
A Tray atua desde 2003 no Comércio Eletrônico nacional, com uma trajetória marcada por inovação e pioneirismo. Desde a criação do primeiro Gerenciador de Vendas para Sites de Leilão, passando pela criação de um dos principais Facilitadores de Pagamentos do País e tendo hoje a maior Plataforma de Comércio Eletrônico do mercado, a Tray sempre buscou apresentar aos empreendedores do E-Commerce soluções eficientes para um segmento competitivo, que apresenta números mais animadores a cada ano.
O crescimento acelerado sempre trouxe consigo o desafio da sustentabilidade do negócio. Oferecer softwares a um custo x benefício superior ao restante do mercado, com a segurança e infra-estrutura necessária para a operação dos lojistas.
Atualmente, a Tray tem sua estrutura alocada na Alog, um dos melhores Data Centers do país, que abriga empresas como IBM, LG e Mandic. Na Alog, a Tray conta com servidores próprios, administrados por uma equipe dedicada de Infra Estrutura que monitora diariamente o desempenho de todas as máquinas e trabalha na implementação constante de melhorias e avanços na tecnologia utilizada.
Recentemente, muito foi realizado na área de Infra Estrutura, garantindo estabilidade a todas as Plataformas Tray. Um estudo profundo de balanceamento de carga foi realizado por profissionais e consultores especializados para distribuir as requisições feitas aos servidores, resultando em melhoria do desempenho e confiabilidade para todas as Lojas Virtuais.
Em paralelo, foram realizados investimentos na compra de máquinas novas e na substituição das já existentes para garantir que a Infra Estrutura estivesse preparada para o crescimento de nossos lojistas e para as sazonalidades nas quais o volume de transações é muito acima do usual.
Os novos produtos e lançamentos de nossa tecnologia também demandaram preparação especial de nosso Data Center. Tray Shopping e Receba Online 2.0 contam com estruturas próprias e separadas, que oferecem toda a escalabilidade necessária para o crescimento dessas novas ferramentas que estão a disposição do Lojista Tray.
Para acompanhar toda essa evolução da tecnologia, o time de TI também foi reforçado. Novos profissionais, implementação de softwares eficientes de monitoramento e controle de projetos, além de reformulação e melhoria de processos para tornar o trabalho mais eficiente e pró-ativo.
A Tray continua com um trabalho constante de desenvolvimento de novas soluções e de melhoria dos produtos atuais, com o comprometimento de oferecer aos clientes o estado da arte em tecnologia para comércio eletrônico e promover com cada vez mais intensidade a democratização desse mercado importante para a economia do país.
Publicado por: Tray E-Commerce Completo
A CIA (Central Intelligence Agency, ou Agência de Inteligência Americana), PayPal, e centenas de outras organizações registraram nos últimos dias um ataque inexplicável que está bombardeando seus servidores com milhões de requisições, de forma intensiva. Os ataques continuam ainda no dia de hoje, 4 de fevereiro.
Segundo o site SecurityFocus, a ofensiva está concentrando seu poder de fogo no subsistema SSL (secure-sockets layer) dos websites, uma camada de criptografia responsável por prover segurança nas comunicações entre os sites e internautas.
Sempre que se entra em um site seguro, o protocolo lá na barra de endereços do navegador muda de http para http*s*. Esse S no final indica que as requisições HTTP (o protocolo de comunicações entre o browser e o site) estão sendo “envelopadas” em um invólucro criptografado pelo SSL.
Cada vez que uma conexão SSL é aberta, o servidor que hospeda o site e o link de comunicação que o liga à internet ficam um pouco mais carregados. A tática usada pelos hackers consiste em iniciar uma quantidade enorme de conexões SSL, exaurindo assim todos os recursos do servidor e não deixando “sobra” para que visitantes legítimos possam acessá-lo ¿ é o que se costuma chamar de Ataque de Negação de Serviço ou, em inglês, Distribution Denial of Service (DDoS).
Os ataques, que ainda estão acontecendo no momento de publicação desta nota, começaram há cerca de uma semana, e parece ser causado por mudanças recentes feitas em uma ferramenta conhecida como Pushdo, uma espécie de botnet usado para prática de spam.
