada vez maior de e-consumidores. Anualmente, temos acompanhado o crescimento no número de compradores nas Lojas Virtuais. Com o aumento de penetração da Banda Larga, esse gráfico crescente ganha mais um incentivo para apresentar números favoráveis ao Varejo On-line.

Outro reflexo positivo do aumento do acesso à Internet rápida é a venda cada vez maior de Computadores e Acessórios de Informática. A população começa a caminhar na direção da digitalização definitiva e os E-Empreendedores só têm a ganhar com essa tendência de crescimento.

Para concluir, é preciso lembrar que uma conexão de qualidade proporciona maior liberdade para a utilização de recursos avançados nos websites brasileiros, tornando a navegação mais atrativa ao consumidor. É importante estar atento a essa movimentação e preparar o seu negócio para a evolução dos próximos quatro anos.

Comece a programar o futuro do seu negócio hoje, pensando nos milhões de novos e-consumidores brasileiros, recém chegados e com muita vontade de participar desse mundo fascinante do Comércio Eletrônico nacional.

Publicado por: Tray
Categorias: E-commerce, Economia, Tray Informa

Editorial Tray Informa 18

Com a proximidade do final do ano, o comércio eletrônico projeta um fechamento com 25% a mais no volume de vendas em comparação ao obtido em 2008, chegando a uma marca recorde de 10 bilhões de reais em faturamento. Esses números se acrescentados aos 6% de crescimento do varejo físico são uma boa resposta à crise econômica que virou pop star mundial nesse ano.

As datas especiais foram as grandes estrelas para o aumento das vendas. O Dia das Mães foi a primeira e faturou 440 milhões de reais e cresceu 20% em comparação ao mesmo período do ano passado. A segunda melhor data para o e-commerce esse ano foi o Dia dos Namorados, que cresceu 21% e atingiu os 393 milhões de reais em no volume de vendas.

Esperado pelos lojistas e pelos consumidores o Natal promete fechar o ano com chave de ouro em relação ao crescimento do volume de vendas. As datas referentes ao Dia dos Pais e Dia das Crianças também fecharam acima do esperado. O Dia dos Pais faturou R$ 405 milhões seguidos pelo maior faturamento do ano, que foi de R$ 450 milhões de reais referente ao Dia das Crianças que cresceu 25% em relação a 2008.

Os produtos mais vendidos durante o ano foram os livros, assinaturas de revistas e jornais. Em segundo lugar estão os artigos de saúde, beleza e medicamentos. Em terceiro lugar os produtos de informática, os eletrodomésticos ficaram em quarto lugar com um aumento considerável de vendas impulsionadas pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Entre os principais fatores que estão contribuindo para o crescimento das vendas no comércio eletrônico nesse ano podemos citar o aumento do número de e-consumidores, principalmente os da classe C, que encontram cada vez mais facilidade na aquisição de computadores, acesso banda larga e cartões de crédito e ainda o ingresso de grandes varejistas tradicionais na rede como o Wal Mart e as Casas Bahia, o que aumenta a popularidade do comércio eletrônico.

Enfim, estamos no último semestre de 2009 e contamos com um consumidor mais habituado e experiente no que se refere a comprar pela internet. A conveniência de poder ter acesso a uma variedade muito grande de produtos, pesquisar preços e comprar com facilidade no pagamento sem precisar sair de casa certamente terá um grande peso na hora do consumidor decidir qual o melhor meio para fazer as compras nesse final de ano.

Publicado por: Reinaldo Martins
Categorias: Tray Informa

Classe C na Internet

59% dos 2 milhões de novos e-consumidores que experimentaram das vantagens de se comprar através de lojas virtuais entre janeiro e julho desse ano pertencem a classe C

Com o aumento do número de internautas brasileiros de classes mais baixas e a popularização do comércio eletrônico as projeções de vendas para o final de ano são motivadoras. O ingresso da classe C no comércio eletrônico está sendo favorecida pela redução dos preços de computadores, conexão à internet e facilidade na aquisição de cartões de crédito. Essa nova legião de compradores digitais promete engrossar o volume de vendas no final desse ano.

De acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a chamada classe C é caracterizada por pessoas com renda familiar entre R$ 1.115 e R$ 4.807 por mês. A projeção é que no final do ano as vendas pelas internet aumente em 30% em relação ao mesmo período de 2008. Com o acesso fácil ao computador, internet e munidos de cartão de crédito, a expectativa é de que esses novos e-consumidores se aventurem pelas compras virtuais motivados pela comodidade de comprar sem precisar sair de casa, enfrentar filas, trânsito e ainda contar com uma grande variedade de produtos e facilidade de pagamento.

Segundo o portal de consultoria de mercado Data Popular, as chamadas classes C, D e E correspondem a 75% do numero de internautas no país e 63% desse montante acessa a internet de computador próprio instalado em domicílios. A consultoria destaca ainda que no período entre janeiro e julho de 2009, foi constatado que 2 milhões de pessoas tiveram sua primeira experiência com compras pela rede e desse total, 59% pertencem a classe C.

Para o portal e-bit, esses compradores da considerada classe C, correspondem a 10% do faturamento online no país. No total o e-commerce faturou no primeiro semestre do ano R$ 4,8 bilhões, representando um crescimento de 27% comparado ao ano passado, onde registrou um total de R$ 3,8 bilhões.

