Grandes empresas e novas parcerias fizeram de 2009 um ano bem promissor para o comércio eletrônico. De olho no aumento do número de consumidores online, muitas empresas modificaram seus sites e otimizaram seus sistemas de compras para competir por uma maior quantidade de cliques em seus produtos.
Anunciada em fevereiro de 2009, a entrada das Casas Bahia no segmento deu início a inúmeras transformações de lojistas do setor durante todo o ano. Algumas lojas atualizaram seus sites, dinamizando a informação e facilitando a navegação na rede, a exemplos do Magazine Luiza e do extra.com. Nos segundo semestre foi divulgado o retorno da Mesblá somente no meio virtual e a compra do Ponto Frio pelo Grupo Pão de Açucar.
Outra novidade que movimentou o comércio online ainda no final do ano, foi o anuncio da possível união entre Casas Bahia, Extra Eletro e Ponto Frio, gerando especulações e dúvidas sobre um provável monopólio das empresas de varejo virtual que levou as empresas ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O órgão é o responsável no Brasil por garantir a concorrência entre as empresas no Brasil.
Esse ano promete não ser diferente. Há muito tempo especula-se a entrada da francesa Carrefour nas vendas pela rede. A companhia anunciou que ainda no primeiro semestre desse ano ingressará no mercado de comércio eletrônico no País, sabendo da concorrência acirrada com o Grupo Pão de Açucar que divulgou nessa quarta (20) seu plano de investimentos e atualizou o mercado sobre reunir em uma só empresa e distinta os negócios de comércio eletrônico do Pão de Açúcar, Ponto Frio, Extra e Casas Bahia.
Esperado para 2010 é também a loja virtual da Mesblá para abril, com um site de comércio eletrônico segmentado para o público feminino que atenderá com exclusividade somente por meio da internet. Outra novidade é que além da Mesbla, o Mappin, ambas marcas ícones de lojas de departamento que faliram em 1999, pertencentes ao empresário Ricardo Mansur, planejam voltar ao segmento com força total.
O Mappin, foi comprado pela loja Marabraz em dezembro do ano passado por R$ 5 milhões, divulgou que pretende voltar com a marca para o comércio eletrônico em 2013. Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, avalia essas mudanças como positivas. “O comércio eletrônico no Brasil em 2009 faturou um pouco mais de R$ 10 bilhões, segundo as estimativas. Para 2013 esse valor deve ultrapassar os R$ 25 bilhões. Esses números são empolgantes para o varejo que gradualmente vêm aumentando significamente os investimentos na web. Somado a isso está a mudança nas hábitos das pessoas, em países como a Inglaterra os jovens já passam mais tempo navegando na Internet do que assistindo a TV. Os brasileiros são os que mais passam tempo navegando em média e isso fez com que o investimento em publicidade na Web ultrapassasse na TV fechada. Concluindo, em breve a internet será o meio de compras preferido pelas pessoas e o que receberá a maior parte dos investimentos por parte das empresas.”
Publicado por: Micheli Consani
Aumento do número de internautas está contribuindo diretamente para o crescimento do comércio eletrônico no Brasil. Segundo pesquisa da Internet Pop, realizada pelo IBOPE Mídia, o acesso a internet aumentou 10% entre 2008 e 2009. Os dados apontam um crescimento de mais de 25 milhões de brasileiros conectados na rede.
Outro fator em destaque é a facilidade do acesso a rede, principalmente por meio de aparelhos móveis. A pesquisa destaca que nas regiões metropolitanas, 66% dos 17 mil entrevistados, quando não por computadores convencionais tem acesso a rede por meio de aparelhos celulares.
Para Reinaldo Martins, essa democratização do acesso a rede mundial de computadores só vem a favorecer o comércio eletrônico. “Comprar pela internet é mais prático, cômodo e rápido. Sem contar a imensa variedade de produtos ao alcance do consumidor que nem sequer precisa sair de sua casa. Vai ser uma questão de tempo para a rede ser o meio de compras preferido pela maior parte dos brasileiros, o acesso à web torna-se cada vez mais acessível e a disponibilização de meios de pagamentos que facilitam o parcelamento de compras é cada vez maior.”