Pesquisadores da Shadowserver Foundation, um grupo de profissionais de segurança, analisaram os dados das redes das empresas afetadas.”O que se vê é um aumento não esperado no tráfego de dados, com muitos milhões de requisições, vindas de milhares de endereços IP diferentes”, explicou Steven Adair, um dos voluntários da Shadowserver.
O grupo identificou 315 sites como alvo do ataque, que incluem o cia.gov, paypal.com, além de yahoo.com, americanexpress.com e sans.org. Não ficou claro, contudo, qual motivo levou a botnet Pushdo a desencadear a onda de pedidos.
A maneira como cada um dos PCs infectados participa do ataque, entretanto, pode ser facilmente inferida: primeiro, cada PC inicia algumas conexões SSL simultâneas (uma botnet possui milhares de escravos, logo isso pode facilmente chegar a milhões de requisições ao mesmo tempo).
Depois, através de cada conexão, os PCs participantes enviam informações desnecessárias, desconectam-se e imediatamente repetem todo o ciclo. Segundo os registros armazenados nos servidores sob ataque, as solicitações espúrias não faziam nada além disso.
“Achamos difícil de acreditar que essa quantidade de atividade seria usada com o intuito de se misturar ao tráfego normal dos dados”, diz Adair, referindo-se ao fato de que qualquer ataque, mesmo os mais brutos como os de Negação de Serviço, costumam ser mais discretos. “Mas, ao mesmo tempo, não temos total certeza de se tratar mesmo de um ataque de Negação de Serviço”.
Ainda não se tem uma solução concreta para o problema. Alterar os endereços IP dos servidores pode proporcionar um alívio temporário. A Shadowserver pede para que profissionais que possuam melhores técnicas de entrem em contato para ajudar. O relatório completo pode ser encontrado a partir do link bit.ly/ShadReport.
Zumbis e botnets
Além do medo tradicional de que o hacker obtenha informações do próprio usuário, invasões a computadores domésticos ¿ e, pelo visto, a servidores também ¿ estão sendo usadas pelos cybercriminosos para um mal maior.
As botnets são redes formadas por computadores infectados por vírus especiais capazes de torná-los “zumbis”. Uma vez infectado, um zumbi pode ser controlado a distância por pessoas ou organizações criminosas.
Todos os zumbis podem ser controlados ao mesmo tempo e de forma coordenada, formando um exército manejado por uma única pessoa. Isso pode ser usado para enviar spam com abrangência global e até mesmo para atacar a infraestrutura de internet de países inteiros. Botnets famosas têm um elevado número estimado de zumbis.
A Storm network, por exemplo, controla cerca de 80 mil computadores, enquanto o recente Conficker infectou algo em torno de 15 milhões de máquinas. Os zumbis também podem repassar o software que os infectou, ajudando a escravizar mais PCs sadios.
Hoje, estima-se que o interesse dos criminosos digitais pelos dados de um usuário doméstico seja muito pequeno. A grande motivação desses hackers é formar uma espécie de “legião zumbi” para poder atacar instituições maiores, sejam empresas ou governos.
Fonte: Portal Terra (www.terra.com.br/tecnologia)
Publicado por: Micheli Consani
O ano de 2009 já está terminando e o comércio eletrônico está em alta. O crescimento acentuado nesse ano se dá principalmente ao aumento do numero de internautas, a entrada de grandes players e a inclusão das micro e pequenas empresas no segmento. Rodeados de publicidades atrativas e muitas vezes apresentando ao público ofertas arrasadoras, a facilidade na procura por diferentes tipos de produtos e preços torna o mercado de compras pela internet um imenso parque de diversões.
O que antes era privilégio de poucos, hoje torna-se uma ferramenta na mão de uma crescente parte da população que têm acesso a internet, seja no trabalho ou em casa, devido a baixa no preço dos computadores e a facilidade de acesso a rede. A classe C é considerada a fatia do mercado que mais cresce entre os consumidores on-line. A entrada de grandes redes do varejo popular na internet é prova que essa classe de consumidores está se expandindo e é importante fidelizar esse público.
O que antes era considerado apenas mais uma inovação tecnológica usada por poucos e em sua maioria por jovens, hoje mudou. Além da classe C, a internet, que antes era acessada em sua maioria, ou por profissionais de tecnologia ou por jovens, hoje faz parte da realidade de uma classe de pessoas mais abrangente.
