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Percebeu-se um bom crescimento de 1,6 pontos percentuais na participação ativa dos pequenos varejistas no primeiro semestre de 2009 em comparação ao mesmo período de 2008. |
Estamos vivenciando um grande momento de digitalização e crescimento do comércio brasileiro. Fazemos parte de um grupo de 70 milhões de pessoas que acessam a internet para diversos fins, e 15,2 milhões de pessoas que integram esse grupo, os chamados e-consumidores, compram ou já compraram pela menos uma vez pela web.
E esse número de pessoas não para de crescer, segundo dados do 20º relatório da WebShoppers realizado pelo portal e-bit, consultoria especializada em comércio eletrônico, em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, só no primeiro semestre de 2009 o faturamento em vendas das compras realizadas pela internet, totalizaram R$ 4,8 bilhões, 27% a mais que o registrado pelo segmento em 2008.
Segundo a pesquisa, estima-se ainda que o comércio eletrônico movimente até o final do ano, um total de R$ 10,5 bilhões, um crescimento de 28% em relação ao mesmo período do ano passado. A projeção do portal e-bit é que até dezembro de 2009, 17 milhões de pessoas tenham adquirido pelo menos um produto pela internet.
As principais orientações para o empreendedor que está interessado em abrir uma loja virtual é primeiro procurar fazer um planejamento do negócio examinando os concorrentes e o mercado, depois escolher uma plataforma de tecnologia que permita flexibilidade para o crescimento e principalmente trabalhar a logística, atendimento e a divulgação.
Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, as micro e pequenas empresas tem que aproveitar a boa fase do e-commerce para fortalecer seus negócios na rede, segundo um levantamento recente do portal e-bit que comparou a participação dos pequenos varejistas no primeiro semestre de 2008 e no mesmo período de 2009, percebeu-se um bom crescimento de 1,6 pontos percentuais na participação ativa desses representantes.
As estimativas são otimistas para os lojistas, dados indicam que 87% das pessoas que compram pela internet estão satisfeitas com os serviços e que continuarão a comprar. “A internet mais do que vender, ajuda as pessoas a comprarem, com a comodidade de não precisar sair de dentro de casa, o consumidor tem acesso a ferramentas de pesquisa de preços e busca por uma variedade muito grande de produtos que o comércio tradicional não disponibiliza. Vai ser com naturalidade que o volume de vendas online vai se igualar às vendas do mundo real e com propriedade para ser ainda maior, tudo conseqüência das facilidades que a web proporciona, as previsões indicam que em 2012 o mercado online deva faturar 25 bilhões.”, conclui Martins.
Publicado por: Micheli Consani
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A internet é de extrema importância para quem procura por produtos diferenciados. |
Segundo pesquisa recente publicada pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (câmara e-net), das 70 milhões de pessoas com acesso a internet hoje no Brasil, 17,2 milhões desse total vão comprar pela web até o final de 2009, 4,2% a mais que em 2008.
No Brasil, os pequenos e médios empresários estão procurando a contramão do caminho traçado pela entrada dos grandes players, a exemplo das Casas Bahia e Wal- Mart. Ciente das estatísticas, e buscando fugir da massificação de produtos industrializados, muitos empresários estão optando em trazer ao e-commerce os produtos feitos à mão.
Produtos manufaturados representam só 1% do faturamento com comércio eletrônico no Brasil (estimado este ano em R$ 10,5 bilhões). Mas é cada vez maior o número de sites que vendem essas criações. Para Pedro Guasti, diretor geral do portal de consultoria e-bit, no mercado virtual, quem consegue atender esse segmento, são os pequenos e médios empresários. “Os grandes têm dificuldade para atender essa demanda e os pequenos estão aí para suprir”.
Christopher Munôz,sócio- proprietário da loja Vivariedades, que trabalha com artigos de decoração, produzidos artesanalmente tendo como matéria-prima o ferro, está no mercado há quatro anos, mas está iniciando agora no e-commerce. “Eu já trabalhava anteriormente com internet e tinha um site que servia apenas como vitrine virtual, mas devido aos interesses das pessoas em comprar os produtos pelo site, resolvi investir em uma loja virtual, para poder atender aos pedidos e ampliar meu alcance de vendas e propagar minha marca no mercado”.
