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Crescimento de 28% foi o alcançado pelo e-commerce em 2010, em comparação com o ano de 2008, somente no período relativo às festas de Natal. De acordo com dados divulgados pela consultoria e-bit, o e-commerce movimentou nesse período 1,6 bilhão de reais com as vendas natalinas.

O período que vai de 15 de novembro a 24 de dezembro, representa para o comércio, o período de maior lucratividade devido às comemorações de Natal. O ano de 2009 representou para o e-commerce um novo recorde em crescimento de vendas principalmente pelo crescimento obtido com as vendas de final de ano.

Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray, a aproximação das pessoas com as vendas pela internet vem intensificando a cada dia. “Há vinte anos, fazer compras sem sair de casa era considerado ficção, hoje esse ato está cada vez mais presente na vida das pessoas que optam por uma vida de hábitos ágeis e cômodos. O e-commerce possibilita a satisfação desses hábitos, pois mais de que um shopping gigante de compras em delivery, é uma ferramenta de pesquisa que auxilia os consumidores no encontro de informações e preços de produtos desejados. Vai ser uma questão de tempo para a internet se tornar o meio de compra preferido pela maior parte das pessoas.”

Dentre os artigos que se destacaram na preferência dos consumidores para compra estão os livros, em primeiro lugar como os mais procurados, seguidos por eletrodomésticos, saúde, beleza e medicamentos. Informática e eletrônicos ficaram, respectivamente, na quarta e quinta posições.

Publicado por: Micheli Consani
Categorias: E-commerce, Economia, Fique por Dentro, É Importante Saber

A entrada das micro e pequenas empresas no e-commerce ainda não é muito expressiva. Segundo resultados da pesquisa feita pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que entrevistou 1.201 empresários para mapear a influencia da internet sobre seus negócios, apontou que o comércio eletrônico ainda tem muito espaço para crescer. Das empresas entrevistadas, 34% não estão inseridas na rede e nem ao menos apresentam site da marca. Outro dado mostrado pela pesquisa, destacou que do numero total de comerciantes abordados, 64% estão fora do e-commerce.

A pesquisa aponta ainda outro dado curioso em relação a inclusão digital dos comerciantes brasileiros. Os comerciantes são apontados como o setor que menos investe em sites próprios para divulgação de sua marca ou produto, apenas 60% das empresas de varejo, possuem sites. Setores como industria, apresentam um total de 80% de empresas que possuem sites próprios, seguidos pelo comércio atacadista com 70% e a área relacionada a construção civil, onde 65% possuem sites para divulgação.

Para Reinaldo Martins, coordenador de Marketing da Tray Sistemas, o ingresso das empresas na rede será um processo natural. “Algumas tendências apontam para uma sociedade formada por pessoas cada vez mais críticas e consumidores exigentes, que buscam principalmente conveniência e facilidade na hora de comprar, e essas duas características são facilmente proporcionadas pela internet. Vai chegar um momento onde a web será o meio favorito de compras da maior parte das pessoas e naturalmente esse movimento fará com que a maioria das empresas estejam com negócios atuantes na Internet. Caso contrário correm um grande risco de ficaram para trás.”

A pesquisa também mostra que o investimento em uma plataforma de e-commerce para lojas virtuais são bastante positivas, das 435 empresas que usam a rede para comprar e vender afirmam que houve durante o ano um aumento das vendas e que em 38% dessas vendas pela internet, representam 10% do volume de vendas. Segundo Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, muitos empresários e comerciantes ainda não estão no segmento de vendas pela rede por desconhecerem suas vantagens. “Uma das principais dificuldades da pequena e da microempresa é a falta de estrutura: eles acreditam que terão uma sobrecarga de trabalho”, diz.

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O crescente numero de novos consumidores virtuais que vem surgindo, principalmente pela entrada da classe c na internet, o segmento de varejo online prevê fechar o ano com 4 milhões de novos e-consumidores e com um faturamento estimado em R$ 10,5 bilhões.

Segundo dados divulgados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), de 1,201 empresas entrevistadas, 64% estão fora do e-commerce. Para Sandra Turchi, superintendente de Marketing da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a facilidade da classe C em obter cartões de crédito e parcelar suas compras, nos últimos anos, tornou-se um elemento importante para o comércio digital.