Segundo pesquisa realizada pelo Ibope, os dados mostram que no período entre julho de 2005 e julho de 2006, dos brasileiros que fizeram compra pela Internet, apenas 19% tinham entre 35 e 44 anos. O mesmo período foi analisado entre os anos de 2007 e 2008 onde esse percentual subiu para 28%.Com a expansão desse publico de consumidores virtuais, o numero de fraudes pela internet também aumentou. Com isso, muitas pessoas ainda sentem receio de comprar pela rede ou mesmo investir em um negócio que não lhe pareça seguro.
Como comprar com segurança pela internet
Para Donato Pina, coordenador operacional da Tray Sistemas, alguns cuidados são fundamentais para que sua compra seja efetuada com sucesso.
1- O primeiro passo para quem vai realizar uma compra na internet é ter um bom antivírus, um firewall e em anti-spyware instalados na sua máquina e mantê-los sempre atualizados;
2- Nunca faça compras em computadores públicos ou lan-houses, pois alguém pode ter instalado algum tipo de programa espião e pode roubar os dados de contas bancárias e cartões de credito;
3- Ao escolher o produto faça uma pesquisa em sites comparadores de preços, a exemplo do Zura (www.zura.com.br), Buscapé (www.buscape.com.br), o Bondfaro (www.bondfaro.com.br) e CotaCota (www.cotacota.com.br). Eles listam as lojas virtuais que vendem o mesmo produto com seus respectivos valores;
4- Repare as formas de pagamentos oferecidas pelas lojas. Desconfie das lojas que trabalham somente com depósito bancário ou boleto bancário. Ao contrario do que as pessoas pensam, o cartão de crédito é o jeito mais seguro de efetuar uma compra pela internet. Para disponibilizar essa forma de pagamento a empresa tem que fazer um contrato com as operadoras ou utilizar uma ferramenta que faça a intermediação das vendas, dessa maneira é também mais fácil cancelar a compra caso haja algum tipo de problema;
5- Além das formas de pagamento é muito importante sempre procurar na loja telefones para contato e outras informações, como o CNPJ. Se mesmo assim não estiver certo sobre a loja entre em contato por telefone e solicite mais informações. Também é possível verificar a imagem da loja em sites como o ReclameAqui (www.reclameaqui.com.br) ou Procon;
6- Depois de escolhido a loja, finalize a compra, mas na hora de realizar o cadastro preste atenção na parte inferior do navegador e veja se tem um cadeado. Ele indica que os dados estão sendo criptografados, mas isso não garante a segurança. Clique nele e veja o certificado de segurança e sua validade;
7- Feito a compra salve e imprima o email de confirmação do pedido, esses são documentos essenciais caso ocorra algum problema. Acompanhe o status do seu pedido na central do cliente na loja onde realizou a compra e quando recebê-lo veja se a embalagem não está danificada;
Publicado por: Micheli Consani
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Segundo os dados da pesquisa a confiabilidade que a loja virtual transmite através de um bom atendimento e facilidade para pagamento da compra aumenta a reputação e conseqüentemente as vendas. |
A satisfação dos consumidores brasileiros com as compras feitas pela internet bate recorde pelo segundo mês consecutivo esse ano, segundo o “Índice de Confiança do e-consumidor”, estudo feito pela consultoria e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), setor pertencente à Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico. O mês de agosto registrou aprovação de 87,29% dos consumidores brasileiros que comparam pela internet no período, o desempenho foi positivo e superou o mês anterior, julho que havia registrado a marca de 87,02%. Desde que começou a pesquisa, em janeiro deste ano, agosto registrou o melhor desempenho.
A pesquisa entrevistou 128.743 pessoas e mais de 1.800 lojas virtuais brasileiras no período de 1 a 31 de agosto. Para a avaliação foram usados critérios como facilidade para compra, navegação, cumprimento de prazo de entrega, seleção de produtos, qualidade dos produtos e atendimento, manuseio e envio de artigos comercializados e política de privacidade.
Segundo os dados da pesquisa a confiabilidade que a loja virtual transmite através de um bom atendimento e facilidade para pagamento da compra aumenta a reputação e conseqüentemente as vendas.
Para Pedro Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, isso demonstra que as lojas estão se preparando cada vez mais para atender seus consumidores. “A Satisfação do consumidor depende da qualidade na prestação de serviços. Cumprir prazos e ofertas, aliados a um bom atendimento e pós- venda, dá a garantia de satisfação e fidelização dos clientes”.