Para Donato Pina, coordenador administrativo da Tray Sistemas, a criação de espaços para esse tipo de segmento, é de extrema importância para quem queira comprar um produto diferenciado e exclusivo pela internet. “Os pequenos comerciantes podem vislumbram no e-commerce um mundo de possibilidades, de vender seus produtos, em um ambiente próprio, exclusivo, passando credibilidade para seus clientes e ainda aumentar sua perspectiva de venda e passar de hobby a negócios”.
Publicado por: Micheli Consani
Tray comenta post sobre o crescimento do comércio eletrônico no Brasil com a entrada de grandes players no mercado e com a inclusão das MPES.
Confira a matéria na integra e nosso comentário:
Publicado por: Micheli Consani
O crescimento de 27% no volume de vendas realizadas pela internet no primeiro semestre de 2009 em relação ao mesmo período do ano passado representou um faturamento bruto total de R$ 4,8 milhões é o que informou dados do portal e-bit. O portal aponta o crescimento da comercialização de produtos de linha branca por conta da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Ainda segundo os dados, o tíquete médio das compras realizadas pela web no período apresentou alta de 5%, chegando a 323 reais.
Segundo Pedro Guasti, diretor geral do portal e-bit, além do crescimento a pesquisa constatou que 86% dos consumidores brasileiros que compram pela internet estão satisfeitos com as lojas e com as ofertas. “Esse desempenho surpreendeu até os mais otimistas, o faturamento alcançado nesses primeiros seis meses do ano supera expectativas. É um mercado dinâmico e competitivo e isso permite ao consumidor optar pelas melhores ofertas. Hoje, pelo menos 15 milhões de brasileiros já tiveram pelo menos uma experiência de compra pela internet”, afirma.
O segundo semestre não será diferente é o que aponta a pesquisa, o período que responde por 55% do faturamento total do comércio eletrônico, prevê o crescimento do setor e do valor das receitas. Estimasse que o setor atinja o a marca de R$ 5,8 milhões no ultimo semestre do ano, o que levaria o e-commerce há faturar R$ 10,6 bilhões em 2009, um crescimento de 28% em relação ao ano passado.
Reinaldo Martins, coordenador de Marketing da Tray Sistemas, comenta que os empresários precisam estar preparados para essa nova onda de consumo. “Pela primeira vez o comércio eletrônico nacional vai ultrapassar a casa dos R$ 10 bilhões/ano de faturamento e ainda há muito espaço para crescimento. No entanto a participação de pequenos e micros empresários na web ainda é muito tímida, mas iniciativas inovadoras de apoio a inclusão digital desses empreendedores já estão sendo executadas no estado de São Paulo e num médio prazo os primeiros resultados começarão a serem evidenciados.
Assessoria de Comunicação e Marketing
Publicado por: Micheli Consani
Projeto Inclusão Digital para as Micro e Pequenas Empresas, lançado na semana passada em Marília, teve como objetivo apresentar para os comerciantes da cidade o piloto de um site, específico para lojistas, credenciados ou não pela Associação Comercial de Marília, que busca inserir essas empresas no mercado digital.
O programa criado pela FACESP (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo), com a parceria da TPC- Soluções de Informática e a Tray Sistemas- empresa especializada em soluções para comércio eletrônico, incubada pelo CIEM, uma iniciativa conjunta da Fundação de Ensino Eurípides Soares da Rocha - FEESR e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo - SEBRAE-SP, com a Prefeitura Municipal de Marília, realizarão na cidade durante essa semana, workshops gratuitos para comerciantes interessados no projeto.
Essa iniciativa tem como objetivo a apresentação do site (www.gpsmarilia.com.br) e o treinamento dos comerciantes que tenham interesse em fazer parte desse processo que visa inserir o pequeno lojista no e-commerce através de emarket-places (shoppings on-line). Os workshops vão acontecer na Acim, hoje (23) das 10hs ás 12hs, quarta (24) das 14hs ás 16hs e quinta-feira (25), das 10hs ás 12hs.
