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Agora com o nosso programa de licenciamento empresas e profissionais de internet poderão disponibilizar a criação de lojas virtuais para seus clientes sem a necessidade do desenvolvimento de tecnologia própria. |
A Tray Sistemas é uma empresa sinônimo de inovação e tecnologia. Estamos há mais de 6 anos atuando na internet, desenvolvendo soluções para implementação de lojas virtuais. Nesse tempo o nosso sistema já atendeu a milhares de lojistas e serviu de local de compra para mais de 2 milhões de brasileiros. Enfim, temos orgulho de dizer que estamos contribuindo para o crescimento do comércio eletrônico do Brasil.
Agora com o nosso programa de licenciamento empresas e profissionais de internet poderão disponibilizar a criação de lojas virtuais para seus clientes sem a necessidade do desenvolvimento de tecnologia própria.
A primeira empresa a licenciar a tecnologia da Tray já atua no segmento de TI há mais de 15 anos. E entre os fatores que contribuíram para o licenciamento podemos destacar a possibilidade de uma entrada rápida em um mercado em franco desenvolvimento. “Uma das vantagens é em relação a rapidez com que você pode entrar no mercado, permitindo oferecer aos nossos clientes uma solução de e-commerce já comprovada, permitindo que nos concentramos na área comercial, ao invés da infraestrutura, suporte e contratação de funcionários.” Comenta o diretor da primeira empresa a licenciar a tecnologia da Tray.
“Esperamos ter uma participação muito grande no mercado de comércio eletrônico, e isso já para os próximos meses, acredito que através dessa parceria eu possa ajudar a estabelecer uma plataforma que fique cada vez mais robusta, além de dá o feedback dos meus clientes para criação de novas funcionalidades no sistema.”conclui.
Para mais informações sobre licenciamento da tecnologia da Tray acesse:
http://www.tray.com.br/?op=canais&opsub=licenciamento
Com o crescimento mundial do comércio eletrônico algumas empresas estão apostando casa vez mais nessa modalidade de comércio que está se tornando uma freqüente em nossa sociedade global. O acesso aos mais diferentes tipos de informação, possibilita o usuário da rede, a conexão com o mundo e as possibilidades que ele pode oferecer.
Na ponta desse crescimento, o Google anunciou semana passada, o Google Commerce Search, uma ferramenta de busca de sites de comércio eletrônico similares aos brasileiros Buscapé e Zura. Segundo informações do Google postadas em seu blog oficial, muitos recursos já estão disponíveis para os usuários, incluindo o verificador ortográfico de textos e reconhecimento de sinônimos.
Esse novo serviço oferecido pela ferramenta possibilita, segundo o próprio blog da empresa, que os varejistas possam enviar seus catálogos de produtos a serem rastreados na rede e o lojista pode criar promoções para que determinados itens apareçam no topo resultados e ainda assim personalizar o aspecto da forma como aparecem os resultados da pesquisa. Quando encontrados, os produtos aparecem para o cliente no próprio site de busca.
Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas,a ferramenta Adwords do Google já recebe a maior parte dos investimentos em publicidade online por todo o mundo. Esse gigante da internet virou a principal referência para as pessoas que buscam satisfazer a necessidade do encontro de qualquer tipo de informação. “É uma questão de tempo para os consumidores se acostumarem a comprar mais pela internet do que pelo varejo tradicional. Pois a web mais do que vender, ajuda as pessoas a comprarem por meio das inúmeras ferramentas de pesquisa por preços e informações sobre produtos”.
“Até o final do ano, o serviço só estará disponível somente no Reino Unido e nos Estados Unidos. ” Certamente o Google está de olho nesse cenário de expressivo crescimento, pois somente no Brasil já há expectativas de um faturamento em torno de 25 bilhões de reais em 2012″, conclui Martins.