Além disso, esperamos para esse ano um crescimento maior ainda. Em 2009, segundo dados da consultoria e-bit, somente no período do Natal houve alta de 28% no numero de internautas chegando a quatro milhões de novos e - consumidores, comparando com o mesmo período em 2008.
Para 2010, a expectativa será maior ainda, com a entrada da classe C no comércio eletrônico e grandes marcas, o segmento tem como objetivo a inclusão digital das micro e pequenas empresas no mercado para garantir maior diversidade de produtos e opções uma vez que apenas 6% dos comerciantes físicos estão presentes no varejo virtual.
A projeção de crescimento para o setor de telecomunicações é de 21% em 2010, impulsionados pelo aumento de usuários de internet. De acordo com o levantamento da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), esse índice será alcançado pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), iniciativa do governo federal que visa massificar o uso da internet rápida no país e tem meta de alcançar 90 milhões de acessos individuais até 2014.
Publicado por: Micheli Consani
O crescimento do comércio eletrônico está proporcionando ao consumidor cada vez mais comodidade na hora de realizar sua compra pela rede. Segundo dados divulgados pelo Banco do Brasil, o BB Crediário Internet, registrou em dezembro de 2009, um aumento de 64% nas concessões de crédito para compras online, um recorde desde outubro do mesmo ano.
Destinado ao financiamento de bens e serviços comprados pela internet, o crédito tem crescido significativamente nos últimos meses. Miguel de Oliveira, vice-presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), atribui esse crescimento em função das facilidades que ele apresenta. “É um processo cômodo, o consumidor não precisa ir à agência ou assinar um contrato. Trata-se de um crédito pré-aprovado diferente de fazer um crediário em uma loja física, onde é necessário levar um comprovante de renda e passar por uma aprovação de cadastro. Não ter que passar por isso seduz muito”, explica.
Para Donato Pina, gerente comercial da Tray Sistemas, a opção de entrar em um financiamento para compras pela internet está sendo bastante procurada pela facilidade de não precisar do deslocamento físico e nem a perda de tempo habitual que deriva da demora no atendimento. “A facilidade da internet está na opção de horários diferenciados para compras, analise de riscos, pesquisas de preços e opções mais vantajosas. A compra cautelosa e estudada pode ser realizada em algumas horas e do seu local preferido”.
Outra vantagem destacada por Oliveira, é que o crédito para financiamento no comércio eletrônico, não possui taxas muito altas comparadas com as do cartão de crédito e do cheque especial. “Essas taxas se situam entre 4% e 4,5% ao mês, em média. Mas em algumas lojas chegam a 3%. Por ser mais baixa que a maioria das taxas cobradas em crediários de lojas físicas, torna mais vantajoso ao consumidor”.
Pina comenta que a tendência desse tipo de financiamento é aumentar a cada ano, pela facilidade e pelo aumento do numero de pessoas que estão utilizando a internet como seu novo canal de compras. “Só esse ano, o numero de internautas aumentou em 25%, apenas no Natal foram 4 milhões de novos e-consumidores, além disso a entrada das classe C no segmento, popularizou o acesso a rede e trouxe mais opções para os consumidores. Só é preciso estudar a proposta certa e ter cautela na hora de decidir a opção mais vantajosa para compra”, finaliza.
Publicado por: Micheli Consani
A entrada das micro e pequenas empresas no e-commerce ainda não é muito expressiva. Segundo resultados da pesquisa feita pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que entrevistou 1.201 empresários para mapear a influencia da internet sobre seus negócios, apontou que o comércio eletrônico ainda tem muito espaço para crescer. Das empresas entrevistadas, 34% não estão inseridas na rede e nem ao menos apresentam site da marca. Outro dado mostrado pela pesquisa, destacou que do numero total de comerciantes abordados, 64% estão fora do e-commerce.
A pesquisa aponta ainda outro dado curioso em relação a inclusão digital dos comerciantes brasileiros. Os comerciantes são apontados como o setor que menos investe em sites próprios para divulgação de sua marca ou produto, apenas 60% das empresas de varejo, possuem sites. Setores como industria, apresentam um total de 80% de empresas que possuem sites próprios, seguidos pelo comércio atacadista com 70% e a área relacionada a construção civil, onde 65% possuem sites para divulgação.