Além disso, as lojas estão se preparando para atenderem a grande demanda de serviços que toma conta do comércio eletrônico com a chegada de grandes datas como Dia das Crianças e Natal. “Nesse período é importante que as lojas reforcem seu quadro de funcionários e que o lojista não prometa prazos que não possa cumprir, é importante levar em consideração também a demanda de todos os outros setores da economia, que com a proximidade do final do ano tende a aumentar”, conclui Quissack.
Publicado por: Micheli Consani
Tray comenta notícia sobre como comprar com segurança em lojas virtuais.
Leia a matéria na íntegra e veja nosso comentário sobre o assunto:
http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=14111
Publicado por: Micheli Consani

Alô, alô amigos. Saudações Traynianas. Vamos que vamos. Trabalhando para o sucesso da loja virtual e avante!
Hoje vamos falar sobre a segurança que a sua loja virtual está passando para o consumidor. No início do comércio eletrônico, o maior medo das pessoas que pensavam em comprar pela rede era com relação ao roubo de dados pessoais, números de documentos e cartões de crédito. Essa situação fez com que muita tecnologia fosse desenvolvida e empresas especializadas fossem criadas para garantir a segurança do tráfego dos dados que circulam pela rede.
O Tray Commerce e a segurança da sua loja virtual
O sistema de implementação e administração de lojas virtuais desenvolvido pela Tray encara com firmeza a segurança dos dados que trafegam pelas lojas. Em mais de 5 anos nenhum lojista que utiliza o sistema da Tray teve problemas relacionados à segurança do sistema.Como já falamos aqui: Toda a tecnologia de seu negócio fica por nossa conta, pois acreditamos que o trabalho do e-empreendedor deve ser focado no gerenciamento do negócio, divulgação e vendas.
Segurança não é só tecnologia
É fato que as pessoas estão cada vez mais seguras com relação à realização de transações que necessitam da informação de dados pessoais pela rede. Prova disso é o sucesso dos Internet-Banks, e o constante crescimento do comércio tanto B2B, quanto B2C realizado via internet.
No entanto, a segurança tecnológica em nosso negócio em questão, que é o B2C, ou seja, a venda realizada de lojas virtuais para consumidores, não é tudo para o sucesso das vendas. O consumidor de internet alem de se preocupar com a segurança de suas informações, se preocupa e muito com a procedência da loja virtual que ele está comprando, com a qualidade de atendimento, a seriedade e o respeito que ele será tratado.
Levando em consideração essa preocupação do consumidor, devemos cuidar com muita atenção, do primeiro lugar onde as informações sobre a procedência da loja serão procuradas, na própria loja virtual.
O sistema de administração de loja virtual Tray Commerce3 dá a possibilidade de exibição de páginas especiais onde se pode informar sobre a empresa ou negócio, sobre compras, entregas, formas de pagamento e políticas de trocas e devoluções.
Para trabalhar com essas informações em sua loja virtual, na administração do Tray Commerce3 acesse: Configurações/Textos e Informações.
Toda segurança transmitida ainda é pouco
A dica é informar todo o tipo de informação necessária para transmitir segurança para o consumidor finalizar uma compra na sua loja virtual.
Informações sobre a empresa:
Nesse campo procure escrever um histórico da empresa, apresente os objetivos, os valores, a missão e a visão do negócio. Informe o endereço físico real da loja e ainda os números de CNPJ e inscrição estadual que poderão ser consultados pelo comprador. Enfim, toda a informação para passar segurança e fazer com que o consumidor compre em sua loja virtual é válida.
Informações sobre envio dos produtos:
Uma das máximas de uma loja virtual é com relação ao cumprimento do prazo de entrega estipulado para os produtos comprados. Isso fará com que o comprador fique com uma boa impressão, volte a fazer novas compras e recomende a sua loja virtual para outras pessoas. Portanto informe com clareza todas as possibilidades de formas de envio dos produtos e o prazo de entrega para cada uma delas.
Informações sobre Pagamentos:
Na Dica de número 13 falamos exclusivamente sobre os meios de pagamento da loja virtual. Procure evidenciar com clareza todas as formas aceitas em sua loja, e os benefícios e vantagens disponíveis para cada uma delas.