Publicado por: Micheli Consani
A internet com o passar do tempo, habituou seu usuário com descontos e ofertas relâmpagos que acontecem em horas e dias inusitados pela rede. A divulgação, que antes era promovida pelo próprio site da empresa, agora amplia seu publico e abusa das ferramentas como e-mail marketing e redes sociais como twitter, blog e sites de relacionamento, que permite ao usuário acompanhar em tempo real das promoções instantâneas oferecidas pelas empresas.
Esse hábito de comprar pela internet está diretamente ligado aos usuários de diversos tipos de canais presentes na rede. A intenção de compra gera pela web, o hábito de acompanhar os sites de venda online das principais redes varejistas pode render bons descontos na compra de produtos diversos.
Para Pedro Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, é comum que as lojas ofereçam essas ofertas em épocas estratégicas que antecedem as datas sazonais com maior intenção de compra. “ Essas promoções atraem os clientes que não tinham a intenção de compra, isso gera um fluxo alto na loja e permite que os estoques não fiquem parados com produtos que serão renovados pelas mercadorias novas lançadas em datas comemorativas”.
Além disso, algumas lojas estão aproveitando para parcelar em até 12 vezes, mesmo os produtos que estão na promoção. Para Eugenio Foganholo, diretor da consultoria de varejo Mixxer, esse tipo de oferta funciona como uma “isca” para o consumidor que navega pelo site da loja, que ao pesquisar, acaba ampliando sua possibilidade de compra com a visualização de outros produtos.
A exemplo de sites como Americanas.com, Fast Shop e Saraiva, as chamadas etiquetas vermelhas, ou “só hoje”, apresentam produtos com valores de descontos significativos que podem chegar aos 50% principalmente os relacionados a informática e eletrodoméstico. “As lojas virtuais aproveitam esses períodos curtos e fora do horário habitual de pico para atrair essa clientela com maior poder de compra”, conclui Quissack.
Publicado por: Micheli Consani
Após as especulações sobre o crescimento do e-commerce durante todo o ano de 2009, com a entrada de grandes redes de varejo no segmento, a presença da classe C na internet e a inclusão digital das micro e pequenas empresas, chegou à vez das grandes marcas no segmento de roupas e acessórios começarem a ver no comércio eletrônico uma extensão de seus negócios.
Algumas empresas já estão em testes de tecnologia e logística, mas enfrentam as dificuldades de aceitação por parte do consumidor brasileiro que não tem o costume de compras esses produtos pela internet. Embalados pela promessa do e-commerce para 2010, algumas lojas a exemplo da Loja Renner, prevê inaugurar até final de março de 2010 seu site, que venderá perfumes e relógios, além de camisetas.
Grandes nomes do comércio físico já estão presentes na rede como as Lojas Marisa e Hering, que optou pela comercialização de roupas masculinas, femininas e acessórios, vendidos pela Hering Web Store. Já o canal da Marisa na internet tem opções mais amplas, incluindo além de artigos de vestuário, relógios e itens de cama, mesa e banho.
Para Jose Galló, presidente das Lojas Renner, apesar do foco em perfumes e relógios, a Renner venderá também camisetas básicas nos tamanhos pequeno, médio e grande. Mas a falta de especificações técnicas nos tamanhos das roupas é o que dificulta as vendas de uma variedade maior de peças. “Vamos aproveitar nossa experiência com a venda de perfumes e cosméticos, dessa vez na internet. Há um grande interesse por parte dos nossos fornecedores no negócio, pela representatividade desses produtos em nosso faturamento”, afirmou.
Outra novidade é a entrada da Mesbla no e-commerce, após anunciar a falência nos anos 90, foi anunciado para maio de 2010 o início da sua operação exclusiva de vendas de produtos apenas pela internet. Para Pedro Guastí, diretor-geral do E-bit, o faturamento do setor este ano no Brasil deverá atingir R$ 300 milhões, ao passo que nos Estados Unidos a venda de roupas e acessórios movimenta US$ 20 bilhões. “A categoria de roupas e acessório ocupa a segunda colocação em volume de vendas, no Brasil está entre a 15ª e 20ª posição, isso demonstra o potencial de crescimento do setor”.