“O Brasil apresenta 11,5 milhões de compradores on-line, com um tíquete médio de R$ 323 por compra. Para o Natal, a tendência é que a média chegue a R$ 346″, segundo Turchi, que comenta que os prazos de pagamento instituídos por meios de compras via loja virtual é maior que os presentes nas lojas físicas, e isso só é possível pelo uso intenso de meios de pagamento como o cartão de crédito.

Sandra ressalta que o e-commerce é uma grande oportunidade para as Micro e Pequenas Empresas(MPEs), umas vez que o mercado ainda é pouco explorado pelos pequenos empresários. Das empresas que utilizam a internet, 90% são grandes empresas. “É fundamental que as PMEs explorem o universo digital. Atualmente, 80% da renda obtida em e-commerce pertencem às grandes empresas do setor. Temos que ampliar sua participação, de 20% a até 30% em 2010″, observa.

Para Pedro Luiz Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, os comerciantes que tem em 2010 o foco de entrar no meio digital a hora é agora. Passado as festas de final de ano, o lojista que estiver com sua loja pronta, poderá iniciar o ano com um planejamento estratégico eficiente para todo o ano. ” O importante é o comerciante entender que a loja virtual é mais um ferramenta de venda para o seu negócio e não uma concorrência. Se estruturar para o ano logo no seu inicio, garante ao empresário maior amplitude do negócio e possibilidade de lucro em datas estratégicas”, conclui.

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Com a expectativa de alcalçar um faturamento de R$ 10,5 bilhões esse ano, o comércio eletrônico comemora um crescimento significativo de 45% no segmento de vendas online nos últimos 10 anos no Brasil. Só esse ano, esse numero tende a aumentar 30% em relação a 2008, um vez que no ano passado as empresas com negócios destinado a vendas pela internet faturam o equivalente a R$ 8,2 bilhões.

Algunes fatores contribuíram positivamente para o crescimento e investimentos no setor. Com a entrada da classe C, o perfil do consumidor online vai ficando cada vez mais homogêneo e com necessidades diferentes. O Brasil possui hoje mais de 50 milhões de usuários de internet, as pessoas que tem entre 18 e 24 anos estão entre os principais consumidores de produtos online. As experiências positivas passadas através do boca-a-boca principalmente utilizando-se de meios como redes sociais, aumenta a confiança do consumidor e a popularidade do comércio eletrônico.

Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, a satisfação do consumidor com as compras online chegou ao recorde de 87% esse ano. “O brasileiro é muito chegado a novidades e a internet caiu no nosso gosto. Estamos entre os que mais passam tempo navegando pela rede e os que mais acessam sites de relacionamento do mundo, e assim como temos a nossa programação de TV interrompida com alguma oferta de venda a todo momento, também somos bombardeados por propagandas de promoções durante nossa navegada de todo dia. A grande diferença se dá pelo fato de a Internet nos dá a possibilidade de optarmos sermos interrompidos por alguma propaganda ou não. Ou seja, mais do que vender a web nos ajuda a comprar oferecendo serviços e produtos de nosso interesse, daí o fato das pessoas estarem cada vez mais satisfeitas com as compras online.”

As pessoas estão recorrendo a internet na procura por produtos diferenciados, com preços mais acessíveis, condições de pagamentos ampliadas, além da comodidade de poder comprar 24 horas por dia sem sair de casa e ainda poder comparar preços e ofertas em apenas um click. Os produtos mais procurados e vendidos pela internet são Livros e Cds/Dvds, seguidos de produtos de informática, eletrodomésticos e eletrônicos em geral.

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Mulheres na Internet

De acordo com a 19a Edição do Relatório Web Shoppers publicado pela e-bit, as mulheres já representam 51% dos que compram pela internet brasileira.

Segundo dados da pesquisa global The Female Web, conduzida pelo The Future Laboratory, divulgada pelo portal internacional de tendências de consumo, LS:N Global (Life Style: News Global), o qual é representado no Brasil pela Voltage, as são mulheres responsáveis por 63% das compras on-line nos Estados Unidos. O estudo reflete sobre o domínio das mulheres na web e as influências dessa postura no cenário on-line, inclusive na reação dos anunciantes ao adotarem procedimentos de divulgação e comercialização de marcas, produtos e serviços.