“Estimamos um crescimento promissor para o e-commerce esse ano, além do aumento da participação da classe C no mercado consumidor, os grandes players, estão fortalecendo suas vendas no varejo online e identificando nesse púbico um grande potencial de crescimento”, comenta Pedro Luiz Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas.

Essa é a hora das micro e pequenas empresas explorarem melhor o segmento. As possibilidades estão em todos os lugares. Ainda é pequeno o numero de empresas presentes no comércio eletrônico. “Apenas 6% dos empresários que estão no comércio físico estão presentes na internet, e a possibilidade de compra é enorme uma vez que muitas pessoas navegam pela rede 24 horas por dia e usam a ferramenta para procurar aquilo que querem ou idealizam comprar”, conclui Quissack.

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Tray Informa

Vendas Terceiro Trimestre

Do total de pessoas que compraram pela web no primeiro semestre de 2009, 86,11% estão satisfeitas.

Segundo dados de pesquisa realizada pela e-bit em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), do total de pessoas que compraram pela web no primeiro semestre de 2009, 86,11% estão satisfeitas com a experiência.

Com base nos dados do estudo, a pesquisa ressalta que o mês de junho, se destaca no índice de satisfação em relação aos meses anteriores. E a perspectiva de crescimento das vendas do comércio eletrônico para próximos meses do ano tende a aumentar uma vez que, a taxa de consumidores satisfeitos de fevereiro para junho aumentou em 0,98%.

Constatado o aumento na confiabilidade do consumidor que compra pela internet, a procura por diferentes gêneros de produtos também se intensifica, assim como o valor de venda, podendo ser acrescentados produtos mais caros a cada compra. Para o terceiro semestre a intenção de compra de segmentos de produtos continua sendo liderada por livros, seguidos de saúde e beleza, eletrônicos e eletrodomésticos.

Para Pedro Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, as especulações para o segundo semestre além de favoráveis ressaltam a importância que os lojistas devem atribuir ao seu negócio. “É importante o planejamento prévio, a preparação para o final de ano começa agora. Pensando nas estratégias de divulgação para as datas comerciais mais importantes, o lojista tem que procurar nesse período adequar sua loja com ofertas e produtos para atender a demanda que vem por ai”, conclui.

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: Tray Informa

O número de brasileiros com algum tipo de acesso à Internet em casa dobrou no período de três anos, segundo levantamento do Ibope/NetRatings divulgado nesta quinta-feira.

Em junho de 2005, segundo a pesquisa, eram 18,3 milhões os brasileiros com acesso residencial à web, número que em junho deste ano saltou para 35,5 milhões. O ano de 2005 também marcou o início dos incentivos fiscais do governo para a compra de microcomputadores, na chamada Lei do Bem.

Em relação ao tempo médio de navegação no mês, o salto foi de 39,8% de 2005 para cá. O tempo médio mensal em junho daquele ano era de 16 horas e 54 minutos, mas no mês passado subiu para 23 horas e 12 minutos.

O número de junho de 2008, ainda que tenha representado uma queda de 36 minutos sobre o tempo registrado em maio, mantém o Brasil como país onde a população passa mais tempo conectada, com três horas à frente do segundo colocado, a Alemanha, cujo tempo médio de navegação foi de 20 horas e 11 minutos em junho.

A queda sobre maio, na avaliação do Ibope, se deveu ao fato de junho ter um dia a menos (30 dias). O número de usuários ativos, aqueles que acessam a Internet pelo menos uma vez no mês, cresceu para 22,9 milhões, ante os 18 milhões existentes em junho do ano passado e os 11,5 milhões em junho de 2005.

Os dados relativos ao primeiro trimestre de 2008 do Global Internet Trends GNetT indicam que 41,565 milhões de pessoas com 16 anos ou mais declararam ter acesso à Internet em qualquer ambiente (casa, trabalho, escola, cybercafés, bibliotecas e outros locais).

Fonte: Reuters

Publicado por: Micheli Consani
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Todos os municípios brasileiros terão telecentros até o fim do mês, revelou o ministro das Comunicações, Hélio Costa, na segunda-feira (02/06).

O governo aprovou um orçamento de 140 milhões de reais, que foi dedicado à construção de 6 mil telecentros, equipados com 10 computadores, roteadores, projetor de DVD, telão e móveis.

Costa aponta que até o dia 30 de junho os 5.640 municípios do Brasil terão recebido os equipamentos.

A ação alavancou as vendas de computadores no país, segundo o ministro e, pela primeira vez, as vendas de PCs ultrapassaram as de televisores. Costa afirma que, em 2007, foram vendidos 10 milhões de televisores, menos que os 10,5 milhões de computadores.

De acordo com a 18ª Pesquisa Anual da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), em 2008 as vendas de PCs crescerão 16% sobre 2007.

O salto nas vendas do setor se deve à redução no preço dos equipamentos, segundo o ministro. Costa afirma ainda que o Brasil está à frente dos demais países latino-americanos no processo de inclusão digital.

Segundo previsão do ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, 80% dos brasileiros terão acesso à internet em 2010.

Fonte: Idgnow

Publicado por: Reinaldo Martins
Categorias: Tecnologia

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