Reinaldo Martins, coordenador de Marketing da Tray Sistemas, comenta que o comércio eletrônico não é mais um promessa e sim um fato consolidado. “Vai ser uma questão de tempo para a maioria das pessoas preferirem comprar pela web do que no varejo tradicional, cresce o acesso domiciliar a computadores e internet nas classes mais baixas. As lojas virtuais estão entendendo cada vez mais as possibilidades e recursos que podem representar grandes vantagens para os consumidores e aumentar as vendas. Os empresários estão de olho no mercado, a Mesbla vai voltar para atender o público feminino que no Brasil já é responsável por 51% das compras online, em países como os Estados Unidos esse percentual já chega a 63%. Enfim, com a consolidação do comércio eletrônico, aumentam as possibilidades de atuação dos empresários e as vantagens para os consumidores.”
Publicado por: Micheli Consani
O aumento do número de internautas que estão efetuando compras pela rede, principalmente as pessoas pertencentes a classe C, está fazendo com que haja uma disputa maior entre as lojas virtuais para a conquista desse público. Os empresários estão investindo na reformulação de seus sites, com o objetivo de torná-los cada vez mais usuais para os novos consumidores que estão presentes no e-commerce.
A exemplo do Extra.com, o Magazine Luiza, anunciou nessa quarta-feira (21/10), a reestruturação do seu site de compras, com o objetivo de fornecer ao seu publico, grande parte representado pela classe C, maior interatividade na hora da navegação e facilidade de compra.
As grandes redes varejistas estão entendendo o e-commerce como uma nova estrutura de vendas que vai além da vitrine virtual. “É preciso interagir. No varejo físico o consumidor tem a possibilidade de fazer uma compra “tangível”, ele pode tocar no produto e conversar com a pessoa que está vendendo. É preciso proporcionar essa mesma interação na internet, para isso é necessário conversar com o cliente. A loja virtual tem que conhecer as necessidades de seu público, para tornar a compra uma realização pessoal. Para isso é preciso fortalecer a troca de informação”, comenta Iuri de Paula, analista de produtos da Tray Sistemas.
Os grandes players estão buscando na internet uma identificação com seu público e para isso estão cada vez mais investindo na otimização de seus sites. Para Donato Pina, coordenador administrativo da Tray Sistemas. “Desde 2008, já ocorre uma movimentação no setor de adequação de linguagem. Depois de anos pesquisando o mercado as Casas Bahia apresentaram sua loja virtual tão esperada somente o ano passado, assim como Wal-Mart”.
Alejandro Padron, líder da área de consultoria e varejo da IBM Brasil, comenta que o comércio eletrônico nacional está entrando em uma nova etapa de consumo que pode ser explicada por dois fatores. “O primeiro é a “Web 2.0″, com a explosão das redes sociais, um fenômeno mundial, e que permite a maior interatividade no comércio eletrônico. O outro fator, típico do mercado brasileiro, é o acesso da classe C à rede mundial de computadores”.
O crescimento do setor está ligado a todos esses fatores que em conjunto elevam o comércio eletrônico na disputa pelo varejo nacional. Segundo dados da consultoria E-bit, o e-commerce projeta um crescimento de 30% a mais que em 2008, enquanto o comércio físico estima crescimento de apenas 6% esse ano. “O Brasil deve fechar este ano com um total de 17 milhões de consumidores online, 4 milhões a mais que em 2008. E quase a totalidade desses novos clientes são da classe C”, observa diretor geral do portal Pedro Guasti.
Publicado por: Micheli Consani
Divulgados nessa terça-feira (20/10) pelo portal de consultoria e-bit, números que mostram que as vendas no comércio eletrônico cresceram 25% em relação ao mesmo período de 2008 e apresentaram um faturamento de 450 milhões de reais no período.