No Brasil esses números não são diferentes. Os empresários brasileiros estão percebendo a adesão feminina ao comércio eletrônico e a influência que as mulheres possuem sobre os homens na hora da finalização de uma compra. Através desses dados as lojas virtuais estão focando seu planejamento de marketing no público feminino, criando maneiras das mulheres se sentirem familiarizadas com o hábito de fazerem compras, uma de suas práticas preferidas, só que no universo da web.

O estudo destaca ainda que as mulheres continuam sendo as principais consumidoras do mercado e, estão comprando mais pela internet, principalmente pela discrição e entrega a domicílio. Além disso, a mulher busca a satisfação pessoal, com pequenos luxos como sapatos, perfumes, cosméticos e acessórios. “A mulher é a grande força do consumo mundial, até mesmo em consumo tipicamente masculino, como carros”, comenta Carlos Ferreirinha, diretor-presidente da MCF Consultoria e Conhecimento.

Para Iuri de Paula, analista de usabilidade da Tray Sistemas, as lojas virtuais que possuem como público consumidor as mulheres tem que trabalhar o layout de forma caracterizada. Há estudos que caracterizam a mulher como um tipo diferenciado de consumidor e que deve ser tratada como única quando o foco for sua atenção. “Hoje em dia o layout das grandes lojas virtuais, na maioria delas lojas de departamentos, tende a seguir um modelo já consolidado de estrutura e apresentação, normalmente somos expostos a diversos produtos, diversos menus, opções e tudo com uma estética monocolor, em blocos e nada com muito apelo visual. As lojas mostram o maior número de produtos possíveis como se assim o cliente fosse comprar mais. Com as mulheres esse tipo de estrutura não convence, o apelo visual é maior e o modo de apresentar os produtos com um “toque feminino”, mais leve e mais estético pode vender mais e agregar valor aos produtos e a loja”.

Outro dado de destaque no nosso mercado é que os produtos que as mulheres procuram na internet, são artigos que dificilmente são encontrados em lojas físicas que atendem a certo tipo de prazer. De acordo com a 19a Edição do Relatório Web Shoppers publicado pela e-bit, as mulheres já representam 51% dos que compram pela internet brasileira, e os produtos mais comprados pela rede são livros, artigos de higiene e beleza, produtos de informática e eletrônicos.

O comércio trabalha hoje com uma mulher diferente, que possui uma independência na hora de fazer suas compras, ela procura o que quer, decide o que comprar e como pagar. Por esse motivo são mais críticas, mais exigentes e não querem só um produto, querem um diferencial. “As exigências vão além de uma venda comum, as mulheres não querem apenas comprar. Para isso cuidamos dos produtos, das embalagens e principalmente do envio. Queremos que ela perceba que nós pensamos em tudo, principalmente mantendo-a informada sobre o que está acontecendo com o pedido, através dos emails de confirmação de pagamento, de envio do produto, código de rastreamento, entre outros. Isso tranqüiliza e acalma a ansiedade feminina”, comenta Camila Iatecola, proprietária da loja virtual Beleza de Mulher (www.belezademulher.com.br).

Pensando nesse publico, as lojas virtuais que trabalham com artigos femininos estão cada vez mais preocupadas com a usabilidade da loja, sem perder o apelo estético, a fim de aumentar as vendas. Para de Paula, as lojas indicadas ao publico feminino, não seguem o padrão dos grandes magazines. “A mulher não se importa em dar 20 cliques em uma mesma página, desde que seja num ambiente bonito, agradável e com o qual ela simpatize. O público feminino gosta de se perder nos detalhes e ver muito conteúdo visual, a estética de revista de moda cai muito melhor que o de catálogo de ferramentas. A loja precisa trazer um espetáculo de fotos e imagens e ao mesmo tempo ser leve e contemporânea, essa aparência é importante para prender a atenção do cliente para que ele não sinta a necessidade de mudar de site”.