Para Reinaldo Martins, coordenador de Marketing da Tray Sistemas, o ingresso das empresas na rede será um processo natural. “Algumas tendências apontam para uma sociedade formada por pessoas cada vez mais críticas e consumidores exigentes, que buscam principalmente conveniência e facilidade na hora de comprar, e essas duas características são facilmente proporcionadas pela internet. Vai chegar um momento onde a web será o meio favorito de compras da maior parte das pessoas e naturalmente esse movimento fará com que a maioria das empresas estejam com negócios atuantes na Internet. Caso contrário correm um grande risco de ficaram para trás.”
A pesquisa também mostra que o investimento em uma plataforma de e-commerce para lojas virtuais são bastante positivas, das 435 empresas que usam a rede para comprar e vender afirmam que houve durante o ano um aumento das vendas e que em 38% dessas vendas pela internet, representam 10% do volume de vendas. Segundo Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, muitos empresários e comerciantes ainda não estão no segmento de vendas pela rede por desconhecerem suas vantagens. “Uma das principais dificuldades da pequena e da microempresa é a falta de estrutura: eles acreditam que terão uma sobrecarga de trabalho”, diz.
Publicado por: Micheli Consani
Com a expectativa de alcalçar um faturamento de R$ 10,5 bilhões esse ano, o comércio eletrônico comemora um crescimento significativo de 45% no segmento de vendas online nos últimos 10 anos no Brasil. Só esse ano, esse numero tende a aumentar 30% em relação a 2008, um vez que no ano passado as empresas com negócios destinado a vendas pela internet faturam o equivalente a R$ 8,2 bilhões.
Algunes fatores contribuíram positivamente para o crescimento e investimentos no setor. Com a entrada da classe C, o perfil do consumidor online vai ficando cada vez mais homogêneo e com necessidades diferentes. O Brasil possui hoje mais de 50 milhões de usuários de internet, as pessoas que tem entre 18 e 24 anos estão entre os principais consumidores de produtos online. As experiências positivas passadas através do boca-a-boca principalmente utilizando-se de meios como redes sociais, aumenta a confiança do consumidor e a popularidade do comércio eletrônico.
Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, a satisfação do consumidor com as compras online chegou ao recorde de 87% esse ano. “O brasileiro é muito chegado a novidades e a internet caiu no nosso gosto. Estamos entre os que mais passam tempo navegando pela rede e os que mais acessam sites de relacionamento do mundo, e assim como temos a nossa programação de TV interrompida com alguma oferta de venda a todo momento, também somos bombardeados por propagandas de promoções durante nossa navegada de todo dia. A grande diferença se dá pelo fato de a Internet nos dá a possibilidade de optarmos sermos interrompidos por alguma propaganda ou não. Ou seja, mais do que vender a web nos ajuda a comprar oferecendo serviços e produtos de nosso interesse, daí o fato das pessoas estarem cada vez mais satisfeitas com as compras online.”
As pessoas estão recorrendo a internet na procura por produtos diferenciados, com preços mais acessíveis, condições de pagamentos ampliadas, além da comodidade de poder comprar 24 horas por dia sem sair de casa e ainda poder comparar preços e ofertas em apenas um click. Os produtos mais procurados e vendidos pela internet são Livros e Cds/Dvds, seguidos de produtos de informática, eletrodomésticos e eletrônicos em geral.
Publicado por: Micheli Consani
O Natal se aproxima e com isso a movimentação do comércio eletrônico entra em sua fase mais esperada. Segundo o portal de consultoria e-bit, foi divulgado essa semana, a perspectiva de 30% a mais no crescimento das vendas nesse Natal, comparado ao mesmo período do ano passado.
O período referente aos dias 15 de novembro e 24 de dezembro são considerados para o e-commerce, o mais significativo do ano. Estima-se que entre essas datas, por influência do Natal, o segmento atinja a marca de R$ 1,63 bilhão. No ano passado o setor atingiu a marca de R$ 1,25 bilhão no mesmo período.