O período considerado de 28 de setembro a 11 de outubro, obteve com as compras um tíquete médio de 339 reais, que representa um crescimento de 7% em comparação aos R$ 318 registrados em 2008. Segundo o e-bit, esse foi um dos fatores que motivaram o crescimento das vendas nesse período. Isso indica que os consumidores estão cada vez mais investindo em datas comemorativas para comprarem presentes de valores mais altos e parcelamentos sem juros.
Contudo os produtos mais procurados na data foram os relacionados a informática e telefonia celular. “É comum nessas datas não só as crianças, mas também os pais aproveitarem as ofertas sazonais para trocarem os aparelhos eletro-eletrônicos, além disso, as crianças estão cada vez mais inseridas nos meios digitais, o que fortalece também o comércio dos eletrônicos em datas com foco em produtos infantis”, comenta Pedro Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas.
As categorias mais procuradas pelos e-consumidores durante o período foram eletrodomésticos, livros, informática, telefonia celular, saúde e beleza e medicamentos. O portal destacou ainda que a data que antecede o Natal, aqueceu o comércio eletrônico, mesmo sendo considerada a data menos importante em volume de vendas. O Dia das Crianças representa apenas 5% do faturamento anual do e-commerce brasileiro.
As cinco categorias que se destacaram em volume de vendas no período foram Eletrodomésticos, Livros, Informática, Telefonia Celular e Saúde, beleza e medicamentos. Para o e-commerce as datas que se destacam são Natal, em primeiro lugar, o Dia das Mães, em segundo, o Dia dos Namorados, em terceiro e o Dia dos Pais, que é o quarto lugar em vendas.
Publicado por: Micheli Consani
Sendo considerado a melhor possibilidade em termos de negócios, o Comércio Eletrônico, é projetado no Brasil como o mais progressor dos segmentos comerciais devido ao seu faturamento e seu crescimento a cada ano. Estimado para mais de R$ 10 bilhões, o faturamento esperado para 2009, supera expectativas de crise e se destaca em comparação a outros setores da economia.
Hoje no Brasil, mais de 64,8 milhões de pessoas estão conectadas a Internet, segundo um estudo divulgado em outubro pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope). Esse crescimento é impactado pela popularização do acesso a internet e a facilidade na aquisição de computadores que incluíram de maneira eficaz as classes C e D na rede.
A internet proporciona infinitas opções de navegações por diferentes sites, com conteúdos diversos para todo tipo de público. Um estudo recente divulgado pelo Nielsen Online aponta que, desse número de pessoas conectadas a rede, 80% dos brasileiros gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais.Pensando sempre em inovar e procurar tendências de mercado e buscando estratégia para seus negócios, alguns empresários estão testando novas possibilidades de vendas para se destacar no comércio eletrônico.
A opção do momento é o Comércio Social, sabendo que o povo brasileiro é um dos que passa mais tempo navegando em redes sociais, a solução para aproximar esse usuário do e-commerce, é trazer esse conceito de rede social para o seu negócio online. Assim é possível vender pela internet de uma maneira diferente que interaja com o cliente e fuja do padrão atual de vitrine virtual.
O Comércio Social, que tem como objetivo atender a uma rotina de vendas que interage e dialoga com o cliente. Essa criação de conteúdo colaborativo é enunciado de forma eficaz na propagação em redes sociais.Para Conrado Adolpho, diretor da agência Publiweb Marketing Digital, o Comércio Social, é uma plataforma de comércio eletrônico que traz em sua gênese os conceitos de rede social, tendo como forte aliada a comunicação realizada na chamada web 2.0.