Informações sobre garantia e política de troca e devoluções de produtos:
A principal particularidade da loja virtual com relação à loja física é o fato do cliente não poder tocar, experimentar e levar o produto na hora. Portanto a loja virtual deve ter uma política de trocas e devolução dos produtos constituída ampara e observando o código de defesa do consumidor. Essa política assim como a garantia dos produtos e serviços ofertados devem ser muito bem informados para o comprador.
Experimente dar uma atenção especial às informações de sua loja virtual que visam passar segurança para o comprador, mesmo assim, toda segurança transmitida ainda é pouco e deve ser aliada com a prática de um bom atendimento e um trabalho de pós-venda bem executado.
Até a próxima.
Publicado por: Reinaldo Martins
SÃO PAULO - Ao fazer uma compra pela internet, muitos cuidados são necessários, como estar com o antivírus atualizado ou não usar um computador público ou de lan houses.
Mas, além disso, prestar atenção às formas de pagamento disponibilizadas pela loja também pode indicar se o site é de confiança ou não. Isso porque, segundo o analista de internet da Tray Sistemas, Bruno Hayashi.
Leia na íntegra:
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1519789&path=/suasfinancas/
Publicado por: Micheli Consani
O ano de 2009 já começou com o comércio eletrônico em alta. O crescimento tão esperado para esse ano se dá principalmente ao aumento do poder de compra dos internautas. Rodeados de publicidades atrativas e muitas vezes apresentando ao público ofertas arrasadoras, a facilidade na procura por diferentes tipos de produtos e preços torna o mercado de compras pela internet um imenso parque de diversões.
O que antes era privilégio de poucos, hoje torna-se ferramenta na mão de uma crescente parte da população que têm acesso a internet, seja no trabalho ou em casa, devido a baixa no preço dos computadores e a facilidade de acesso a rede. A classe C é considerada a fatia do mercado que mais cresce entre os consumidores on-line. A entrada de grandes redes do varejo popular na internet é prova que essa classe de consumidores está se expandindo e é importante fidelizar esse público.
O que antes era considerado apenas mais uma inovação tecnológica usada por poucos e em sua maioria por jovens, hoje mudou. Além da classe C, a internet, que antes era acessada em sua maioria, ou por profissionais de tecnologia ou por jovens, hoje faz parte da realidade de uma classe de pessoas mais abrangentes e com idades variadas.
Segundo pesquisa realizada pelo Ibope, os dados mostram que no período entre julho de 2005 e julho de 2006, dos brasileiros que fizeram compra pela Internet, apenas 19% tinham entre 35 e 44 anos. O mesmo período foi analisado entre os anos de 2007 e 2008 onde esse percentual subiu para 28%.
Com a expansão desse publico de consumidores virtuais, o numero de fraudes pela internet também aumentou. Com isso, muitas pessoas ainda sentem receio de comprar pela internet ou mesmo investir em um negócio que não lhe pareça seguro.
Como comprar com segurança pela internet
Para Bruno Hayashi, analista de internet da Tray Sistemas, alguns cuidados são fundamentais para que sua compra seja efetuada com sucesso.
1- O primeiro passo para quem vai realizar uma compra na internet é ter um bom antivírus, um firewall e em anti-spyware instalados na sua máquina e mantê-los sempre atualizados;
2- Nunca faça compras em computadores públicos ou lan-houses, pois alguém pode ter instalado algum tipo de programa espião e pode roubar os dados de contas bancárias e cartões de credito;
3- Ao escolher o produto faça uma pesquisa em sites comparadores de preços, como o Buscapé (www.buscape.com.br) e o Bondfaro (www.bondfaro.com.br). Eles listam as lojas virtuais que vendem o mesmo produto com seus respectivos valores;
4- Repare as formas de pagamentos oferecidas pelas lojas. Desconfie das lojas que trabalham somente com depósito bancário ou boleto bancário. Ao contrario do que as pessoas pensam, o cartão de crédito é o jeito mais seguro de efetuar uma compra pela internet. Para disponibilizar essa forma de pagamento a empresa tem que fazer um contrato com as operadoras ou utilizar uma ferramenta que faça a intermediação das vendas como o Pagamento Digital (www.pagamentodigital.com.br) e também é mais fácil cancelar a compra caso haja algum tipo de problema;
5- Além das formas de pagamento é muito importante sempre procurar na loja telefones para contato e outras informações, como o CNPJ. Se mesmo assim não estiver certo sobre a loja entre em contato por telefone e solicite mais informações. Também é possível verificar a imagem da loja em sites como o ReclameAqui (www.reclameaqui.com.br) ou Procon;
6- Depois de escolhido a loja, finalize a compra, mas na hora de realizar o cadastro preste atenção na parte inferior do navegador e veja se tem um cadeado. Ele indica que os dados estão sendo criptografados, mas isso não garante a segurança. Clique nele e veja o certificado de segurança e sua validade;
7- Feito a compra salve e imprima o email de confirmação do pedido, esses são documentos essenciais caso ocorra algum problema. Acompanhe o status do seu pedido na central do cliente na loja onde realizou a compra e quando recebê-lo veja se a embalagem não está danificada;
Assessoria de Comunicação e Imprensa
Publicado por: Micheli Consani
Com crescimento de 30% em relação a 2007, o comércio eletrônico brasileiro encerrou 2008 com faturamento de R$ 8,2 bilhões, segundo número da e-bit. O relatório aponta também que o tíquete médio no período foi de R$ 328,00.