Seguindo a boa fase dos negócios online, o comércio eletrônico, projeta faturar esse ano, 28% a mais que em 2008, podendo alcançar os R$ 10,5 bilhões. Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, esse crescimento do setor deve-se ao aumento do numero de pessoas conectadas a rede. “Dos mais de 50 milhões de internautas brasileiros, quase 20 milhões já compram pela internet. O brasileiro se apegou a web e naturalmente as vendas online vão crescer a medida que houver mais pessoas conectadas, haja vista que a facilidade para aquisição de cartões de crédito, meio de pagamento mais utilizado na net, aumenta principalmente entre as classes mais baixas.Pelo fato das pessoas terem o costume de presentear as outras no natal, o tíquete médio das compras também tendem a aumentar, a expectativa é de que cada e-consumidor gaste em média R$ 346,00 em compras nesse natal.”
De acordo com o e-bit, a estimativa é de que apenas 25% das pessoas que acessam a internet no Brasil de fato fazem compra na web, isso representa cerca de 17 milhões de e-consumidores. Entre os produtos mais procurados pelos internautas estão os livros, eletrodomésticos, eletrônicos e informática, produtos de saúde, beleza e medicamentos.
Publicado por: Micheli Consani
Após as especulações sobre o crescimento do e-commerce durante todo o ano de 2009, com a entrada de grandes redes de varejo no segmento, a presença da classe C na internet e a inclusão digital das micro e pequenas empresas, chegou à vez das grandes marcas no segmento de roupas e acessórios começarem a ver no comércio eletrônico uma extensão de seus negócios.
Algumas empresas já estão em testes de tecnologia e logística, mas enfrentam as dificuldades de aceitação por parte do consumidor brasileiro que não tem o costume de compras esses produtos pela internet. Embalados pela promessa do e-commerce para 2010, algumas lojas a exemplo da Loja Renner, prevê inaugurar até final de março de 2010 seu site, que venderá perfumes e relógios, além de camisetas.
Grandes nomes do comércio físico já estão presentes na rede como as Lojas Marisa e Hering, que optou pela comercialização de roupas masculinas, femininas e acessórios, vendidos pela Hering Web Store. Já o canal da Marisa na internet tem opções mais amplas, incluindo além de artigos de vestuário, relógios e itens de cama, mesa e banho.
Para Jose Galló, presidente das Lojas Renner, apesar do foco em perfumes e relógios, a Renner venderá também camisetas básicas nos tamanhos pequeno, médio e grande. Mas a falta de especificações técnicas nos tamanhos das roupas é o que dificulta as vendas de uma variedade maior de peças. “Vamos aproveitar nossa experiência com a venda de perfumes e cosméticos, dessa vez na internet. Há um grande interesse por parte dos nossos fornecedores no negócio, pela representatividade desses produtos em nosso faturamento”, afirmou.
Outra novidade é a entrada da Mesbla no e-commerce, após anunciar a falência nos anos 90, foi anunciado para maio de 2010 o início da sua operação exclusiva de vendas de produtos apenas pela internet. Para Pedro Guastí, diretor-geral do E-bit, o faturamento do setor este ano no Brasil deverá atingir R$ 300 milhões, ao passo que nos Estados Unidos a venda de roupas e acessórios movimenta US$ 20 bilhões. “A categoria de roupas e acessório ocupa a segunda colocação em volume de vendas, no Brasil está entre a 15ª e 20ª posição, isso demonstra o potencial de crescimento do setor”.
Reinaldo Martins, coordenador de Marketing da Tray Sistemas, comenta que o comércio eletrônico não é mais um promessa e sim um fato consolidado. “Vai ser uma questão de tempo para a maioria das pessoas preferirem comprar pela web do que no varejo tradicional, cresce o acesso domiciliar a computadores e internet nas classes mais baixas. As lojas virtuais estão entendendo cada vez mais as possibilidades e recursos que podem representar grandes vantagens para os consumidores e aumentar as vendas. Os empresários estão de olho no mercado, a Mesbla vai voltar para atender o público feminino que no Brasil já é responsável por 51% das compras online, em países como os Estados Unidos esse percentual já chega a 63%. Enfim, com a consolidação do comércio eletrônico, aumentam as possibilidades de atuação dos empresários e as vantagens para os consumidores.”