“Com um bom planejamento, essa estratégia vai gerar um número crescente de vendas qualificadas, porque trabalha continuamente a fidelização e a formação de uma comunidade para a marca. Inicialmente é preciso gerar demanda, não há comunidade sem pessoas. Assim, a empresa deve realizar uma ação para não perder os usuários que já visitaram o site pela primeira vez”, comenta Adolpho.
A exemplo disso, algumas ações devem ser implantadas em sua loja virtual para aproximar esse usuário das vendas, promoções relâmpago, concursos culturais, fóruns onde esses consumidores possam opinar, conversar contribuem para facilitar a navegação e o prazer da compra. “A Loja Leopardi, apostou no desenvolvimento de um recurso exclusivo que possibilita a visualização e publicação de depoimentos sobre a loja no próprio site”, comenta o proprietário Ricardo Leopardi.
Para o micro e pequeno empresário que visualize no e-commerce uma oportunidade real de negócio esse, é um meio de diferenciação no mercado. “O consumidor está cada vez menos fiel às grifes e grandes marcas, esse fato representa uma grande oportunidade para os pequenos e médios empreendedores, basta transmitir segurança e ter um bom relacionamento com os clientes. A loja virtual Leopardi é um bom exemplo, hoje o depoimento positivo de um cliente sobre a experiência de compra em uma loja transmite mais credibilidade do que um comercial de produção milionária veiculada no intervalo do Fantástico, por exemplo. Por isso o investimento em um bom atendimento é de extrema importância para o sucesso de um negócio online”
Publicado por: Micheli Consani
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Entrevista com o lojista Ricardo Leopardi sobre ferramenta exclusiva desenvolvida para a sua loja |
Em nossa última Dica de Terça destacamos a importância e as vantagens do boca a boca pela internet.
A web mais do que vender, ajuda o consumidor a comprar, e por isso o e-commerce está caindo no gosto das pessoas. E as pessoas acreditam nas pessoas, e todo o esforço de marketing que você desprender para dizer algo sobre o seu negócio não terá o mesmo peso de algo dito por algum consumidor, logo, procure fomentar a propagação de um bom boca a boca de seu negócio e nenhum outro tipo de propaganda trará melhores resultados.
Motivado por boas idéias e o desejo de fazer do e-commerce uma ferramenta de sucesso para as vendas, Ricardo Leopardi, proprietário da Loja Leopardi, apostou no desenvolvimento de um recurso exclusivo que possibilita a visualização e publicação de depoimentos sobre a loja. Destacamos alguns pontos de nosso bate-papo com o Ricardo.
1 – Quais as principais vantagens da nova ferramenta de depoimentos para a Loja Virtual Leopardi?
A vantagem dessa ferramenta é que clientes receosos possam ter um parâmetro com os depoimentos de clientes que já compraram conosco e com isso possa tomar a decisão de compra mais rapidamente. Seria o equivalente ao boca-a–boca que acontece nas lojas físicas e que na minha opinião é a melhor e mais barata propaganda.
2 - O que é mais importante para o sucesso de uma loja virtual?
Para se ter sucesso com uma loja virtual tem que ter um planejamento muito bem definido, começando por adquirir uma plataforma de vendas que seja confiável e que ofereça ótimas ferramentas, dessa união nascerá uma parceria forte e confiável, que atenda suas demandas de serviços e que fará de sua loja um diferencial perante a concorrência.
3 - A empresa já existia anteriormente ou já começou na Internet?
A Leopardi já existe desde 1944 e já estamos na 4ª geração. Com a internet ainda estamos começando e vendo nesse canal possibilidades novas de vendas todos os dias, nossa loja virtual, www.leopardi.com.br, nasceu em 2006 e vem crescendo mês à mês.
4 - Quais as expectativas da Leopardi para o último trimestre de 2009?
Com um planejamento eficaz, a economia crescendo e as novas ferramentas implantadas no site, a expectativa é de um final de ano com vendas 40% superior em relação ao ano passado. Trabalhamos muito para isso e investimos em nosso negócio para poder atender aos pedidos de final do ano.