Leia na íntegra:
http://www.emarket.ppg.br/index.asp?InCdMateria=5491
Publicado por: Micheli Consani
Com a chegada do final do ano e o aumento das vendas no mercado do comércio eletrônico, as empresas dão dicas de como escolher a loja virtual certa para efetuar a compras de Natal

Faltam apenas dez dias para a chegada do Natal e você, já fez suas compras pela internet? Pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP) revela que 21% das compras de Natal serão feitas pela internet. Comparado ao crescimento relevante em relação ao mesmo período do ano passado onde a participação no varejo online foi de 11,6%, as compras de fim de ano tende a consolidar o mercado das lojas virtuais contribuindo para alavancar o e-commerce no Brasil.
Atribuindo essa vantagem a comodidade na hora das compras, tranqüilidade para escolher um produto de qualidade, possibilidade de comparação de preços, disponibilidade de horários, entrega rápida e garantida no endereço escolhido, os consumidores contam ainda com as vantagens e a facilidade de diversas formas de pagamentos oferecidos pelas lojas virtuais.
De acordo com pesquisa realizada pelo portal e-bit, a empresa prevê para essa semana que antecede o Natal, um aumento de 25% em relação ao mesmo período o ano passado e projeta para as vendas um faturamento de R$ 1,35 bilhão baseado no aumento dos consumidores online que subiu de 9,5 milhões para 13 milhões em 2008.
Segundo Rodrigo Pastorelli, supervisor de suporte da Tray Sistemas, esse número só não é maior pela população temer os golpes pela internet. “A Tray trabalha com um sistema que identifica possibilidades de fraude, assim é analisado o número de pedidos já pagos e que ainda não foram enviados ao comprador, com isso entramos em contato com o lojista, solicitando alguns dados tais como nota fiscal do produto e aviso de recebimento confirmando o envio. Caso o lojista não envie os dados, a equipe de suporte da Tray Sistemas bloqueia a loja imediatamente”.
Para garantir as compras de natal é necessário que o consumidor tome algumas precauções antes de efetuar a compra pela internet. Com o crescimento do e-commerce no Brasil, cresceram também a possibilidades de fraudes.
Para Daniel Policarpo, owner do Tray Commerce, o cliente ao buscar uma loja virtual tem que estar atento há algumas regras de compra pela internet. “Nunca comprar em uma loja hospedada por uma empresa desconhecida ou sem know how no mercado, utilizar sempre um sistema de pagamento confiável, não comprar em sites desconhecidos, sempre verificar se a loja virtual tem telefones a disponibilidade do cliente e em caso de dúvidas sempre que possível realizar compras via cartão de credito ou compras a vista como depósito e boleto por intermédio de empresas conhecidas no mercado”.
Os lojistas que trabalham com e-commerce devem ficar atentos para não hospedar a sua loja virtual em ambientes desconhecidos. Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, o empresário que tem intenção de atuar na internet tem que procurar uma empresa que disponibiliza uma solução eficiente e profissional.” O lojista tem que procurar se informar sobre tempo de atuação, números de clientes atendidos e principalmente se aloja virtual proporciona meios para a realização de transações seguras como o SSL por exemplo”, conclui.
Assessoria de Imprensa
Publicado por: Micheli Consani