O investimento em um atendimento diferenciado é também um desafio para quem trabalha com o público feminino. A mulher que compra pela internet tem uma personalidade forte, mais audaciosa, independente e gosta de ser reconhecida por essas qualidades. “É preciso trabalhar cada mulher como única, cada cliente tem sua particularidade e esse é o nosso foco. Por atendermos a todos os tipos de consumidoras, trabalhamos com todos os diferenciais, tem quem prefere frete grátis, quem prefere desconto, quem prefere um atendimento diferenciado e quem é fiel a loja e ao seu produto independente disso tudo”, comenta Iatecola.

Para Camila, o importante é conseguir identificar a necessidade de cada cliente e trabalhar para atender as suas vontades e expectativas. “Nosso objetivo é fidelizar, entender o que fez a cliente comprar conosco e o que fará ela voltar a comprar e indicar a nossa loja. Acreditamos que trabalhar nisso e ter ferramentas que facilitem nosso trabalho é a chave para o sucesso. É preciso ter uma loja que a cliente se identifique, com um layout agradável, fácil de navegar e principalmente que ela possa encontrar com facilidade o que procura para comprar”, conclui.

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O aumento do número de internautas que estão efetuando compras pela rede, principalmente as pessoas pertencentes a classe C, está fazendo com que haja uma disputa maior entre as lojas virtuais para a conquista desse público. Os empresários estão investindo na reformulação de seus sites, com o objetivo de torná-los cada vez mais usuais para os novos consumidores que estão presentes no e-commerce.

A exemplo do Extra.com, o Magazine Luiza, anunciou nessa quarta-feira (21/10), a reestruturação do seu site de compras, com o objetivo de fornecer ao seu publico, grande parte representado pela classe C, maior interatividade na hora da navegação e facilidade de compra.

As grandes redes varejistas estão entendendo o e-commerce como uma nova estrutura de vendas que vai além da vitrine virtual. “É preciso interagir. No varejo físico o consumidor tem a possibilidade de fazer uma compra “tangível”, ele pode tocar no produto e conversar com a pessoa que está vendendo. É preciso proporcionar essa mesma interação na internet, para isso é necessário conversar com o cliente. A loja virtual tem que conhecer as necessidades de seu público, para tornar a compra uma realização pessoal. Para isso é preciso fortalecer a troca de informação”, comenta Iuri de Paula, analista de produtos da Tray Sistemas.

Os grandes players estão buscando na internet uma identificação com seu público e para isso estão cada vez mais investindo na otimização de seus sites. Para Donato Pina, coordenador administrativo da Tray Sistemas. “Desde 2008, já ocorre uma movimentação no setor de adequação de linguagem. Depois de anos pesquisando o mercado as Casas Bahia apresentaram sua loja virtual tão esperada somente o ano passado, assim como Wal-Mart”.

Alejandro Padron, líder da área de consultoria e varejo da IBM Brasil, comenta que o comércio eletrônico nacional está entrando em uma nova etapa de consumo que pode ser explicada por dois fatores. “O primeiro é a “Web 2.0″, com a explosão das redes sociais, um fenômeno mundial, e que permite a maior interatividade no comércio eletrônico. O outro fator, típico do mercado brasileiro, é o acesso da classe C à rede mundial de computadores”.

O crescimento do setor está ligado a todos esses fatores que em conjunto elevam o comércio eletrônico na disputa pelo varejo nacional. Segundo dados da consultoria E-bit, o e-commerce projeta um crescimento de 30% a mais que em 2008, enquanto o comércio físico estima crescimento de apenas 6% esse ano. “O Brasil deve fechar este ano com um total de 17 milhões de consumidores online, 4 milhões a mais que em 2008. E quase a totalidade desses novos clientes são da classe C”, observa diretor geral do portal Pedro Guasti.

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Divulgados nessa terça-feira (20/10) pelo portal de consultoria e-bit, números que mostram que as vendas no comércio eletrônico cresceram 25% em relação ao mesmo período de 2008 e apresentaram um faturamento de 450 milhões de reais no período.

O período considerado de 28 de setembro a 11 de outubro, obteve com as compras um tíquete médio de 339 reais, que representa um crescimento de 7% em comparação aos R$ 318 registrados em 2008. Segundo o e-bit, esse foi um dos fatores que motivaram o crescimento das vendas nesse período. Isso indica que os consumidores estão cada vez mais investindo em datas comemorativas para comprarem presentes de valores mais altos e parcelamentos sem juros.