Para Jader Andrade, analista de produto da Tray Sistemas, iniciativas como essa são de extrema importância para cidade e contextualizam Marília em uma perspectiva nacional, por ser a primeira cidade de Estado de São Paulo a sediar o projeto. “O shopping de Marília é o primeiro a credenciar seus comerciantes. Só credenciados da Acim, são 1.200 participantes que terão seus produtos cadastrados gratuitamente.”
A parceria entre as empresas Tray Sistemas, TPC de Marília e a Acim, conta com a participação de todos os comerciantes da cidade, que poderão conhecer o projeto e incluir seus produtos no shopping virtual. “O shopping é um serviço para a cidade de Marília e região, buscamos com essa iniciativa atingir todos os comerciantes, pessoas físicas ou jurídicas para integrar esse projeto”, conclui Rafael Nakamoto, analista de negócios da TPC Tecnologia.
Fonte: Jornal ” Correio Mariliense”
Terça-feira, dia 23 de junho de 2009
Publicado por: Micheli Consani
INCLUSÃO DIGITAL
Acim e Tray Sistemas lançam projeto para micro e pequenas empresas
Programa é desenvolvido em parceria com a Tray Sistemas e inicialmente vai contemplar os municípios de Marília e Sorocaba
Pelo menos 1500 micro e pequenas empresas de Marília devem participar do projeto de inclusão digital que a Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), lançou na manhã de ontem. O programa é desenvolvido em parceria com a Tray Sistemas e inicialmente vai contemplar os municípios de Marília e Sorocaba. “Com esse programa, os associados da Acim terão condições de ter uma série de produtos e serviços para tocar seus negócios. O programa é dividido em três níveis e no primeiro nível o associado passa a ter os equipamentos necessários para o desenvolvimento de sua empresa e também banda larga e as condições de fazer o TEF, que é a Transferência Eletrônica de Fundo”, informou o superintendente da Acim, José Augusto Gomes.
Segundo ele, o segundo nível do projeto é o Software de Gestão. “É bem simples de ser manipulado, para que o empresário possa ter o controle de seus negócios no dia a dia. E no terceiro nível entramos com a possibilidade de levar a empresa para o mundo virtual”. Esse último nível possibilitará que o empresário tenha uma vitrine virtual ou de fazer vendas pela internet através de uma parceira com a Tray Sistemas.
O coordenador de novos negócios da Tray Sistemas, Christopher Muñoz, falou sobre o crescimento das vendas pela internet e destacou o custo benefício do projeto implantado em Marília. “Há custos diferenciados para associados e não associados à Acim. Para o associado, o custo é de R$ 9,90 por mês, que será cobrado após seis meses de gratuidade, a partir da data de hoje, que é a de lançamento”, explicou. Para não associados, o custo é de R$ 19,90 por mês.
Ele informou que inicialmente, não serão efetuadas vendas pela internet. “Como o projeto é de inclusão digital, entendemos que o primeiro passo natural seja que os associados queiram ter sua própria página para expor seus produtos”, observou. Muñoz destacou ainda que também faz parte do projeto prover o ciclo de compras para que o empresária consiga realizar vendas on-line.
Para ele, essa seria uma estratégia para que as micro e pequenas empresas locais não percam os consumidores que se habituaram a comprar pela internet. “Pela experiência que temos com o comércio eletrônico podemos verificar que cada vez mais as pessoas compram por essa via e deixam de andar pelo comércio, o que demanda mais tempo, principalmente em grandes centros, como São Paulo, onde as distâncias são muito grades. As vendas pela internet ganham em rapidez e comodidade”, falou Muñoz.
O projeto vai abranger todo o Brasil e ontem, em Marília, foi feito o lançamento nacional. “Queremos disponibilizar os três níveis de informatização para as Associações Comerciais disponibilizarem para seus associados. O programa começa em Marília e em Sorocaba para que a gente faça um teste. Depois, quando deixar de ser um projeto e virar um programa validade, vamos expandir para as 420 cidades do estado de São Paulo e, logo em seguida, para o Brasil”, comentou o coordenador de Tecnologia da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Taicir Khalil.
Fonte: Jornal Correio Mariliense
Caderno Cidades 2 (Sexta-feira, 19 de junho, 2009)
Publicado por: Micheli Consani