Segundo Reinaldo Martins, coordenador de Marketing da Tray Sistemas, a plataforma Tray Commerce possibilita flexibilidade em relação ao desenvolvimento de recursos extras que atendam necessidades peculiares de negócio. “Por mais que a maioria das lojas virtuais sejam muito parecidas e as ferramentas disponíveis hoje no mercado estejam cada vez mais recheadas de recursos e funcionalidades, ainda existem algumas particularidades de negócio que precisam ser atendidas através de recursos específicos. A nossa plataforma de e-commerce permite toda a flexibilidade no que diz respeito ao desenvolvimento de recursos extras e complementares que atendam demandas diferenciadas do negócio. Seja recursos de marketing como o desenvolvido para a Leopardi, ou ainda recursos de tecnologia que visam deixar a administração da loja ainda mais rápida e dinâmica.”
Martins ainda destaca que para o lojista com necessidades específicas de recursos extras na loja virtual, basta entrar em contato com a nossa equipe de atendimento que o auxiliará no desenvolvimento de uma solução prática e eficiente.
A Leopardi é um lojista que utiliza uma solução Premium da Tray, e junto conosco está fazendo história no comércio eletrônico brasileiro.
Publicado por: Micheli Consani
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Para participar acesse a administração de sua loja virtual e clique no link da pesquisa no aviso que aparece logo na primeira página. |
A Tray Sistemas constantemente trabalha para proporcionar soluções inovadoras ao nosso sistema de administração e gerenciamento de lojas virtuais, o Tray Commerce, trazendo aos nossos lojistas todas as ferramentas e o suporte necessário para o sucesso de uma operação de E-Commerce.
Queremos contar com a sua colaboração para a evolução de nossa tecnologia. Respondendo a nossa pesquisa você estará participando do desenvolvimento das próximas versões das soluções para comércio eletrônico da Tray.
Esta é a internet colaborativa, esta é a Tray que trabalha pelo seu sucesso no e-commerce!
Publicado por: Micheli Consani
Divulgado nessa terça-feira (15/09), pelo portal de consultoria em comércio eletrônico, o e-bit, uma pesquisa que o prevê que o comércio eletrônico, irá movimentar durante o terceiro bimestre, R$ 2,6 bilhões durante o período, aumento de 30% em relação ao mesmo período do ano passado.
Informações divulgadas pelo site IDG Now!, relatam que normalmente é de se esperar um terceiro bimestre mais fraco em relação a vendas, por isso é comum que os lojistas incrementem o mês com campanhas de incentivo ao consumidor. Mas a estimativa para esse ano é positiva, espera-se atingir o maior patamar da história do comércio eletrônico, principalmente pelo incentivo da redução dos Impostos sobre Produtos Industrializados (IPI).
Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, esse crescimento se deve ao aumento do número de internautas navegando pela rede e a participação dos grandes players.”O ano de 2009 está sendo marcado pela entrada de grandes players no comércio eletrônico, entre eles podemos citar as Casas Bahia e o Wall Mart, esse movimento favorece o aumento da popularização do e-commerce. Comprar pela internet caiu no gosto dos brasileiros, principalmente por toda a comodidade de se comprar sem precisar sair de casa e pela variedade de escolha que a web proporciona. Com a crescente inclusão digital das classes C e D motivada pela redução dos preços de equipamentos de informática o varejo digital tende a apresentar números ainda mais motivadores.”
Segundo dados da pesquisa a projeção é que o setor brasileiro deverá fechar 2009 movimentando R$10,5 bilhões, o que representaria um aumento de 28 % em relação aos R$8,2 bilhões gastos na internet no ano passado. O portal e-bit estima que até o final de 2009, 17 milhões de brasileiros terão comprado pela internet. Esse numero representa um crescimento de 28% a mais que em 2008.
Publicado por: Micheli Consani