Contudo os produtos mais procurados na data foram os relacionados a informática e telefonia celular. “É comum nessas datas não só as crianças, mas também os pais aproveitarem as ofertas sazonais para trocarem os aparelhos eletro-eletrônicos, além disso, as crianças estão cada vez mais inseridas nos meios digitais, o que fortalece também o comércio dos eletrônicos em datas com foco em produtos infantis”, comenta Pedro Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas.

As categorias mais procuradas pelos e-consumidores durante o período foram eletrodomésticos, livros, informática, telefonia celular, saúde e beleza e medicamentos. O portal destacou ainda que a data que antecede o Natal, aqueceu o comércio eletrônico, mesmo sendo considerada a data menos importante em volume de vendas. O Dia das Crianças representa apenas 5% do faturamento anual do e-commerce brasileiro.

As cinco categorias que se destacaram em volume de vendas no período foram Eletrodomésticos, Livros, Informática, Telefonia Celular e Saúde, beleza e medicamentos. Para o e-commerce as datas que se destacam são Natal, em primeiro lugar, o Dia das Mães, em segundo, o Dia dos Namorados, em terceiro e o Dia dos Pais, que é o quarto lugar em vendas.

Publicado por: Micheli Consani
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Sendo considerado a melhor possibilidade em termos de negócios, o Comércio Eletrônico, é projetado no Brasil como o mais progressor dos segmentos comerciais devido ao seu faturamento e seu crescimento a cada ano. Estimado para mais de R$ 10 bilhões, o faturamento esperado para 2009, supera expectativas de crise e se destaca em comparação a outros setores da economia.

Hoje no Brasil, mais de 64,8 milhões de pessoas estão conectadas a Internet, segundo um estudo divulgado em outubro pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope). Esse crescimento é impactado pela popularização do acesso a internet e a facilidade na aquisição de computadores que incluíram de maneira eficaz as classes C e D na rede.

A internet proporciona infinitas opções de navegações por diferentes sites, com conteúdos diversos para todo tipo de público. Um estudo recente divulgado pelo Nielsen Online aponta que, desse número de pessoas conectadas a rede, 80% dos brasileiros gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais.Pensando sempre em inovar e procurar tendências de mercado e buscando estratégia para seus negócios, alguns empresários estão testando novas possibilidades de vendas para se destacar no comércio eletrônico.

A opção do momento é o Comércio Social, sabendo que o povo brasileiro é um dos que passa mais tempo navegando em redes sociais, a solução para aproximar esse usuário do e-commerce, é trazer esse conceito de rede social para o seu negócio online. Assim é possível vender pela internet de uma maneira diferente que interaja com o cliente e fuja do padrão atual de vitrine virtual.

O Comércio Social, que tem como objetivo atender a uma rotina de vendas que interage e dialoga com o cliente. Essa criação de conteúdo colaborativo é enunciado de forma eficaz na propagação em redes sociais.Para Conrado Adolpho, diretor da agência Publiweb Marketing Digital, o Comércio Social, é uma plataforma de comércio eletrônico que traz em sua gênese os conceitos de rede social, tendo como forte aliada a comunicação realizada na chamada web 2.0.

“Com um bom planejamento, essa estratégia vai gerar um número crescente de vendas qualificadas, porque trabalha continuamente a fidelização e a formação de uma comunidade para a marca. Inicialmente é preciso gerar demanda, não há comunidade sem pessoas. Assim, a empresa deve realizar uma ação para não perder os usuários que já visitaram o site pela primeira vez”, comenta Adolpho.

A exemplo disso, algumas ações devem ser implantadas em sua loja virtual para aproximar esse usuário das vendas, promoções relâmpago, concursos culturais, fóruns onde esses consumidores possam opinar, conversar contribuem para facilitar a navegação e o prazer da compra. “A Loja Leopardi, apostou no desenvolvimento de um recurso exclusivo que possibilita a visualização e publicação de depoimentos sobre a loja no próprio site”, comenta o proprietário Ricardo Leopardi.