Publicado por: Micheli Consani
Sendo considerado a melhor possibilidade em termos de negócios, o Comércio Eletrônico, é projetado no Brasil como o mais progressor dos segmentos comerciais devido ao seu faturamento e seu crescimento a cada ano. Estimado para mais de R$ 10 bilhões, o faturamento esperado para 2009, supera expectativas de crise e se destaca em comparação a outros setores da economia.
Hoje no Brasil, mais de 64,8 milhões de pessoas estão conectadas a Internet, segundo um estudo divulgado em outubro pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope). Esse crescimento é impactado pela popularização do acesso a internet e a facilidade na aquisição de computadores que incluíram de maneira eficaz as classes C e D na rede.
A internet proporciona infinitas opções de navegações por diferentes sites, com conteúdos diversos para todo tipo de público. Um estudo recente divulgado pelo Nielsen Online aponta que, desse número de pessoas conectadas a rede, 80% dos brasileiros gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais.Pensando sempre em inovar e procurar tendências de mercado e buscando estratégia para seus negócios, alguns empresários estão testando novas possibilidades de vendas para se destacar no comércio eletrônico.
A opção do momento é o Comércio Social, sabendo que o povo brasileiro é um dos que passa mais tempo navegando em redes sociais, a solução para aproximar esse usuário do e-commerce, é trazer esse conceito de rede social para o seu negócio online. Assim é possível vender pela internet de uma maneira diferente que interaja com o cliente e fuja do padrão atual de vitrine virtual.
O Comércio Social, que tem como objetivo atender a uma rotina de vendas que interage e dialoga com o cliente. Essa criação de conteúdo colaborativo é enunciado de forma eficaz na propagação em redes sociais.Para Conrado Adolpho, diretor da agência Publiweb Marketing Digital, o Comércio Social, é uma plataforma de comércio eletrônico que traz em sua gênese os conceitos de rede social, tendo como forte aliada a comunicação realizada na chamada web 2.0.
“Com um bom planejamento, essa estratégia vai gerar um número crescente de vendas qualificadas, porque trabalha continuamente a fidelização e a formação de uma comunidade para a marca. Inicialmente é preciso gerar demanda, não há comunidade sem pessoas. Assim, a empresa deve realizar uma ação para não perder os usuários que já visitaram o site pela primeira vez”, comenta Adolpho.
A exemplo disso, algumas ações devem ser implantadas em sua loja virtual para aproximar esse usuário das vendas, promoções relâmpago, concursos culturais, fóruns onde esses consumidores possam opinar, conversar contribuem para facilitar a navegação e o prazer da compra. “A Loja Leopardi, apostou no desenvolvimento de um recurso exclusivo que possibilita a visualização e publicação de depoimentos sobre a loja no próprio site”, comenta o proprietário Ricardo Leopardi.
Para o micro e pequeno empresário que visualize no e-commerce uma oportunidade real de negócio esse, é um meio de diferenciação no mercado. “O consumidor está cada vez menos fiel às grifes e grandes marcas, esse fato representa uma grande oportunidade para os pequenos e médios empreendedores, basta transmitir segurança e ter um bom relacionamento com os clientes. A loja virtual Leopardi é um bom exemplo, hoje o depoimento positivo de um cliente sobre a experiência de compra em uma loja transmite mais credibilidade do que um comercial de produção milionária veiculada no intervalo do Fantástico, por exemplo. Por isso o investimento em um bom atendimento é de extrema importância para o sucesso de um negócio online”
Publicado por: Micheli Consani
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59% dos 2 milhões de novos e-consumidores que experimentaram das vantagens de se comprar através de lojas virtuais entre janeiro e julho desse ano pertencem a classe C |
Com o aumento do número de internautas brasileiros de classes mais baixas e a popularização do comércio eletrônico as projeções de vendas para o final de ano são motivadoras. O ingresso da classe C no comércio eletrônico está sendo favorecida pela redução dos preços de computadores, conexão à internet e facilidade na aquisição de cartões de crédito. Essa nova legião de compradores digitais promete engrossar o volume de vendas no final desse ano.
De acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a chamada classe C é caracterizada por pessoas com renda familiar entre R$ 1.115 e R$ 4.807 por mês. A projeção é que no final do ano as vendas pelas internet aumente em 30% em relação ao mesmo período de 2008. Com o acesso fácil ao computador, internet e munidos de cartão de crédito, a expectativa é de que esses novos e-consumidores se aventurem pelas compras virtuais motivados pela comodidade de comprar sem precisar sair de casa, enfrentar filas, trânsito e ainda contar com uma grande variedade de produtos e facilidade de pagamento.
Segundo o portal de consultoria de mercado Data Popular, as chamadas classes C, D e E correspondem a 75% do numero de internautas no país e 63% desse montante acessa a internet de computador próprio instalado em domicílios. A consultoria destaca ainda que no período entre janeiro e julho de 2009, foi constatado que 2 milhões de pessoas tiveram sua primeira experiência com compras pela rede e desse total, 59% pertencem a classe C.
Para o portal e-bit, esses compradores da considerada classe C, correspondem a 10% do faturamento online no país. No total o e-commerce faturou no primeiro semestre do ano R$ 4,8 bilhões, representando um crescimento de 27% comparado ao ano passado, onde registrou um total de R$ 3,8 bilhões.
“Estimamos um crescimento promissor para o e-commerce esse ano, além do aumento da participação da classe C no mercado consumidor, os grandes players, estão fortalecendo suas vendas no varejo online e identificando nesse púbico um grande potencial de crescimento”, comenta Pedro Luiz Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas.
Essa é a hora das micro e pequenas empresas explorarem melhor o segmento. As possibilidades estão em todos os lugares. Ainda é pequeno o numero de empresas presentes no comércio eletrônico. “Apenas 6% dos empresários que estão no comércio físico estão presentes na internet, e a possibilidade de compra é enorme uma vez que muitas pessoas navegam pela rede 24 horas por dia e usam a ferramenta para procurar aquilo que querem ou idealizam comprar”, conclui Quissack.
Publicado por: Micheli Consani
A internet está cada vez mais presente na vida dos brasileiros, que está se habituando a usar a internet não só para pesquisas e sites de relacionamento, mas também para fazer compras. O comércio eletrônico está ganhando espaço pela comodidade proporcionada de poder comprar sem filas, sem trânsito e sem precisar sair de casa e pelo numero de ofertas oferecidas na rede. Com isso, nos últimos 10 anos o e-commerce apresentou um crescimento de 15% em todo o território nacional, e para os próximos cinco anos, o aumento esperado é de 30%.
No ano passado o segmento apresentou um faturamento considerável de R$ 8,2 bilhões, a expectativa é de que esse ano esse valor atinja a marca dos R$ 10,5 bilhões. O aumento do faturamento está atrelado ao crescimento do numero de empresas que possuem lojas virtuais, 10 mil empresas brasileiras estão vendendo na internet, um número ainda tímido quando considerado que ele representa apenas 6% do total de varejistas do país.
O comércio eletrônico caiu no gosto do brasileiro, o segmento que em 2001 faturou R$ 540 milhões vai fechar 2009 faturando 10,5 bilhões, ou seja, não restam dúvidas sobre as oportunidades e o espaço que a Internet disponibiliza para o crescimento do varejo. A conseqüência desse crescimento é o constante aumento do investimento em publicidade na web, que em 2008 registrou um aumento de 44%, esse fato é natural, pois as empresas sempre direcionaram seus esforços publicitários para o meio de maior popularização. No Reino Unido já aconteceu que no primeiro semestre de 2009 o investimento publicitário na Internet já superou o da televisão.
Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, o varejista que está planejando iniciar a sua atuação no comércio eletrônico a dica é investir principalmente na qualidade dos serviços de atendimento ao cliente e entrega de produtos. “Esses fatores interferirão diretamente na opinião que os clientes estabelecerão sobre o seu negócio e influenciarão na decisão da realização de uma segunda compra e indicação de sua loja para outros clientes”, conclui.
Publicado por: Micheli Consani