Para o micro e pequeno empresário que visualize no e-commerce uma oportunidade real de negócio esse, é um meio de diferenciação no mercado. “O consumidor está cada vez menos fiel às grifes e grandes marcas, esse fato representa uma grande oportunidade para os pequenos e médios empreendedores, basta transmitir segurança e ter um bom relacionamento com os clientes. A loja virtual Leopardi é um bom exemplo, hoje o depoimento positivo de um cliente sobre a experiência de compra em uma loja transmite mais credibilidade do que um comercial de produção milionária veiculada no intervalo do Fantástico, por exemplo. Por isso o investimento em um bom atendimento é de extrema importância para o sucesso de um negócio online”

Publicado por: Micheli Consani
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Fazemos parte de uma sociedade onde só no Brasil, 64,8 milhões de pessoas, segundo um estudo divulgado em outubro pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), estão conectadas à Internet. Com a popularização do acesso a internet e a facilidade com que as pessoas compram computadores, o Brasil continua sendo o líder mundial em tempo médio de acesso à rede, na frente dos Estados Unidos, com 42 horas e 19 minutos, e do Reino Unido, com 36 horas e 30 minutos.

Impulsionados por essa onda de pessoas conectadas a rede, alguns especialistas definem a internet como uma rede de pessoas interconectadas e não uma rede de computadores.A internet proporciona uma infinidade de ferramentas e utilidades, mas segundo dados da consultoria de pesquisas Nielsen Online, um estudo realizado no começo do ano destacou que 67% da população mundial acessam com maior frenquencia os sites de relacionamento e, no Brasil esse numero é de 80% .

A pesquisa destacou os brasileiros como os que mais acessam redes sociais e disponibilizam 23,1% do tempo em frente a internet para esse tipo de função, diferente do resto de mundo que ocupa somente 9,3% do tempo para navegar por esse segmento de sites.No Brasil as redes sociais estão aos poucos se definindo como uma imensa possibilidade de atrair as pessoas por afinidades e segmentá-las e distingui-las por grupos sociais que se diferenciam e interagem pela proximidade de pensamentos, idéias e mesmo contatos profissionais e comerciais, como uma grande praça global a espera de mais adeptos.

Para Alexandre Simões, webdesigner da Tray Sistemas as redes sociais aproximam pessoas e empresas. “Hoje a informação decola através das redes sociais direto para a casa, trabalho e dispositivos móveis das pessoas. A facilidade para a criação de informação gera cada vez mais conteúdo para se propagar, e têm proporcionado a fomentação de novas idéias em grande escala”.

Na projeção empresa- cliente, a relação com o mercado consumidor não poderia ser melhor. Considerando as ultimas pesquisas realizadas que apontam o consumidor brasileiro com um dos mais exigentes nas compras realizadas pela internet, e que 70% dos consumidores online levam em consideração a opinião de outros consumidores para realizar um compra pela internet, as redes sociais favorecem esse boca-a-boca.

Muitos empresários que estão presentes hoje no e-commerce, deram seus primeiros passos em redes sociais, vendendo seus produtos através de blogs e outros canais. Com o tempo o negócio foi crescendo e a necessidade de ter uma ferramenta voltada para atender uma demanda maior de clientes surgiu e então o passo seguinte foi a elaboração de uma loja virtual.

Algumas empresas estão utilizando também os blogs institucionais para ter um meio eficaz de comunicação com seus clientes, além do Twitter, conhecido como um micro-blogging, por aceitar somente 140 caracteres por cada post, é uma das ferramentas mais utilizadas pelos adeptos das redes de relacionamento, ele possibilita que pessoas com os mesmos objetivos profissionais e pessoais se conectem através de postagens curtas que contribuem para a propagação de conteúdo e informação interativa. “Utilizo como exemplo a Dell, que usa o Twitter para propagar seus produtos, ofertas e lançamentos. Em geral, o Twitter é uma ferramenta fantástica, que tem o poder de agradar a qualquer perfil de usuário, pois agrega em sua rede todo o tipo de informação que se possa imaginar”, conclui Simões.

Publicado por: Micheli Consani
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Tray comenta post em notícia publicada sobre o aumento das vendas no varejo eletrônico publicada no Portal Imprensa.

Veja a matéria na integra e em seguida o comentário da Tray sobre o assunto:

http://portalimprensa.com.br/portal/ultimas_noticias/2009/08/18/imprensa30183.shtml

Publicado por: Micheli Consani
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